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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Hugo Chávez está vivo: Governo acusa oposição de manipular áudio

Em susposta gravação, Hugo Chávez afirma estar vivo e sequestrado. Para o governo venezuelano, áudio divulgado é fraude da oposição para desestabilizar Nicolás Maduro.

As supostas tentativas da direita venezuelana de manipular e difundir um áudio, no qual o ex-presidente Hugo Chávez diz que está vivo e sequestrado, estão sendo fortemente rejeitadas pela população e pelo governo do país. Segundo a agência de notícias Prensa Latina, a gravação que imita a voz do comandante bolivariano seria uma montagem da oposição. 


Dirigentes políticos da revolução, analistas e comunicadores afirmam que tal áudio não é nada além de uma fraude que objetiva debilitar o processo de transformação na Venezuela. O vice-presidente para Área Social, Héctor Rodríguez, declarou nesta segunda-feira (30), durante uma entrevista para a televisão pública, que rechaça o vídeo difundido pelas redes sociais. Ele qualificou o material como “método de guerra psicológica”.

Rodríguez sustenta que isso é parte de uma estratégia que também inclui a guerra econômica – o governo venezuelano atribui à oposição as atividades especulativas para gerar desabastecimento. “Fazer uma revolução não vai ser fácil, vão no golpear com baixezas como estas”, advertiu.

Ainda de acordo com a Prensa Latina, a acusação de manipular os pronunciamentos de Chávez aponta para Juan José Rendón, que estaria imitando a voz do comandante. O atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, se referiu a Rendón como “mal nascido” e em um pronunciamento transmitido em rede nacional, o mandatário repudiou a gravação: “É um desrespeito à memória de Chávez”.

“Essa gente não tem limite ético e moral, não tem escrúpulos”, declarou Maduro no sábado (28).

Da redação do Portal Vermelho,
Com informações da Prensa Latina

Mais 2 mil médicos cubanos chegam ao Brasil nesta semana



Profissionais participarão de cursos de adaptação no Distrito Federal, em Fortaleza, em Belo Horizonte e em Vitória


por Yara Aquino, da Agência Brasil



De hoje (30) até o final desta semana chegam ao Brasil mais 2 mil médicos cubanos para a segunda etapa do Programa Mais Médicos. Hoje, os primeiros 135 profissionais de Cuba desembarcam em Vitória. Na próxima segunda-feira (7), os 2 mil cubanos iniciam o módulo de avaliação que tem duração de três semanas com aulas sobre língua portuguesa e o sistema brasileiro de saúde pública. As informações são do Ministério da Saúde.

Além dos 2 mil cubanos, os 149 médicos com diploma do exterior que foram selecionados para a segunda fase do Mais Médicos iniciam o módulo de avaliação no dia 7. As aulas ocorrerão no Distrito Federal, em Fortaleza, Vitória e Belo Horizonte.

Na primeira fase do Programa Mais Médicos, 400 profissionais cubanos chegaram ao Brasil e passaram por curso de formação e avaliação. A previsão do Ministério da Saúde é trazer ao país, até o final do ano, 4 mil médicos cubanos. Esses profissionais vêm ao Brasil por meio de um acordo intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Assim como os médicos com diploma do exterior que se inscreveram individualmente, os cubanos que vêm pelo acordo com a Opas não precisam passar pelo Revalida (Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior) e, por isso, terão registro provisório por três anos para atuar na atenção básica e com validade restrita ao local para onde forem designados.

domingo, 29 de setembro de 2013

Morre o ator Claudio Cavalcanti

Para minha geração talvez ele será sempre o padre Albano da novela Roque Santeiro, uma das mais brilhantes telenovelas que o país produziu, o cenário artístico nacional perde mais um de seus ícones, Claudio Cavalcanti morre aos 73 anos no Rio de Janeiro por consequência de complicações cardíacas quando ia fazer uma cirurgia da coluna cervical.

Claudio Cavalcanti já trabalhou em mais de 50 novelas, minisséries e especiais, além de 22 longas-metragens e dezenas de peças teatrais. Ele exerceu ainda a função de diretor de TV, produtor teatral, escritor, tradutor, cantor, dublador, radialista. Longe do cenário artístico, Cavalcanti foi político na cidade do Rio de janeiro onde atuou como vereador. Atualmente era o secretário municipal de Defesa dos Animais do Rio. O cenário da tele-dramartugia está de luto, a perda de Claudio Cavalcanti é irreparável. Vá em paz mestre.

Aqui contracenando com Lídia Brondi em Roque Santeiro - 1985 - Ela, no papel Tânia e ele o Padre Albano, cedendo as tentações da carne.

* 24/02/1940
+ 29/09/2013

Mulheres com a bunda grande vivem mais e são mais inteligentes


Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Oxford, ter as nádegas de um tamanho considerável previne o desenvolvimento de diabetes. Por sua vez, determinaram que as mulheres que possuem grandes nádegas e cintura fina, são mais inteligentes que o restante.
O corpo feminino acumula gordura em muitas partes, como os seios, o abdômen ou as pernas, mas muitas garotas guardam grandes reservas nos glúteos, algo que tem mais vantagens do que poderiam imaginar.
Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com as das pernas, cadeiras e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, graças à quantidade e tipo de hormônios que contém. Estas gorduras produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídeos de forma mais fácil, ao contrário da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.
De qualquer forma, não se trata de que as mulheres devam comer a mais. O benefício do traseiro avantajado é determinado pela genética, portanto ainda não é possível alterar o bumbum por meio de hábitos alimentícios.
Outras descobertas similares, que fazem pensar que as mulheres com traseiros grandes são capazes de viver mais e melhor, são os realizadas pelas universidades de Califórnia e Pittsburgh. Pesquisadores destas instituições descobriram que as mulheres desbundantes e com largas cadeiras, mas com cinturas finas, são mais inteligentes que as demais.
A inteligência destas voluptuosas garotas, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam ali e que intervêm no desenvolvimento do cérebro. Os pesquisadores analisaram dados de 16 mil mulheres, concluindo que ao comparar as medidas da cadeira com a cintura, a proporção ideal resulta de 0.6 e 0.7.
O professor Konstantinos Manolopoulos, quem encabeçou a equipe da Universidade de Oxford, assegura que as mulheres com mais gordura nas nádegas têm níveis menores de colesterol e glicemia. Ter um grande traseiro também favorece os níveis de leptina no corpo feminino. A leptina é um hormônio que se encarrega de regular o peso; bem como a dinopectina, hormônio com efeitos antiinflamatórios, vasculoprotetores e anti-diabéticos.
O tecido adiposo dos glúteos grandes prende as partículas gordas daninhas e evita padecimentos cardiovasculares. Outros interessantes resultados destas pesquisas foram que, ao que parece, os filhos nascidos de mães com cadeiras mais largas são intelectualmente superiores aos filhos de mães menos voluptuosas.

Marina Silva será vice de Aécio?

A Rede Sustentabilidade, o novo partido da ex-verde Marina Silva, tem apenas mais uma semana para viabilizar seu registro na Justiça Eleitoral. As expectativas não são muito otimistas, apesar do esforço final dos marinistas – inclusive de algumas estrelas globais, como o ator Marcos Palmeira. Segundo o procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, não haverá “nenhuma concessão” para que a sigla seja criada fora dos parâmetros legais. Diante deste risco real, crescem as especulações sobre o futuro de Marina Silva, que obteve quase 20% dos votos na última eleição presidencial.

Na semana passada, o pequeno Partido Ecológico Nacional (PEN) propôs trocar o nome da legenda para Rede caso a ex-senadora aceite disputar a sucessão de 2014 pela sigla. O PPS de Roberto Freire e até o descartado PV também sinalizaram que poderiam aceitá-la como candidata, desde que seu grupo não controle as respectivas máquinas partidárias. A mais curiosa proposta, porém, tem sido ventilada por alguns líderes tucanos. Eles defendem que Marina Silva seja vice na chapa encabeçada por Aécio Neves, o cambaleante presidenciável tucano.

Nesta sexta-feira (27), o senador mineiro afirmou que a Rede é vítima de perseguição política e bajulou: o país "merece ter uma alternativa como Marina". Já o ex-presidente FHC, guru da oposição de direita, disse à jornalista Sônia Racy, do Estadão, que a ex-verde é uma “liderança moral”. O processo de sedução é intenso, mas dificilmente Marina Silva aceitaria ser vice na chapa do PSDB caso seu novo partido não consiga garantir o registro até 5 de outubro. Não por razões políticas e ideológicas, mas apenas por cálculos eleitorais e pragmáticos.

Do ponto de vista programático, não há muita diferença entre certos marinistas e a cúpula tucana. Na sucessão passada, as duas forças inclusive mantiveram intensos contatos, conforme registrou a Folha em junho de 2011: “Às vésperas da campanha de 2010, a presidenciável Marina Silva (PV) enviou aliados para um encontro sigiloso com o candidato José Serra no apartamento do ex-presidente FHC em Higienópolis... A conversa na casa de FHC ocorreu em fevereiro de 2010, quando os tucanos ainda sonhavam com a possibilidade de Marina ocupar a vice na chapa de Serra”.

No livro “O efeito Marina”, o deputado Alfredo Sirkis, coordenador da campanha marinista em 2010, até dá detalhes desta “reunião secreta”. Ele não trata da questão da vice e diz que o encontro teve como objetivo negociar o palanque duplo de apoio a Fernando Gabeira (PV-RJ). Lembra que a reunião até começou tensa. “Serra chegou muito desconfiado. Deixou seu celular em outro quarto, alegando que havia grampos capazes de monitorar conversas até por aparelhos desligados”, relata Sirkis. A conversa só foi aliviada graças à “contagiante simpatia” do anfitrião FHC.

Pelo andar da carruagem, esta intensa relação política se mantém. Não é para menos que Marina Silva é assessorada pelo economista André Lara Resende – “um dos FHC boys da velha cepa”, segundo ironiza o blogueiro Fernando Brito. Ele e outros neoliberais de carteirinha dão assistência à “sonhática” da Rede. Recentemente, Marina Silva inclusive defendeu a herança maldita de FHC na política macroeconômica. “No aspecto do controle da inflação: temos o risco de retorno da inflação. Temos um problema que sinaliza uma série de dificuldades que comprometem alguns dos instrumentos mais importantes para o equilíbrio, que são o tripé meta de inflação, câmbio flutuante e superávit primário”.

Como se observa, as diferenças programáticas não são muitas. Mesmo assim, é difícil imaginar Marina Silva na vice de Aécio Neves. A conferir! O pragmatismo político é uma doença incurável!

Altamiro Borges, jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e organizador do livro “Para entender e combater a Alca” (Editora Anita Garibaldi, 2002).

sábado, 28 de setembro de 2013

MEMÓRIA E ORALIDADE - Narrativas da microrregião do extremo noroeste do Paraná

Um trabalho da professora Elmita Simonetti Pires do Curso de Letras - FAFIPA 


O livro resgata histórias que atravessam gerações e que ainda hoje povoam o imaginário das pessoas e que corriqueiramente estão presentes nas rodas de bate-papo, no encontro com amigos ou familiares...

A micro Região do noroeste paranaense assim como em todos os lugares do mundo tem sua forma de explicar o inexplicável, são as chamadas "histórias que o povo conta", lendas, hitórias de assombração é o folclore vivo e forte presente em nosso meio.



Elmita Simonetti Pires
"As manifestações culturais populares, o modo peculiar de ser e estar no mundo, a diversisade cultural dos brasileiros ... Todos esses aspécitos foram tomados como norteadores nas diferentes etapas desta pesquisa.

A narrativa popular encerra lições, aborda e discute os mais diversos temas, além de questões éticas relevantes na convivência cotidiana, sem perder o conteúdo literário e a beleza das histórias que brotam das diversas tradições culturais presentes entre nós.

Memória e Oralidade: narrativas da micro região do extremo Noroeste do Paraná é um convite para a reflixão sobre aspectos fundantes de nossa identidade como nação multicultural". (Elmita Simonetti Pires)

O livro é um trabalho de campo da autora e professora Elmita onde foram colhidos os contos nas casas dos narradores nas cidades de Alto Paraná - Amaporã - Cruzeiro do Sul - Diamante do Norte - Guairaçá - Inajá - Itaúna do Sul - Loanda - Marilena - Mirador - Nova Londrina - Paraíso do Norte - Paranapoema - Paranavaí - Planaltina do Paraná - Santa Cruz de Monte Castelo - Santa Isabel do Ivaí - Santo Antonio do Caiuá - São Carlos do Ivaí - São joão do Caiuá - São Pedro do Paraná e Terra Rica. 

Parabéns professora Elmita por este livro que serve como documento histórico da cultura popular da nossa região.

FERNANDA HARUE – A BELA DA SEMANA


Os olhos privilegiados que podem contemplar a imagem inefável de Fernanda Harue, ficam cientes de um fato: A beleza feminina na grandeza de seus detalhes é a beleza que possui traços orientais é exatamente a formosura de Fernanda, que possui a medida exata da beleza desejada ou admirada por todos.

Dona da honrosa condição de bela, Fernanda coleciona admiradores e tem para si a atenção de muitos, ela é sem dúvida, uma das estrelas protagonista do clássico formosura feminina, formosura esta,  capaz de seduzir-nos a primeira vista.

Se um dia a nós for imposta a obrigação de definir a perfeição, nossa imaginação irá centrar-se na impecabilidade da mulher, nestas criaturas que nos abduz, nestas damas interestelares tidas por divinas, Deusas tal qual Fernanda que conseqüentemente tem o dom de fascinar.

O sentido da visão sente-se grato pelo benefício que sua imagem proporciona, a beleza de Fernanda Harue é poesia, deve ser decantada, louvada e aplaudida. Venturosos são aqueles que podem contemplá-la.

Não há noutra manifestação de beleza algo que exceda a beleza feminina e falar da beleza de Fernanda é falar do mais alto nível destas magnificentes beldades...

Fernanda. Quisera o dom das palavras pudesse expor a exatidão de sua grandeza, porém, o que dissermos ficará aquém do real significado da imensidão de sua formosura.

Já era tempo de os impecáveis pés de Fernanda pisarem o panteão das beldades que aqui são aplaudidas, portanto, o momento é de louvor em honra a supremacia feminina na plenitude de sua perfeição.

Ela tem por vocação o dom de encantar...

Postos em pé nós a ovacionamos...

Para nosso privilégio, Fernanda Harue – A Bela da Semana


*FERNANDA HARUE – 21 Anos – Nova Londrina – PR – Filha de Rosalia Benitez Costa e Julio Okumoto – Fernanda é Engenheira civil e torce pelo Corinthians

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Excelente crítica social sobre o racismo no Brasil.

Thiago Elniño - Amigo Branco



Via Sociedade Racionalista

Morales propõe julgamento de Obama por crimes contra a humanidade

O presidente da Bolívia, Evo Morales, propôs nesta quarta-feira (25), diante da 68ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a criação de um “tribunal dos povos” com o apoio de organismos internacionais para levar a julgamento o mandatário dos Estados Unidos, Barack Obama, por delitos contra a humanidade. 


“É preciso constituir um tribunal dos povos com organismos internacionais e grandes defensores dos direitos humanos para começar uma demanda contra o governo de Obama”, declarou o chefe de Estado boliviano em sua participação.

Morales assegurou que, entre outros motivos, é preciso julgar o presidente norte-americano pelos delitos contra humanidade e reforçou seu argumento dizendo: “sigo convencido de que por trás de qualquer guerra de intervenção, o que fazem (os EUA) é se apropriar de nossos recursos naturais”.

O mandatário acusou o governo estadunidense de financiar o terrorismo. “Devemos processar os atos de terrorismo internacional, o financiamento do terrorismo, o confronto armado e os adversários", disse ele, que condenou também a espionagem dos EUA. “Como podem falar de democracia quando os serviços de espionagem violam os direitos humanos, não só dos governos anti-imperialistas, mas dos próprios aliados, dos cidadãos e até da ONU?”, questionou.

Morales respaldou ainda o mandatário venezuelano, Nicolás Maduro, pelo suposto bloqueio aéreo em Porto Rico, e criticou a posição militar norte-americana.

“Aqui não pode existir um dono do mundo”, insistiu ele, que afirmou ainda que a segurança norte-americana e a luta contra o terrorismo não podem se converter em pretexto para intervenções militares.

Para o mandatário, “o terrorismo não se combate com medidas unilaterais, mas com política social, tolerância religiosa, mais democracia, mais igualdade e educação”.

Em seu discurso, o presidente boliviano comentou a postura de Obama: “Me chamou a atenção o que disse quando assumiu o poder – que havia sido eleito para acabar com as guerras”. Morales confessou ainda o seu desencanto com a postura imperialista assumida por seu homônimo estadunidense: “agora estamos vendo todo o contrário, isso porque o prêmio Nobel da Paz no fundo é o prêmio ‘Nobel da Guerra’”.

Théa Rodrigues, da redação do Portal Vermelho,
Com informações do jornal La Razón

Pesquisa presidencial - Ibope: Marina cai, Dilma abre 22 pontos


José Roberto de Toledo
Daniel Bramatti

Pesquisa nacional Ibope em parceria com o Estado mostra que Dilma Rousseff (PT) abriu 22 pontos sobre a segunda colocada, Marina Silva (sem partido), na corrida presidencial. Em julho, a diferença era de 8 pontos. Desde então, a presidente cresceu em ambos os cenários de primeiro turno estimulados pelo Ibope, enquanto Marina perdeu seis pontos, se distanciando de Dilma e ficando mais ameaçada pelos outros candidatos.

No cenário que tem Aécio Neves como candidato do PSDB, Dilma cresceu de 30% para 38% nos dois últimos meses. Ao mesmo tempo, Marina caiu de 22% para 16%. Aécio oscilou de 13% para 11%, enquanto Eduardo Campos (PSB) foi de 5% para 4%. A taxa de eleitores sem candidato continua alta: 31% (dos quais, 15% dizem que votarão em branco ou anularão, e 16% não sabem responder).


O cenário com José Serra como candidato do PSDB não tem diferenças relevantes: Dilma tem 37%, contra 16% de Marina, 12% de Serra e 4% de Campos. Nessa hipótese, 30% não têm candidato: 14% de branco e nulo, e 16% de não sabe. Não há cenário idêntico a esse em pesquisas anteriores do Ibope para comparar.


Nos dois cenários, Dilma tem intenção de voto superior à soma de seus três adversários: 37% contra 32% (cenário Serra) e 38% contra 31% (cenário Aécio). Isso indica chance de vitória no primeiro turno. Mas convém lembrar que praticamente 1 em cada 3 eleitores não tem candidato e ainda falta um ano para a eleição.

A atual corrida presidencial tem sido marcada por altos e baixos dramáticos. Em março, Dilma chegou a 58% de intenções de voto, segundo o Ibope. Despencou para 30% em julho, e, agora, recuperou um terço dos eleitores que perdera. Essas oscilações podem se repetir até a hora de o eleitor ir às urnas, em 2014.

O Ibope fez a pesquisa entre os dias 12 e 16 de setembro, em 141 municípios de todas as regiões o Brasil. Foram entrevistados 2.002 eleitores, face a face. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, num intervalo de confiança de 95%.

Segundo turno

Não foi apenas no cenário estimulado de primeiro turno que Dilma se distanciou de Marina. Na simulação de segundo turno entre as duas, a petista venceria a rival por 43% a 26%, se a eleição fosse hoje. Em julho, logo depois dos protestos em massa que tomaram as ruas das metrópoles, Dilma e Marina estavam tecnicamente empatadas: 35% a 34%, respectivamente.

Segundo as simulações do Ibope, tanto faz se o candidato do PSDB seja Aécio ou Serra. Se a eleição fosse hoje, a presidente venceria ambos por 45% a 21% num segundo turno. Em julho, estava 38% para Dilma contra 26% de Aécio. Não houve cenário com Serra.

Contra Eduardo Campos, a vitória de Dilma no turno final seria mais fácil: 46% a 14%. Na pesquisa de julho estava 39% a 19%.

Mesmo nas simulações de segundo turno a taxa de eleitores sem candidato (branco, nulo e não sabe) é muito alta: 35% no confronto de Dilma com Aécio, 34% no Dilma versus Serra, 31% no Dilma x Marina, e 40% no cenário Dilma x Eduardo Campos. Isso é sinal de que pode haver mais mudanças pela frente.

Espontânea

Na pesquisa espontânea – aquela em que o eleitor cita seu presidenciável predileto antes que o pesquisador mostre a cartela com o nome dos candidatos -, Dilma foi de 16% para 19%. Os rivais permaneceram onde estavam: Marina ficou com 4%, Aécio permanceu com 5%, Eduardo Campos tem 1% , e Serra tem 3%. As menções a Lula foram de 12% para 11%.

Ainda há 45% de eleitores que não souberam responder e 12% que afirmam que anularão ou votarão em branco. Ou seja, a maioria não tem o nome de um candidato a presidente na ponta da língua.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Indicação da Veja para presidente da república? Não! muito obrigado...


No $erra Nunca Mais

Por que o PSDB quer censurar a internet?


Olhem as propostas e as idéias dos "legais" do PSDB:



Aécio Neves - autor da proposta à minirreforma eleitoral (PLS 441/2012): que pretende criminalizar a crítica política feita pela internet.

Walter Feldman - Inspirado na SOPA norte-americana, criou projeto (PL 3336/2012) para bloquear páginas denunciadas por violação de direitos autorais ou de propriedade

Eduardo Azeredo- Autor do AI-5 digital (PL 84/1999), tipifica como crime vários atos realizados na internet, como baixar músicas ou copiar CDs.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Repórter revela esquema de cachê no auditório de Jô Soares


Ser convidado para participar da primeira fileira do auditório do Programa do Jô [Soares] rende um bom cachê, entregou a repórter/manequim Monica Apor, que estreou na TV fazendo figuração-paga no talk-show.

A remuneração é curiosa porque era mais comum em programas menos procurados e de emissoras miúdas, ou seja, aqueles que ninguém quer ir. Tem agência que manda modelos de graça, em troca apenas da exposição.

Com os auditórios mais disputados do País, até a Globo paga para garantir a beleza ao telespectador e seduzir o anunciante, agregando valor à atração.

Além do cachê, a produção providencia transporte, figurino e maquiagem.

"Inteligência para bater palmas"

Entrevistada pelo CQC, a também modelo Monica Apor dedurou o ex-patrão:
— Comecei [na TV] fazendo a primeira fileira do Jô. É tudo pago, viu gente! E tem que ser inteligente para estar lá, viu.

Foi quando a jornalista, ex-capa da Playboy, concluiu:

— Eles [do Programa do Jô] só pegam modelos que fazem faculdade para ficar na primeira fila. Lá na Globo é tudo tão chique que só "pra bater palma" tem que ser inteligente.

Foi o que disse a repórter, com a boca no microfone da Band, sua atual firma. Inteligente!

A Justa cacetada que Dilma deu nos Estados Unidos


Foi um dos maiores momentos da história diplomática nacional – se não o maior – o discurso de Dilma hoje na ONU.
A justa, exata, forte pancada na espionagem americana simboliza um país que cansou de se colocar de joelhos perante a predação americana.
Os Estados Unidos abusaram da paciência não apenas do Brasil – mas do mundo. Se fosse um filme, eles fariam o papel de policial – mas um policial que, nos bastidores, é um criminoso intensamente perigoso.
A fala de Dilma consagra, também, o bravo Snowden, o jovem americano que sacrificou uma vida mansa no Havaí para expor ao mundo um esquema de espionagem planetário de extrema delinquência.
Não é de hoje que a política externa americana é um horror. Leia – recomendo vivamente – “A História do Povo Americano”, de Howard Zinn.
Nas Filipinas, no México, em Cuba, na Coreia, na Guatemala, no Irã, no Vietnã, no Iraque, no Afeganistão, em tudo que é lugar em que se meteram os Estados Unidos levaram praticamente desde sua independência destruição e exploração. Com sua política predatória sistemática no Oriente Médio, os americanos acabaram por se tornar uma fábrica de terroristas: jovens islâmicos em quantidade crescente se revoltam, se radicalizam e, desesperados, morrem e matam em seu ódio aos Estados Unidos.
É tal a raiva que os americanos despertam no mundo árabe que cresceram lá extraordinariamente, nos últimos meses, atentados de soldados locais treinados por tropas ocidentais. Teoricamente aliados, tais soldados simplesmente se viram e atiram contra forças americanas, britânicas etc.
No próprio Brasil, os americanos tiveram participação expressiva – com a famigerada CIA — no golpe militar que acabaria transformando o país no campeão mundial da iniquidade.
Os horrores americanos apenas se tornaram mais claros hoje graças à disseminação ampla de informações pela internet.
É neste quadro novo que entra o Wikileaks, que mostrou a guerra do Iraque como ela é, e não como os americanos fingiam que era.
E é aí também que brilha Snowden.
Snowden, caçado, ajudou as pessoas a entender melhor o mundo. De quantas pessoas se pode dizer o mesmo?
No Diário do Centro do Mundo

MULHER TEM QUE SER SANTA?

A cultura machista:



Um beijo entre deputados italianos por mais direitos LGBT (com vídeo)

Dezanove

Um grupo de legisladores italianos ensaiou um beijo para interromper um debate que decorreu na passada sexta-feira como protesto à falta de leis na defesa da população LGBT italiana. Em causa está uma medida aprovada, no dia anterior, que estende a lei de anti-descriminação de 1993 aos casos de “crimes motivados por homofobia e transfobia”. O jornal La Republica avança que a lei foi aprovada com 354 votos contra 79, pela Câmara de Deputados. No entanto, o PdL, Partido de Silvio Berlusconi, terá feito declarações no sentido da mesma não ser aprovada pelo Senado italiano.

Um grupo de deputados do partido M5S (Movimento 5 Estrelas), como forma de protesto ao possível chumbo da lei, levantou-se durante a discussão para beijar e/ou abraçar uma pessoa do mesmo sexo, enquanto outras seguraram cartazes apelando a “mais direitos” LGBT na Itália. Defendem a “igualdade de direitos e dignidade sem género. Porque um beijo e um abraço não devem ser assustadores”.
Ainda que a lei venha a ser aprovada, os grupos LGBT têm-se manifestado negativamente sobre o conteúdo do projecto, alegando que esta pode ser uma lei “inútil”. Explicam que o projecto original, apresentado em Outubro de 2012, terá sofrido alterações significativas por pressão dos partidos da direita. Assim, a lei é considerada “perigosa” porque embora penalize a homofobia e transfobia, não prevê a descriminação com base na “orientação sexual” e “identidade de género”, conceitos que não são omissos no projecto de lei.
Esta notícia surge numa altura em que a Itália, tem sido reconhecida pela Amnistia Internacional, como um dos países mais homofóbicos/transfóbicos na União Europeia. Falham, principalmente na implementação de leis anti-disciminatórias com base na orientação sexual e identidade de género, onde estes crimes não são considerados crimes de ódio.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Em sete anos, Lei Maria da Penha acumula 700 mil ações contra agressores

Por Hylda Cavalcanti, RBA

Números expressivos mostram acerto da lei, mas não escondem os entraves que ainda impedem sua aplicação mais efetiva e universal


Maria da Penha Fernandes, que inspirou a lei, é símbolo da luta das mulheres e da impunidade dos agressores

Brasília – Exatos sete anos após entrar em vigor, em 22 de setembro de 2006, a Lei Maria da Penha acumula perto de 700 mil procedimentos judiciais contra agressores de mulheres no Brasil, entre atendimentos, medidas de proteção e prisões, segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Até março deste ano, data do último mapeamento, eram 677.987 ações. O CNJ não tem dados atualizados sobre quantas dessas viraram efetivamente processos criminais. A informação mais recente a esse respeito é de 2009, quando, de 400 mil casos, 80% (ou 330 mil) tinham seguido adiante na Justiça, com quase 80 mil sentenças definitivas e nove mil prisões provisórias ou em flagrante.
Expressivos, os números mostram o acerto da lei, mas não escondem que ainda há muito por fazer. As 80 mil sentenças definitivas correspondem a apenas 20% casos registrados até 2009. E as prisões equivalem a pouco mais de 2%
Em os entraves que impedem a aplicação mais efetiva e universal da lei, segundo quem lida diretamente com o tema, é a carência de varas e juizados especializados no atendimento a mulheres vítimas de violência. São 66 hoje em todo o país. Para o CNJ, deveriam ser pelo menos 120.
Já as Delegacias da Mulher, embora presentes em vários municípios, geralmente não têm estrutura adequada de atendimento, como equipes multidisciplinares (psicólogos, médicos, assistentes sociais) e funcionamento 24 horas.
“Temos delegacias especializadas em todo o país, mas muitas ficam fechadas nos finais de semana e à noite, horários em que as mulheres mais precisam ter referências sobre aonde ir”, relatou a secretária de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki, para quem ainda há muito a fortalecer no sistema de proteção à mulher.
Além disso, as instituições diretamente ligadas ao tema detectam falta de agilidade na decretação das medidas de proteção – como obrigação de que determinado homem se mantenha a certa distância da vítima.

Políticas públicas

“As coisas têm mudado, mas não com a rapidez que a mulher deseja. Essa mudança, infelizmente, tem acontecido mais nas grandes cidades. As pequenas ainda não contam com políticas públicas que atendam de maneira satisfatória. A maioria dos estados ainda necessita trabalhar mais essa questão, oferecer equipamentos, principalmente os Centros de Referência da Mulher e as Delegacias da Mulher. Quando existe um destes locais numa determinada cidade, com equipe multidisciplinar preparada para atender uma vítima de violência, a mulher, que chega muito fragilizada, se sente encorajada a denunciar”, atesta a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, cujo caso deu nome à lei.
Maria da Penha é símbolo tanto da luta contra a violência de gênero quanto da impunidade aos agressores. Em 1983, seu então marido tentou matá-la duas vezes, primeiro a tiros, depois por eletrocução. Devido à sequência de agressões, ela ficou paraplégica. Ele acabaria condenado a oito anos de cadeia, mas ficou preso só dois e está livre até hoje.
No final de agosto, com o encerramento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a violência contra a mulher – solenidade que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff – foram anunciadas novas políticas públicas com o objetivo de ampliar o trabalho de proteção – entre elas a instalação de casas de apoio em todos os estados.
O relatório final da comissão sugeriu 13 projetos de lei, que já estão tramitando na Câmara ou no Senado. Vários foram aprovados em ao menos uma das duas casas. O mais emblemático é o que altera o Código Penal e a Lei dos Crimes de Tortura para incluir a tipificação de um novo crime, intitulado “feminicídio”.

Efetividade

Entre 2002 e 2012, 43,7 mil mulheres foram assassinadas em circunstâncias associadas à violência doméstica. Os estados com maior incidência são Espírito Santo, Alagoas e Paraná – mais de seis mortes para cada 100 mil habitantes.
“Poucas leis foram tão disseminadas quanto essa, mas precisamos evoluir também no campo do comportamento. Lamentavelmente, ainda estamos vivendo um clima de aplicação da mesma. A lei precisa ser aplicada sim, mas ela precisa ter a efetividade que deveria”, afirmou o desembargador Ney Freitas, ex-conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e quem coordenou as últimas pesquisas do órgão sobre o tema.
A pesquisa concluída em março, que cruza dados do Mapa da Violência, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, mostra que a região brasileira com mais unidades judiciais específicas é o Sudeste, com 20.
O Centro-Oeste conta com 16 unidades, mas dez delas estão concentradas no Distrito Federal. Nos demais estados da região, o atendimento é precário e superlotado, com uma única vara ou juizado. No Nordeste, são 15 unidades. No Sul, apenas três, uma em cada estado.

Agressões físicas

Dados da Secretaria de Política para Mulheres mostram que a agressão física ainda é o mais comum dos crimes, presente em 44,2% dos casos registrados na polícia ou diretamente no Judiciário. Depois vêm a agressão psicológica (20,8%) e a agressão sexual (12,2%).
Com mulheres entre 20 e 50 anos, o parceiro é o principal agente agressor. Até os nove anos e depois dos 60, a violência na maior parte das vezes vem de pais e filhos, respectivamente.
Os estados com mais inquérito policiais registrados nestes sete anos são o Rio de Janeiro (43 mil), o Rio Grande do Sul (39 mil) e Minas Gerais (21 mil). O Rio também tem o maior número de ações penais encaminhadas (16 mil), seguido de Mato Grosso (15 mil) e Pará (11 mil).
Isso não significa, necessariamente, que estes sejam os lugares campeões de violência de gênero, mas aqueles em que as mulheres têm mais disposição, meios ou garantias para fazer a denúncia.
O medo de acusar o agressor ainda é grande, seja pela perspectiva de impunidade, seja por questões culturais, conforme ressalta a ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para Mulheres.
“Se as mulheres não denunciarem, não existe crime. Como podemos acabar com a impunidade sem a denúncia? Assim a lei não pode ser aplicada”, enfatizou.

Chantagens, ameaça e medo

Mas essa nunca é uma decisão fácil de tomar, como relata a administradora de empresas A.C.S., uma da 700 mil mulheres que procuram o amparo da lei nos últimos anos.
“Acho que a transformação maior é a que vem de dentro de nós. Convivi por 20 anos com um marido que me batia. Quando resolvi dar um basta e me separar, sofri tantas chantagens e ameaças de morte que preferi voltar atrás da decisão. Por sorte, tive uma prima que morava em outro estado, me convenceu e me acolheu. Pude iniciar a vida, oficializar o divórcio com direito à partilha dos bens acumulados e ainda indiciá-lo pela Lei Maria da Penha. Mas posso dizer: não foi nem está sendo fácil”, relatou ela, que nasceu e construiu sua vida no Distrito Federal, mas hoje mora em outro estado.
Sem nunca ter trabalhado, de família classe média, a administradora contou que enfrentou grandes dilemas consigo mesma e com alguns integrantes mais próximos da família, como irmãos e filhos, que lhe pediam para não denunciar o marido.
Mesmo hoje, não se sente à vontade de voltar a Brasília, de onde saiu quando resolveu processar o companheiro e dar um basta às agressões.
“É preciso mais apoio para a aplicação da lei e maior estrutura sim, mas o mais importante é dar às mulheres um reforço moral, para que tenham coragem. Porque, apesar de ser uma violência que agride muito, sobretudo internamente, já que parte na maioria das vezes de pessoas que amamos, a denúncia ainda consiste numa questão cultural. E nós não conseguimos mudar totalmente essa cultura”, disse.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Primeira Expo-Cu - A exposição que deu o que falar em Paris

Faço minhas as palavras do mestre Raul Santos Seixas: "Quando acabar, o maluco sou eu!"

Cu também é cultura, de acordo com uma Galeria de Arte de Paris. Confira abaixo:







O Cu é o que nos une a todos numa condição única.
Cu todo mundo tem.

Richa sobre professores: “não dá para ter diálogo com esse tipo de gente”; assista


O governador Beto Richa (PSDB) irritou-se mais uma vez com professores e funcionários de escolas públicas que lhe fazem marcação cerrada, no interior do estado, cobrando pagamento de R$ 50 milhões atrasados.
Ao discorrer sobre reformas em escolas, no último final de semana, o tucano classificou o sindicato da categoria como entidade que defende interesses partidários.
“Não dá para ter diálogo com esse tipo de gente”, disse o governador, ao relatar conversa que teve com manifestantes que seguravam faixas.
Esta não é a primeira vez que Richa se estranha com educadores. Em 2010, ainda na campanha, ele chamou professores de “laranjas podres” durante comício em Apucarana.
Assista ao vídeo:
Via Blog do Esmael

Documentos sugerem que presidentes militares comandavam centros de tortura

Organogramas apresentados pela Comissão de Verdade de São Paulo mostram cadeia de comando da repressão

Figueiredo e Médici
São Paulo – A ideia de “porões da ditadura” para definir locais ocultos onde se torturava e matavam os opositores do regime militar e militantes de esquerda é falsa, segundo constatação da Comissão da Verdade estadual de São Paulo. Em audiência realizada hoje (20) na Assembleia Legislativa, a comissão apresentou documentos em que fica claro que o aparato da repressão funcionava com base numa cadeia do comando e num organograma de Estado.

A oitiva “Os ditadores, o sistema de repressão política e a cadeia de comando” teve a participação dos presidentes da Comissão Municipal da Verdade Vladimir Herzog (da Câmara Municipal paulistana), o vereador Gilberto Natalini (PV), e da Comissão Nacional da Verdade, Rosa Cardoso.

Segundo as pesquisas desenvolvidas pela comissão paulista, o sistema que começava no estado de São Paulo, por exemplo, funcionava a partir da Operação Bandeirante (OBAN) e chegava ao ditador, o presidente da República. A OBAN se reportava ao Destacamento de Operações de Informações (DOI), e a cadeia de comando seguia na sequência: Centro de Operações de Defesa Interna (CODI), chefia do Estado Maior do Segundo Exército, Estado Maior das Forças Armadas, Sistema Nacional de Informações (SNI) e, por fim, presidente da República.

Segundo o coordenador da comissão paulista, Ivan Seixas, o estudo e a sistematização dos aparatos repressivos demonstram claramente que “o torturador não está num porão, mas no sistema, através do qual ele se reporta por fim ao ditador, chamado Presidência da República”.

A comissão paulista pretende desmontar a visão segundo a qual torturadores e assassinos da ditadura (1985-1964) cometiam excessos não autorizados pelos comandos e pela alta patente da República.

“Porões dão a ideia de algo escondido, sem controle. A partir de agora vamos começar a trazer documentos para mostrar que não era nada por acaso, mas vinha do gabinete do presidente da República”, diz Adriano Diogo, presidente do colegiado.

Não foi por acaso, por exemplo, que o governador de São Paulo Roberto Abreu Sodré e seu secretário de Segurança Pública, Hely Lopes Meireles, foram os dois principais organizadores da Operação Bandeirante, lançada oficialmente em junho de 1969.

“Eram os homens de confiança do presidente da República que assumiam os órgãos públicos”, afirma Diogo. Um dos mais renomados é Carlos Alberto Brilhante Ustra, chefe do DOI-Codi, órgão do Segundo Exército, por quatro anos (1970-1974). Ele comandava seções de tortura pessoalmente.

USP

No âmbito do estado de São Paulo, o sistema de espionagem passava pelos órgãos vinculados ao governo, entre os quais um dos mais caros ao regime era a Universidade de São Paulo.

Um documento apresentado pela Comissão da Verdade mostra a participação direta do gabinete da reitoria da USP no monitoramento de atividades acadêmicas e eventos políticos de iniciativa de então jovens lideranças.

O documento “Confidencial” trata de informações de atividades relacionadas à Semana dos Direitos Humanos e data de 24 de novembro de 1975. O reitor da USP na época era Orlando Marques de Paiva.

No cabeçalho, pode-se ver o trâmite das informações que passam pela DSI (Divisão de Segurança e Informação) do Ministério da Educação e SNI. Cada ministério tinha uma DSI.

“No período de 10 a 15 de novembro de 1975, realizou-se a Semana de Direitos Humanos na Igreja de São Domingos, situada na rua Caiubi-164-Perdizes-SP”, diz o documento. A seguir, lista as entidades que promoveram o evento, quase todas grêmios estudantis. Mas a relação inclui a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo.

A comissão da verdade mostrou um documento da Marinha, datilografado, em que se define o Sistema Nacional de Informações (Sisni) como “o conjunto de órgãos destinados a produção de informações em proveito da política de segurança e da política de desenvolvimento do país”.

Segundo o documento, o Serviço Nacional de Informações (SNI), “o órgão de cúpula do Sisni, tem como clientes principais” o presidente da República, “em primeira prioridade”, o Conselho de Segurança Nacional e sua Secretaria-Geral. Eram considerados “clientes eventuais do SNI” o poder Judiciário e o poder Legislativo.

Eduardo Maretti
No RBA via Contexto livre
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