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quinta-feira, 31 de março de 2011

Golpe de 1964 47 anos - A história que não podemos esquecer.


Do blog da Jussara Midlej

Há 47 anos, no dia 31 de março de 1964, ocorreu o golpe militar no Brasil. Ali,  com o nosso país sob o jugo político dos militares, o povo brasileiro amargou  - entre os anos de 1964 e 1985 - um período de agruras e restrições: um tempo de ditadura militar.

No início dos anos sessenta, as lutas dos operários chegaram em seu auge com o Comando Geral dos Trabalhadores (CTG): este, ao conclamar seus pares à luta, em 1963, levou cerca de 700 mil trabalhadores  às ruas para pedir a unificação da data-base dos acordos salariais. Era uma época de muitas greves, comandadas por pessoas que protestavam contra a contenção salarial com o intuito de  reduzir a taxa inflacionária.

João Goulart (Jango - acima com Brizola), presidente do Brasil entre 1961 e 1964, tinha a pretensão de resolver esses problemas com as Reformas de Base. Uma das reformas seria a agrária, que, segundo ele, contribuiria para a expansão do mercado interno e para o desenvolvimento do país. Outras medidas seriam a elevação do salário mínimo no campo e a redistribuição de renda.

Havia, dentre outras questões, o temor das classes conservadoras de que o Brasil se tornasse comunista, pois as camadas populares ganharam mais espaço político no governo de João Goulart. Os partidos da oposição – a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático – acusavam o presidente de planejar um golpe de esquerda e de ser o responsável pelos problemas que os brasileiros enfrentavam na época. Os Estados Unidos também tinham esse temor e acabaram apoiando o golpe militar.

Assim, após o golpe, entre os anos de 1964 e 1985,  a república militar governou o Brasil o que se caracterizou pela concentração do poder nas mãos do Executivo, pelo controle dos partidos e dos sindicatos, pela censura dos meios de comunicação, supressão de direitos constitucionais, perseguição política e repressão àqueles que eram opostos ao regime militar.

De muitos modos ocorria a resistência ao poder militar, desde os primeiros  momentos do golpe: artistas de diversas áreas e músicos usavam metáforas para mandar mensagens ao público e, por conta disso, muitos foram presos, torturados, exilados. O MDB atuava em conjunto com partidos clandestinos, como o Partido Comunista do Brasil (PC do B) e o Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8), entre outros.

Muitas pessoas pagaram com a própria vida o preço da luta contra o regime opressor. Foram mutilados,torturados, assassinados, anunciados como suicidas e muitos tiveram seus nomes nos registros de desaparecidos.

Nos últimos anos do governo militar, o Brasil apresentava vários problemas:  a lliberdade ainda era pequena, a inflação era alta e a recessão também. Enquanto isso, a oposição ganhava terreno com o surgimento de novos partidos e com o fortalecimento dos sindicatos.

Em 1984, políticos de oposição, os artistas, jogadores de futebol e milhões de brasileiros participaram do movimento das Diretas Já e a abertura para  tempos de redemocratização política começou a se consolidar.




Como vocês perceberam, estamos de roupa nova.

E para comemorar vamos ouvir sapato velho.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Deputado Federal Jair Bolsonaro PP (RJ), arrumou pra cabeça.

Definitivamente Jair Bolsonaro é o tipo de político que não deveria existir, deputado federal pelo PP ("Partido Progressista") do Rio de Janeiro, Bolsonaro é elitista, homofóbico, faz apologia à ditadura militar, abomina gays, maconheiros e negros. Porém sua prepotência pode custar-lhe o mandato de deputado federal. Em um quadro do programa CQC da rede Bandeirantes ido ao ar na segunda-feira dia 28 de Março, o deputado desatou sua língua ao responder perguntas de anônimos e famosos. Em um dado momento perguntado pela cantora Preta Gil sobre o que ele faria se seu filho se apaixonasse por uma negra, ele vomitou: "Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu".
Pois é, enquanto choramos a perca de um gigante como José Alencar, temos que agüentar a pequenez de um prepotente Bolsonaro.

Vamos ao vídeo.


A filha do ex-ministro da Cultura Gilberto Gil comentou em seu perfil no Twitter que acionou seu advogado para processar o político. “Irei até o fim contra esse deputado racista, homofóbico, nojento, conto com o apoio de vocês. Não farei só por mim, mas sim por todos os Brasileiros e Brasileiras que se sentiram ofendidos pelo tal, e caso ganhe, o dinheiro será usado no combate a intolerância racial, sexual e social” , escreveu.

Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.

terça-feira, 29 de março de 2011

Adeus a José Alencar.

A política nacional está de luto.
Há 15 anos José Alencar mantinha uma luta renhida contra um câncer na região do abdômen. Mineiro de Muriaé, o político tornou-se o vice-presidente mais querido dos brasileiros. Na guerra contra o câncer, ficou conhecido por seu otimismo e perseverança ao enfrentar a terrível doença que o afligiu por  mais de uma década. Na tarde desta terça-feira 29 de março as 14:45 no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo porém, o câncer venceu José Alencar e o Brasil perdeu um dos maiores homens públicos que este país produziu. José Alencar morreu aos 79 anos de idade.

Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.

O outro lado da moeda.

Tem tido ampla repercussão, especialemnte na Internet, a aprovação, pelo Ministério da Cultura, de um projeto da cantora Maria Bethânia. Quase sempre as opiniões são contrárias à decisão do Minc. Reublico, então, uma visão destoante, não porque seja destoante, mas porque é sensata. Concordo com ela? Não, mas o saudável hábito de discordar, assim como o direito à crítica, deve ser divulgado. Afinal, a moeda tem três lados. Ou não? - como diria o irmão da artista em questão.

O mundo precisa SIM de poesia

Por Rogério Soares em seu blog Navegantes ao Mar

A cantora Maria Bethânia foi notícia em toda rede esta semana. Tudo por conta da informação de que ela conseguiu autorização do Ministério da Cultura para captação de R$ 1,3 milhões para criar um blog intitulado “O Mundo Precisa de Poesia”. A iniciativa pretende postar diariamente um vídeo da cantora interpretando os grandes mestres da literatura. Imediatamente uma nuvem de poeira se ergueu, daqueles enfurecidos guardiãs do tesouro público protestando contra a ação da cantora.

Ao contrário destes acredito que 1,3 milhões é pouco, muito pouco mesmo para uma iniciativa que a meu ver é de utilidade publica. Toda e qualquer ação em favor do desenvolvimento da cultura, pelo menos daquela que seja digna de ser chamada assim, e são cada vez mais raras as ações nesse sentido, tem o meu apoio.

Maria Bethânia não receberá dinheiro diretamente do governo, mas via renúncia fiscal. Sei... calma lá esperem, essa é uma forma indireta de captar recursos públicos; não me creia mais tolo do que sou, explico meu ponto de vista.

Maria Bethânia quer dinheiro público para promover a poesia na sociedade, BRAVO! Sua ação provoca escândalo e revolta um grupo de intelectuais - nada mais brasileiro do que isso. Agora, ninguém se pergunta, nem questiona, até onde sei, os milhões de reais que saem dos caixas públicos para financiar os carnavais com músicas e atrações no mínimo duvidosas. Quantos milhões o governo da Bahia gasta com os trios elétricos para um número restrito de foliões festejarem, enquanto outros são espremidos pelas vergonhosas cordas, ironicamente seguradas por CORDEIROS. Quantos? Quanto o governo da Bahia renunciou para instalação da Ford por aqui?

Toda essa celeuma, acredito, vem do fato de que no Brasil dinheiro gasto com cultura, arte e poesia, é dinheiro desperdiçado, afinal poesia não serve para nada, não alimenta estômagos, nem abriga ninguém contra o frio ou as intempéries do tempo, não é mesmo? Esta é uma visão histórica que infelizmente ainda não conseguimos romper, por mais que sobrem esforços de alguns nessa frente.

Um país forte e respeitado é medido, dizia o escritor americano Henry Miller, pelo grau de importância que seu povo dar aos seus poetas. Em A Hora dos Assassinos, um ensaio sobre a obra de Arthur Rimbaud, Miller lembrou que o Egito foi grande enquanto respeitou, promoveu e incentivou os seus artistas, o mesmo ocorreu com a Grécia e a Itália. À medida que os artistas passaram a ser perseguido, estes países deixaram de ter a importância que tinham e declinaram, para nunca mais voltarem o serem o que um dia foram. Se ainda nos resta alguma memória desses povos, isso se deve - vocês hão de convir - aos seus artistas (escultores, pintores, arquitetos, e principalmente escritores) que pagaram, muitos deles, com a vida a ousadia de lembrarem aos homens a sua natureza menos nobre, as suas fraquezas, seus vícios e outras coisas imerecidas de um ser criado por um Deus todo poderoso.

Não me causa espécie está polêmica. Acho-a saudável. Não posso, porém, endossar as opiniões de quem acredita que dinheiro gasto com poesia seja desperdiçável, mesmo que esse dinheiro seja no valor mencionado. Estou consciente das emergências do país, mas também acredito que parte delas poderia ser sim contornada com os esfoços de artistas, intelectuais, educadores bem intencionados. Quem já contribuiu tanto com nossa cultura, pode contribuir ainda mais.

Jonas Kondo Novo presidente da Copagra.

Como diria o mestre Bezerra da Silva, "é esse aí que é o homem".
"A eleição do dia 11/03/2011 foi um marco histórico para a Copagra. Nunca tantos cooperados compareceram a uma assembléia. Pela primeira vez desde sua fundação duas chapas concorreram ao Conselho de Administração". (JONAS KEITI KONDO - Presidente da Cooperativa Agroindustrial do Noroeste Paranaense - COPAGRA.)

Um acontecimento de tamanha grandeza, devido à grandeza desta cooperativa não deveria passar em branco neste blog observador de nosso tempo e espaço. Já sabido em todos os recantos desta cidade e comentado em todos os rincões deste extremo noroeste do Paraná, também assunto principal na pauta de todos os níveis sociais de Nova Londrina e região, a eleição de Jonas Keiti Kondo como presidente da Copagra  no último 11/03/2011 foi de fato um marco histórico para a referida cooperativa não só pelo fato de que nunca  antes em sua história ter havido duas chapas concorrendo ao conselho de sua administração, mas também pelo exemplo democrático que sem excessão contagiou e emocionou a todos que proporcionaram e protagonizaram este singular acontecimento. Desejamos a mais nova tríade de sustentação da Copagra nas pessoas de JONAS KEITI KONDO, Osvaldo Zanqueta e Ricardo Mendes, um futuro promissor nesta mais nova página da história do cooperativismo novalondrinense. SUCESSO a toda familia Copagra.

Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Essa é uma homenagem à turma de cabelos brancos.

Indicado pela professora Solange Ravache.

Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.

"Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!", o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.

"Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet , celular , televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte.
Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e ....," - fez uma pausa para tomar outro gole
de cerveja.

O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:

- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las.
E você, um bostinha  arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?

Foi aplaudido de pé !

(Autor desconhecido)

Zé do bode - Você se lembra?

Figura lendária de Nova Londrina.


Por Osmar Fernandes.
O senhor Joaquim (FAMOSO ZÉ DO BODE), era a alegria da garotada. Todo mundo queria tirar uma foto na carrocinha do bode. Tem muita gente, que, hoje guarda, como relíquia, aquela foto. Ele era um senhor muito respeitador, alegre e de muitos amigos.

Seu Joaquim, figura lendária da nossa querida Nova Londrina, é lembrado com carinho por todos que o conheceram.
 "Se alguém tiver alguma informação sobre a sua a vida, parentes e algum fato interessante sobre ele, escreva-me."
"A HISTÓRIA SE FAZ COM HISTÓRIA."


Publicado originalmente no Blog do Prof. Osmar Fernandes

domingo, 27 de março de 2011

Flagrante de bullyng na Australia.

Um revide sensacional!  
Casey Heynes, 15 anos de idade, merece ser aplaudido de pé.
Cansado de ser motivo de chacota por seus "colegas" de escola, o garoto australiano Casey Heynes fez valer o termo "ação tem reação", após receber na cara os socos do magrelo Richard Gale 13 anos, Heynes , reage e arremessa com toda força seu raquítico oponente ao chão, o episódio foi filmado por outros estudantes e caiu na rede despertando a discussão de bullyng em todo o mundo. Confiram o vídeo e vejam se não é plausível a reação do grande Heynes:

sábado, 26 de março de 2011

Nova Londrina terá, 2º Encontro Filantrópico de Motociclistas.

Será dia 10 de Julho na AACC
Uma organização do Moto Clube Águias do Asfalto,
Prestigie e colabore, as rendas deste evento serão revertidas em prol da APAE  de Nova Londrina.
Mais informações entre em contato com os seguintes organizadores:

MARCIO - (44) 9935 6636
MARÇAL -  (44) 9911 9119
DAZIO - (44)  9942 8020
JEAN - (44) 9975 9028

"Quem não vive para servir, não serve para viver"
(lema dos radioamadores)

Estudo indica que religião pode acabar em 9 países ricos

Dados de censos colhidos desde o século 19 indicam que a religião pode ser extinta em nove nações ricas que foram analisadas em um estudo científico.

A pesquisa identificou uma tendência de aumento no número de pessoas que afirmam não ter religião na Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Suíça e República Tcheca --o país com o índice mais elevado, com 60%, fez parte do chamado mundo socialista após a Segunda Guerra.

Usando um modelo de progressão matemática, o levantamento --divulgado durante um encontro da American Physical Society-- mostra que as pessoas que seguem alguma religião vão praticamente deixar de existir nestes países.

Na Holanda, por exemplo, 70% dos holandeses não terão religião alguma até 2050. Hoje, esse grupo já é de 40% da população.

Tendência progressista

"Em muitas democracias seculares modernas, há uma tendência maior de as pessoas se identificarem como sem uma religião", afirma Richard Wiener, que trabalha em um centro de pesquisa em ciência avançada, subordinado ao departamento de física da Universidade do Arizona.

A pesquisa seguiu um modelo de dinâmica não-linear que leva em conta fatores sociais e a influência que exercem em uma pessoa a fazer parte de um grupo não-religioso. Os parâmetros se mostraram semelhantes em vários países pesquisados, indicando que a religião está a caminho da extinção nessas nações.

Consciência mais avançada

A rejeição à religião é um sinal de avanço da consciência humana e superação do obscurantismo na percepção da realidade. Ao longo da história, os preconceitos religiosos se chocaram de forma muitas vezes violenta contra o avanço da ciência.

A inquisição católica, na chamada Idade Média, foi uma prova grotesca da incompatibilidade entre religião e ciência, com gênios do pensamento como o filósofo Giodarno Bruno sendo queimados por defenderem ideias científicas ou perseguidos e forçados a uma falsa retratação, como foi o caso de Galileu Galilei, cujo drama foi objeto de uma bela peça teatral de Bertolt Brecht.

Obscurantismo reacionário

No dia 17 de fevereiro de 1600, Giordano Bruno foi queimado vivo no Campo dei Fiori, em Roma, sob acusação de heresia e blasfêmia. Ele sustentava que a Terra girava em torno de Sol, como de fato ocorre, mas a observação científica contrariava os dogmas reacionários da Igreja Católica,que concebia a Terra como o centro do universo.

Ao contrário de Galileu Galilei (1564–1642), Bruno se negou a mudar de opinião. Além disso, por ser padre e teólogo, suas heresias e dúvidas em relação à Santíssima Trindade, por exemplo, partiam de dentro da Igreja e foram interpretadas como um ato de insubordinação ao papa.

Já o físico, matemático e astrônomo Galileu Galilei (1564-1642) preferiu ensaiar uma falsa retratação, fingindo acreditar que a Terra era o centro do universo, conforme acreditava o papa, para não ser queimado vivo. Sobreviveu e deu continuidade, secretamente, às suas pesquisas científicas, na contramão dos dogmas religiosos e do obscurantismo da Inquisição, conforme a bela peça de Brecht (Galileu Galilei).

Do Blog Oni Presente

A ausência de Lula, por Mino Carta

De CartaCapital - Mino Carta
O ausente foi mais presente do que os presentes. A frase não é minha, é do professor Delfim Netto, e diz respeito às reações da mídia nativa à ausência de Lula no almoço oferecido pela presidenta Dilma a Barack Obama. Os jornalões mergulharam no assunto em colunas e reportagens por três dias a fio, entregues com sofreguidão à tarefa de aduzir o porquê daquela cadeira vazia sem receio de provar pela enésima vez sua vocação onírica.
Neste espaço, o sonho midiático foi meu tema da semana passada, mas os especialistas em miragens insistem em mostrar a que vêm, sem contar o complexo de inferioridade tão explicitamente exposto com a visita do presidente americano apresentada como um celebrity show. As emissoras globais ficaram no ar 24 horas para contar todos os passos de Obama ou mesmo para esperar que ele os desse. A certa altura vimos um perdigueiro da informação aguardar no Galeão, por mais de uma hora, a chegada do avião que levava o visitante de Brasília ao Rio, em proveito exclusivo de uma visita instrutiva dos telespectadores a um aeroporto às moscas.
É o recalque do vira-lata, e esta definição também não é minha, já caiu da boca de Lula. Quanto à sua ausência no almoço de Brasília, li entre as versões que ele não apareceu para “não ofuscar” a anfitriã, a mostrar toda a sua pretensão, acompanhada pela dúvida de um colunista: “ao recusar o convite”, foi malandro ou zé mané? Textos de calibres diversos clamam contra “a descortesia”. Uma colunista do Estadão aventa a seguinte hipótese: o ex-presidente quis evitar o constrangimento “de ouvir sem compreender a conversa na mesa, da qual fazia parte Fernando Henrique Cardoso”. Ah, o príncipe dos sociólogos, este é um poliglota. E não falta quem convoque a inveja de Lula por Dilma, que recebe Obama em lugar dele, embora o tivesse convidado em 2008.

Do Blog DESABAFO BRASIL.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Adeus a Elizabeh Taylor a Cleópatra.

Morreu durante a madrugada de 23 de 23 de Março, a atriz Elizabeth Taylor, aos 79 anos. Ela estava hospitalizada no Cedars-Sinai Hospital, em Los Angeles, onde estava internada havia seis semanas, tratando um problema no coração.

Nascida em Londres, Elizabeth Rosemond Taylor voltou com os pais, norte-americanos, para os Estados Unidos em 1939, pouco antes do início da Segunda Guerra. Sua carreira começou aos 10 anos, quando foi descoberta e estrelou seu primeiro filme, There´s One Born Every Minute (1942). Sua carreira meteórica teve seu auge em 1963, quando foi a primeira atriz a alcançar um salário de 1 milhão de dólares. O patamar, até então impensável, veio com o caríssimo épico Cleópatra.

Ao longo da longa carreira teve cinco indicações ao Oscar, ganhando dois: Disque Butterfield 8 (Butterfield 8, 1960) e Quem tem Medo de Virginia Woolf? (Who´s Afraid of Virginia Woolf, 1966).

Além do talento, Elizabeth Taylor era também conhecida pelos inúmeros casamentos e divórcios. Foram sete. A atriz morreu cercada por seus filhos.

Portugal: o primeiro-ministro José Sócrates apresenta sua demissão

Capitalismo europeu volta os olhos para  Portugal.
O primeiro-ministro português, José Sócrates, apresentou sua demissão na noite desta quarta-feira, menos de duas horas após a rejeição, pelo Parlamento, de seu novo programa de austeridade - anunciou a presidência da República em comunicado citado pela agência Lusa de notícias.


Antes de sair, Sócrates advertiu que a crise política terá "consequências gravíssimas" para o país.
Os cinco partidos da oposição, da extrema-esquerda à direita, votaram em uníssono nesta quarta-feira para condenar o quarto plano de austeridade em menos de um ano, que deveria "garantir" a redução dos déficits públicos e evitar um recurso à ajuda externa.

Em um discurso feito após cinco horas de debates no Parlamento, o ministro porta-voz do governo, Pedro Silva Pereira, denunciou a "irresponsabilidade" de uma "coalizão negativa" que "rejeita um instrumento essencial de ação do governo mesmo sabendo que ele obteve o apoio e o voto de confiança das instituições europeias e dos parceiros europeus de Portugal".

De forma muito dura, ele condenou uma "coalizão voltada para o FMI, porque é para lá que Portugal vai", e destacou que "até o momento Portugal estava sendo capaz de assumir o financiamento de sua economia e de evitar o recurso a uma ajuda externa".

Participando do debate em nome do governo, o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, havia defendido a necessidade "urgente" e "imperiosa" de novas medidas para "afastar todas as dúvidas e incertezas" sobre a capacidade do país de reduzir sua dívida pública a 2% do PIB até 2013, como era o compromisso do país.

Frente à rejeição anunciada de seu plano, Sócrates disse que renunciaria, não sem prometer ser novamente candidato nas eleições antecipadas que poderão ser marcadas para o final de maio ou início de junho.
Nos últimos dias, Pedro Passos Coelho, líder do Partido Social-Democrata (PSD, centro-direita) e possível futuro primeiro-ministro, intensificou suas declarações destinadas aos mercados e a Bruxelas.

Dizendo-se disposto a "colaborar com o FMI e com a UE" como parte de um programa de ajuda, ele se comprometeu "solenemente" a reduzir os déficits como previsto e a acelerar as reformas estruturais exigidas há meses.

Para chegar a esse objetivo, ele se disse favorável à formação de um "governo de maioria ampliada". É a única maneira, segundo ele, de impor novos "sacrifícios" aos portugueses.

FONTE: EBAND.

MANU CHAO.

A algum tempo descobri Manu Chao, cantor francês filho de pais espanhóis da Galícia, Manu Chao é um verdadeiro poliglota, canta no idioma de sua nacionalidade, também em espanhol, inglês, português e até árabe! A versatilidade do músico quanto aos ritmos é outra marcante característica, seus gêneros mesclam-se entre punk-rock, reggae, ska e salsa. Crítico do sistema dominante, Manu Chao propõe em suas músicas, a transformação social e suas letras evocam questões como migrações, preconceito, cultura indígena ou povos oprimidos.

No vídeo a seguir, Manu Chao apresenta a música “Me llaman calle” tema do filme espanhol Princesas, do diretor Fernando León de Aranoa, a música é também uma homenagem às prostitutas de todo este mundo. Um brinde a Manu Chao e um brinde também a todas essas tão discriminadas profissionais do sexo. Como diria meu amigo Ricardo Ronda, ouça em volume máximo.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Brasileiro já viaja mais de avião do que de ônibus.

Viagens de avião dobram em oito anos.
No mesmo período, número de passageiros de ônibus interestaduais recua; na Gol, metade dos viajantes são da classe C
Empresas de ônibus dizem que se adaptaram à mudança e que são importantes sobretudo em datas como o Natal

DIMMI AMORA
ANDREZA MATAIS
DE BRASÍLIA PARA A FOLHA

O número de passageiros de avião superou neste ano o de viajantes de ônibus interestaduais pela primeira vez. É o que mostram números pesquisados pela Folha.

Em 2010, o país registrou 66 milhões de passageiros de avião em ligações entre Estados -maior número já alcançado pela aviação. Nos dois primeiros meses de 2011 já houve crescimento de cerca de 10% ante o ano passado.

Pesquisa da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) à qual a Folha teve acesso mostra que o número de passageiros de ônibus foi próximo de 67 milhões em 2010. Com a tendência de queda desde 2003, o número não deve se repetir.

A pesquisa foi encomendada à Fipe-SP pela ANTT para avaliar o número de passageiros, dado que será usado no processo de licitação das linhas, prevista para este ano. Segundo a ANTT, as empresas de ônibus têm informado número de passageiros cerca de 38% menor que a quantidade encontrada no levantamento da Fipe.

De 2002 a 2010, o número de passageiros de avião cresceu 115%, e o de passageiros de ônibus informado pelas empresas caiu 31%.

A Gol diz que hoje 47% de seus passageiros são das classes C e D. Boa parte veio do ônibus. Para ganhar ainda mais mercado nessas classes, a empresa financia passagens em até 36 vezes e tem postos no Metrô paulista.

Estudo da Gol verificou que de 5% a 10% dos seus passageiros voaram pela primeira vez com a empresa.
A melhoria da renda dos brasileiros, principalmente a partir de 2007, aliada a condições favoráveis para a aviação (dólar barato e não pagamento de ICMS, presente nas passagens de ônibus), é apontada como a responsável pela mudança.

Segundo o diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, "o ônibus era imbatível porque não tinha concorrência. Agora, ele está voltando para o mercado dele, que são as ligações até 500 quilômetros".
A queda do número de passageiros é visível e admitida pelas próprias empresas. Nos terminais pelo país, linhas que tinham cinco saídas por dia, por exemplo, passaram a ter uma. As ligações de longa distância (mais de mil quilômetros) são as mais afetadas.

Renan Chieppe, presidente da Abrati, associação que congrega as empresas de ônibus, diz que as empresas passaram a operar em linhas em que são mais competitivas e, por isso, não tiveram queda no faturamento.
Mas lembra que, mesmo nas longas distâncias, o ônibus ainda é necessário.

"Nos períodos de pico, como Carnaval e Natal, temos a condição de aumentar em seis vezes ou mais a capacidade de passageiros, o que o avião não consegue."


segunda-feira, 21 de março de 2011

LAGARTAS - DE MARQUINHOS DIET.

Alô graduados em história pela FAFIPA
Aqueles que foram calouros em 2005, esta postagem vai para nós, LAGARTAS, do nosso irmão Marquinhos Diet. Esta música se tornou o tema daquela turma que findou o curso em 2008 tendo a composição das seguintes cabeças, Álvaro, Amélia, Andréia Bruno, Bárbara, Cassia, Conceição, Daniel (bode), Daniele (loira), Daniele (morena), Douglas (Rói corda), Edilane Zanu, Eliete, Eva, Evandro, Flavia, Gabriel, João, Lucas, Luzia, Marcia, Mateus (o lindo), Rafael Lima, Rafael Vicente, Regiane Murro, Sandra, Valquiria, Vanessa e Willian Nazário.

Somos lagartas
Nos arrastando na vida
Pra virar butterfly colorida
É borboleta azul, verde, amarela
Hoje veio uma na minha janela
Nosso planeta é lindo
Mas nós precisamos ser mais legais
Amar, se respeitar, somos irmãos
Vamos levantar a bandeira da paz
Não enxergamos os nossos defeitos
O dos outros é mais fácil de ver
E nessa tal reação da ação
Tropicamos pra mó de crescer
Somos lagartas
Nos arrastando na vida
Pra virar butterfly colorida
É borboleta azul, verde, amarela
Hoje veio uma na minha janela
Senhor desvia os meus olhos
De tudo aquilo que julgas ilusão
Inclina Senhor o meu coração
Para as Tuas leis, mas por enquanto..
Lagarta eu sou
Me arrastando na vida
Pra virar butterfly colorida
É borboleta azul, verde, amarela
Hoje veio uma na minha janela


Do álbum, Lagartas, do incomparável Marquinhos Diet.

domingo, 20 de março de 2011

LUGAR ALGUM

Paulo Diniz.
Eu apenas sou mais um,
De um meio bem comum
Da comunidade.
Também tenho pesadelos,
E dor de cotovelo
Em quantidade.
Eu só vivo do que faço,
E faço do que vivo
Minha razão.
Vejo o que se pode ver,
Tenho cá meu parecer
Mas não dou opinião.
Quando chega fevereiro,
Esqueço o ano inteiro
Sambando na avenida.
E lá vou eu,
Levando a vida,
pra vida não me levar.
Problema meu,
Quem sabe de mim sou eu
E o resto deixa pra lá.
E lá vou eu,
Levando a vida,
pra vida não me levar.
Problema meu,
Quem sabe de mim sou eu
E o resto deixa pra lá.
Lá iá lá iá...
Eu só vivo do que faço,
E faço do que vivo
Minha razão.
Vejo o que se pode ver,
Tenho cá meu parecer
Mas não dou opinião.
Quando chega fevereiro,
Esqueço o ano inteiro
Sambando na avenida.
E lá vou eu,
Levando a vida,
pra vida não me levar.
Problema meu,
Quem sabe de mim sou eu
E o resto deixa pra lá.
E lá vou eu,
Levando a vida,
pra vida não me levar.
Problema meu,
Quem sabe de mim sou eu
E o resto deixa pra lá.


Nota: Paulo Diniz (Pesqueira, 24 de janeiro de 1940) é um cantor brasileiro.
Foi para o Recife trabalhar como crooner e baterista em casas noturnas. Foi locutor e ator de rádio e televisão, em Pernambuco e no Ceará. Em 1964 foi para o Rio de Janeiro, onde consultou a Rádio Tupi e passou a compor com mais freqüência. Sua primeira gravação saiu em 1966, com a música O Chorão.
Quatro anos depois lançou dois LPs, e em seguida dedicou-se à tarefa de musicalizar poemas de língua portuguesa de autores como Carlos Drummond de Andrade (E Agora, José?), Gregório de Matos (Definição do Amor), Augusto dos Anjos (Versos Íntimos), Jorge de Lima (Essa Nega Fulô) e Manuel Bandeira (Vou-me Embora pra Pasárgada).
Suas músicas foram gravadas por Clara Nunes, Emílio Santiago, Simone e outros. Entre seus sucessos destacam-se Pingos de Amor, gravado por vários intérpretes, Canoeiro, Um Chopp pra Distrair, I Want to Go Back to Bahia (uma homenagem a Caetano Veloso, então exilado em Londres) e Quem Tem um Olho É Rei, todas em parceria com Odibar.
Atualmente Paulo Diniz continua realizando apresentações, com a mesma voz vibrante de antes, porém numa cadeira de rodas, já que contraiu uma misteriosa doença em 2005 que paralisou seus membros inferiores.

Fonte: Wikipédia.

sexta-feira, 18 de março de 2011

NOVA LONDRINA EM PRETO E BRANCO.

Não sabemos detalhes sobre a autoria deste vídeo, o mesmo, traz imagens de tempos remotos do nosso município em variadas épocas. O vídeo no Youtube foi postado por expresscolor. Há algumas complicações de áudio, porém, nada que comprometa a visualização das imagens. Confiram:

Shakira dá violão a Dilma e pede ajuda para sua fundação

Cantora colombiana diz que quer trabalhar com a presidente para ajudar crianças carentes

Priscilla Mendes, do R7, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta quinta-feira (17) a cantora pop Shakira no Palácio do Planalto. O motivo da visita foi um pedido de ajuda para a Fundação Alas, entidade assistencial da qual a colombiana é representante. Durante a visita, a presidente foi presenteada com um violão e prometeu parceria do Brasil no combate à miséria infantil.

No breve encontro – que durou cerca de 30 minutos – Shakira levou a Dilma um pedido de cooperação com a fundação, organização da qual a cantora faz parte há três anos. A entidade atua em toda América Latina divulgando a “importância de se investir na primeira infância e em iniciativas relativas ao desenvolvimento precoce”.

Sorridente, a colombiana conversou rapidamente com a imprensa antes de deixar o Palácio.

- Isso coincide com a luta da presidente Rousseff. A gente falou durante o encontro sobre a possibilidade de trabalhar junto. Queremos trabalhar juntos, mão em mão. [...] O Brasil é um país líder na região, um país de grande importância no mundo e agora temos um desafio: fazer com que todas as crianças de 0 a 6 anos no Brasil e na América Latina tenham oportunidade de freqüentar escolas e também receber estímulo e nutrição, que são tão vitais durante os primeiros anos de vida.

A cantora exaltou o fato de o Brasil ser presidido por uma mulher e disse que cumprimentou Dilma pelo anúncio de seis mil novas creches. Diante da proposta de parceria, Shakira disse que a presidente ficou “entusiasmada” em trabalhar juntamente com a fundação Alas.

- ‘É uma bênção que o Brasil tenha agora uma mulher encarregada. Ninguém como uma mulher para entender as necessidades das crianças. Vamos trabalhar com a presidente para fazer mais projetos”.

quinta-feira, 17 de março de 2011

REMINISCÊNCIAS.

Era em um livro de 5ª série da matéria de língua portuguesa, lá pelo ano de 1986, havia em meio as suas lições  esta poesia de Paulo Setúbal que agora transcrevo aqui:

Alma Cabocla
de Paulo Setúbal

A ti, minha mãe, que és a melhor
das mães, estes despretensiosos versos
da nossa terra e da nossa gente.
MINHA TERRA
DE VOLTA...

Minha terra... Ai, com que abalo,
Com que sincera emoção,
Eu, dando rédea ao cavalo,
Margeio este fundo valo,
— Caminho do meu torrão!
*
Tudo, no ar, festa e brilho!
E é com a alma a vibrar,
Que eu corto as roças de milho,
Por este sinuoso trilho
Que à minha terra vai dar.
*
Ninhos... flores... que tesouro!
Que alegria vegetal!
À luz do sol, quente e louro,
Com seus penachos cor de ouro,
— Como é lindo o milharal!
*
Abelhas, asas espertas,
Num revoejo zumbidor,
poisam trêfegas, incertas,
Pelas corolas abertas
Das parasitas em flor...
*
Na mata, de quando em quando,
Soa o trilar dos nambus.
Os pintassilgos, em bando,
As frontes sonorizando,
Gorjeiam em plena luz!
*
E eu sigo... Vou enlevado
Nesta poesia sem fim.
Bem sinto, de lado a lado,
Que um trecho do meu passado
Em tudo ri para mim!
*
Quem há, aí, que compreenda
Minha brusca, alta emoção,
Ao ver, ao longe, a fazenda,
Com sua chata vivenda,
Surgir no azul do espigão?
*
Aqui, nesta boa roça,
São todos amigos meus.
Por isso, a cada choça,
Toda gente se alvoroça
Para vir dizer-me adeus.
*
É o Quincas! É o Zé Colaço!
O Juca Elias! Nhô João!
Todos eles, quando eu passo,
Num longo, num rude abraço,
Apertam-me ao coração!
*
E aquele? Céus! Nhô Claudino!
O olhar em pranto ele traz...
É um velho, meigo e franzino,
Que outrora me viu menino,
E que hoje me vê rapaz...
*
Chego... Que festa infinita!
Como eles me querem bem!
Até a pobre da nhá Rita,
Com seu vestido de chita,
Corre a abraçar-me também!...

quarta-feira, 16 de março de 2011

Era uma vez um partido chamado DEMO

Às vésperas de debandada, DEM tenta renovação, mas corre risco de encolher ainda mais

Por: Anselmo Massad, Rede Brasil Atual

São Paulo – O Democratas oficializa, na tarde desta terça-feira (15), em Brasília, a nova executiva nacional, com o senador José Agripino Maia (RN) assumindo a presidência. Cabeça da única chapa formada em uma articulação em busca de unidade, ele tem a missão de substituir o deputado federal Rodrigo Maia (RJ) e costurar lideranças internamente. A iminente saída de figuras como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, porém, torna a perspectiva para o DEM pouco animadora, na visão de cientistas políticos ouvidos pela Rede Brasil Atual.

Após oito anos de oposição ferrenha ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a legenda mais à direita entre os partidos de oposição ficou com 43 deputados federais eleitos em 2010, 40% do que chegou a alcançar em 1998, por exemplo. Apesar de ter galgado dois governos de estado – Rio Grande do Norte e Santa Catarina –, abriu mão da maioria das disputas, para se aliar a outras legendas, principalmente o PSDB.

Para Carlos Ranulfo, professor de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o DEM perdeu força ao ter diminuídos os vínculos com a Presidência da República a partir de 2003 e com governos estaduais. "É um partido sem base social nem ancoragem em nenhum setor, por isso sempre dependeu de captar recursos junto ao Estado", avalia.

A decisão de radicalizar a postura de oposição a partir de 2006, com a mudança de nome de PFL para DEM, resultou em perda ainda maior de votos. "O DEM hoje é um partido médio, apesar de o PFL ter sido grande um dia e está sem perspectivas de retomada. Daí as saídas de figuras como Kassab", avalia Ranulfo.

Rumos

Além de dirimir conflitos internos, Agripino Maia tem como missão tentar mudar os rumos do partido. "A tentativa é de parecer menos radical em relação ao governo, mas não me parece que haveria muito sucesso", desconfia. "O DEM dependeria de uma vitória do (candidato do PSDB à Presidência, José) Serra. No Nordeste, antes a principal base, o DEM vem sendo varrido. O partido está sem pé", resume.

A seu favor, o senador potiguar tem o fato de ter mais experiência do que Rodrigo Maia. O filho do ex-prefeito do Rio Cesar Maia assumiu o cargo com 36 anos, em meio a um esforço de renovação após um longo período sob o comando de Jorge Bornhausen, mas isso pode ter produzido aversão dos caciques mais antigos. Ele ainda sofria o estigma de ser demasiadamente influenciado pelo pai. Uma figura com maior trajetória pode até ter mais capacidade de articulação.

Segundo Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a imagem que a sociedade tem de Agripino Maia não é de alguém menos radical em relação ao governo do que foi seu antecessor. Mas internamente, o senador deve ser capaz de buscar mais consensos. "É uma mudança que pode ser melhor para o partido, mas ocorre em um contexto em que se tenta impedir maiores perdas", posiciona.

Debandada
A saída de lideranças como Kassab pode ter consequências sérias para o DEM. Guilherme Afif Domingos, vice-governador de São Paulo, Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina, e Rosalba Ciarlini, do Rio Grande do Norte, poderiam acompanhá-lo no chamado Partido da Democracia Brasileira (PDB).

"Em uma hipótese dessas, o DEM teria de buscar algum tipo de fusão para sobreviver politicamente, porque seriam perdidos os nomes que têm poder no partido e que têm potencial de poder", explica Queiroz. O cenário mostra que as pessoas sentem-se desconfortáveis no interior da legenda e não acreditam na possibilidade de um futuro promissor.

"O esvaziamento do ponto de vista programático e as disputas internas podem fazer a sangria não parar. Nesse caso, é até preferível encolher significativamente, para haver unidade maior, e então se reerguer", prevê.

Para Ranulfo, a possibilidade de fusão poderia ser mais funcional para a representação política da direita no Brasil, não fossem algumas "idiossincrasias" de lideranças. "A alternativa que a direita teria seria uma união do DEM, PP e até o PTB, que fica em uma certa centro-direita", sugere.

segunda-feira, 14 de março de 2011

ENTRE AMIGOS


Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, "A Identidade", que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.

Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contruído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.

Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.

Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.

Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.

Um amigo não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu.

Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.

Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.

Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.

Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.

Martha Medeiros

sábado, 12 de março de 2011

Quem duvida?

Escutei pela boca de um profeta
Que de cima o castigo rasga o véu
Cá na terra, tem vez que nada presta
O que parece forte é de papel.
Quem duvida que pipa de criança
Também lança por terra arranha-céu?

De que vale o orgulho desse mundo
O dinheiro, o poder a arrogância?
Nem voar sob o céu se num segundo
Tudo muda conforme o carrossel?
Quem duvida que pipa de criança
Também lança por terra arranha-céu?

Não há muro tão firme que não caia
Foi assim com aquele de Berlin.
Não há rei que do trono nunca saia
Nem nação que não prove o próprio fel.
Quem duvida que pipa de criança
Também lança por terra arranha-céu?

Não existe tirano que não beba
Do veneno que ao povo ofereceu
Pois a vida não releva a soberba
Nem a boca do mal reserva o mel.
Quem duvida que pipa de criança
Também lança por terra arranha-céu?

Todo dia na terra morre gente
Pelas mãos dessas tais super-potências
Por seus mísseis, fuzis tão inclementes
Para quem matar mais vai o troféu
Quem duvida que pipa de criança
Também lança por terra arranha-céu?

Na tv as imagens da barbárie
Da miséria que o mundo já provou
Você não está imune, pois, a dor
Não lhe poupa porque também é réu
Quem duvida que pipa de criança
Também lança por terra arranha-céu?

Quem viver verá que nada se perde
Que ainda há de pagar a sua conta
Pois um dia a justiça desponta
Pra julgar de plebeu a bacharel
Quem duvida que pipa de criança
Também lança por terra arranha-céu?

Quem achar que meu canto está errado
E do que eu digo não se convencer,
Não terá de fazê-lo por agrado
Quem sou eu pra julgar se é fiel?
Quem duvida que pipa de criança
Também lança por terra arranha-céu?




Do álbum “Cantigas de bem querer” – da cantora Paraibana de Campina Grande - Socorro Lira. Indubitavelmente, um show.

ATÉ TU BRUTUS?

Reeditando esta postagem à pedidos de leitores.


Às vezes o poder dá a quem o tem a ilusória sensação de ser intocável. A posição confortável e invejável desperta no indivíduo o ilusionismo de ser imbatível, tornando-se assim um inconsequente.

Foi assim com Julio César, o maior homem da Roma republicana e expansionista. Em seus melhores dias, César adquiriu status, títulos, poder e popularidade. Motivado pelo conforto de seus privilégios, César passou a não medir as conseqüências de suas ações, não se deu conta que suas atitudes despertavam periculosa ira e a mais cega inveja em seus subordinados mais próximos.

Numa fatídica tarde, em pleno senado romano, caía por terra, de forma imbecil, o homem mais poderoso de Roma. César, aquele que se julgou Deus, ditador perpétuo, o amante da rainha Cleópatra do Egito, poderoso, temido, foi assassinado por senadores com estocadas de punhais, dentre os agressores, Brutus, seu próprio filho.

Quando César se deu conta de que ali era o fim de sua jornada, fitou com as vistas turvas seu filho entre seus algozes e balbuciou estas últimas palavras:

“Até tu Brutus, meu filho”?

Esta frase sobreviveu aos tempos, tendo a conotação de decepção, desapontamento e admiração negativa.

Sendo assim, nos atentemos ao exemplo de César, para policiarmos nossos atos, para quando formos líderes, chefes ou senhores, sejamos convenientes, providos de noção e cientes dos nossos limites.

Saibamos que a humildade, a ponderação e a cautela, são degraus que destinam à sabedoria, estes são alicerces fortes que edificam grandes homens. A prudência, os pés no chão, são componentes, complementares de sábias consciências. Não esqueçamos a humildade, atentemos para o fato de que para todas as coisas, são estabelecidos limites. Cuidado para não inflamarmos a ira e o desgosto de outros, pois toda ação produz reação.

Não nos iludamos com o abuso, com o fazer e acontecer, há ainda muitos César, mas também há muitos senadores e Brutus, ávidos, prontos para fazer cair por terra todos os "Césares" inconseqüentes e que erroneamente se julgam imbatíveis.


Por: Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.



sexta-feira, 11 de março de 2011

CARNAVAL DE RUA EM NOVA LONDRINA.

Foto: Osmar Fernandes.
Ao que se sabe, nenhum outro evento popular na cidade se tornou tão tradicional quanto ao carnaval de rua, esta atração teve sua primeira edição em 1997, na administração do então recém eleito prefeito João Fernandes de Almeida.
O Título da primeira edição foi: “carnaval de rua agora vai” uma alusão à vitória obtida nas urnas no pleito de 1996 onde presenciamos uma das campanhas eleitorais mais acirradas de nossa história municipal.

Para quem não sabe ou não se lembra, naquela ocasião, 14 votos decidiram as eleições municipais em Nova Londrina, 14 votos quebraram uma hegemonia política de 14 anos.
Pois bem, tornaram-se memoráveis além alem disto, as primeiras edições deste tradicional carnaval, os primeiros foram realizados próximo à quadra amarela, e aqueles sem dúvida abrigaram em suas melhores noites algo entre 8 a 10 mil foliões de toda região.

De lá pra cá muita coisa aconteceu, o carnaval mudou de cara, de organização, hora uma edição acontecia em um local, hora noutro, até que definitivamente passou a ser realizado no lugar onde estamos habituados. Desde o primeiro, 15 edições já aconteceram, e quem é carnavalesco desde 1997 há de ter notado que nosso carnaval vem gradativamente deixando de ser a atração contagiante que era nas primeiras edições.

Sabemos que a organização de um evento deste porte, gratuito e a céu aberto implica para os responsáveis o custo financeiro e muito labor, ainda assim é interessante manter uma tradição que ainda agrada a maioria da população.
Nesta décima quinta edição, notamos algumas mudanças, ambiente fechado, diversificação a cada noite dos animadores do palco, uma preocupação notável para a não entrada de bebidas afim de não prejudicar os comerciantes que montaram suas barracas, enfim, o carnaval aconteceu sem grandes dificuldades, notou-se até o que é plausível, o baixo índice de violência.

É óbvio que não faltarão críticas e elogios, naturalmente as criticas molestarão os organizadores, uma vez que para uma organização, é penoso ver seu trabalho hostilizado após o esforço da realização.

Talvez o maior pecado desta mais recente edição do carnaval ficará centrado na última noite, pois é impossível passar despercebido a nenhuma combinação entre o sertanejo universitário e um evento tipicamente movido por marchinhas e outros ritmos que são tradicionais na maior festa popular do país.

O ritmo oferecido aos brincantes de carnaval na última noite foi nenhum, pois carnaval com música sertaneja não dá certo nem aqui nesta distante Nova Londrina como em nenhum outro ponto desta federação de dimensão continental.

Aos foliões, ao povo que gosta do carnaval como diversão, fica sempre a esperança de que a tradição continue, e que as características dos grandes carnavais que por aqui aconteceram, voltem a animar e entusiasmar a população nas cinco noites que antecedem a quarentena cristã católica romana.
No mais, vida longa ao carnaval de rua, marca registrada de nossa cidade.

Mateus Brandão de Souza, Graduado em história pela FAFIPA.

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