APRESENTADO A COMARCA PARA O MUNDO E O MUNDO PARA A COMARCA

TEMOS O APOIO DE INFOMANIA SOLUÇÕES EM INFORMÁTICA Fones 9986 1218 - 3432 1208 - AUTO-MECÂNICA IDEAL FONE 3432-1791 - 9916-5789 - 9853-1862 - NOVA ÓTICA Fone (44) 3432 -2305 Cel (44) 8817- 4769 Av. Londrina, 935 - Nova Londrina/PR - VOCÊ É BONITA? VENHA SER A PRÓXIMA BELA DA SEMANA - Já passaram por aquui: MILENA AMÂNCIO - LAURA SALVATE - IASMYN GOMES - FRANCIELLY KOGLER - LIDIANE TRAVASSOS - PATTY NAYRIANE - ELLYN FONSECA - BEATRIZ MENDONÇA - TAYSA SILVA - MARIELLA PAOLA - MARY FERNANDES - DANIELLE MEIRA - *Thays e Thamirys - ELLEN SOARES - DARLENE SOARES - MILENA RILANI - ISTEFANY GARCIA - ARYY SILVA - ARIANE SILVA - MAYARA TEIXEIRA - MAYARA TAKATA - PAOLA ALVES - MORGANA VIOLIM - MAIQUELE VITALINO - BRENDA PIVA - ESTEFANNY CUSTÓDIO - ELENI FERREIRA - GIOVANA LIMA - GIOVANA NICOLINI - EVELLIN MARIA - LOHAINNE GONÇALVES - FRANCIELE ALMEIDA - LOANA XAVIER - JOSIANE MEDEIROS - GABRIELA CRUZ- KARINA SPOTTI - TÂNIA OLIVEIRA - RENATA LETÍCIA - TALITA FERNANDA - JADE CAROLINA - TAYNÁ MEDEIROS - BEATRIZ FONTES - LETYCIA MEDEIROS - MARYANA FREITAS - THAYLA BUGADÃO NAVARRO - LETÍCIA MENEGUETTI - STEFANI ALVES - CINDEL LIBERATO - RAFA REIS - BEATRYZ PECINI - IZABELLY PECINI - THAIS BARBOSA - MICHELE CECCATTO - JOICE MARIANO - LOREN ZAGATI - GISELE BERNUSSO - RAFAELA RAYSSA - LUUH XAVIER - SARAH CRISTINA - YANNA LEAL - LAURA ARAÚJO TROIAN - GIOVANNA MONTEIRO DA SILVA - PRISCILLA MARTINS RIL - GABRIELLA MENEGUETTI JASPER - MARIA HELLOISA VIDAL SAMPAIO - HELOÍSA MONTE - DAYARA GEOVANA - ADRIANA SANTOS - EDILAINE VAZ - THAYS FERNANDA - CAMILA COSTA - JULIANA BONFIM - MILENA LIMA - DYOVANA PEREZ - JULIANA SOUZA - JESSICA BORÉGIO - JHENIFER GARBELINI - DAYARA CALHEIROS - ALINE PEREIRA - ISABELA AGUIRRE - ANDRÉIA PEREIRA - MILLA RUAS - MARIA FERNANDA COCULO - FRANCIELLE OLIVEIRA - DEBORA RIBAS - CIRLENE BARBERO - BIA SLAVIERO - SYNTHIA GEHRING - JULIANE VIEIRA - DUDA MARTINS - GISELI RUAS - DÉBORA BÁLICO - JUUH XAVIER - POLLY SANTOS - BRUNA MODESTO - GIOVANA LIMA - VICTÓRIA RONCHI - THANYA SILVEIRA - ALÉKSIA LAUREN - DHENISY BARBOSA - POLIANA SENSON - LAURA TRIZZ - FRANCIELLY CORDEIRO - LUANA NAVARRO - RHAYRA RODRIGUES - LARISSA PASCHOALLETO - ALLANA BEATRIZ - WANDERLÉIA TEIXEIRA CAMPOS - BRUNA DONATO - VERÔNICA FREITAS - SIBELY MARTELLO - MARCELA PIMENTEL - SILVIA COSTA - JHENIFER TRIZE - LETÍCIA CARLA -FERNANDA MORETTI - DANIELA SILVA - NATY MARTINS - NAYARA RODRIGUES - STEPHANY CALDEIRA - VITÓRIA CEZERINO - TAMIRES FONTES - ARIANE ROSSIN - ARIANNY PATRICIA - SIMONE RAIANE - ALÉXIA ALENCAR - VANESSA SOUZA - DAYANI CRISTINA - TAYNARA VIANNA - PRISCILA GEIZA - PATRÍCIA BUENO - ISABELA ROMAN - RARYSSA EVARISTO - MILEIDE MARTINS - RENATHA SOLOVIOFF - BEATRIZ DOURADO - NATALIA LISBOA - ADRIANA DIAS - SOLANGE FREITAS - LUANA RIBEIRO - YARA ROCHA - IDAMARA IASKIO - CAMILA XAVIER - BIA VIEIRA - JESSICA RODRIGUES - AMANDA GABRIELLI - BARBARA OLIVEIRA - VITORIA NERES - JAQUE SANTOS - KATIA LIMA - ARIELA LIMA - MARIA FERNANDA FRANCISQUETI - LARA E LARISSA RAVÃ MATARUCO - THATY ALVES - RAFAELA VICENTIN - ESTELLA CHIAMULERA - KATHY LOPES - LETICIA CAVALCANTE PISCITELI - VANUSA SANTOS - ROSIANE BARILLE - NATHÁLIA SORRILHA - LILA LOPES - PRISCILA LUKA - SAMARA ALVES - JANIELLY BOTA - ELAINE LEITE CAVALCANTE - INGRID ZAMPOLLO - DEBORA MANGANELLI - MARYHANNE MAZZOTTI - ROSANI GUEDES - JOICE RUMACHELLA - DAIANA DELVECHIO - KAREN GONGORA - FERNANDA HENRIQUE - KAROLAYNE NEVES TOMAS - KAHENA CHIAMULERA - MACLAINE SILVÉRIO BRANDÃO - IRENE MARY - GABRIELLA AZEVEDO - LUANA TALARICO - LARISSA TALARICO - ISA MARIANO - LEIDIANE CARDOSO - TAMIRES MONÇÃO - ALANA ISABEL - THALIA COSTA - ISABELLA PATRICIO - VICTHORIA AMARAL - BRUNA LIMA - ROSIANE SANTOS - LUANA STEINER - SIMONE OLIVEIRA CUSTÓDIO - MARIELLE DE SÁ - GISLAINE REGINA - DÉBORA ALMEIDA - KIMBERLY SANTOS - ISADORA BORGHI - JULIANA GESLIN - BRUNA SOARES - POLIANA PAZ BALIEIRO - GABRIELA ALVES - MAYME SLAVIERO - GABRIELA GEHRING - LUANA ANTUNES - KETELEN DAIANA - PAOLLA NOGUEIRA - POLIANY FERREIRA DOS ANOS - LUANA DE MORAES - EDILAINE TORRES - DANIELI SCOTTA - JORDANA HADDAD - WINY GONSALVES - THAÍSLA NEVES - ÉRICA LIMA CABRAL - ALEXIA BECKER - RAFAELA MANGANELLI - CAROL LUCENA - KLAU PALAGANO - ELISANDRA TORRES - WALLINA MAIA - JOYCE SAMARA - BIANCA GARCIA - SUELEN CAROLINE - DANIELLE MANGANELLI - FERNANDA HARUE - YARA ALMEIDA - MAYARA FREITAS - PRISCILLA PALMA - LAHOANA MOARAES - FHYAMA REIS - KAMILA PASQUINI - SANDY RIBEIRO - MAPHOLE MENENGOLO - TAYNARA GABELINI - DEBORA MARRETA - JESSICA LAIANE - BEATRIS LOUREIRO - RAFA GEHRING - JOCASTA THAIS - AMANDA BIA - VIVIAN BUBLITZ - THAIS BOITO - SAMIA LOPES - BRUNA PALMA - ALINE MILLER - CLEMER COSTA - LUIZA DANIARA – ANA CLAUDIA PICHITELLI – CAMILA BISSONI – ERICA SANTANA - KAROL SOARES - NATALIA CECOTE - MAYARA DOURADO - LUANA COSTA - ANA LUIZA VEIT - CRIS LAZARINI - LARISSA SORRILHA - ROBERTA CARMO - IULY MOTA - KAMILA ALVES - LOISLENE CRISTINA - THAIS THAINÁ - PAMELA LOPES - ISABELI ROSINSKI - GABRIELA SLAVIERO - LIARA CAIRES - FLÁVIA OLIVEIRA - GRAZI MOREIRA - JESSICA SABRINNI - RENATA SILVA -SABRINA SCHERER - AMANDA NATALIÊ - JESSICA LAVRATE - ANA PAULA WESTERKAMP- RENATA DANIELI - GISELLY RUIZ - ENDIARA RIZZO - *DAIANY E DHENISY BARBOSA - KETLY MILLENA - MICHELLE ENUMO - ISADORA GIMENES - GABRIELA DARIENSO - MILENA PILEGI - TAMIRES ONISHI - EVELIN FEROLDI - ELISANGELA SILVA - PAULA FONTANA CAVAZIM - ANNE DAL PRÁ - POLLIANA OGIBOWISKI - CAMILA MELLO - PATRICIA LAURENTINO - FLOR CAPELOSSI - TAMIRES PICCOLI - KATIELLY DA MATTA - BIANCA DONATO - CATIELE XAVIER - JACKELINE MARQUES - CAROL MAZZOTTI - DANDHARA JORDANA - BRENDA GREGÓRIO - DUDA LOPES - MILENA GUILHEN - MAYARA GREGÓRIO - BRUNA BOITO - BETHÂNIA PEREIRA - ARIELLI SCARPINI - CAROL VAZ - GISELY TIEMY -THAIS BISSONI - MARIANA OLIVEIRA - GABRIELA BOITO - LEYLLA NASCIMENTO - JULIANA LUCENA- KRISTAL ZILIO - RAFAELA HERRERA - THAYANA CRISTINA VAZ - TATIANE MONGELESKI - NAYARA KIMURA - HEGILLY CORREIA MIILLER - FRANCIELI DE SANTI - PAULA MARUCHI FÁVERO - THAÍS CAROLINY - IASMIM PAIVA - ALYNE SLAVIERO - ISABELLA MELQUÍADES - ISABELA PICOLLI - AMANDA MENDES - LARISSA RAYRA - FERNANDA BOITO - EMILLY IZA - BIA MAZZOTTI - LETICIA PAIVA - PAOLA SLAVIERO - DAIANA PISCITELLE - ANGELINA BOITO - TALITA SANTOS Estamos ha 07 anos no ar - Mais de 700 acessos por dia, mais de um milhão de visualizações - http://mateusbrandodesouza.blogspot.com.br/- Obrigado por estar aqui, continue com a gente

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Juíza do DF confirma que triplex pertence a OAS

Magistrada determinou a penhora dos bens da OAS incluindo o triplex que a Lava Jato diz que pertence ao ex-presidente Lula.


Por LILIAN MILENA

Decisão de juíza do DF confirma que triplex do Guarujá pertence a OAS Empreendimentos

Juíza determinou a penhora de bens da empresa, entre eles o famoso apartamento atribuído a Lula na operação Lava Jato

A juíza Luciana Correa Tôrres de Oliveira, da 2ª Vara de Execução e Títulos no Distrito Federal, determinou a penhora dos bens da OAS; o detalhe é que um dos ativos penhorados é justamente o triplex que a Lava Jato diz que pertence ao ex-presidente Lula.

Segundo informações do blog do jornalista Mino Pedrosa, uma decisão da juíza Luciana Corrêa Tôrres de Oliveira, da 2ª Vara de Execução e Títulos no Distrito Federal, se contrapõe à investigação da Lava Jato sobre o triplex do Guarujá. O processo atende uma empresa que solicita o pagamento de dívidas em desfavor da OAS Empreendimentos.

O Centro Empresarial que estava sendo construído no Distrito Federal tinha contrato em Sociedade de Propósito Específico (SPE). A empresa credora impetrou uma ação de cobrança no valor de R$ 7,2 milhões corrigidos. A juíza acatou e determinou o bloqueio nas contas da OAS Empreendimentos, encontrando apenas R$ 10 mil reais. A empresa credora fez busca nos cartórios em todo Brasil e achou em um mesmo CNPJ quatro imóveis no Guarujá em nome da OAS Empreendimentos.


Registro do Tríplex em nome da OAS, no cartório de Guarujá São Paulo

Para a surpresa dos empresários brasilienses, um dos imóveis trata-se do apartamento polêmico triplex no Guarujá, atribuído ao ex-presidente Lula. Em Brasília, a juíza entende que, o apartamento no Edifício Solaris, na Praia das Astúrias, no Guarujá, endereço do triplex que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à condenação em primeira instância, registrado em cartório em nome da empreiteira OAS Empreendimentos, cabe penhora, por se tratar de dívidas contraídas pela OAS que, é de fato e de direito, proprietária do imóvel.

Com essa decisão, a defesa do ex-presidente Lula, pode pedir o adiamento do julgamento marcado para o dia 24 de janeiro em Porto Alegre.

*Com informações do blog do jornalista Mino Pedrosa

Edição: Mauro Ramos
Via - Jornal GGN

16 de Janeiro na história

1970 - Dia do Mario Alves
O jornalista e dirigente comunista Mário Alves, do PCBR, 47 anos, é trucidado pelo DOI-Codi do Rio, com rara brutalidade. A causa da morte é hemorragia provocada por empalamento com um cassetete.
Mário Alves
1834:1ª Carneirada, rebelião popular chefiada pelos irmãos Carneiro no Recife.
1928: 
Leon Trotsky, já em desgraça, é banido da URSS.
1969:Suspensos os direitos políticos de 43 cidadãos, entre eles os deps. Cardoso Alves, Mário Covas, Ivete Vargas e Cunha Bueno.
1979:
Greve nos ônibus do Rio.
1979:
O despótico xá Pahlevi foge do Irã. Triunfa a revolução islâmica.
1981:
A Justiça Militar condena com base na LSN 3 jornalistas do jornal

 Hora do Povo, por denunciarem a evasão de dólares do Brasil para a Suíça.
1991:
Começa a “Operação Tempestade no Deserto” na Guerra do Golfo: coalizão de 19 países sob comando dos EUA vence o Iraque de Saddam Hussein; 140 mil mortos, quase todos iraquianos e kuwaitianos.
1992:
O Conselho Regional de Medicina - SP processa Harry Shibata e outros médicos acusados de colaborar com a repressão sob a ditadura.
1992:
Assinado em El Salvador acordo que põe fim à guerra civil iniciada em 1980 (75 mil mortos). A FMLN desmobilizada torna-se Partido Político.
1994:
Protesto de centenas de milhares em Paris contra projeto que destina verbas públicas a escolas privadas.
2000:
O Chile elege Ricardo Lagos, 1º pres. do PS após Allende. Derrota do direitista J. Lavín.
2003:
Começa a 1ª edição do Fórum Social Panamazônico, em Belém do Pará. Com 4 dias, tem representações dos oito países que partilham a Amazônia.
2004:
Começa o 4º Fórum Social Mundial, pela 1ª vez não em Porto Alegre, mas em Mumbai, na Índia. Participam 70 mil pessoas, inclsive numerosa delegação brasileira.

Via Vermelho

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Britânicos querem reestatizar empresas

Mais de 70% são favoráveis a nacionalização de água, eletricidade e ferrovias; centro de pesquisa desenvolve estudos para reestatização a custo zero.


Por LILIAN MILENA
No GGN

O Reino Unido foi considerado a Meca das privatizações nos anos 80, mas em 2018, os britânicos querem de volta o controle estatal de serviços essenciais. Segundo levantamento feito no Reino Unido, 83% são a favor da nacionalização do serviços de abastecimento e tratamento de água; 77% de eletricidade e gás e 76% a favor da nacionalização das linhas de transporte ferroviário. O "Estado mínimo" se mostrou uma bomba-relógio social.

A reestatização de todas essas empresas, incluindo a Thames Water, responsável pelo abastecimento na Grande Londres, custaria ao governo do Reino Unido algo em torno de 170 bilhões de libras. Mas um trabalho desenvolvido pela Big Innovation Centre cria um modelo de contrato onde a Grã-Bretanha conseguiria retomar o controle das empresas sem gastar um centavo. Isso seria possível com uma nova categoria de companhia: a empresa de benefício público.

A proposta é apresentada no artigo à seguir, do diretor da instituição, Will Hutton, e prevê que as empresas de benefício público seriam obrigadas a subordinar a lucratividade dos seus acionistas a prestação de serviços de qualidade para a população geral. "Por exemplo, o propósito de uma empresa de água seria entregar a melhor água o mais barato possível e não retirar dividendos excessivos através de um paraíso fiscal", explica Hutton. 

Os acionistas que existem hoje permaneceriam acionistas, mas sem cumprir a principal função da empresa de benefício público sofreriam sanções. "Se as empresas não entregarem o que prometem, deve haver um sistema bem definido de penas escalonadas, começando com o direito de processar empresas e terminando com a tomada de todos os bens em propriedade pública se negligenciar persistentemente suas obrigações".

Nesse último caso, a tomada dos bens pelo Estado, teria custo reduzido, isso porque os papeis da seriam derrubados no mercado porque ficaria comprovado que houve administração ilegal.

The Guardian

Podemos desfazer a privatização. E não nos custará um centavo

Por Will Hutton

A propriedade pública está novamente na moda. Transferir os ativos públicos da Grã-Bretanha, bloquear, armazenar e barrá-los para a iniciativa privada e confiar apenas na regulação leve para garantir que cumpram amplamente as obrigações de administrar serviços interesse público foi sempre uma aposta arriscada. E essa aposta não valeu a pena.

Pesquisas recentes mostram surpreendemente que 83% são a favor da nacionalização da água, 77% da eletricidade e do gás e 76% do transporte ferroviário. Não é só isso que representa uma queda geral na confiança nos negócios. As empresas de utilidades privatizadas são sentidas pela população em uma categoria diferente: são serviços públicos e há uma visão generalizada de que as metas de lucro exigidas pelos acionistas anularam obrigações de serviço público. E o público está certo.

A Thames Water [companhia de abastecimento e tratamento de água que atende a Grande Londres], sob propriedade do capital privado, tem sido o exemplo mais flagrante, acumulando dívidas de alta velocidade, pois distribuiu dividendos excessivos aos seus acionistas através de uma holding no Luxemburgo, um movimento destinado a minimizar as obrigações fiscais do Reino Unido. Segundo dados destacados no relatório Cuttill, com as taxas de investimentos atuais, a Thames levará 357 anos para renovar a rede de água de Londres, enquanto o Japão leva 10 anos.

Do mesmo modo, o investimento da BT na cobertura universal de banda larga de alta velocidade tem sido lento e inadequado, enquanto alguns argumentariam que o primeiro alvo dos operadores ferroviários foi um serviço de passageiros de qualidade - culminando com o escândalo mais recente da Stagecoach e Virgin escapando de seus compromissos contratuais . A maioria dos viajantes, lotados em trens caros, tornaram-se fãs cada vez maiores da propriedade pública. A popularidade do compromisso de Jeremy Corbyn [atual líder do Partido Trabalhista e líder da oposição na Câmara dos Comuns] com a renacionalização foi surpreendente.

O problema na nacionalização é ser cara: pelo menos £ 170 bilhões na maioria das estimativas. É claro que o aumento proposto da dívida pública em cerca de 10% do PIB será acompanhado pelos ativos estatais de 10% do PIB, mas a contabilidade pública britânica não é tão racional. A ênfase será sobre a dívida, não sobre os ativos e, em qualquer caso, há melhores causas - despesas de infraestrutura - para aumentar os níveis da dívida pública.

E uma vez que é propriedade pública, as indústrias recém-nacionalizadas voltarão a estar sujeitas aos limites do empréstimo do Tesouro. Se houver cortes de gastos, seus programas de investimento de capital serão cortados. O que os eleitores querem é o melhor dos dois mundos. Os serviços públicos são administrados como serviços públicos, mas com todo o dinamismo e autonomia de estar no setor privado, não menos do que isso também para o investimento ser vital. Parece impossível, mas propostas do Big Innovation Centre’s Purposeful Company Taskforce, mostram que existe uma maneira de reter esses objetivos aparentemente inconciliáveis ​​- e sem gastar dinheiro.

O governo deve criar uma nova categoria de empresa - a empresa de benefícios públicos (PBC, na sigla em inglês) - que escreveria em sua constituição que seu objetivo é a prestação do benefício público ao qual a lucratividade é subordinada. Por exemplo, o propósito de uma empresa de água seria entregar a melhor água o mais barato possível e não retirar dividendos excessivos através de um paraíso fiscal. O próximo passo seria estabelecer uma fundação para cada empresa de utilidade privatizada como condição para obter licença de operação, exigindo que seja incorporada como uma empresa de benefícios públicos.

A participação da fundação daria ao governo o direito de nomear administradores não executivos independentes, cujo papel seria verificar se os objetivos de interesse público do PBC estão sendo cumpridos como prometido.

Isso incluiria assegurar que a empresa permaneceu domiciliada no Reino Unido para fins fiscais e garante que os consumidores, os interesses sociais e público foram priorizados.

Os diretores não executivos se envolveriam diretamente com os grupos de defesa do consumidor cujo mandato é ser uma caixa ressonante dos interesses dos consumidores, mas, no momento, são pouco mais do que lojas falantes que entregam um relatório independente a um escritório de serviços públicos a cada ano, confirmando que o interesse público está sendo correspondido. É importante ter um terceiro ator independente: os reguladores, por mais que tenham boas intenções, facilmente vêem o mundo do ponto de vista da indústria  regulam.

Como as empresas permaneceriam de propriedade de acionistas privados, seus empréstimos não seriam classificados como dívida pública. Os acionistas que existem hoje permaneceriam acionistas, e seus direitos de voto e dividendos continuariam intactos. Portanto, não haveria a necessidade de compensá-los - em suma, de pagar £ 170 bilhões na compra dos ativos de volta. Na verdade, o escopo de empréstimo poderia ser usado para financiar uma onda de novos investimentos em nossos serviços públicos.

Mas a obrigação da nova empresa seria para os seus usuários em primeiro lugar, e seria livre para emprestar sem qualquer restrição do Tesouro. Nem qualquer secretário de estado seria atraído para o funcionamento operacional das indústrias - uma das principais razões pela qual a nacionalização do estilo [Clement] ttlee falhou. Inevitavelmente, as decisões se politizam.

O objetivo seria combinar o melhor dos setores público e privado. Se as empresas não entregarem o que prometem, deve haver um sistema bem definido de penas escalonadas, começando com o direito de processar e terminando com a tomada de todos os bens em propriedade pública se negligenciar persistentemente suas obrigações. Nesse último caso, o custo para o Estado será muito menor, porque o preço da ação cairá, ficando comprovado que estava operando sob condições ilegais.

A Grã-Bretanha criaria uma nova classe de empresas. Na verdade, há a oportunidade de começar agora. Se Virgin e Stagecoach não puderem cumprir suas obrigações contratuais na linha East Coast, a empresa deve ser reincorporada como uma empresa de benefícios públicos. Os acionistas permaneceriam, mas o conselho recém-constituído tomaria todas as decisões de interesse do público dos usuários de transporte garantido pelos diretores independentes, os grupos de defesa do consumidor e os serviços públicos - para que o contribuinte possa confiar ou gastar seu dinheiro devidamente. Corbyn e John McDonnell têm uma maneira de entregar o que o eleitorado quer - e ainda manter as indústrias fora do balanço público. O círculo pode ser quadrado.

• Will Hutton escreve para o Observer, é diretor do Hertford College, Oxford e presidente do Big Innovation Centre

• Esta é uma versão editada da conversa de Will Hutton TED da noite para os deputados do Grupo do Partido Tribune, a primeira de uma série destinada a desenvolver novas idéias políticas.


15 de janeiro na história

1919 - Dia da Rosa          
                              
Assassinados pela contra-revolução em Berlim, a coronhadas, os dirigentes comunistas Rosa Luxemburgo (47 anos) e Karl Liebknecht (idem), durante a repressão à insurreição espartaquista de 1918. O corpo de Rosa, atirado a um canal, só é encontrado meses depois.

 
1827:Intrigado pela marquesa de Santos e destratado por d. Pedro I, o Gabinete se demite.
  
1929: 
Nasce Martin Luther King, que liderará a luta anti-racista nos EUA.
  
1974:A anticandidatura da oposição, Ulisses-Barbosa Lima Sobrinho conta 76 votos no Colégio Eleitoral. O gen. Geisel tem 400.
  
1984:
Após 2 semanas de protestos na Tunísia, violentamente reprimidos, o regime de Burguiba volta atrás em aumento do pão.
  
1985:
O Colégio Eleitoral elege Tancredo presidente e Sarney vice, por 480 votos. Maluf tem 180. Há 17 abstenções dos que rejeitam a eleição no Colégio.
  
1986:
Greve de 8 mil nas obras da usina de Itaipu, PR.
  
1987:
Pazzianotto, min. do Trabalho, convida empresários e sindicatos para um Pacto Social. A CGT e a USI vão, a CUT não. Após 3 reuniões o pacto fracassa.
  
1988:
Sarney lança o Plano Verão: Cruzado Novo (Ncz$), congelamento, desindexação, demissão de funcionários.
  
1990:
Greve nacional dos petroleiros.
  
1999:
O BC libera a cotação do real. A moeda perde a âncora cambial.

Vermelho

domingo, 14 de janeiro de 2018

"FALA, CIDADÃO" Prefeitura de Nova Londrina implanta Ouvidoria Municipal

Os munícipes poderão acionar o ouvidor Gilmar Conceição da Silva ligando para o telefone 156, pelo WhatsApp (44) 9-9935-1138 ou pelo e-mail ouvidoria@novalondrina.pr.gov.br.


Começou a funcionar em Nova Londrina a Ouvidoria Municipal. O programa "Fala, Cidadão” foi uma proposta de campanha do então candidato Otávio Henrique Grendene Bono (Vico).

O prefeito explicou que a ouvidoria dará transparência e aumentará o compromisso da atual gestão com a comunidade. “Acredito que para a gestão ser democrática e participativa deve ser respeitada a voz da comunidade. Por isso, implantei a ouvidoria para que a população tenha um canal efetivo para fazer elogios, denúncias e sugestões”, disse Vico.

Os munícipes poderão acionar o ouvidor Gilmar Conceição da Silva ligando para o telefone 156, pelo WhatsApp (44) 99935-1138 ou pelo e-mail ouvidoria@novalondrina.pr.gov.br. A população também poderá se dirigir até a Rua José Raimundo, 55, onde funcionará o programa "Fala, Cidadão”.

Pobres contra o aborto, ricos a favor das armas

Para 57% dos brasileiros, uma mulher que pratica aborto deveria ir para a cadeia. A maconha deveria continuar proibida na opinião de 66%. Quase seis entre dez brasileiros acreditam que o país deveria adotar a pena de morte e oito de cada dez declaram que a maioridade penal deveria ser rebaixada para 16 anos. E há ainda 42% que creem que a posse de arma de fogo deveria ser legalizada no país.


Estes são os resultados de uma pesquisa Datafolha sobre temas polêmicos realizada no final de novembro passado e divulgada na íntegra nesta semana. Se, por um lado, ela mostra que o apoio a temas conservadores é grande no país, quando olhada mais de perto revela que nem todos os temas apelam aos mesmos perfis. Os conservadores brasileiros não são todos iguais. E esta ponderação é importante em um ano eleitoral.

A pesquisa mostra que temas conservadores relacionados aos costumes apelam mais a uma população mais pobre, menos escolarizada e mais velha. E muito menos aos estratos opostos. Quando os entrevistados foram questionados se, independentemente da situação, a mulher que interrompe a gravidez deveria ser processada e ir para a cadeia, tema bastante em voga no Congresso brasileiro, 57% declararam que sim. O apoio à criminalização do aborto é ainda maior entre os que estudaram apenas até o ensino fundamental (71%), têm renda familiar de até dois salários mínimos (67%) e entre 45 e 59 anos (61%). E é muito menor entre os que estudaram até o ensino superior (34%) e ganham mais de dez salários mínimos (26%).

Vê-se uma tendência similar quando o tema é a legalização do consumo de maconha. Se os dados globais mostram que 66% dos brasileiros acreditam que a droga deveria continuar proibida, os que estudaram até o fundamental são mais apoiadores disso (74%), assim como os que ganham até dois salários (71%) e os que têm mais de 60 anos (73%). Cai consideravelmente entre os que fizeram ensino superior (55%), os que ganham mais de dez salários mínimos (45%) e os que têm entre 16 e 24 anos (57%). "A população mais pobre é mais exposta a um conjunto maior de vulnerabilidades. O efeito das drogas é visto de forma mais negativa por elas, já que costumam viver mais perto do tráfico, por exemplo. Por isso, há uma diferença na maneira como as classes percebem essas questões", afirma Carlos Savio Gomes Teixeira, chefe do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense.

Este abismo entre classes já não é visto de forma tão acentuada quando os temas conservadores se relacionam com a violência. Enquanto 57% das pessoas afirmaram que se houvesse uma consulta à população votariam favoravelmente à pena de morte, a taxa, a maior dos últimos anos, cresce um pouco entre os que cursaram ensino médio (60%) e entre os que ganham até dois salários (58%) ou de dois a cinco salários (58%). Ainda que seja menor entre os que cursaram o superior (50%) e os que ganham mais de dez salários (42%), a diferença entre os dois estratos sociais não é tão latente como nos temas relacionados aos costumes. Quando se trata de reduzir a maioridade penal para 16 anos, há um consenso mais bem distribuído. Para 84% da população, isso deveria acontecer. E aumenta mais entre os que têm ensino médio (88%) e os que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (87%) —ainda que caia, mas não bruscamente, entre os de nível superior (79%) e entre os que ganham mais de 10 salários (73%).

E quando se questionou se possuir uma arma de fogo legalizada deveria ser um direito do cidadão para se defender, 42% concordam, mas a taxa aumenta justamente entre os mais escolarizados (43%, entre os que têm ensino médio e superior) e ricos (47%), algo que faz sentido por ser uma questão bastante interligada a posses patrimoniais.

Mas como esses posicionamentos influenciam as eleições? Para Teixeira, eles causam menos impacto nas campanhas majoritárias, como a de presidente da República, do que nas proporcionais, como a de deputados. "Na eleição majoritária, primeiro o eleitor faz um cálculo de se vale a pena participar. Se considera que sim, ativa muitas variáveis, como seus próprios interesses e valores, mas também o momento pelo qual passa o país. Neste ano, por exemplo, os componentes desta escolha devem girar especialmente em torno de dois grandes temas: a economia e a moral, por conta da corrupção", aponta. "Já um voto de deputado é mais personalista. O cálculo é: quero eleger alguém que me represente e que dê atenção prioritária a temas que me parecem importantes. Se acho que violência é o que me afeta muito, voto no que fala de violência", completa. E isso se reflete no grau de conservadorismo do Congresso. "Basta ver a Bancada da Bala, que a cada eleição cresce no Congresso Nacional".

Para o professor, os dados da pesquisa também são importantes para que os candidatos reflitam sobre seus posicionamentos em relação à temática da violência. "Esse tema não pode ficar nas mãos da direita brucutu, que traz respostas simples, como armar as pessoas. É uma grande oportunidade para se tematizar isso. A esquerda precisa complementar a defesa dos direitos humanos com uma agenda prática que responda a essa ansiedade que boa parte da população brasileira tem com o tema da criminalidade, da violência, que é real."

sábado, 13 de janeiro de 2018

MILENA AMANCIO – A BELA DA SEMANA


Como não nos rendermos diante da beleza e realeza incondicional contida em uma mulher? Como não nos prostrarmos diante destas dádivas esculpidas propositalmente para nos tomar a atenção? A mulher tem esta vocação de nos prender o juízo, muitas, desde a flor da idade reinam absolutas e são referências quando o assunto está em torno da beleza feminina...

A supremacia que vemos na bela que hora temos a honra de homenagear, serve para dar sequencia ao espetáculo da beleza que semanalmente aqui apresentamos, eis que do recanto das belas vem Milena Amâncio, ela que absolutamente linda, ocupa o pedestal das imortais divindades que aqui prestamos culto. Ela que no fascínio da juventude da mulher, escreve uma história promissora onde a feminilidade de sua imagem revela que ainda tem e terá muito a encantar.

A beleza feminina é algo contagiante, aquela que a possui, tem a capacidade de deixar o mundo melhor, à estas indizíveis criaturas, somos cativos, é impossível não deixar-se seduzir pelo efeito causado por elas e neste seleto meio consta Milena Amâncio, ela que tem em si os predicados que a torna modelo para tantas outras que queiram possuir o status de bela.

Portanto prezados bebedores desta fonte que jorra o encanto das divinais criaturas, nossa atenção nos dias que seguem, será direcionada à mais recente bela que hora pisa neste pedestal de Deusas, de Marilena vem a bendição para todos os que buscam neste espaço um alento que alumbre os olhos, os olhos sempre ansiosos por enxergar o que é belo, podem deleitar as pupilas na imagem da beldade que hora temos a honra de apresentar...

Ela é carícia aos nossos olhos, ela tem o poder de atrair nossa atenção, uma vez tentados a olhá-la, nós os seres comuns, prestamos culto à grandeza absoluta destes seres supremos que iguais a Milena, nasceram para ser admiradas, invejadas e cobiçadas.

Qual mulher tomada pela vaidade não deseja ter para si a beleza ímpar capaz de cativar os demais seres? Se ser mulher já é uma dádiva, ser bela é tornar-se divina, Milena Amâncio nasceu nesta condição, a de fazer-se notável, Milena é parte do conceituado rol de belas que podem estar neste espaço dedicado aquelas cujo a impecabilidade se externa na própria imagem...

Apreciá-la na grandeza de seus detalhes é um ritual capaz de fazer com que esqueçamos nossas queixas.

Deleitem-se os que tiverem a oportunidade de contemplar a beleza em sua genialidade mais explícita, o encanto está diante de nossos olhos, impossível não se deixar envolver. Apreciemo-na então, Milena Amâncio é a Bela da Semana.


*MILENA KAWANY DIAS AMÂNCIO – Marilena/PR – Filha de Simone Dias Mota Amâncio e Gilberto Costa Amâncio – Milena é São Paulina e estuda no Colégio Estadual Princesa Izabel.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...