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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Artista estadunidense retrata MST em quadros

Os amigos do MST nos Estados Unidos iniciaram uma campanha de arrecadação de fundos para o 6º Congresso do MST. O objetivo da campanha é conseguir pelo menos U$ 10,000 para auxiliar o movimento nas despesas do Congresso. Para ajudar a campanha, a artista brasileira-estadunidense Aliene de Souza Howell doou nove quadros que pintou quando visitou assentados do movimento em São Paulo.



Imagens: reprodução/MST

A Página do MST conversou com Aliene para saber mais sobre seu trabalho, sua viagem ao Brasil, as impressões que ela teve dos assentamentos da Reforma Agrária, e como a arte pode ser uma forma de se fazer política. Confira a entrevista abaixo:
Página do MST: Para começar, fale um pouco sobre você. Quantos anos e onde mora?
Aliene de Souza Howell:Tenho 32 anos, moro na divisa entre o Brooklyn e Queens, em Nova Iorque. Nasci e fui criada em Nashville, no Tenesse, e vivi algum tempo na Carolina do Norte, Massachusetts, e Filadélfia, além de breves períodos fora do país. Menciono isso porque aprendi algo diferente sobre as pessoas e sobre mim, o que impactou meu trabalho, em cada lugar que vivi.


Como você se tornou uma artista?

Como me tornei uma artista? Que pergunta difícil! Acho que não lembro de nunca estar fazendo arte durante minha vida. Me iludi pensando que queria ser outra coisa por curtos intervalos de tempo, como uma advogada, uma astronauta, ou, quando era muito pequena, um caminhão de bombeiros, mas eu sempre voltei para a arte.

Eu costumava roubar as folhas da impressora do meu pai e desenhar enquanto ele estava trabalhando, e o meu “poder especial” como uma criança era que eu tinha uma caneta mágica que podia dar vida aos desenhos.

Como você conheceu o MST?

A minha tese de graduação foi uma série de pinturas sobre o Massacre de Greensboro (massacre ocorrido em 1979 no qual cinco ativistas foram assassinados por membros da Klu Klux Klan e do Partido Nazista Americano). Estava estudando na Universidade Guilford, em Greensboro, e o tempo coincidiu com a Comissão da Verdade para apurar os tiroteios do massacre. 

Essa foi a primeira vez que minha arte e meus princípios humanitários se alinharam. Mudei para Northampton, para trabalhar no Fundo de Justiça para Greensboro. Através do Fundo fui para uma conferência de direitos humanos em Kentucky, onde encontrei um representante do MST. Dois anos depois fui ao Brasil visitar minha família e entrei em contato com ele. 

Que assentamentos você visitou?

Visitei três assentamentos, todos no estado de São Paulo, e a Escola Nacional Florestan Fernandes. Fiquei na casa de uma família que era extremamente gentil. Duas das crianças dormiram na mesma cama para que eu pudesse ficar em uma, e também passei outras noites em uma igreja.

Eu já conhecia o MST por ser parte brasileira, mas fui atraída por ele por representar soluções inovadoras aos problemas da fome e pobreza.

Quais foram as suas impressões ao visitar os assentamentos?

No meu curto tempo lá, colhi milho em um acampamento, me banhei num rio junto com as crianças e tentei entender o dia a dia das pessoas conversando com elas. Mesmo o meu português sendo limitado, participei de uma reunião e me impressionei com a comunidade e o aspecto organizacional do MST.

As pessoas pareciam ter funções que davam a elas um senso de alegria e dever, tanto dentro do assentamento como na organização maior. Mas o aspecto mais envolvente da minha visita foi simplesmente falar com as pessoas, sobre qualquer tema: a forma de fazer a melhor pimenta, exportação de grãos de café, até o racismo nos Estados Unidos. 

Por que você decidiu pintar pessoas no seus quadros, ao invés de, por exemplo, o assentamento em si, as casas, a natureza...?

Os quadros são uma combinação de pessoas que conheci e fotos que me deram quando mencionava meu projeto. Apesar de preferir pintar as pessoas que tinha conhecido, estava muito focada no que daria um bom quadro, e para algumas combinei imagens das duas. 

Pintei as pessoas por um aspecto narrativo, porque pensei que elas contam uma história do MST e do meu tempo lá de uma maneira mais intensa. Gosto de ver as pinturas como uma representação dessas pessoas, das lutas de lá, mas também do humor e alegria incríveis que presenciei. 

Tinha um homem que usava um boné escrito “procura-se um bumbum” que me matava de rir. Foi ele que me ensinou o segredo para fazer a pimenta perfeita.

Como a arte pode contribuir para a luta política?

Fico muito contente de você ter perguntado isso, porque passei um longo tempo dividida entre questões humanitárias, vegetarianismo, fazer arte, como eu poderia fazer uma diferença com a vida que eu tenho etc. 

Mas eu acho que estava tão divida que não estava sendo eficaz em nenhum desses aspectos da minha vida. Então decidi seguir minha própria alegria e tentar atingir as pessoas dessa forma. 

Existe uma tristeza profunda no mundo, responsável por muitos dos nossos problemas. Há uma falta que sentimos nas nossas relações familiares, com outras pessoas, com o lugar onde vivemos, e as pessoas tentam buscar coisas onde poderia existir alegria e interação. 

Tem uma ótima frase do Howard Thurman que diz, “Não pergunte o que o mundo precisa. Pergunte o que te faz viva, e vá fazer isso. Porque o que o mundo precisa são de pessoas que se tornaram vivas”.

É uma esperança humilde que através do meu trabalho eu possa atingir as pessoas e ajudá-las a refletir sobre as suas próprias necessidades e alegrias, e quem sabe encorajá-las a fazer algo que atinja outras pessoas e assim por diante. Acho que a melhor política é essa. 

Isso é também parte do motivo de eu ter doado meu trabalho para ajudar a financiar o Congresso do MST. Depois de ficar com eles no meu estúdio por anos, sem querer me separar deles, pensei que teriam uma função melhor se ajudassem as pessoas que inspiraram eles.

Você pode mandar uma mensagem aos camponeses do Brasil que lutam pela Reforma Agrária?

A melhor mensagem que posso dar é: nunca desistam. Acho que tentamos lutar muito contra a escuridão, que se manifesta de diversas formas, mas ao invés disso devemos nos preocupar em trazer a nossa luz e dos outros para fora. 

Para conhecer melhor o trabalho de Aliene, acesse sua Página profissional ou seu Facebook.

Fonte: Página do MST

Bruno Marinoni: Hora de ocuparmos a TV aberta

A possibilidade de que os movimentos sociais tenham liberdade para falar diretamente à população por meio da TV aberta pode ser uma realidade a médio prazo, no Brasil. No último dia 20 de janeiro, o Ministério das Comunicações aprovou o pedido do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb) para operar o Canal da Cidadania.


Por Bruno Marinoni*, no Observatório do Direito à Comunicação 



Com a medida, a cidade de Salvador terá reservado, na TV aberta, espaço para duas emissoras não-comerciais dirigidas pela sociedade civil.

O desafio para a concretização dessas emissoras, no entanto, é ainda muito grande. Embora esteja previsto na norma regulamentar do Canal da Cidadania que “o Ministério das Comunicações selecionará para este fim (operar duas faixas de programação) duas associações comunitárias por município e três no Distrito Federal”, montar uma emissora de televisão aberta e garantir sua gestão democrática é algo que pode ser considerado inédito no país, apesar dos esforços que já foram feito nesse sentido.

No Brasil, as TVs comunitárias foram relegadas ao ostracismo (para utilizar um eufemismo) pelos interesses comerciais que pressionaram as tentativas de regulamentação desse segmento. Sem condições para se financiar razoavelmente, em um cenário em que a produção audiovisual independente sempre andou mal das pernas, capturadas por interesses individuais ou eleitoreiros que sufocam a democracia em suas gestões e restritas às transmissões por meio de TV por assinatura, dificilmente essas TVs puderam exercer sua dimensão comunitária de fato.

Agora, o Canal da Cidadania abre espaço para que as emissoras comunitárias possam ser sintonizadas na TV aberta e para que sejam formados conselhos participativos que discutam o conteúdo e a gestão dessas TVs. Além disso, a produção audiovisual independente tem crescido no país e as novas tecnologias têm favorecido a ampliação do número de produtores, alguns fundos públicos já prevêem recursos a serem aplicados no setor direta ou indiretamente (como a Condecine, por exemplo).

O papel da sociedade civil

Apesar das possibilidades inscritas na implementação do Canal da Cidadania, duas questões precisam ser enfrentadas: a grande dependência da iniciativa do poder público e a necessidade de que a sociedade civil compreenda a importância do espaço e se mobiliza para ocupá-lo.

A outorga para que o serviço seja operado é dada a órgãos das prefeituras ou dos governos estaduais, que devem ocupar uma das quatro ou cinco faixas de programação suportadas pelo canal (grosso modo, cada faixa de programação equivale a uma emissora). As duas emissoras comunitárias, para operarem no Canal da Cidadania, dependem do pedido de concessão pelo poder público, da instalação dos conselhos locais de comunicação (costumeiramente rejeitados pelas forças políticas influenciadas pelos empresários de mídia), da instalação dos equipamentos de transmissão pelo órgão responsável e dos avisos de habilitação publicados pelo Ministério das Comunicações.

No caso de Salvador, por exemplo, o pedido foi feito pela TV Educativa do governo do estado e não houve conversa com a sociedade civil. Já no Rio de Janeiro, o processo todo tem acontecido por pressão da Frente Ampla pela Liberdade de Expressão (Fale-Rio), que tem levantado a bandeira da importância de ocupar esse espaço. No dia 13 de janeiro, a Câmara dos Vereadores autorizou a prefeitura (que já fez a solicitação da outorga) a dispor do orçamento para instalar o Canal da Cidadania e o conselho municipal.

A lista de pedidos de outorga do Canal da Cidadania disponibilizada pelo site do Ministério das Comunicações, ainda que incompleta (Salvador não consta na lista), contabiliza apenas 149 de um total de 5.570 municípios brasileiros. É muito pouco. Talvez por desconhecimento, talvez por descrença. O fato é que os movimentos sociais ainda não abraçaram a ideia do Canal da Cidadania e, com isso, poderemos perder a chance de ter um veículo de comunicação com a população que não seja orientado pela busca do lucro ou pelo discurso oficial. 

*Bruno Marinoni é jornalista.

Via Portal Vermelho

Aniversário de Henfil será comemorado no Museu da República do RJ

Se estivesse vivo, o cartunista Henfil completaria 70 anos no dia 5 de fevereiro. Para comemorar a data, o Instituto Henfil e a ONG Henfil Educação e Sustentabilidade vão realizar nesse dia um evento com a presença de nomes como o ator e diretor Paulo Betti, o jornalista Tárik de Souza e o músico Nelsinho Rodrigues. 

Henrique de Sousa Filho, mais conhecido como Henfil
 (Ribeirão das Neves, 5 de fevereiro de 1944 —
Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 1988. 

Eles irão compor uma mesa-redonda com breves falas sobre a memória e a relevância artística, cultural e política da obra do Henfil, a ser realizada no Museu da República do Rio de Janeiro, às 19 horas.

Além das homenagens, o evento também será marcado pela apresentação de novos números da Coleção Fradim, que a ONG Henfil Educação e Sustentabilidade começou a relançar em 2013 com o selo comemorativo "25 Anos sem Henfil - 'Morro, mas meu desenho fica'". A série, composta por 31 revistas lançadas originalmente entre 1970 e 1980 pelo cartunista, ganhou uma adicional edição zero e já conta com 12 revistas relançadas na íntegra, com previsão de disponibilização dos demais números até o final do mês de fevereiro, comemorativo dos 70 anos.



Henfil. História em Quadrinhos 


O evento é aberto a frequentadores do Museu, personalidades políticas da região, imprensa, estudiosos e fãs de quadrinhos e convidados especiais.

Como outros dois de seus irmãos - o sociólogo Betinho e o músico Chico Mário, herdou da mãe a hemofilia - que nada mais é que é grupo de doenças genéticas hereditárias que prejudicam a capacidade do corpo em controlar a circulação do sangue ou de coagulação, o qual é utilizado para parar a hemorragia de um vaso sanguíneo, quando é quebrado.
  
A importância da obra do Henfil

Henrique de Sousa Filho, mais conhecido como Henfil (Ribeirão das Neves, 5 de fevereiro de 1944 — Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 1988), foi um cartunista, quadrinista, jornalista e escritor brasileiro.

Além de ser criador de alguns dos personagens mais queridos das tirinhas brasileiras, como a Graúna e os fradins Cumprido e Baixim, ou mesmo os mascotes de grandes times de futebol, como o Urubu do Flamengo, Henfil influenciou a vida política e social do país, participando de movimentos políticos importantes, como o da Anistia, e lançando a campanha pelas eleições diretas, cujo bordão "Diretas Já!", inclusive, é de sua autoria.

Prêmios

Em 1981, Henfil ganhou o Prêmio Vladimir Herzog na categoria Artes pelo conjunto de sua obra no veículo: Revista IstoÉ.

Obras publicadas

Diário de um cucaracha (1976)
Hiroshima, meu humor (1976)
Dez em humor (coletânea, 1984)
Diretas Já! (1984)
Henfil na China (1980)
Fradim de Libertação (1984)
Como se faz humor político (1984)

Serviço:
70 anos de Henfil - Morro, mas meu desenho fica
Dia 5 de fevereiro de 2014 - quarta-feira
Horário: 19 horas
Local: Museu da República - Rua do Catete, 153 - Rio de Janeiro

Com informações do Jornal do Brasil e Wikipédia - No Portal Vermelho

domingo, 2 de fevereiro de 2014

02 de Fevereiro na história

1943 - Dia de Stalingrado 
Virada estratégica na 2ª Guerra: a URSS vence a batalha de Stalingrado; 200 mil alemães mortos, 90 mil aprisionados. Hitler cai na defensiva em todo o cenário da guerra.
Cartaz
soviético
conclama à
resistência
 
 
1848:O México, vencido na guerra, cede aos EUA 2 milhões de km2.


1849:

Os praieiros tentam, sem êxito, tomar Recife. Pedro Ivo mantém a luta com guerrilha nas matas do Jacuípe.
Praieiro
1908: 
Fundado em Fortaleza o Clube Socialista Máximo Gorki.
  
1946:
Instala-se a Assembléia Constituinte. Mariguela, deputado, defende o direito de greve.
  
1958:Começa a circular Emancipação, semanário pró-Petróleo é nosso.
  
1968:Violento choque entre neonazistas e estudantes alemães em Bonn; 1 morto, 10 feridos.
  
1977:Geisel cassa o ver. Glênio Perez (MDB-Porto Alegre) por seu discurso de posse.
  
1990:O CNA obtém a legalidade, após 30 anos de resistência clandestina ao apartheid na África do Sul.
  
1999:Cai pres. do Banco Central, Francisco Lopes, há 20 dias no cargo. Sobe Armínio Fraga, empregado do mega-especulador norte-americano George Soros.
 

Prefeito de Santa Cruz de Monte Castelo, Zé Maria é o novo presidente da Amunpar

Zé Maria: "Quero trabalhar com os problemas na saúde, que não são poucos, pra isso preciso do apoio de todos os prefeitos. Espero ser o elo entre os governos estadual e federal"


A chapa única “União pelo Noroeste” encabeçada pelo prefeito de Santa Cruz de Monte Castelo, José Maria Fernandes foi eleita ontem por aclamação como a nova diretoria da Amunpar (Associação dos Municípios do Noroeste Paranaense), para o ano de 2014. Zé Maria disse em seu discurso que irá priorizar os problemas relacionados aos serviços de saúde pública prestados nos 28 municípios que compõem a entidade. “Vou trabalhar com a bandeira da saúde em nossa região, espero ser o elo de ligação entre os municípios e os governos estadual e federal para sanarmos os problemas relacionados à saúde”, disse o novo presidente que tem pela frente um ano com eleições e copa do mundo.

Zé Maria está ocupando a vaga deixada pelo prefeito de Alto Paraná, Dr. Cláudio Golemba que fez um breve balanço dos trabalhos realizados durante a sua gestão. Entre eles o gestor destacou melhorias no prédio da entidade, a realização de cursos de capacitação voltados a funcionários públicos municipais, o trabalho junto à AMP (Associação dos Municípios do Paraná) na liberação de certidões negativas e a vinda da reitoria da Unespar para Paranavaí. “Foi um ano de muitas dificuldades com queda na arrecadação, mas tivemos algumas conquistas que já entraram para a história do Noroeste Paranaense, a vinda da reitoria é uma delas”, destacou o gestor que alertou que 2014 por ser ano eleitoral os gestores devem ficar atentos aos prazos para realização de obras e convênios.

Golemba também falou das contas da Amunpar, segundo o gestor a entidade tem para receber R$ 110 mil, referente à inadimplência de municípios devedores. “Deixamos no caixa da Amunpar R$ 30 mil, e pedimos mais uma vez para os devedores quitarem seus débitos para o bom funcionamento da entidade”.
Dos 28 prefeitos que compõem a entidade, 21 participaram da votação da nova diretoria. O novo presidente Zé Maria, em seu primeiro discurso pediu uma maior união dos gestores através da entidade, para que novas metas sejam alcançadas. “Estamos em um ano eleitoral, se não nos unimos para pleitear nossas demandas, será mais difícil sermos ouvidos. Nossa intenção é realizar uma reunião por mês, para troca de experiência e levantar nossas demandas”, finalizou o gestor.

Confira a composição da nova diretoria da Amunpar
- Presidente - José Maria Fernandes, Santa Cruz de Monte Castelo
- 1º vice-presidente - Rogério Lorenzetti, Paranavaí
- 2º vice-presidente - Alcides Elias Fernandes, Inajá
- Secretário técnico - Carlos Benvenutti, Querência do Norte 
- Secretário administrativo - Janeslei Amadeu Caenetto, Guairaçá
- Conselheiro junto à AMP - Pedro Castanhari, Itaúna do Sul 

Apridanorpa tem nova diretoria
A primeira-dama de Santa Cruz de Monte Castelo, Marilda Isabel Fernandes foi eleita a presidente da Apridanorpa (Associação das Primeiras-damas do Noroeste Paranaense), e tem pela frente resolver o problema da Casa do Aguardo que é mantida pela entidade e que atende diariamente com alimentação, hospedagem e acompanhamento social, pacientes dos 28 municípios filiados à Amunpar.
A informação é de que a Casa do Aguardo passa por problemas financeiros, devido à inadimplência de alguns municípios, que não vêm repassando os R$ 500,00 mensais para cobrir todos os custos da Casa, que inclui a alimentação ofertada, a folha de pagamento dos funcionários e a limpeza. A dívida atual da Casa com fornecedores é de aproximadamente R$ 28 mil. “Gostaria de pedir para os prefeitos que não pagam em dia a Apridanorpa para visitarem a Casa do Aguardo, para conhecer o trabalho realizado em prol da nossa população”, destacou Maria Madalena Golemba, primeira-dama de Alto Paraná que deixou a presidência da entidade ontem.         
         
Confira como ficou a diretoria da Apridanorpa
- Presidente - Marilda Isabel Fernandes, Santa Cruz de Monte Castelo
- Vice-presidente - Maria Madalena Golemba, Alto Paraná 
- 1ª secretária - Elizangela Camargo Dutra, São Carlos do Ivaí 
- 2ª secretária - Elaine Cristina Ferreira, Santa Mônica
- 3ª secretária - Daise Mara Miguelato, São Pedro do Paraná 
- 1ª tesoureira - Adelina Afonso Nogueira, Porto Rico

- 2ª tesoureira - Maria Leonilda Benvenutti, Querência do Norte

sábado, 1 de fevereiro de 2014

01 de Fevereiro na história

1927 - Dia do BOC

Cartaz eleitoral do BOC
O PCB lança o BOC (Bloco Operário e Camponês), inicialmente chamado apenas Bloco Operário. Em outubro, elegerá 2 vereadores no Rio (na época, Distrito Federal).

 
 
1805:
Nasce em Nice o revolucionário francês Auguste Blanqui, inspirador (mesmo preso) da Comuna de Paris, embora adepto da via conspirativa ("blanquista").
  
1867:Pimenta Bueno propõe extinção gradual da escravidão: até 1890.
  
1932: 
Fuzilado após a derrota de uma insurreição camponesa Farabundo Martí, líder comunista salvadorenho que emprestará o nome à Frente Farabundo Martí.
Farabundo,
em tela
salvadorenha
  
1945:
O general Góis Monteiro, esteio do Estado Novo, surpreende ao defender anistia e eleições.
  
1958:Egito, Síria e Iêmen formam (até 61) a República Árabe Unida.
  
1969:Costa e Silva cassa 33 mandatos.
  
1980:Protesto camponês sufocado na Guatemala; 39 mortos.
  
1985:Greve de 22 mil na indústria de calçados de Franca, SP. Intervenção no sindicato, 80 feridos pela PM.
  
1994:O Congresso inicia a revisão constitucional, derrotada pela obstrução oposicionista.
  
2000:Entra em vigor na França a jornada de trabalho de 35 horas semanais, apesar da oposição patronal.

Vermelho

Polly Anjos – A bela da semana


De fato uma beleza angelical, desta que tem sobrenome dos Anjos, ela que de maneira incrível, consegue mostrar-se bela aos nossos olhos, ela que de forma admirável, mescla em sua beleza uma loirice amorenada que lhe dá um tom fascinante de formosura da qual somente ela é possuidora..

É de Poliany dos Anjos que estamos nos referindo, desta que na ocasião mostra em todos os detalhes o encanto procedente de uma jovem mulher, de uma jovem que tem a vocação de encantar, dado a beleza contida unicamente nos seres que tiveram o privilégio de nascer mulher. E partindo deste ponto, Polly Anjos tem para si a atenção de todos que inevitavelmente se atentam à beleza feminina.

Ela é bela, ela é exemplo da miscigenação de nossa gente, seus olhos são destaques, possuem um castanho claro envolvente, impossíveis passarem despercebidos, os detalhes, os traços desta que hora rendemos homenagem, está presente quando definimos a divinal beleza feminina...

Dela provém o dom de fascinar, pela tonalidade de uma pele morena e de uns cabelos que se mistura entre o loiro e o castanho, características que fazem ainda mais sublime este espetáculo feminino presente na imagem de Polly Anjos.

Ela é Poliany, de fato ela é dos Anjos, pois sua beleza equipara-se aos seres celestes, aliás, contemplá-la é estar no céu, é esquecer-se da vida e deixar-se levar pela fascinação que só a beleza feminina é capaz de conduzir.

A beleza se destaca ainda mais, quando presente na imagem feminina, esta ganha uma singularidade que tornam as mulheres possuidoras da supremacia, a mulher tem muito de Deus, tem muito dos Anjos, pois elas são divinamente escolhidas para deslumbrar.

E a beleza no entanto, tem muito de Polly, muito do que faz com que nos prendamos aos encantos inefáveis presentes em sua imagem. A nós a honra e o privilégio de poder contemplá-la – Apreciem leitores, ela é adorno em nossa página, Poliany dos Anjos é a Bela da Semana.


*Poliany Ferreira dos Anjos – Nova Londrina PR – Filha de Marco Antonio Ferreira dos Anjos e Paula Vieira. Poliany estuda o 8° Ano no Colégio Pequeno Príncipe e é corinthiana.
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