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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Cuba, o pequeno país com vocação internacionalista

Cuba comemora 55 anos em Revolução, que em 1º de janeiro de 1959 iniciou profundas transformações internas, mas também situou o pequeno país caribenho em uma posição de vanguarda no cenário internacional.



Poucos podiam imaginar então que o processo liderado por Fidel Castro se transformaria em referência para milhões de pessoas em todo o mundo.

"Farol da liberdade", foi uma das expressões que acompanharam o país antilhano, que despertou esperanças em outros povos enquanto suscitava a permanente hostilidade do vizinho Estados Unidos, a maior potência do planeta.

Profundas reformas agrária e urbana, nacionalização de empresas e de setores vitais da economia, campanha de alfabetização, universalização da educação, entre outras medidas, colhiam simpatia fora do país.

Esse apoio se multiplicou popularmente em sintonia com o empenho de Washington de isolar Cuba, que foi expulsa da Organização de Estados Americanos, considerada em Havana ministério das colônias dos Estados Unidos.

A invasão mercenária pela Baía dos Porcos, os ataques piratas, o apoio aos grupos contrarrevolucionários, os atentados e outras formas de agressão e uma permanente campanha de difamação acrescentavam os temperos ao caldo da solidariedade.

Cuba, que tomou medidas em sua defesa, esteve no centro do confronto leste-oeste durante a chamada crise dos mísseis. Na ocasião o líder Fidel Castro se destacou ao demarcar posturas de princípios frente aos acordos negociados entre Washington e Moscou para pôr fim àquela crise.

A capital cubana virou um ponto de encontro de lutadores independentistas, intelectuais de vanguarda e outras personalidades que buscavam uma mudança na América Latina e no mundo.

Na capital, no hotel Habana Libre (antes Habana Hilton) aconteceu a Primeira Conferência de Solidariedade com os Povos da Ásia, África e América Latina. Amílcar Cabral, Augusto Turcios Lima e outros lutadores anticolonialistas e revolucionários fizeram lá um compromisso de luta e transformação.

Em compasso com os acordos daquela reunião, conhecida como a Tricontinental, combatentes cubanos se uniram ao movimento de libertação dos povos africanos. O chamado Congo belga, Guiné Bissau, entre outros territórios sob domínio colonial, conheceram o internacionalismo da ilha.

Tropas cubanas foram determinantes, anos depois, para preservar a independência de Angola, conseguir a da Namíbia e dar um golpe decisivo ao regime sul-africano do Apartheid.

Equipes de médicos cubanos estiveram junto a outros povos em momentos de adversidade. Assim ocorreu quando países como Nicarágua, Peru, Chile, Armênia, Indonésia, Paquistão e Haiti sofreram devastadores terremotos.

De Havana foi impulsionada a Operación Milagro, para devolver a visão às pessoas necessitadas. Desde seu início, em 2004, este programa beneficiou 34 países da América Latina, do Caribe e da África.

Fiel à sua vocação humanitária e internacionalista, Cuba formou o Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastres e Graves Epidemias, que até hoje atendeu mais de três milhões de prejudicados e realizou mais de 33 mil intervenções cirúrgicas.

Nestes anos, a pequena ilha caribenha formou milhares de profissionais de numerosos países do Terceiro Mundo. Muitos deles hoje têm responsabilidades importantes de Estado ou governo.

Em Cuba se formaram, entre 2005 e 2011, 9.960 médicos de 58 países. Outro dado na matéria: mais de 21 mil estudantes de 122 países se formam como profissionais da saúde.

A Organização das Nações Unidas para a Educação e a Cultura (Unesco) reconhece o país como o primeiro da América Latina e do Caribe a erradicar o analfabetismo.

Professores da ilha também o combateram em Angola, Nicarágua, Venezuela, Bolívia e outros países. O método “Yo, sí puedo”, criado por uma pedagoga cubana, foi aplicado em 29 países e em vários idiomas como um remédio contra a ignorância.

Apesar de ser um pequeno país do Caribe, a República de Cuba desenvolve uma ativa política internacional, tanto no seio das Nações Unidas, como em outros fóruns e organizações da área mundial e regional.

A diplomacia cubana tem sido defensora da soberania e autodeterminação de outros povos, e trincheira contestatária contra o imperialismo, o colonialismo, o Apartheid, o sionismo e outras formas de opressão e discriminação.

Sua voz, amplificada, foi escutada para denunciar guerras e invasões em países do Terceiro Mundo. "Pelo Vietnã, até a última gota de sangue" foi uma frase do presidente Fidel Castro que marcou o sentimento dos cubanos para o gesto do povo de Ho Chi Min.

Nos últimos 55 anos a ilha representou, em duas ocasiões, a América Latina no Conselho de Segurança da ONU. Também desempenhou intensa atividade na outrora Comissão de Direitos Humanos e foi eleita em duas ocasiões para integrar o Conselho de Direitos Humanos, com sede em Genebra.

Durante 22 anos consecutivos a Assembleia Geral da ONU aprovou a iniciativa cubana intitulada "Necessidade de por fim ao bloqueio econômico, financeiro e comercial dos Estados Unidos da América contra Cuba".

A última votação, em 29 de novembro passado, teve 188 votos a favor, dois contra (Estados Unidos e Israel) e as abstenções de Palau, Micronésia e Ilhas Marshall.

Cuba presidiu, em duas ocasiões (1979-1982 e 2006-2009), a presidência do Movimento de Países Não Alinhados, integrado por 144 países do Terceiro Mundo. Havana foi sede de novas Cúpulas do MNoal e da 9ª Cúpula Ibero-americana em novembro de 1999.

A Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA) tem Cuba como membro fundador e propulsora de novas formas de integração e relacionamento entre os países.

A Caricom, a Comunidade do Caribe, tem uma relação especial com Cuba, que comemorou recentemente 40 anos de vínculos forjados na geografia, história, cultura, apoio na formação de profissionais e outras formas de colaboração com essas ilhas.

Não é mero acaso que a presidência pro tempore de Cuba na Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) teve entre seus principais propósitos uma maior inserção e integração com as pequenas nações caribenhas.

Antes que termine o primeiro mês de 2014, quando a Revolução Cubana inicia seu 56º ano, Havana acolherá os chefes de Estado e de Governo dos 33 países latino-americanos e caribenhos.

Será outra meta na vocação internacionalista deste pequeno país, cujo Herói Nacional, José Martí, escreveu no século 19, que toda a grandeza do mundo cabe em um grão de milho.

Fonte: Prensa Latina Via Portal Vermelho

31 de Dezembro na história

1978 - Dia do fim do Ato 
 
Fim do Ato Institucional nº 5, após 10 anos de arbítrio, dentro da “distensão lenta, gradual e segura” do gen. Geisel. Extintas também as penas de morte, prisão perpétua e banimento.
Geisel
visto por
Loredano
 
 
1834:Morre em Barcarena, PA, o cônego Batista Campos, precursor da Cabanagem.
  
1835: 
Tropa francesa ocupa fortim do lado direito do Oiapoque (AP).
  
1862:
Frota inglesa bloqueia o Rio e apresa 5 naves brasileiras, no quadro da Questão Christie.
  
1896:
Manaus, no auge da borracha, inaugura o teatro Amazonas.
  
1925:
1ª Corrida de São Silvestre, São Paulo.
  
1930:
Emboscada do chefe sandinista Miguel Ortez contra patrulha de marines dos EUA em Achuapa, Nicarágua.
  
1935:
Decreto pune oficiais da ANL.
  
1958:
Os guerrilheiros de Cien Fuegos e Guevara tomam a cidade de Sta Clara, Cuba.
  
1972:
Morto no 4º dia de tortura, no DOI-Codi-SP, Carlos Danieli, 43 anos, PCdoB. Nada revela. Escreve na parede da cela: “Este sangue será vingado”.  
Danieli, com
a esposa
Marilda, no
Espírito Santo
  
1974:
A Venezuela nacionaliza a indústria do ferro.
  
1979:
2 homens seqüestram, ferem e abandonam nu em Porto Alegre o cardeal Vicente Scherer.
  
1983:
Golpe militar na Nigéria.

No Vermelho

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Os jornalistas mais reacionários de 2013

Por  no DCM


Bem, final de ano é tempo de retrospectiva.
O DCM acompanhou a mídia com atenção, e então vai montar sua seleção de jornalistas do ano, o Time dos Sonhos do atraso e do reacionarismo, o TS, o melhor do pior que existiu na manipulação das notícias.
A cartolagem é parte integrante e essencial do TS: Marinhos, Frias, Civitas, Mesquitas etc.
À escalação:
No gol, Ali Kamel, diretor de jornalismo da TV Globo. Devemos a ele coisas como a magnífica cobertura da meia tonelada de cocaína encontrada no famoso Helicóptero do Pó, pertencente à família Perrella.
Kamel é também notável pela sagaz tese de que não existe racismo no Brasil, algo facilmente comprovável pelo número de colegas negros de Kamel na diretoria da Globo.
Na ala direita, dois jogadores, porque pela esquerda ninguém atua. Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes são os selecionados. Os blogueiros da Veja são entrosados, e pô-los juntos facilita o trabalho de treinamento do TS.
Azevedo se notabilizou, em 2013, por ser comparado por diferentes mulheres a diferentes animais, de pato a rottweiler.
Nunes brilhou por lances de genialidade e inteligência – e total ausência de preconceito —  como chamar Evo Morales de “índio de franja” e classificar Lula de “presidente retirante”.
Uma disputa interessante entre Nunes e Azevedo é ver quem utilizou mais a palavra “mensaleiros”. Gênios.
Na zaga, uma inovação: duas mulheres. Temos a cota feminina no TS do DCM. Eliane Cantanhede, colunista da Folha, e Raquel Scherazade, a versão feminina de Jabor.
Ambas defenderam valentemente o país dos males do lulopetismo, e fizeram a merecida apologia de varões de Plutarco da estatura de Joaquim Barbosa, o magistrado do apartamento de Miami.
No meio de campo, três jogadores de visão: Jabor, Merval e Míriam Leitão. Sim, a cota feminina subiu durante a montagem do TS.
Jabor se celebrizou em 2013 pela rapidez com que passou da condenação absoluta à louvação incondicional das jornadas de junho quando seus superiores na Globo lhe deram ordem para mudar o tom.
Merval entrará para a história pelo abraço fraternal em Ayres de Britto, registrado pelas câmaras. Merval conseguiu desmontar a tese centenária e mundialmente reverenciada de Pulitzer de que jornalista não tem amigo.
E Míriam Leitão antecipou todas as calamidades econômicas que têm assaltado o país, a começar pela redução da desigualdade e pelo nível de emprego recorde.
Numa frase espetacular em 2013, Míriam disse que só escreve o que pensa. Aprendemos então que ela é tão igual aos patrões que poderia ser o quarto Marinho, a irmãzinha de Roberto Irineu, João Roberto e Zé Roberto.
No ataque, dois Ricardos, também para facilitar o entrosamento. Ricardo Setti e Ricardo Noblat. Setti foi uma revelação, em 2013, no combate ao dilmismo, ao lulismo, ao bolivarianismo, ao comunismo ateu e à varíola. Noblat já é um jogador provado, e dispensa apresentações. Foi o primeiro blogueiro a abraçar a honrosa causa do 1% no Brasil.
Para completar o trio ofensivo, Eurípides Alcântara, diretor da Veja. Aos que temiam que a Veja pudesse se modernizar mentalmente depois da morte de Roberto Civita, Eurípides provou que sempre se pode ir mais adiante.
Suas últimas contratações são discípulos de Olavo de Carvalho, o astrólogo que enxerga em Obama um perigoso socialista. Graças a Eurípides, em todas as plataformas da Veja, o leitor está lendo na verdade a cabeça privilegiada de Olavo.
Na reserva do TS, e abrindo espaço para colunistas que não sejam necessariamente jornalistas, dois selecionados.
O primeiro é Lobão, novo colunista da Veja e novo olavete também. No Roda Viva, Lobão defendeu sua reputação de rebelde ao fugir magistralmente de uma pergunta sobre o aborto.
O outro é o professor Marco Antônio Villa, que conseguiu passar o ano sem acertar nenhuma previsão e mesmo assim tem cadeira cativa em todas as mídias nacionais.
O patrono do TS é ele, e só poderia ser ele: José Serra.
Mas Joaquim Barbosa pode obrigar Serra a cedê-la a ele, JB, nosso Batman, nosso menino pobre que mudou o Brasil e, nas horas vagas, arrumou um emprego para o júnior na Globo.

Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

As 14 características do homem perfeito


Ilustração baseada no Kama Sutra

QUE CARACTERÍSTICAS você, homem, deve ter para interessar aquela criatura suave e cruel, delicada e tirânica, sublime e miserável, generosa e avarenta, capaz de nos levar ao céu e logo depois à sarjeta, mas, em duas palavras, irresistível e incomparável, portanto insubstituível — a fêmea?
Bem, você definitivamente não é o primeiro a se formular essa questão tão complexa, nem será o último. Um sábio indiano, Vatsayana, que viveu numa época que não se sabe precisamente, mas que estudiosos chutam em algum ponto entre os séculos IV e VI AC, se deteve na pergunta fundamental, a mãe de todas, da vida de um homem. Ele é o autor, ou pelo menos se imagina que seja, do Kama Sutra, que está longe de ser o manual erótico que muitos pensam que é sem ter lido, depois de ver apenas algumas ilustrações e ouvir de orelha dizerem que é.
Para facilitar a minha vida e a sua, vou colar um trecho da Wikipedia sobre o Kama Sutra e Vatsayana:
“Ao contrário do que muitos pensam, o Kama Sutra não é um manual de sexo, nem um trabalho sagrado ou religioso. Ele também não é, certamente, um texto tântrico. Na abertura de um debate sobre os três objetivos da antiga vida hindu – Darma, Artha e Kamadeva – a finalidade do Vatsyayana é estabelecer kama, ou gozo dos sentidos, no contexto. Assim, Darma (ou vida virtuosa) é o maior objetivo, Artha, o acúmulo de riqueza é a próxima, e Kama é o menor dos três.”
Bem, de volta ao Planeta Terra. Vatsayana, de cujo Kama Sutra recomendo vivamente a leitura, elaborou uma lista de atributos do homem a quem elas entregam o coração, a alma e as demais coisas menos elevadas espiritualmente que, francamente, também interessam a nós. São 14. Aos homens, sugiro que vejam em quantos se enquadram. Caso se dêem bem serão o objeto invejado e admirado de fêmeas.
Se não pontuarem bem, têm uma boa lição de casa, desde que persistentes e, mais que tudo, humildes para reconhecer fraquezas. Às mulheres, recomendo que verifiquem o grau de acerto ou não do velho indiano que investigou os mistérios metafísicos e físicos do amor.
Os homens ideais, segundo ele, são:
1) os versados na ciência do amor;
2) os que têm habilidade para contar histórias;
3) os que conhecem as mulheres desde a infância;
4) os que conquistaram a confiança delas, mulheres;
5) os que lhes enviam presentes;
6) os que falam bem;
7) os que fazem coisas de que elas gostam;
8 ) os que nunca amaram outras mulheres;
9) os que conhecem seus pontos fracos;
10) os que gostam de festas;
11) os liberais;
12) os que são famosos por sua força;
13) os empreendedores e corajosos;
14) os que superam os demais homens em cultura, aparência, boas qualidades e generosidade.
Sobre o Autor
O cubano Fabio Hernandez é, em sua autodefinição, um "escritor barato".


Via DCM

30 de Dezembro na história

  
 Charge da época, em A Careta 
 1930 - Dia do Com que Roupa? 
 Noel Rosa grava pela Phono-Arte o samba Com que Roupa? O estrondoso sucesso (15 mil cópias) estende-se pelo século. "É sobre o Brasil. O Brasil de tanga", explica o autor. 
 
1830:D. Pedro I viaja a MG ao som de dobres de finados pela morte de Líbero Badaró, atribuída à repressão imperial.
  
1888: 
Guarda Negra (formada por ex-escravos monarquistas) interrompe pela violência conferência republicana de Silva Jardim no Rio.
  
1905:
Criado o 4º (e atual) Banco do Brasil.
  
1911:
A revolução do Kuomitang proclama Sun Yat-sen, 45 anos, 1º presidente da China.
  
1918:
Fundação do PC da Alemanha, que rapidamente atrai a ala esquerda das bases social-democratas.
  
1922:
Congresso dos Sovietes cria a URSS (União Soviética).
  
1968:
1ª lista de cassações pós-AI-5, encabeçada pelo dep. Márcio Moreira Alves.  
  
1977:
O Vietnã invade o Camboja para ajudar a derrubar o regime de Pol Pot.
  
1992:
O Senado vota o impeachment de Collor (76 votos a 3). Condenado por crime de responsabilidade, este perde o direito de concorrer em eleições e ocupar cargos públicos até 2000.
Collor por
Chico Caruso
 

Mulheres tornam-se mães com mais idade e mortalidade masculina é maior


Em 2012, as Estatísticas do Registro Civil do IBGE trazem a série revisada dos sub-registros de nascimento (aqueles não registrados no ano em que ocorreram ou nos primeiros três meses do ano seguinte). Em apenas um ano, o percentual de sub-registros caiu de 8,2%, em 2011 para 6,7%, em 2012. Desde 2002 (20,3%), a queda foi de 13,6 pontos percentuais.

Caiu a proporção de nascimentos cujas mães eram dos grupos etários mais jovens, enquanto cresceu nos grupos acima de 30 anos. Mas o percentual de nascimentos cujas mães tinham até 15 anos de idade permaneceu estável, oscilando de 0,7% em 2002 para 0,8% em 2012.

A mortalidade masculina permanece maior em alguns grupos etários, principalmente os de 15 a 19 anos e de 20 a 24 anos, nos quais a proporção de óbitos masculinos em relação aos femininos superou a razão de 4 para 1. Entre os óbitos infantis registrados, 50,8% foram neonatais precoces, isto é, de crianças com até seis dias de vida.

O número de nascimentos registrados em 2012 (2,8 milhões) ficou estável em relação a 2011, com redução apenas na região Nordeste (de 808,4 mil para 792,1 mil). O chamado sub-registro (conjunto de nascimentos não registrados no ano ou até o fim do primeiro trimestre do ano seguinte) caiu de 8,2% para 6,7% em um ano. Em 2002, o percentual era 20,3%.

Os óbitos infantis são analisados em três componentes: neonatal precoce (crianças de 0 a 6 dias), neonatal tardia (de 7 a 27 dias) e pós-neonatal (de 28 a 364 dias).
Em 2012, 50,8% dos óbitos infantis registrados foram neonatais precoces, 31,9% foram pós-neonatais e 17,3%, neonatais tardios, mas os percentuais de óbitos pós-neonatais permanecem significativos. No Brasil, a mortalidade pós-neonatal prevaleceu até o final da década de 1980, quando então, começaram a predominar as componentes neonatais (precoce e tardia) que, em 2012, representaram 68,1% dos óbitos de menores de 1 ano.


Com os avanços nas áreas de saneamento e saúde, os óbitos infantis tendem a se concentrar na componente neonatal precoce. Em países mais desenvolvidos e menos desiguais, 90% da mortalidade infantil se concentra entre 0 a 6 dias de idade.

domingo, 29 de dezembro de 2013

O exemplo uruguaio

MARIO VARGAS LLOSA - O Estado de S.Paulo

Foi muito feliz a revista The Economist ao declarar o Uruguai "o país do ano" e qualificar como admiráveis as duas reformas liberais mais radicais tomadas em 2013 pelo governo do presidente José Mujica: o casamento gay e a legalização e regulamentação da produção, venda e consumo de maconha.

'Pepe' Mujica, de sandálias, na posse do ministro da Economia
FotoMatilde Campadonico/AP
É extraordinário que ambas as medidas, inspiradas na cultura da liberdade, tenham sido adotadas pelo governo de um movimento que, originalmente, não acreditava na democracia, mas na revolução marxista-leninista e no modelo cubano de autoritarismo vertical e de partido único. Desde que subiu ao poder, o presidente Mujica, que em sua juventude foi um guerrilheiro tupamaro, assaltou bancos e passou muitos anos na cadeia, onde foi torturado durante a ditadura militar, tem respeitado escrupulosamente as instituições democráticas - a liberdade da imprensa, a independência dos poderes, a coexistência de partidos políticos e eleições livres - assim como a economia de mercado, a propriedade privada, estimulando os investimentos estrangeiros.

A política desse simpático velhinho estadista, que fala com uma sinceridade insólita num governante, embora isso signifique equivocar-se de vez em quando, vive de maneira muito modesta em sua chácara nos arredores de Montevidéu, e viaja em classe econômica, conferiu ao Uruguai uma imagem de país estável, moderno, livre e seguro, o que lhe permitiu crescer economicamente e avançar na justiça social, estendendo os benefícios da liberdade em todos os campos, e vencendo as pressões de uma minoria recalcitrante da coalizão.

É preciso lembrar que o Uruguai, diferentemente da maior parte dos países latino-americanos, cultiva uma antiga e sólida tradição democrática, a ponto de, quando eu era criança, o pais oriental ser chamado de "a Suíça da América" em razão da força de sua sociedade civil, da firmeza da legalidade e de suas Forças Armadas respeitadoras de governos constitucionais. Além disso, principalmente depois das reformas do "battlismo", que reforçaram o secularismo e criaram uma poderosa classe média, a sociedade uruguaia tinha uma educação de primeiro nível, uma vida cultural muito rica e um civismo equilibrado e harmonioso, invejado por todo o continente.

Lembro de como fiquei impressionado ao conhecer o Uruguai em meados dos anos 60. Um país onde as diferenças econômicas e sociais eram muito menos cruas e extremas do que no restante da América Latina, e no qual a qualidade da imprensa escrita e radiofônica, seus teatros, livrarias, o alto nível do debate político, sua vida universitária, artistas e escritores - e principalmente, o punhado de críticos e a influência que eles exerciam - e a liberdade irrestrita que se respirava em toda parte o aproximavam muito mais aos países europeus mais avançados do que aos seus vizinhos, não parecia um dos nossos. Ali descobri o semanário Marcha, uma das melhores revistas que conheci, e que se tornou para mim desde então uma leitura obrigatória para me pôr a par do que acontecia em toda a América Latina.

Sombras. Entretanto, essa sociedade que dava ao forasteiro a impressão de estar se afastando cada vez mais do Terceiro Mundo e a se aproximar do Primeiro, já naquele tempo começava a deteriorar-se. Porque, apesar de tudo o que de bom acontecia ali, muitos jovens, e alguns não tão jovens, sucumbiam ao fascínio da utopia revolucionária e iniciavam, segundo o modelo cubano, as ações violentas que destruiriam a "democracia burguesa" para substituí-la, não pelo paraíso socialista, mas por uma ditadura militar de direita que lotou os presídios de presos políticos, praticou a tortura e obrigou muitos milhares a se exilar.

A fuga de talentos e dos melhores profissionais, artistas e intelectuais do Uruguai naqueles anos foi proporcionalmente uma das mais cruciais que um país latino-americano jamais experimentou ao longo da história. Entretanto, a tradição democrática e a cultura da legalidade e da liberdade não se eclipsou totalmente naqueles anos de terror. Com a queda da ditadura e o restabelecimento da vida democrática, floresceria novamente, com maior vigor e, diria até, com uma experiência acumulada que educou tanto a direita quanto a esquerda, vacinando-as contra as ilusões de violência do passado.

De outro modo, não teria sido possível que a esquerda radical, que com a Frente Ampla e os tupamaros chegasse ao poder, desse mostras, desde o primeiro momento, de um pragmatismo e espírito realista que permitiu a convivência na diversidade e aprofundou a democracia uruguaia em lugar de pervertê-la. Esse perfil democrático e liberal explica a valentia com que o governo do presidente Mujica autorizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo e converteu o Uruguai no primeiro país do mundo a mudar radicalmente sua política frente ao problema da droga, crucial em toda parte, mas particularmente agudo na América Latina. Trata-se de duas reformas muito profundas e de amplo alcance que, segundo as palavras da Economist, "podem beneficiar o mundo inteiro".

O casamento entre pessoas do mesmo sexo tende a combater um preconceito estúpido e a reparar uma injustiça em razão da qual milhões de pessoas padeceram (e continuam padecendo na atualidade) injustiças e discriminação sistemática, desde a fogueira da inquisição até o cárcere, a perseguição, a marginalização social e violações de toda ordem.

Em relação às drogas, predomina ainda no mundo a ideia de que a repressão é a melhor maneira de enfrentar o problema, embora a experiência tenha demonstrado até o cansaço, que, apesar da enormidade de recursos e esforços investidos em reprimi-la, sua fabricação e consumo continuam aumentando em toda parte, engordando as máfias e a criminalidade associada ao narcotráfico. Nos nossos dias, esse é o principal fator da corrupção que ameaça as novas e antigas democracias e vai enchendo as cidades da América Latina de pistoleiros e cadáveres.

Será bem-sucedida a corajosa experiência uruguaia da legalização da produção e consumo da maconha? Seria muito mais, sem dúvida nenhuma, se a medida não fosse restrita a um único país (e não fosse tão estatista), mas compreendesse um acordo internacional do qual participassem tanto os países produtores como os consumidores. Mas, mesmo assim, a medida afetará os traficantes e portanto a criminalidade derivada do consumo ilegal, e demonstrará com o tempo que a legalização não aumenta notoriamente o consumo, apenas num primeiro momento, embora, desaparecido o tabu que costuma prestigiar a droga junto aos jovens, tenda a reduzi-lo.


O importante é que a legalização seja acompanhada de campanhas educativas - como as que combatem o tabagismo ou explicam os efeitos prejudiciais do álcool - e de reabilitação, de modo que quem fuma maconha o faça com perfeita consciência dos que fazem, como ocorre hoje em dia, os que fumam tabaco ou bebem álcool. A liberdade tem seus riscos, e os que creem nela devem estar dispostos a corrê-los em todos os campos, não apenas no cultural, no religioso e no político. Foi o que entendeu o governo uruguaio, e devemos aplaudi-lo por isto. Esperemos que outros aprendam a lição e sigam seu exemplo.

TRADUÇÃO ANNA CAPOVILLA

29 de Dezembro na história

  
Meninos operários de São Paulo, antes da lei
1917 - Dia do fruto da greve
Lei estadual (SP), conquista da greve geral de 1917: proíbe o trabalho de menores de 12 anos e o trabalho noturno de mulheres e crianças.
1845:Os EUA anexam o Texas, antes território mexicano.
  
1879: 
4 mil vão ao palácio imperial no Rio, protestar contra o preço do bonde. São barrados pela polícia.
  
1906:
O Ministério da Indústria é absorvido pelo da Agricultura, reflexo da visão agrarista da República Velha.
  
1913:
Rebeldes do Contestado rechaçam ataque do Exército ao reduto de Taquaruçu, SC.
  
1919:
Greve geral de 7 dias na Bulgária.
  
1929:
3º congresso do PCB, (Niterói), 31 delegados (16 operários) representando 800 filiados. Aprova a aliança com os tenentes.
  
1972:
A repressão aniquila bases do PCBR no Rio e Recife; 7 mortos.

Sobrevivente dos Andes:
São resgatados com vida, 14 passageiros de um avião que caiu na Cordilheira dos Andes. Eles permaneceram 72 dias suportando baixas temperaturas, precisando tomar decisões para a sobrevivência. A mais cruel delas foi a de utilizar a carne humana dos mortos como alimento.
  
1974:
Os Waimiri-Atroari de RR-AM matam 4 funcionários da Funai.
  
1983:
Começa na Argentina o julgamento dos torturadores e assassinos da ditadura de 76-83.
  
1990:
Menem indulta o gen. Videla e outros chefes da ditadura de 76-83 na Argentina.


1996:

Acordo guerrilha-governo encerra 36 anos de conflito na Guatemala, com 150 mil mortos.
Guerrilha
guatemalteca,
Olivio
Martín
ez
 

sábado, 28 de dezembro de 2013

Bandidos assaltam mototaxista em Paranavaí e são presos em Nova Londrina


Dois jovens (20 e 21 anos) foram presos na tarde de ontem em um bloqueio policial na entrada de Nova Londrina. Eles tinham roubado o veículo de um mototaxista em Paranavaí. A suspeita era que iriam assaltar uma joalheria. Os dois jovens negam.
O roubo da moto Honda CG Titan 150 aconteceu na Rua Princesa Isabel. O mototaxista foi chamado para fazer uma “corrida” para o Jardim Ipê quando foi rendido por um dos ladrões, que estava armado. 
Os bandidos fugiram em direção a saída da cidade. Os destacamentos da região fizeram bloqueios e os dois foram vistos fugindo de um bloqueio na entrada de Loanda. Em seguida eles foram para Nova Londrina, onde acabaram detidos. A Polícia Militar (PM) não encontrou a arma utilizada no assalto.

Vi no Click Nova Londrina - Fonte: Diário DO Noroeste

28 de Dezembro na história

1918 - Dia das sufragistas
Berta Lutz, 24 anos, bióloga recém-formada pela Sorbonne, publica nA Semana artigo pró-direitos da mulher. A luta pelo voto feminino ganha impulso no Brasil.
Sufragistas, na maldosa visão de Raul Pederneiras, 1914
1822:Ofensiva geral brasileira na Guerra de Independência, BA.
1831:
Charles Darwin, 22 anos, inicia viagem de pesquisa que incluirá o Brasil e fornecerá bases à teoria de evolução.
1895: 
Os irmãos Lumière fazem em Paris a 1ª exibição pública do cinema.
1923:
Em Ponta Grossa, PR, tenentes tentam prender o min. da Guerra.
1925:
A Coluna Prestes ataca Teresina, PI.


1926:

Convênio dos 7 estados (PE-BA-AL-PB-SE-RN-CE) contra Lampião.
Lampião,
cerâmica
popular
nordestina
1968:
Incursão militar de Israel no Líbano.


Vermelho
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