segunda-feira, 31 de maio de 2010

Arte de Satanás.



Conta-se, e esta história jamais encontraremos em livros religiosos, que Deus quando resolveu criar o mundo o fez de forma maravilhosa, belo e sem defeito algum, porém Satanás que rodeava e caminhava pela terra, em sua maldade e astúcia, fez por onde estragar a obra do criador. E assim se deu na forma extra-bíblica a história da criação do mundo:

Criou Deus o mundo, terra, água e tudo que nele há e desta feita dividiu o mundo em países, todos os países eram perfeitos, uma vez que foram criados pelas mãos de Deus. O diabo, sorrateiro, ficava às escondidas e quando Deus terminava de construir um país saindo para construir outro, o diabo fazia um jeito de estragar a obra recém-criada do criador.

Deus criou Cuba, linda, paradisíaca, banhada pelo pacífico oceano Atlântico, mas o diabo foi lá e com sua mão colocou no destino de Cuba colonizadores espanhóis e após esses, achando pouco, colocou ainda homens estado-unidenses impondo um tal bloqueio econômico que não permitiria o sucesso total de uma determinada revolução que ali aconteceria.

Deus também criou a Argentina, e era um ótimo país, mas o diabo descontente de ver essa terra venturosa, além de colocar lá o próprio argentino, amaldiçoou uma pequena ilha próxima que este país julgava lhe pertencer, uma ilhota que fez a Argentina se humilhar para a Inglaterra, e deu o diabo o nome de Malvinas para esta determinada ilha.

E por aí foi o desenrolar da criação do mundo."Deus dava a farinha, o diabo carregava o saco". Na África, era tudo maravilhoso, fauna indescritível, berço da humanidade, o diabo não deixou por menos, foi até aquele local, espalhou guerra e fome por todo aquele continente.

Em Portugal e Espanha, o diabo não tendo mais nada diabólico para fazer, infiltrou na cabeça daquele povo que eles iriam ser grandes navegadores e o foram, o que resultou mais tarde, na desgraça de outros continentes e países que foram então pegos de surpresa pela chegada desavisada destes inesperados viajantes das águas.

O diabo não se esqueceu também do Japão, país de tradição forte, arte milenar, detentor de conhecimento tecnológico, senhores em artes marciais, mas o diabo determinou que justamente ali um outro povo muito “gente boa” de um outro país, jogaria uma bomba que cobriria pra sempre de luto a história daquela terra do sol nascente.

No oriente médio, já que era terra escolhida para a passagem terrena do filho do homem, o diabo colocou tanto desentendimento, tanta guerra que estas se perduram até os nossos dias.

E desta feita, todos os países foram molestados pela mão do excluído Satanás. Porém o Brasil, parecia intacto, sem sofrer dano algum, um dos anjos caídos, talvez o que tivesse a função de encarregado dos ajudantes de produção no inferno, indagou ao Temeroso Tinhoso.

- “Senhor rei das profundezas, eis que estragamos e amaldiçoamos todos os países criados pelas mãos de Deus, de uma forma ou de outra colocamos nossa maleficência em cada um deles, e por que tu ó excomungado mestre ainda não tocastes no Brasil? veja, é um país gigantesco, repleto de belezas naturais, clima bom, terra fértil, o que acontece que poupamos este país”?

E Satanás friamente perverso respondeu:

-“Estás redondamente enganado meu desgraçado súdito, para todos os países eu coloquei aflições, eu não poupei nenhum se quer, para o Brasil, para esta terra linda e hospitaleira eu pensei sadicamente, aguarde e verás a conduta de determinados políticos que eu criei para governar e sacanear este país tão nobre”.

Esta foi então a história da criação do mundo da forma que poucas vezes ouvimos contar, a arte de satanás no mundo. Qualquer semelhança com a realidade, talvez seja a prova de que esta história aqui contada não seja uma mentira absoluta.
Mateus Brandão de Souza.

sábado, 29 de maio de 2010

O Filosofo Diogenes



Neste tempo de consumismo intenso, de capitalismo dominante e de anseio pelo possuir, pensemos por um instante em Diógenes, o filosofo que aderiu ao cinismo e tornou-se o maior propagador deste estilo de vida dentro da filosofia.

Segundo o conhecimento filosófico, o cinismo é o fato de considerar que a riqueza do homem não está nos bens materiais, mas único e exclusivamente no seu conhecimento, em sua intelectualidade. Para os cínicos da filosofia, os bens materiais são banais, o homem não deve prender-se, nem apaixonar-se e muito menos corromper-se por coisas inúteis, a natureza é necessária e suficiente para suprir as necessidades do homem...

Diógenes viveu nos dias de Alexandre Magno. Andava pelas ruas em plena luz do dia com uma lamparina acesa procurando por um homem de verdade. Diógenes morava dentro de um barril, e por renunciar aos bens materiais, tornou-se mundialmente conhecido.

Certa vez em uma de suas caminhadas, Diógenes viu um menino bebendo água em uma fonte usando as mãos em forma de concha, ao ver esta cena, Diógenes concluiu que ainda possuía coisas supérfluas e jogou fora uma cuia que usava para matar a sede.

Assim foi Diógenes e seu desapego pelas coisas materiais.
Conta-se que certa manhã, Diógenes tomava sol sentado ao lado de seu barril. Alexandre o grande, andava por aquelas terras e de muito ouvir falar no homem que renunciou a tudo para morar em um barril, quis conhecê-lo.

Informado de onde se encontrava o filosofo, Alexandre montado em seu Bucéfalo, pôs-se frente a frente com Diógenes e com este, travou o mais memorável de seus diálogos:

- “Eu sou Alexandre o grande, diante de mim prostram-se os reinos, eu sou possuidor de muitas riquezas” disse o general.

Diógenes sem esboçar interesse algum, unicamente lhe respondeu:

- “Eu sou Diógenes, e isto me basta”.

Alexandre, pasmo com a reação indiferente de Diógenes frente a sua imponência, ainda tentou persuadi-lo, com o pretexto de fazer o filosofo segui-lo:

- “Ouvi muito sobre sua sabedoria, e te ofereço metade de minhas riquezas se quiser acompanhar-me”.

Diógenes para a surpresa de Alexandre e de todos que estavam em volta, prontamente respondeu:

- “De você não quero nada, desejo apenas que saia da frente do meu sol pois sua sombra me atrapalha”.

Os soldados do temível general ainda quiseram zombar do filosofo, mas foram censurados por Alexandre que repreendeu-lhes:

- “Não zombem deste homem, pois se eu não fosse Alexandre Magno, eu queria ser Diógenes.

Alexandre Magno então se retirou, deixando em paz o filósofo sem nunca esquecer o exemplo de Diógenes, tendo também a certeza de que estivera diante do mais diferente homem de seu tempo.

Hoje nós, consumistas de primeira grandeza, vivemos nos dias do conforto tecnológico e do apego ao vil metal. Cientes do que pregou o cinismo de Diógenes, conseguiríamos sobreviver apenas do que nos oferece a natureza? Aceitaríamos o fato de que ter conhecimento e a busca pelo mesmo é a maior de todas as riquezas e preocupações?

A natureza segundo o cinismo, seria fonte essencial de subsidio para todos os animais, independentes de terem ou não raciocínio, hoje mais do que nunca, os bípedes implumes se tornaram escravos do consumo, seduzidos por coisas supérfluas inventadas pelo próprio homem para fazer do homem um prisioneiro. O mundo está carente de pessoas que tenha se não em tudo, pelo menos um pouco do raciocínio de Diógenes.

Por: Mateus Brandão de Souza.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O fim do rádio Am?


Sabemos que um meteoro colidiu com a Terra a milhares de anos e deu fim aos seres vivos que reinavam em nosso planeta, nesta colisão foram-se embora os Dinossauros.

O avanço tecnológico e digital é comparado a um meteoro que também matou muitos importantes e grandes dinossauros históricos, com a chegada da tecnologia, foram-se as máquinas de escrever, os discos em vinil e as câmeras fotográficas que usavam os filmes negativos em 24 e 36 poses.

Agora ao que tudo indica, também o rádio AM está com os dias contados, a tecnologia tem sido letal, e está aos poucos matando a amplitude modulada que faz parte da nossa história radiofônica e que também ensinou gerações amar e ouvir rádio.

Embora a programação das grandes emissoras AM sejam grandemente de melhor qualidade que as emissoras em FM, o rádio AM tem se tornado obsoleto e de pouca audiência, emissoras renomadas e tradicionais em nosso país como rádio Tupi do Rio de Janeiro, Gaúcha e Guaíba de Porto Alegre de alcance continental, tem em sua maioria, ouvintes com mais de 30 anos. Pessoas de até 29 anos, ouvem tão somente as emissoras em FM, segundo pesquisas, a audiência das emissoras em amplitude modulada vem caindo gradativamente na medida que vai morrendo a geração com mais de 30 anos. Futuramente deixará de ser interessante manter essas emissoras no ar, uma vez que vem perdendo seu espaço.

Aos poucos vamos dando conta do fim do rádio AM ou de suas emissoras, os modernos aparelhos eletrônicos trazem somente a opção FM. Se analisarmos o fato, é uma pena, pois quem conhece a história e o estilo da programação do rádio AM, sabe que a qualidade de informação e a cultura oferecida é muito melhor que o estilo FM que tem um perfil muito mais musical que informativo.

A gerações nascidas até os anos 70 e 80 lembram como as grandes emissoras AM do País eram presentes em nossas casas, e que agora passam despercebidas, poucos são os que ligam durante a noite um rádio em AM para ouvir o que ele tem a oferecer. O meteoro chamado tecnologia digital tem sufocado esses inefáveis dinossauros que tanto ofertou e ainda ofertam entretenimento, informação e cultura a poucos privilegiados.

Vai aqui a nossa dica, querem prover-se de informação, descontração e diversão, durante a noite a partir das 20:00 horas ou no decorrer de toda madrugada, sintonize seu rádio no AM, nas freqüência 600 ou 1280 kilohertz, sinta a diferença, ouçam, notem quão importante e inteligente dinossauro a tecnologia tem sufocado.

Por: Mateus Brandão de Souza.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Nossas assombrações são melhores


Diante da realidade que vivemos onde mais e mais o potencialismo europeu e estadunidense rouba a cultura latina de nossa América, é preciso falar daquilo que povoa o imaginário popular e enriquece nosso folclore. Segue alguns nomes de assombração “existentes” no Brasil que de fato é de uma preciosidade cultural extraordinária.


Boto-rosa – Diz os crédulos que se trata de um demônio que vive nas águas da amazonia, durante a noite se transforma num rapaz bonito de vestes brancas, ele é um sedutor de moças donzelas, elas, encantadas pela beleza inebriante do boto, sedem-lhe a honra, e fatalmente saem grávidas após contato com este ser sobrenatural.

Mula-sem-cabeça – Vira mula-sem-cabeça, mulher que se deita com padre ou ainda aquela que trai o marido com o compadre. Quando morrem, elas ficam vagando pelos sertões assustando aos vivos, se a mesma aparece para alguém, é bom esconder unhas e dentes para livrar-se do ataque dessa devassa que não foi digna nem do céu nem do inferno.

Caipora – exímia apreciadora de tabaco, vive nas matas brasileiras, sobre sua aparência as opiniões se divergem, uns dizem ser ela uma velha feia e aos frangalhos, outros já a mostram sendo uma moça bonita, de saia rodada e fumando muito. Esta diabinha tem o costume de embaraçar as crinas dos animais de modo que jamais são desembaraçadas se as mesmas não forem cortadas. Para isentar-se das diabruras da caipora, é aconselhável deixar para ela, uma porção de fumo encima de um toco, a caipora por gratidão não faz traquinices com as pessoas que lhe ofertam fumo.

Curupira – índio fantástico, cabelos vermelhos, vive no meio do mato, sua principal característica são os pés virados pra trás, protetor incondicional dos bichos e da natureza, o curupira é o terror de caçadores e lenhadores.

Lobisomem – O filho que nasce depois de sete filhas vira lobisomem, também aquele que passa sete anos sem entrar em uma igreja sofre esta metamorfose. É um perigo sair de casa em noites de lua cheia, no período da quaresma, o lobisomem corre todas as noites. É preciso tomar cuidado, o lobisomem aprecia cocô de galinha mas também devora bezerros e crianças recém nascidas.

Boitatá – Conta-se que o boitatá é guardião dos cemitérios e pântanos, olhos de fogo, pele reluzente, mostra-se como uma assombrosa luz que oscila entre o chão e o alto, assusta aos que caminham fora de hora.

Saci-pererê – Clássico por suas diabruras, moleque peralta de cor negra tem uma única perna, gorro vermelho sobre a cabeça pitando um saboroso cachimbo. Se manifesta em redemoinhos de vento, adora assustar cavalos fazendo-os disparar, gosta também de azedar o leite e surrar cachorros, é sofrível ganido de cachorro quando apanha do sací.

Estes são apenas alguns dos vários exemplos da nossa rica cultura cheia de crendices populares. É preciso resgatarmos nossas origens, ressuscitar nossas lendas, para que o domínio estrangeiro não roube nossa identidade. Professores, profissionais da pedagogia, pais e mães do Brasil, ensinem sobre o nosso folclore, ao invés do ‘halloween’, é muito mais bonito nossas assombrações. Esqueçam as bruxas norte americanas, digam não ao estrangeirismo e sim ao sobrenatural que enriquece o imaginário nacional. Viva os nossos curupiras, caiporas lobisomens sacis e tantas outras assombrações da nossa terra.

Por: Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.

Ode a minha infância


Eu não consigo imaginar infância melhor do que aquela dos meus tempos de menino...

Eu não consigo imaginar uma infância sem esconde-esconde, sem pé-na-lata e sem burquinha.

Eu não consigo imaginar outra infância, sem carriolas de lata, sem bola de meia, sem papagaio e sem vaga-lume...

É impossível imaginar outra infância sem lua cheia e sem medo de lobisomem.

Eu não consigo imaginar outra infância sem o velho Mane Laranjeira,
Sem a presença “ameaçadora” do Carioca, sem o Zé Féli e sem Dona Rosa.

Não é possível que haja outra infância sem os companheiros Zé Carlos, Bigalo e Chicão.

Sem o Colégio Princesa Isabel, sem Terezinha e sem a monareta do Luciano.

É impossível imaginar outra infância sem o medo das histórias de assombração.

Sem balança caixão, sem milho assado e sem as seriguelas do meu quintal.

Eu não consigo imaginar outra infância sem a fornalha da padaria do meu pai.

Sem dona Fia, sem Jonas e sem Pichoquinha.

Não passa em minha mente outra infância,
Sem o Evangelista, sem a menina Flávia, o ser mais lindo,
Sem os oitenta céus que eu perguntava a minha mãe,
E sem Marilena como cenário desta época incomparável e inesquecível.

Foi assim que vivi a melhor infância deste mundo.

Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Os políticos e os bichos.


Hoje é comum vermos associados aos bichos certos políticos ou ainda os seus partidos. Não é justo este fato, porém o homem caprichosamente associa suas práticas e ideologias políticas ao reino animal, como se os seres irracionais participassem dos erros que só os humanos praticam.
Não sabemos ao certo se esta associação forçosa é fruto tão somente da política moderna, mas, foi no final do século XX, meados dos anos oitenta, que o tucano, ave de beleza e característica ímpar se tornou símbolo de determinada sigla partidária, sigla esta que nada tem de semelhante com esta encantadora ave, deste país tropical.
Já aqui, em nossa política regional, jacaré e peixe simbolizaram a rivalidade de dois grupos e estiveram presentes na corrida eleitoral que determinou o quadriênio executivo e legislativo da cidade vizinha. Desta forma, os bichos vão sendo indevidamente associados à nossa política. Além de velhas raposas, espertas e inteligentes outros bichos são comparados aos políticos com suas politicagens.
Neste contexto, em meio a toda esta variedade de seres vivos, sejam eles aquáticos, répteis ou aves, um outro tipo de político, que talvez por sua destreza em se camuflar, passa diante de nossos olhos como que despercebido, é ele o político camaleão. O camaleão é o tipo do político que dança conforme a música, seus intuitos se estendem pouco além do seu próprio umbigo.
Ele é individualista, calculista, articula seus planos em benefício próprio, é como a folha seca, obedece o sopro do vento que o toca. Ele é camaleão, pois se veste da roupagem que prevalece o ambiente, se a cor predominante é verde, ele é verde, se cinza ele é cinza e assim sucessivamente. Ele acata o que está na cartilha da situação. Busca sempre o lado pessoal, fecha os olhos para o social, ele busca seu bem estar, pois camuflado, ele está livre do ataque predador e escondido ele ataca as suas presas.
Hora, se nossos irmão animais fossem dotados de raciocínio, com certeza contestariam ao ver suas raças associadas a ações humanas, principalmente quando a comparação é no campo da política. O comportamento humano é vulnerável, em sua ânsia por possuir ele ignora os valores morais, ele pisa na ética. O homem como único integrante da raça humana, nem sempre honra seu papel de humano, muitas vezes ele não desempenha com sobriedade a sua tarefa de ser gente.
Nossas falhas mais graves, nossos atos mais desprezíveis não deveriam ser chamadas de ações desumanas, pois somente entre nós os humanos é que são praticadas. Nossas atitudes, boas ou más, serão sempre humanas, pois humanos nós somos. Sendo assim, deixemos em paz os bichos, pois os animais são impecáveis eles desempenham corretamente o seu papel de bicho e o homem como gente deixa muito a desejar.
Desta forma, registra-se aqui nosso respeito em favor dos seres inefáveis, seres que não tem culpa de todo este lodo que estamos mergulhados. Por motivo de toda esta realidade, externamos nossa admiração aos bichos. E Oxalá que um dia sejamos todos tão corretos como são os animais.
Mateus Brandão de Souza.

Quando me amei de verdade - Charles Chaplin


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer
circunstância, eu
estava no lugar certo, na hora certa, no momento
exato. E, então, pude
relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha
angústia, meu
sofrimento emocional, não passa de um sinal de que
estou indo contra as
minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a
minha vida fosse diferente
e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para
o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é
ofensivo tentar forçar
alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo
que desejo, mesmo
sabendo que não é o momento ou a pessoa não está
preparada, inclusive eu
mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo
que não fosse
saudável ... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa
que me pusesse para
baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de
egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo
livre e desisti de
fazer grandes planos, abandonei os projetos
megalômanos de futuro. Hoje faço
o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu
próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter
sempre razão e, com isso,
errei muito menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo
o passado e de me
preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no
presente, que é onde a vida
acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente
pode me atormentar e me
decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu
coração,ela se torna
uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é.... SABER VIVER ! ! ! ! ! ! ! ! ! !

(Charles Chaplin)
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