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terça-feira, 30 de abril de 2013

A VERGONHA DE CHUTEIRAS

Dá vergonha ver os jogadores da seleção gaguejando o hino nacional

Mauro Santayana, Diário do Centro do Mundo


Na última quarta-feira,  a seleção brasileira foi vaiada, e a chilena foi aplaudida, em jogo amistoso em Belo Horizonte, no recém-inaugurado novo estádio do Mineirão. Chamou a atenção, de todos os torcedores, a postura de absoluto respeito dos jogadores da equipe chilena por sua nação, perfilando-se, com a mão sobre o peito, para cantar, com orgulho e firmeza, o hino nacional de seu país, contrastando com a atitude acintosa de nossa seleção.

Não há como apagar da mente a imagem do preparador  Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da seleção brasileira, mastigando, displicentemente,  chicletes, ou a de jogadores brasileiros se coçando, ou gaguejando o Hino Nacional.

Certos símbolos não se devem ao acaso. Eles têm o papel de carregar a idéia de Nação, ao longo do tempo; de representar um povo e a sua história, seus heróis e o seu território: os valores e os ideais de um país.
Eles deveriam, portanto, ser conhecidos por todos os cidadãos que tiveram  o privilégio de ter nascido em nosso chão. A eles devemos recorrer, sempre, para celebrar o Brasil: os estandartes têm que ser erguidos e os hinos cantados, com júbilo, nos bons momentos, e indignação, sempre que a liberdade e a dignidade de nosso povo se encontrarem ameaçadas.

Assim ocorreu, nos últimos cem anos, nas manifestações populares, contra o afundamento de nossos navios e exigindo a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial; nos protestos contra o regime militar; na campanha das Diretas Já; ou nos memoráveis comícios, que, com a eleição de Tancredo Neves, nos levaram à redemocratização.

O Hino Nacional deveria ser cantado, em primeiro lugar, pelos nossos jogadores, com o mesmo fervor de outras orações que, de vez em quando,  proferem de mãos dadas, em altos brados, antes de jogos importantes.  Todo homem é livre para adotar o Deus ou a religião que preferir, ou, até mesmo, não adotar nenhuma, nem aceitar a idéia de Deus.

A Pátria, assim como a família, não se escolhe, a não ser que alguém resolva trocar de nacionalidade. A Pátria se herda, como se herda o sangue e o nome do pai, o afago da mãe, o retrato do avô. Na Pátria  – e milhares já morreram para defender a nossa – estão todos aqueles que nos antecederam, e que, nos seus genes e vicissitudes, nos legaram o misterioso privilégio de viver.

Nas concentrações, mais do que preparo físico e treinamento, falta que todas as manhãs  se hasteie a nossa bandeira e que se cante (e não se tartamudeie) o Hino Nacional. Trata-se de um ritual cívico, que também deve voltar às escolas.
É preciso “sentir” a pátria, com a voz forte, a mão sobre o peito, ao cantar  o hino nacional, como fizeram os chilenos quarta-feira.

E aos jogadores, corpo técnico e dirigentes, incluído o presidente da CBF, faltam vergonha,  reverência e  amor pelo Brasil.

MANÍACO DA CRUZ É RECAPTURADO NO PARAGUAI

FáBIO DORTA, DE DOURADOS



Dhionatan Celestrino, de 21 anos, mais conhecido como Maníaco da Cruz, foi entregue à Polícia Federal do Brasil, em Ponta Porã. O delegado que recebeu o jovem disse que Dhionatan voltará para a Unidade Educacional de Internação (Unei), de onde fugiu no dia 3 de março.
Localizado
Segundo a polícia paraguaia, Dhionatan foi reconhecido por um fazendeiro brasileiro que mora no Paraguai. O jovem trabalhava em um lava-rápido e morava em um hotel. No momento da prisão, o 'maníaco' tomava tereré com amigos.
Dhionatan Celestrino, de 21 anos, mais conhecido como Maníaco da Cruz, foi entregue à Polícia Federal do Brasil, em Ponta Porã. O delegado que recebeu o jovem disse que Dhionatan voltará para a Unidade Educacional de Internação (Unei), de onde fugiu no dia 3 de março.
Localizado
Segundo a polícia paraguaia, Dhionatan foi reconhecido por um fazendeiro brasileiro que mora no Paraguai. O jovem trabalhava em um lava-rápido e morava em um hotel. No momento da prisão, o 'maníaco' tomava tereré com amigos.


Ruas com nomes de repressores da ditadura já podem ser modificadas


Lei permite tirar nomes de militares de ruas de São Paulo. Um endereço que já tem projeto para ser modificado é o da Rua Doutor Sérgio Fleury, na Vila Leopoldina, zona oeste. Em seu lugar, entraria Frei Tito, frade católico que foi preso e torturado pelo delegado Fleury


Fernando Haddad sanciona projeto
que permite moradores trocarem
nome da rua por meio de abaixo-assinado
As ruas de São Paulo que tiverem o nome de autoridades e políticos com histórico de desrespeito aos direitos humanos poderão mudar de nome. Essa é a proposta de um projeto de lei sancionado pelo prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), na última quarta-feira (24).
Até então, uma rua só poderia ter seu nome modificado por lei, quando existisse algum endereço igual ou em casos que expusesse seus moradores ao ridículo.
A partir de agora, moradores podem fazer um abaixo-assinado e solicitar a alteração do nome de alguma via pública. Por exemplo, podem pedir a retirada do nome de uma liderança da ditadura militar (1964-1985) e sugerir a homenagem para outra figura histórica.
Uma das propostas de mudança de endereço é na Vila Leopoldina, na Rua Doutor Sérgio Fleury (delegado paulista que simboliza a repressão do regime militar). Em seu lugar, entraria o nome de Frei Tito, um frade católico que foi preso e torturado pelo delegado Fleury.
O texto sancionado é de autoria dos vereadores Orlando Silva e Jamil Murad (PCdoB). Outro projeto de lei que deve ser aprovado ainda neste semestre é o do vereador Nabil Bonduki (PT). Ele proíbe qualquer nomeação de rua com nomes de autoridades que participaram da ditadura militar.
Vivian Fernandes, RadioAgência NP


Pragmatismo Político 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

A história secreta da origem judaica do nome Mercedes

Hitler e seus asseclas não sabiam?


Mercedes e raízes judaicas? Não foram os Mercedes conversíveis a escolha da cúpula nazista na década de 30? Sim, foram – mas Hitler e companhia estavam andando em carros batizados em homenagem à neta de um rabino húngaro.

Há uma famosa foto de Adolf Hitler de 1934, onde o führer aparece no banco de trás de um Grosser Mercedes, à frente de uma carreata de nazistas pela primeira Autobahn concluída, entre Frankfurt e Darmstadt – o trecho onde Rudolf Caracciola atingiria 432,6 km/h e estabeleceria o insuperável recorde de velocidade em uma via pública. Talvez os líderes nazistas da Alemanha fossem mais irônicos que os hipsters moderninhos, ou talvez eles não tivessem a menor noção da história do automóvel. Mas uma coisa é certa: os Mercedes 770, que eles tanto admiravam, trazia o nome da neta do notório rabino húngaro Adolf Jellinek.

Quem pode explicar melhor é L.J.K. Setright em sua obra-prima “Drive On!: A Social History of the Motor Car”, onde a história é contada na página 28. Tem a ver com Emil, o filho de Adolf Jellinek, que em sua juventude foi um piloto e mais tarde tornou-se o que hoje chamamos de “Relações Públicas”:

Havia alemães no esporte, também, e representantes do que deve ser chamado de “a outra metade da Grande Alemanha”, que era o Império Austro-Húngaro. Um destes costumava sair-se muito bem nos eventos do Nice Speed Week (uma corrida, um sprint ao longo da Promenade des Anglais, uma subida de montanha até La Turbie) onde a nata da sociedade se encontrava no inverno. O diplomata Emil Jellinek, cônsul austro-húngaro em Nice, frequentava essa alta roda e pilotava pesados Daimlers em altas velocidades com bons resultados, o que tornou-o muito influente na venda de carros aos finos e prósperos. 

O único empecilho encontrado por ele foi o germânico nome Daimler, desagradável aos franceses; por isso ele insistiu que o novo modelo Daimler de 1901 fosse batizado com o nome de sua filha…

Filho de um distinto rabino húngaro, Jellinek levava uma vida aventureira desde cedo e acabou mudando-se mais tarde para Marrocos, onde ele conheceu sua bela noiva Sefardita – e foi assim que o carro foi batizado Mercédès. Como Hitler teria reagido ao desfilar no carro mais germânico do mundo, quarenta anos mais tarde, se ele soubesse que o carro levava o nome da neta de um rabino?

Emil Jellinek não batizou somente o carro de 1901 de Daimler com o nome de sua filha: ele também adotou o nome em 1903 e passou o resto de sua vida como Emil Jellinek-Mercédès.

Tamires Monção Berger - Musa do São Paulo


Uma Musa com status de princesa, assim definimos Tamires Monção, ela que ostenta título de Musa de todos os são paulinos mostra sua cativante beleza e deixa claro o orgulho de defender a bandeira do tricolor paulista, apreciemos pois a beleza desta gatinha que é o orgulho e que trará muita sorte ao São Paulo, Nosso respeito e admiração à Tamires Monção Berger, e parabéns à equipe do São Paulo, por tão bela Musa.

Milena Pilegi representará Nova Londrina no Miss Paraná 2013


A beleza magistral que deu à Milena Pilegi o título de Rainha na mais recente edição da Exponova, tornou evidente que o talento desta Musa pode ir muito além dos limites do nosso município.

Mediante  seu potencial, Milena Pilegi será a representante de Nova Londrina no concurso Miss Paraná 2013. Caprichosamente bela, Milena possui os padrões necessários de beleza que  podem colocá-la entre as favoritas a conquistar o título de mulher mais bonita do estado.

No concurso estadual de Miss edição 2013, Nova Londrina entra no páreo mostrando através da belíssima Milena que nossa rainha do noroeste, berço de belas mulheres, chega ao concurso com uma representante de notável beleza e com reais possibilidades de ser coroada a Miss Paraná.

A primeira etapa do concurso de Miss no estado, acontecerá em Maringá no dia 14 de Maio e nós os nova londrinenses, estaremos externando vibrações positivas para que a bela Milena siga adiante e seja eleita a mulher mais bonita do Paraná, titulo este que dará o direito de Milena Pilegi disputar o Miss Brasil e conseqüentemente se eleita, nossa representante estará desfilando sua beleza nas passarelas do Miss Universo.

Por hora, Milena Pilegi segue defendendo Nova Londrina no Miss Paraná 2013, e desde já nós desejamos que a eleita mulher mais bonita do estado, "tenha bebido da água do nosso rio Tigre".

Somos todos Nova Londrina, estamos todos com a defensora da nossa bandeira no Miss Paraná edição 2013.

Boa Sorte Milena Pilegi.




domingo, 28 de abril de 2013

Ilhas Salomão - O país onde os negros são loiros

Nas Ilhas Salomão, um país localizado no oceano Pacífico, cerca de 10% da população nativa, de pele negra, tem cabelo naturalmente loiro. Alguns acreditam que a cor seria resultado da exposição excessiva ao sol, ou de uma dieta rica em peixe. Outra explicação seria a herança genética de ancestrais distantes (mercadores europeus que passaram pelos arquipélagos).
Todas essas hipóteses foram descartadas quando os pesquisadores conseguiram identificar um gene responsável pela variação da cor do cabelo,chamado de TYRP1, ele é conhecido por influenciar a pigmentação nos humanos. Sua variante encontrada nos cabelos loiros dos habitantes das Ilhas Salomão não é encontrada no genoma dos europeus.





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sábado, 27 de abril de 2013

Vendaval em Nova Londrina - 32 Anos

Por Alcides Mendes Filho

27 de Abril de 1981 – 14h:10m” há 32 anos – Fomos assolado por um temporal seguido de ventos fortes, na época calculava-se 110km p/ hora; um VENDAVAL.
Cenas registradas nas fotos pelo meu saudoso cunhado Wilmar Toledo eram assustadoras e impressionantes, hoje estamos tão familiarizados com esse tipo de ocorrência que não damos conta dos estragados causados por esses agentes da natureza.
Mas o que chamou a atenção das comunidades vizinhas, na época - foi à união e força do povo Novalondrinense que em poucos dias reconstruíam suas moradas.
PARA relembrar de um dia que jamais vamos esquecer!!













"Empresas que apoiaram a ditadura poderão ser processadas"


Apesar do atraso de décadas para começar a revisar os crimes da ditadura, a advogada pernambucana Rosa Cardoso da Cunha, mestre em direito penal, que integra a Comissão Nacional da Verdade (CNV), diz não se sentir ansiosa com a tarefa que tem pela frente. A revista Isto É realizou uma entrevista com a advogada e nós reeditamos do Portal Vermelho

Rosa Cardoso, integrante da Comissão da Verdade

Responsável por apurar o envolvimento das empresas no patrocínio do golpe militar de 1964, Rosa precisa organizar as informações levantadas até aqui a respeito do assunto e monitorar os documentos de novos acervos disponibilizados para a CNV. “Foram investidos muitos recursos por empresários brasileiros para que o golpe se mantivesse”, afirma Rosa.

A identificação de empresas que forneciam listas negras, com os nomes de trabalhadores suspeitos de subversão, aos órgãos de controle do governo pode vir a gerar processos na Justiça. “O fato pode ser submetido à Corte Interamericana”, diz Rosa.

Isto É – A Comissão Nacional da Verdade trabalha com a linha de que o golpe de 1964 não foi só militar, mas também civil. Onde entram as empresas?
Rosa Cardoso – Estamos focando nessa explicitação do elemento civil do golpe, caracterizado inicialmente como somente militar. Um golpe custa muito caro, e entraram muitos recursos americanos naquela época, somente para financiar campanhas eleitorais estaduais. Às vésperas do golpe, teriam sido US$ 10 milhões. Mesmo assim, os candidatos da direita perderam as eleições, e aí começou uma movimentação desenfreada de empresários brasileiros da indústria e da área financeira, ligados a grupos multinacionais, que tinham interesse em conquistar espaço político. É também o caso de grandes empreiteiros. Foram investidos muitos recursos. Os empresários se organizaram principalmente ao redor do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes), criado em 1961, que atuava contra o presidente João Goulart.

Isto É – Houve grupos organizados de empresários que trabalharam de forma articulada na época?
Rosa Cardoso – Houve ação de muitas entidades de classe, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Comercial do Estado de São Paulo, além do Clube de Lojistas e do Senai do Rio de Janeiro. Temos, ainda, as federações de indústrias de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. E nomes de empresários como Augusto Trajano de Azevedo Antunes, (fundador da mineradora Caemi, e patrocinador do Ipes) e Celso Melo de Azevedo, que presidiu a Cemig entre 1961 e 1965. E, ainda, Henning Boilesen, presidente da Ultragaz, da família Igel. Nomes já identificados no livro do professor uruguaio Rene Dreyfus (A conquista do Estado, lançado em 1981), que na época não foi tão importante, e depois se tornou um livro de referência para o estudo do elemento civil. 

Isto É – São personagens que apoiaram o golpe de 1964 ou o aparato re­pressor também?
Rosa - Estamos investigando o financiamento do golpe e o financiamento da repressão. Já temos alguns documentos, apontando que o comércio e a indústria na época se ofereceram para dar apoio ao governo. Luiz Macedo Sampaio Quentel, representante da Fábrica de Motores, amigo do general José Canabarro, comandante do II Exército, no final dos anos 1960, construiu instalações militares, tendo livre trânsito nos quartéis. A CNV dispõe de um documento, que exibirá oportunamente, no qual o general manifesta sua gratidão a um grupo de empresários.

A quais empresários ele agradece, e qual seria a participação deles?
Alguns deles são: Luiz Pinto Thomas, diretor-presidente da Indústria Metalúrgica Nossa Senhora Aparecida e ligado à Sul Americana de Investimentos e à corretora de câmbio Trefil Satora; Roberto Selmi Dei, presidente da Moinho Selmi Dei Indústria e Comércio, ligado à Mercantil Agropecuária de Araraquara SA; José Kalil, diretor-presidente da José Kalil SA; Sebastião Camargo, da Construtora Camargo Corrêa SA. Eles colaboraram na construção do 2º Batalhão de Polícia do Exército (PE), unidade criada à época, e na ampliação da 2ª Companhia da PE. Teriam ajudado a construir um aparato de exercício do poder repressivo, a sede de organismos que se envolveram na repressão política. Buscamos documentos para ter isso registrado, e não somente relatos que geraram filmes e livros até agora. 

Quem a CNV deve chamar a depor sobre a participação das empresas na ditadura?A partir de maio, vamos começar a chamar diversas pessoas. Num primeiro momento, queremos ouvir empresários. Vamos ouvir também Paulo Egydio Martins (governador de São Paulo entre 1975 e 1979), que já declarou ter nomes de empresas que participaram. Também o ex-ministro Delfim Netto e o empresário Paulo Sawaya, apontado como um arrecadador de recursos junto ao empresariado paulista. Vamos trabalhar com literatura que tenha comprovação. Há teses acadêmicas atuais, feitas sobre o papel de muitas empreiteiras durante o governo militar. A ideia é garantir provas documentais ou testemunhais.

(foto: O presidente da Ultragaz, Henning Boilesen, em 1965)


Pode haver nomes novos de empresários que ainda não eram considerados publicamente ligados à ditadura?

Sim, há muitos acervos que não foram vistos ainda, acervos particulares que não eram procurados. No Arquivo Nacional, há ainda documentos que não foram digitalizados. As próprias vítimas da ditadura têm muito material, e ainda há os acervos da classe empresarial. Veremos aí não só a participação do empresariado, financiando o golpe e o governo militar, mas também os empresários que perseguiram trabalhadores, que criaram listas negras, entregues aos órgãos de segurança da época. É o caso da Cobrasma, do ex-presidente da Fiesp, Luiz Eulálio de Bueno Vidigal, de Osasco, e da Tecnoforjas, na zona leste de São Paulo, além de muitas empresas do ABC. Há documentos, com endereços residenciais, a seção em que determinada pessoa trabalhava, que tipo de carro possuía, indicando que seria suspeito de atividade subversiva. 

Um dos casos mais emblemáticos de participação de um representante do setor privado durante a ditadura é o do presidente da Ultragaz, o executivo dinamarquês Henning Boilesen, que é inclusive apontado como frequentador assíduo de sessões de tortura. Pode haver casos de outros empresários que tenham tido atitudes como essa?

O empresário que sai da sua empresa para ir assistir tortura é um psicopata. Que ele seja de direita ou de extrema direita, considerando que defendia sua propriedade, financiando órgãos de repressão, certamente já demonstra cumplicidade. Mas o nível de compromisso é maior no caso de Boilesen. Não podemos, antes de ter pelo menos duas pessoas depondo, afirmar que de fato haja outros casos semelhantes. Mas a Comissão Rubens Paiva, por exemplo, trabalhou com livros de entrada do Dops e descobriu visitas frequentes de um agente do consulado americano em São Paulo, Mr. Halliwell, bem como de um representante da Fiesp, o senhor Geraldo Resende de Matos, que permanecia por longas horas naquela delegacia, um espaço onde havia muita tortura. A Fiesp já disse que ele não era representante da entidade, mas o senhor Resende de Matos se apresentava como tal.

E a perseguição dos sindicatos de trabalhadores?Houve muitas pessoas perseguidas, incluídas em listas negras, para que não pudessem trabalhar, demitidas por suspeitas políticas, de modo que foram distanciadas da vida produtiva. É o caso de funcionários das fábricas de bicicletas Monark e Caloi, por exemplo.



Fichas de empregados "agitadores", enviadas ao Dops pela Tecnoforjas (imagem)

A Comissão da Verdade identificou também a atuação de empresas que financiaram ditaduras em outros países do continente? Sabemos que elas existiram e que trabalhadores demitidos e empresas cujas propriedades foram expropriadas organizaram-se para reivindicar seus direitos. Na Argentina e no Chile, esse processo foi mais célere porque as Comissões da Verdade foram montadas rapidamente no período de redemocratização. Queremos ver os precedentes para que trabalhadores ou mesmo empresários perseguidos, como os donos da Panair (cuja concessão foi cassada, pois seus sócios, Celso Miranda e Mario Simonsen, eram contrários ao regime), possam ir à Corte Interamericana. 

Muitas empresas que apoiavam o apartheid na África do Sul foram processadas por funcionários que se sentiram perseguidos. É possível haver algo dessa natureza no Brasil?Se ficar comprovada a perseguição de grupo, e não individual, com motivação política, o fato pode ser submetido à Corte Interamericana. Se houver lesa-humanidade, e sendo revogada a Lei da Anistia, pode haver, sim, administradores e diretores que sejam não só responsabilizados, mas também processados. Tem de se caracterizar perseguição de grupo, com conotação política. Isso tem que ser entendido como um crime de lesa-humanidade, para que autores de violências sejam processados criminalmente.

Que tipo de punição será possível aplicar a empresas depois de tanto tempo? Uma empresa pode, sim, ser responsabilizada pela CNV, e não implicar, necessariamente, processo criminal. Não é preciso responder com uma pena privativa de liberdade. O direito penal tem um rol de outras penalidades, mas isso depende de algo que ainda não existe na realidade brasileira. Fora os casos de desaparecimento de pessoas ou funcionários, quando aí a investigação do crime está em curso e não há anistia para eles. 

O modo como o Brasil trata a corrupção, com as empresas aparecendo como vítimas e não agentes, pode ser uma herança desse período?É notável que a ditadura tenha sido justificada à época como um elemento contrário à subversão e à corrupção. Porém, ela cresceu fortemente na ditadura. E como convivemos com o chamado entulho autoritário, houve uma continuidade em formas de organização, inclusive da vida política. Essa forma de corrupção mais recente ainda está enlaçada com o governo militar.

Fonte: Isto É Dinheiro

“Sapatos Vermelhos”, uma denúncia contra o feminicídio no México



Centenas de sapatos vermelhos encheram a praça municipal da Cidad Juárez, no México. O motivo é o crescente desaparecimento de mulheres na cidade mexicana, localizada na fronteira com os Estados Unidos.
O protesto é uma iniciativa do artista mexicano Elina Chauvet e do jornalista espanhol Javier Juarez, que contou com a cooperação de várias organizações de familiares de mulheres desaparecidas.
Elina Chauvet
“Esta é uma maneira de lembrar às autoridades locais que ainda existem dezenas de casos de mulheres desaparecidas na Cidad Juárez que não são resolvidos”, disse Chauvet, em declarações à imprensa mexicana.
Na década de 1990 a cidade sofreu uma onde de violência sem precedentes que a levou a ser conhecida internacionalmente pelos crimes de conotação sexual cometidos contra mulheres, sobretudo trabalhadoras das fábricas têxteis. De acordo com as ONG locais, desde então 400 mulheres foram assassinadas na cidade fronteiriça e a maioria dos casos estão por resolver. Nos últimos seis anos foram denunciados 120 desaparecimentos.
A este problema há que acrescentar que desde 2009 alguns dos mais perigosos cartéis de droga mexicanos se mudaram para a cidade para disputarem lutas de controlo de território com outros cartéis, já que a localização fronteiriça da cidade é um fator de grande importância para estes gangues.

Sobre a certeza absoluta

Via Uma outra Opinião

59 anos de Mumia Abu Jamal, a voz dos sem-voz


Hoje o ex-integrante do Partido dos Panteras Negras completa 59 anos, dos quais 31 passados no corredor da morte. Condenado à morte por, supostamente, matar um policial que espancava seu irmão, no início dos anos 80, Mumia tornou-se conhecido pelo seu programa de rádio "A voz dos sem-voz".

Jornalista e militante negro anti-racista, ao longo de 20 anos ele travou uma incessante batalha judicial repleta de apelos por um julgamento justo, com o apoio de personalidades e milhares de manifestantes. Devido à constatação de inúmeras irregularidades em seu processo, a data de sua execução foi várias vezes marcada e depois suspensa. Apesar das autoridades tentarem tratá-lo como um criminoso comum, atualmente Jamal é o único prisioneiro político dos Estados Unidos condenado à morte, embora não tenha sido o primeiro.

"Em seus textos, lidos e traduzidos para vários idiomas, Mumia sempre denunciou o encarceramento em massa como estratégia de criminalização da população afro-americana, indígena e imigrantes que resistem ao estilo de vida predatório naquele país." - Ruivo Lopes 

10 DICAS IMPORTANTES PARA PREVENIR O ESTUPRO

Estas dicas é de sua total responsabilidade



LUIZA DANIARA – A BELA DA SEMANA


O título honorário das belas deste blogue, certamente pode ser conferido à notável Luiza, uma vez que nela constam os predicados que dão estrutura a uma bela mulher...

Somada a condição de pertencer ao sexo supremo, Luiza Daniara nos atrai também por sua inteligência, dando prova que a perfeição não é prioridade dos contos de fadas, tampouco das lendas ou das histórias de encantamento, Luiza está como prova a testificar que a perfeição é real e se personificou na mulher, na beldade que hora louvamos, na formosa dama da qual temos a honra e o privilégio de apresentar e dizer que nossa página ganha credibilidade, uma vez que a beleza de Luiza é o adorno exclusivo deste posto onde somente as seletas tem merecimento em ocupar.

Luiza está para ser apreciada, para servir aos anseios de nossos olhos, sempre cativos à beleza e à supremacia de uma mulher autêntica...

Não há noutras formas, beleza que exceda à beleza feminina e Luiza Daniara é uma destas magnificentes mulheres que tem o mundo aos seus pés, pois em razão destas majestosas criaturas é que gira o mundo, todos se prostram a essência feminina , e Luiza, na grandeza de sua condição, tem o direito de receber os nossos vivas.

Apreciem prezados leitores, visitantes e seguidores desta página, a beleza feminina não perde sua altivez, o colírio natural que nos nutre os olhos, está na beleza de uma mulher com conteúdo.

Á ela as glórias que merecem tão somente as notáveis, Luiza Daniara é a bela da semana.

*LUIZA DANIARA GARCIA - 26 anos - Nova Londrina PR - Filha de Zilda Garcia e Valdir Garcia - Luiza é fisioterapeuta.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

BIA MAZZOTTI - A MUSA DO ATLÉTICO PARANAENSE


Se beleza é fundamental, o Cube do Atlético Paranaense é notável pela beleza de suas torcedoras, haja visto a musa que hora apresentamos, Bia Mazzotti, beleza inenarrável é a mais bela torcedora do furacão e sua formosura natural, trará muita sorte a equipe durante seus duelos nos gramados neste ano de 2013, uma beleza contagiante, acarreta bons fluídos a esta grande equipe que tem o privilégio de apresentar Bia Mazzotti como a Musa de todos os Atleticanos, Apreciemos pois, Bia Mazzotti, Musa do glorioso furacão.

Fotógrafo cria polêmica ao fazer ensaio sensual verdadeiro com mulheres obesas

VIA  Hypeness 


Que os padrões de beleza determinados pela mídia e pela sociedade como ideais são preconceituosos e causam estragos na vida e auto-estima de muitas pessoas, isso todos nós sabemos. Ainda sim, muita gente que defende uma quebra de paradigmas continua agindo com preconceito mascarado, como ensaios feitos com mulheres GG nos quais as barrigas, seios ou outras partes dos corpos das modelos ficam escondidos por algum pano, roupa ou mesmo jogo de luz.

Exatamente por isso o projeto Full Beauty do fotógrafo Yossi Loloi merece aplausos. Sem hipocrisia e meias verdades, suas fotos trazem um padrão de beleza totalmente rejeitado pela mídia – o das mulheres obesas – e assim ele quebra as regras deixando os mais conservadores de queixo caído.

Segundo Yossi, em suas fotos, ele foca na feminilidade das mulheres como uma forma de protesto contra a discriminação. Ele ainda diz que pra ele, essa é apenas uma forma diferente de beleza e, se todo mundo tem direito de definir seus próprios gostos, então não deveria haver uma relutância em expressá-los, mesmo que eles sejam diferentes. Ele ainda afirma – beleza não pode ser medida e não tem nada a ver com um tamanho padrão. A gente assina embaixo.








Nós do Hypeness não incentivamos a obesidade pois ela é uma doença e não é saudável. Os aplausos aqui foram para a atitude inovadora do fotógrafo de quebrar paradigmas e retratar uma realidade que existe, mesmo que a mídia e a sociedade deteste admiti-lo.

Mark Feliciano

Por José Guilherme

Quando um homem sobe ao palco e, diante de mil pessoas, faz a apologia de um assassinato notório... e o faz em nome de religião... não se iludam: o mundo já acabou.

O herói de Marco Feliciano chama-se Mark Chapman. Em 9 de dezembro de 1980, Chapman esperou por John Lennon, na frente de sua casa, em Nova Iorque. Às cinco da tarde, pediu-lhe um autógrafo na capa do LP "Double Fantasy". Postou-se depois num canto da entrada do prédio onde Lennon morava, o famoso edifício Dakota. Às 22h50, quando Lennon e sua mulher Yoko Ono voltaram, Chapman matou-o com cinco disparos pelas costas, quatro dos quais o acertaram. Foram quatro, não foram três, como quer Feliciano.

John Lennon foi o corpo e a alma da virada cultural dos anos 1960 e é compreensível que Feliciano o deteste. Afinal, a virada cultural à frente da qual estiveram Lennon, os Beatles e tantos outros foi uma revolução incompatível com os princípios comportamentais hoje defendidos por alguns fanáticos alegadamente cristãos. Nesse ponto, não adianta fingir espanto. O fanatismo religioso não varia na sua estrutura: sempre almeja a morte do diverso, de tudo o que é divergente de si.

Gente como Feliciano, de resto, não parece gostar muito de música, exceto a música "funcional", que serve aos propósitos específicos de sua doutrina. Isso também ajuda a entender seu desprezo por Lennon e a facilidade com a qual transpira em êxtase, na gravação, para glorificar o assassinato do ex-beatle. Para Mark Feliciano, a morte trágica de Lennon não é um efeito de nossa loucura pop, individual e coletiva. É uma prova concreta da existência de seu deus castigador e justiceiro. Um deus Thor, furioso cuspidor de raios.

Para Feliciano, Chapman foi um instrumento da justiça divina na Terra. Um anjo, portanto. Mas John Lennon, com a verve que marcou sua carreira, "comentou" o episódio antes mesmo que acontecesse. E deu uma resposta antecipada ao grotesco teatral que esse video nos trouxe. Perguntado por um jornalista sobre como esperava morrer, ainda nos anos 60, Lennon respondeu jocosamente: "Serei provavelmente pipocado por um lunático" ["I'll probably be popped off by some loony"]. Só não previu que um "pastor de almas" faria o elogio catártico do homicídio, 30 anos depois, no palanque de uma igreja suburbana latino-americana.

Caetano Veloso deveria fazer uma canção sobre isso.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Goleada do Borussia sobre o Real expõe ascensão do futebol alemão


SÃO PAULO (Folhapress) - Primeiro, Munique. Depois, Dortmund. Duas goleadas por quatro gols contra equipes espanholas podem levar a Alemanha a protagonizar, pela primeira vez, a final da Copa dos Campeões, o mais rico e disputado torneio continental, criado em 1956.

Anteontem, o Bayern impôs 4 a 0 sobre o Barcelona. Ontem, o Borussia aplicou 4 a 1 no Real Madrid - o maior vencedor do torneio, com nove taças- e só perde a vaga na próxima terça se levar 3  a 0 ou, caso marque no Santiago Bernabéu, perca por uma diferença de quatro gols.
Os placares das duas partidas foram construídos bem ao estilo "blitzkrieg" (tática de guerra) alemão: com força, pressão e desorganizando o rival para a partida de volta.

O domínio alemão nas partidas de ida das semifinais do torneio desenhou uma provável final entre Bayern e Borussia, no dia 25 de maio, em Londres, o que glorificaria de uma vez o modelo adotado pela Bundesliga.
A primeira divisão do futebol alemão ficou marcada por lotar estádios, gerar receitas aos clubes e promover o investimento em jovens jogadores.
As equipes alemãs têm juntas seis taças da Copa dos Campeões, contra 13 da Espanha e 12 de Inglaterra e Itália.

Há oitos anos, o Borussia, campeão europeu em 1997, quase faliu e foi obrigado a abandonar as grandes contratações para sanar dívidas.
Com isso, montou elencos com apostas em jogadores formados no clube ou contratando jovens de times menores.

O Bayern de Munique, embora mais rico e maior que o Borussia - a ponto de pagar multa rescisória de R$ 97 milhões para tirar o atacante Mario Götze, 20, do rival -, também aposta na formação de atletas, casos de Müller, 23, e Toni Kroos, 23.

Isso faz com que os dois clubes sejam a base da seleção alemã, um time jovem e apontado por Luiz Felipe Scolari, técnico do Brasil, como favorito à Copa de 2014.

Folha financiava operações na ditadura e Frias era amigo de Fleury

O ex-delegado da Polícia Civil Claudio Guerra (23) fez uma série de revelações nesta terça-feira (23), em depoimento à Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, sobre episódios da ditadura militar. Detalhou o caso conhecido como 'chacina da Lapa' e tratou da participação do dono da Folha de S.Paulo e de outros empresários no apoio financeiro à repressão.

Ex-delegado: 
Folha financiava operações na ditadura 
e Frias era amigo de Fleury
O ex-delegado da Polícia Civil Claudio Guerra afirmou nesta terça-feira (23), à Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, que foi o autor da explosão de uma bomba no jornal O Estado de S.Paulo, na década de 1980, e afirmou que a ditadura, a partir de 1980, decidiu desencadear em todo o Brasil atentados com o objetivo de desmoralizar a esquerda no País.

“Depois de 1980 ficou decidido que seria desencadeada em todo o País uma série de atentados para jogar a culpa na esquerda e não permitir a abertura política”, disse o ex-delegado em entrevista ao vereador Natalini (PV), que foi ao Espírito Santo conversar com Guerra.

No depoimento, Guerra afirmou que “ficava clandestinamente à disposição do escritório do Sistema Nacional de Informações (SNI)” e realizava execuções a pedido do órgão.

Entre suas atividades na cidade de São Paulo, Guerra afirmou ter feito pelo menos três execuções a pedido do SNI. “Só vim saber o nome de pessoas que morreram quando fomos ver datas e locais que fiz a execução”, afirmou o ex-delegado, dizendo que, mesmo para ele, as ações eram secretas.

Guerra falou também do Coronel Brilhante Ustra e do delegado Sérgio Paranhos Fleury, a quem acusou de tortura e assassinatos. Segundo ele, Fleury “cresceu e não obedecia mais ninguém”. “Fleury pegava dinheiro que era para a irmandade (grupo de apoiadores da ditadura, segundo ele)”, acusou.

O ex-delegado disse também que Fleury torturava pessoalmente os presos políticos e metralhou os líderes comunistas no episódio que ficou conhecido como Chacina da Lapa, em 1976.

“Eu estava na cobertura, fiz os primeiros disparos para intimidar. Entrou o Fleury com sua equipe. Não teve resistência, o Fleury metralhou. As armas que disseram que estavam lá foram ‘plantadas’, afirmo com toda a segurança”, contou.

Guerra disse que recebia da irmandade “por determinadas operações bônus em dinheiro”. O ex-delegado afirmou que os recursos vinham de bancos, como o Banco Mercantil do Estado de São Paulo, e empresas, como a Ultragas e o jornal Folha de S. Paulo. “Frias (Otávio, então dono do jornal) visitava o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), era amigo pessoal de Fleury”, afirmou.

Segundo ele, a irmandade teria garantido que antigos membros até hoje tivessem uma boa situação financeira.

‘Enterrar estava dando problema’

Segundo Guerra, os mortos pelo regime passaram a ser cremados, e não mais enterrados, a partir de 1973, para evitar “problemas”. “Enterrar estava dando problema e a partir de 1973 ou 1974 começaram a cremar. Buscava os corpos da Casa de Morte, em Petrópolis, e levava para a Usina de Campos”, relatou.

Fonte: Portal Terra

quarta-feira, 24 de abril de 2013

PAOLA SLAVIERO É CANDIDATA A MISS PARANÁ 2013

Coroada Miss Paranavaí em 2012, a nova londrinense Paola Slaviero, ganhou direito de disputar o título de Miss Paraná 2013 onde consequentemente se eleita  Miss estadual, ela que é a maior expoente da beleza feminina de Nova Londrina, disputará o concurso de Miss Brasil, uma vez enveredando-se por estes caminhos, porque não à ela o título de Miss Universo? Toda sorte à Paola, sabemos que nossa concidadã possui beleza e talento para alcançar tais glórias. Somos todos Paola Slaviero, vamos torcer para que esta bela nova londrinense seja eleita nesta etapa do concurso, a Miss Paraná 2013. 


Foto Miss Brasil


Compras online: conheça a lista de sites que devem ser evitados

Procon-SP divulga lista 71 sites que devem ser evitados em compras online. Outros 200 sites não confiáveis já integravam a relação. Confira as duas listas nos links indicados abaixo

Procon divulgou lista de sites não confiáveis 
para a realização de compras online
 (Imagem: Reprodução)
O grande problema de se comprar algo pela internet hoje em dia ainda é o risco de ter complicações como a falta de entrega do produto. Para alertar os consumidores sobre domínios irregulares de algumas lojas, o Procon-SP reuniu uma lista de 71 sites que devem ser evitados durante as compras.
Em 2012, a Fundação já havia listado outros 200 sites não confiáveis. A divulgação de hoje soma-se a esta dos endereços problemáticos. No total, agora são 275 sites não indicados.
O Procon-SP informou que recebeu reclamações desses sites por irregularidades na prática de comércio eletrônico. De acordo com o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, esses fornecedores virtuais não são localizados, nem mesmo em rastreamentos feitos no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil. Dessa forma, os problemas enfrentados pelos consumidores não podem ser resolvidos.
A lista completa está disponível no site do Procon-SP
Os casos são denunciados pelo Procon ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), mas o melhor é se precaver e evitar as compras nesses domínios.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Rachel Sheherazade vai sonhar com Valesca Popozuda


Rachel Sheherazade vai sonhar com Valesca Popozuda. Leia abaixo a carta resposta da mestranda Mariana Gomes para a apresentadora do SBT

Alguns jornalistas têm o péssimo hábito de falar sobre qualquer coisa, mesmo sendo bem informados sobre quase nada. Rachel Sheherazade parece fazer parte deste time. Mas ela não sabia com quem estava mexendo. Nesta resposta abaixo, a mestranda Mariana Gomes deixa claro que não é daquelas pessoas que enfia o rabo entre as pernas. E botou a moça do SBT no seu devido lugar. Rachel Sheherazade vai sonhar com Valesca Popozuda dançando funk por uns bons dias.

Carta-resposta a Rachel Sheherazade

Por Mariana Gomes, em seu blog . Com blog do Rovai. Edição: Pragmatismo Politico
Caros Rachel Sheherazade e equipe do SBT,
Eu sou Mariana Gomes, mestranda em Cultura e Territorialidades e responsável pelo projeto My pussy é o poder. Gostaria de agradecer à visibilidade que estão dando ao projeto sobre funk e feminismo. Quero agradecer também por serem claros ao exibirem todo o conservadorismo de Rachel e o oportunismo de vocês. Digo isso porque pretendo pontuar algumas questões nesta carta-resposta, e elas, com certeza, não contemplarão a visão de mundo tão pequena apresentada tanto na reportagem quanto nos comentários da jornalista.
Em primeiro lugar, Rachel, logo na apresentação da matéria, um pequeno erro demonstra seu “vasto” conhecimento sobre a área acadêmica: no mestrado não se faz tese, e sim, dissertação. A tese só chega com o doutorado. Mas tudo bem, este é um erro bastante comum para quem está afastado do ambiente acadêmico e, mesmo assim, pretende julgá-lo ferozmente. Outra questão importante é: frisei em diversos momentos que o projeto não se refere apenas à Valesca, ainda assim preferiram insistir no caso. Perdoados, Valesca é diva, merece destaque mesmo.
Em segundo, mas não menos importante, gostaria de pontuar algo que pra mim é muito caro. Não existe dualidade entre usar o cérebro e outras partes do corpo para produzir qualquer coisa na vida. O repórter disse que eu usei o cérebro para fazer o projeto e que, Valesca, usa ~outras partes do corpo~. Ora, queridos, eu usei muito esse popozão aqui para fazer minhas pesquisas. Dancei muito até o chão, fiz muito treinamento do bumbum e continuo fazendo muito quadradinho de quatro (o de oito não consigo AINDA)! Valesca usa o cérebro tanto quanto eu, você – e mais que Rachel – para continuar seu trabalho. Não julguemos a inteligência de uma mulher de acordo com os padrões estabelecidos. Isso é machismo.
O repórter me perguntou por mais de uma vez se eu tive medo de não ser aceita na academia com meu trabalho. E todas as vezes eu respondi que NÃO TIVE MEDO. Confio no meu potencial, na relevância do tema e, principalmente, na capacidade de renovação e transformação da academia. Quando se trata da UFF, mais ainda, porque conheço o corpo docente e sei a visão de mundo dos professores – nada conservadora, muito mais avançada do que muitos que se dizem avançados.
Não vou comentar sobre o fato de terem entrevistado apenas uma pessoa na rua – e que disse que eu merecia nota zero – porque competência é critério básico para o jornalismo
Sobre a minha fala: colocaram o que eu disse em um contexto equivocado. Eu não tenho essa visão utilitarista da cultura. Não acho que para acabar com o preconceito precisamos “ver o que eles tem a oferecer”. O que eu estava dizendo ali é que, durante a pesquisa, é preciso abrir a mente e ver o que vamos conseguir extrair da observação participante e o que vamos aprender com o movimento. Afinal de contas, quem tem que oferecer algo sou eu: um bom projeto, que sirva para transformar – ao menos parte – (d)o mundo!
“O papel do funk na cultura, só o tempo dirá”, diz o repórter. ISSO NÃO É VERDADE. O papel do funk na cultura está comprovado. E não por mim, pelo meu projeto, por projetos anteriores, mas pelas práticas cotidianas, pelo seu papel em diversas áreas de conhecimento, em diversos setores da sociedade, pela referência que se tornou para boa parte da juventude brasileira. A reportagem é rasa e não tem qualquer compromisso com a realidade concreta, que já provou há muito tempo o que o funk representa.
Agora vamos ao chorume destilado por você, Rachel Sheherazade: insinuar que a popularização da universidade é ruim fica muito, muito feio pra você. Desculpe-se, por favor. E se o funk fere seus ouvidos de morte, acho uma pena, porqueEU ADORO, EU ME AMARRO. E meu recado pra você é: é som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado
Dizer que produção de cultura vai do luxo ao lixo é de uma desonestidade intelectual sem tamanho. Como eu disse ao G1 e digo diariamente, hierarquizar a cultura só prejudica. Essa hierarquia construída ao longo de séculos e baseada em um gosto de classe muito bem definido, no qual apenas o que elites definem o que é cultura e o que não é – ou, nas suas palavras, o que é ‘luxo’ e o que é ‘lixo’ – precisa ser COMBATIDA. Creio que a academia é SIM uma das trincheiras na luta pela desconstrução desse pensamento elitista, preconceituoso e, para não ser maldosa, desonesto.
Você, Rachel, diz que as funkeiras estão aquém do feminismo. Mas e você? O que sabe sobre o tema? Tendo a acreditar que Valesca sabe muito mais sobre isso do que você, mas estou disposta a ouvir seus argumentos sobre o assunto. Feminismo, assim como o meu projeto, não é piada, é coisa séria, muito séria.
Para concluir, gostaria de te perguntar quais critérios te levaram a questionar a profundidade do meu projeto. Não gostaria de personalizar o problema, mas nesse caso, não tenho outra alternativa. Você sabia que meu projeto obteve nota 8,5 entre vários projetos avaliados? Pois é. Você leu o meu projeto? Pois é. Você sabia que, para ingressar no mestrado, uma prova é aplicada e, nela, precisamos estudar no mínimo 4 livros? Disponibilizo aqui a bibliografia cobrada para tal prova e aproveito para perguntar – não que isso faça diferença, mas quem começou com argumentos sobre profundidade foi você – quais deles você já leu ao longo da vida. No meu projeto também consta parte da bibliografia utilizada por mim. Também questiono: dali, quais livros você já leu, conhece ou ouviu falar?
Peço perdão pelo argumento de autoridade em dizer que é preciso ler para saber das coisas mas, nesse caso, se você me cobra profundidade, eu te cobro conhecimento.
Abra a mente, Rachel! Vem aprender a fazer o quadradinho.
Cordial – mas não passiva – mente,
Mariana (popozuda) Gomes
Via Pragmatismo Político
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