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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Acidente com o ônibus de Nova Londrina - Dono dos animais sobre a pista pode ser responsabilizado

Um ônibus com 35 estudantes de Nova Londrina se acidentou no final da noite de quarta-feira na BR-376, Km 63, perto da Fazenda Matão. O veículo atropelou cinco cabeças de gado que estavam na pista e o motorista perdeu o controle.


Responsabilidade pode recair sobre o dono dos animais.

O ônibus de estudantes, já desgovernado, também bateu numa árvore e numa carreta (bitrem) carregada de milho. Parte da carga se espalhou pela pista. Três pessoas ficaram feridas, sem gravidade. Ontem à tarde apenas o motorista permanecia internado na Santa Casa de Paranavaí.

Um integrante da Polícia Rodoviária Federal - PRF, confirmou que as informações do acidente devem ser encaminhadas para inquérito da Polícia Civil. Cabe a ela as investigações e possível responsabilização para denúncia a ser apresentada ao Ministério Público.

O gado tinha “brincos” de identificação nas orelhas. Por isso, não deverá haver dificuldade de localização. Todas as cinco cabeças morreram na hora com a pancada frontal do ônibus.

A estudante de Direito, Aline Moura, detalhou ao DN por telefone a situação vivida. Concorda que foi um grande susto. Diz que não houve tempo para o motorista desviar.

Ainda assim, após bater nos animais, ele tentou controlar o veículo. Bateu numa árvore, que em princípio ajudou a diminuir a velocidade. Posteriormente, atingiu a lateral da carreta e tombou fora da pista. 

A BR-376 não chegou a ser interditada. Isso porque os veículos e parte da carga de milho espalhada ficaram fora da pista de rolamento. Também o horário contribuiu, já que na madrugada é menor o trânsito de veículo na BR-376.

O Código Civil em seu artigo 132 cita a exposição da vida e da saúde de outros em perigo. Também o Código Penal em seu artigo 31 (Lei das Contravenções) cita a negligência na guarda de animais perigosos.

General do Exército ameaça 'impor solução' para crise política no país

Um general da ativa no Exército, Antonio Hamilton Mourão, secretário de economia e finanças da Força, afirmou, em palestra promovida pela maçonaria em Brasília na última sexta-feira (15), que seus "companheiros do Alto Comando do Exército" entendem que uma "intervenção militar" poderá ser adotada se o Judiciário "não solucionar o problema político", em referência à corrupção de políticos.

General Antônio Hamilton Martins Mourão
Mourão disse que poderá chegar um momento em que os militares terão que "impor isso" [ação militar] e que essa "imposição não será fácil". Segundo ele, seus "companheiros" do Alto Comando do Exército avaliam que ainda não é o momento para a ação, mas ela poderá ocorrer após "aproximações sucessivas".

"Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso."

O general afirmou ainda: "Então, se tiver que haver, haverá [ação militar]. Mas hoje nós consideramos que as aproximações sucessivas terão que ser feitas". Segundo o general, o Exército teria "planejamentos muito bem feitos" sobre o assunto, mas não os detalhou.

Natural de Porto Alegre (RS) e no Exército desde 1972, o general é o mesmo que, em outubro de 2015, foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, e transferido para Brasília, em tese para um cargo burocrático sem comando sobre tropas armadas, após fazer críticas ao governo de Dilma Rousseff. Um oficial sob seu comando também fez na época uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, acusado de inúmeros crimes de tortura e assassinatos na ditadura militar.

A palestra de sexta-feira (15) foi promovida por uma loja maçônica de Brasília e acompanhada por integrantes do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, entre outros. Segundo o vídeo de duas horas e 20 minutos que registra o evento, postado na internet, Mourão foi apresentado no evento como "irmão", isto é, membro da maçonaria do Rio Grande do Sul.

Ele se definiu como "eterno integrante da [comunidade de] inteligência", tendo sido graduado como oficial de inteligência na ESNI (Escola do Serviço Nacional de Informações). Criado após o golpe militar de 64 e extinto em 1990, o SNI era o braço de inteligência do aparato de repressão militar para ajudar a localizar e prender opositores do governo militar, incluindo sindicalistas, estudantes e militantes da esquerda armada.

Um dos organizadores do evento, o "irmão" Manoel Penha, brincou, no início da palestra, que havia outros militares à paisana na plateia, com "seu terninho preto, sua camisa social". Ele afirmou em tom de ironia: "A intervenção que foi pedida, se feita, será feita com muito amor".


Na sua exposição, de quase uma hora, o general criticou a Constituição de 1988, que segundo ele garante muitos direitos para os cidadãos e poucos deveres, atacou a classe política. "Sociedade carente de coesão cívica. A sociedade brasileira está anímica. Ela mal e porcamente se robustece para torcer pela Seleção brasileira ou então sai brigando entre si em qualquer jogo de time de futebol. Crescimento insuficiente e o Estado é partidarizado. O partido assume, ele loteia tudo. Tal ministério é do sicrano, tal do fulano, e aquilo é porteira aberta. Coloca quem ele quer lá dentro e vamos dar um jeito de fabricar dinheiro."

O general respondeu a uma pergunta lida pelos organizadores do evento, segundo a qual "a Constituição Federal de 88 admite uma intervenção constitucional com o emprego das Forças Armadas". Contudo, "intervenção militar" não é prevista em nenhum trecho da Constituição. O artigo 142 da Carta, que costuma ser citado por militantes na internet, fala apenas que as Forças Armadas destinam-se à defesa da Pátria e "à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes [Poderes], da lei e da ordem". O texto, portanto, condiciona uma eventual ação militar a uma iniciativa anterior dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A pergunta também sugeriu um "fechamento do Congresso".

Na sua resposta, contudo, Mourão não rebateu a afirmação contida na pergunta de que uma "intervenção" seria constitucional e nada falou sobre fechamento do Legislativo. Pelo contrário, elogiou-a como "excelente pergunta".

Em nota neste domingo (17), o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, organização não governamental, disse que vê com "preocupação e estranheza" a sugestão do general de que o Exército poderá "intervir militarmente, caso a situação política não melhore". "Esta declaração é muito grave e ganha conotação oficial na medida em que o General estava fardado e, por isso, representando formalmente o Comando da força terrestre. Ela é ainda mais grave por ter sido emitida pelo Secretário de Economia e Finanças, responsável pelo gerenciamento de recursos da Força e, portanto, soar como chantagem aos Poderes constituídos em um momento de restrição orçamentária."

"O Exército Brasileiro tem pautado sua atuação no cumprimento da lei, buscando ser fator de estabilidade política e institucional. Não é possível, neste delicado quadro, vermos a confiança da população nas Forças Armadas ser abalada por posturas radicais, ainda mais diante da aguda crise de violência que atinge o país", diz a nota.

A Folha procurou na tarde deste domingo (17) o Comando do Exército e o Ministério da Defesa para ouvi-los sobre as declarações do general. Em nota, o Centro de Comunicação Social do Exército informou "que o Exército Brasileiro, por intermédio do seu comandante, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas tem constantemente reafirmado seu compromisso de pautar suas ações com base na legalidade, estabilidade e legitimidade". A Folha pediu um contato com o general Mourão, para que comentasse suas declarações, mas não houve retorno até o fechamento deste texto. A Defesa também não se manifestou.


A seguir, a íntegra do trecho em que o general falou sobre a "intervenção".

Pergunta: [apresentador lê um papel com a pergunta] "A Constituição Federal de 88 admite uma intervenção constitucional com o emprego das Forças Armadas. Os poderes Executivos [sic] e os Legislativos estão podres, cheio de corruptos, não seria o momento dessa interrupção, [corrigindo] dessa intervenção, quando o presidente da República está sendo denunciado pela segunda vez e só escapou da primeira denúncia por ter 'comprado', entre aspas, membros da Câmara Federal? Observação: fechamento do Congresso, com convocações gerais em 90 dias, sem a participação dos parlamentares envolvidos em qualquer investigação. Gente nova."

Mourão: Excelente pergunta. Primeira coisa, o nosso comandante, desde o começo da crise, ele definiu um tripé pra atuação do Exército. Então eu estou falando aqui da forma como o Exército pensa. Ele se baseou, número um, na legalidade, número dois, na legitimidade que é dada pela característica da instituição e pelo reconhecimento que a instituição tem perante a sociedade. E número três, não ser o Exército um fator de instabilidade, ele manter a estabilidade do país. É óbvio, né, que quando nós olhamos com temor e com tristeza os fatos que estão nos cercando, a gente diz: 'Pô, por que que não vamo derrubar esse troço todo?' Na minha visão, aí a minha visão que coincide com os meus companheiros do Alto Comando do Exército, nós estamos numa situação daquilo que poderíamos lembrar lá da tábua de logaritmos, 'aproximações sucessivas'. Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso. Agora, qual é o momento para isso? Não existe fórmula de bolo. Nós temos uma terminologia militar que se chama 'o Cabral'. Uma vez que Cabral descobriu o Brasil, quem segue o Cabral descobrirá alguma coisa. Então não tem Cabral, não existe Cabral de revolução, não existe Cabral de intervenção. Nós temos planejamentos, muito bem feitos. Então no presente momento, o que que nós vislumbramos, os Poderes terão que buscar a solução. Se não conseguirem, né, chegará a hora que nós teremos que impor uma solução. E essa imposição ela não será fácil, ele trará problemas, podem ter certeza disso aí. E a minha geração, e isso é uma coisa que os senhores e as senhoras têm que ter consciência, ela é marcada pelos sucessivos ataques que a nossa instituição recebeu, de forma covarde, de forma não coerente com os fatos que ocorreram no período de 64 a 85. E isso marcou a geração. A geração é marcada por isso. E existem companheiros que até hoje dizem assim, 'poxa, nós buscamos a fazer o melhor e levamos pedradas de todas as formas'. Mas por outro lado, quando a gente olha o juramento que nós fizemos, o nosso compromisso é com a nação, é com a pátria, independente de sermos aplaudidos ou não. O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos de qualquer maneira atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver, haverá. Mas hoje nós consideramos que as aproximações sucessivas terão que ser feitas. Essa é a realidade.

Rubens Valente
No fAlha

O “fora Temer!” só não é escutado no Congresso e no STF


Por Jeferson Miola

O “fora Temer” é o hit que faz sucesso estrondoso no Brasil. E, também, no exterior, sempre que o usurpador Michel Temer ou algum integrante da sua cleptocracia [“governo de ladrões”, em grego] cumpre alguma agenda no estrangeiro.

A coisa está tão entranhada que, numa das agendas que o usurpador cumpriu no exterior, o locutor da cerimônia oficial chegou a anunciá-lo pelo que supunha ser seu nome, e então convidou para fazer o uso da palavra “o Senhor fora Temer!”.

O “fora Temer!” é ovacionado em formaturas, cultos religiosos, missas, shows, jogos de futebol, assembléias de trabalhadores e, inclusive, em protestos de taxistas.

É quase uma unanimidade nacional; um verdadeiro clamor que só não é defendido por menos de 3% da população brasileira; 97% quer o “fora Temer!”.

O “fora Temer!” é uma manifestação onipresente e onisciente. Está nas esquinas, nos cafés, nos bares, nas conversas de vizinhos, nas filas de banco, nas gôndolas dos supermercados, nos ensaios musicais, nas peladas de futebol, nos estádios, nos terminais de ônibus, nas filas dos mictórios públicos, nas vilas, nos tiroteios entre traficantes e policiais.

Bastam 3 pessoas reunidas e, se alguém grita “fora Temer!”, o encontro restrito e particular vira uma assembléia pública massiva gritando “fora Temer!”, “fora Temer!”, “fora Temer!”.

O “fora Temer!” se converteu numa espécie de saudação entre as pessoas. Quando alguém pergunta: “E aí, tudo bem?”, a resposta é “fora Temer!, tá tudo bem”.

Os gaúchos e paulistas, por exemplo, adotaram uma resposta original para responder à saudação “E aí, tudo bem?”.

Os gaúchos, por razões que a óbvia realidade regional impõe, respondem: “fora Temer, Sartori e Marchezan!, está tudo bem”. Os paulistas, por seu turno, respondem: “fora Temer, Alckmin e Dória!, tá tudo certo”.

No Rock in Rio não foi diferente. Uma multidão humana aderiu à campanha “believe earth” lançada pela modelo Gisele Bündchen gritando incansavelmente “fora Temer!”, “fora Temer!”, “fora Temer!”.

O “fora Temer!” é um sucesso nacional e internacional. O “fora Temer!”, todavia, só não é escutado onde deveria, que é no Congresso e no STF.

Não há nada de anormal nisso. Afinal, tanto o Congresso quanto o STF integraram a engrenagem do golpe jurídico-midiático-parlamentar perpetrado em 2016 através do impeachment fraudulento da Presidente Dilma.

O establishment, que exerce o poder econômico, o poder judicial, o poder midiático, o poder político, o poder parlamentar e o poder cultural, já decidiu que não terá “fora Temer!”.

A oligarquia golpista está decidida a derreter o Brasil até o fim.

sábado, 16 de setembro de 2017

ARYY SILVA – A BELA DA SEMANA


No cobiçado rol das impecáveis prevalece a beleza sem igual das morenas, elas por sua vez esbanjam formosura... Esta que hora louvamos, tem para si uma legião de fãs que como devotos de uma deidade, prestam à ela o devido culto, pois, esta moça tem em si as atrações peculiares da formosura feminina.

Caprichosamente nascidas para fascinar, tais mulheres são adornos a favorecer lugares, olhares e o que com elas possuam proximidade, porém, quando belas, elas tem tudo para tornarem-se incomparáveis, e na condição virtuosa da beleza, quando tais criaturas atendem ao nosso convite para aqui agregar admiradores, nosso ego infla e a honra desmedida nos dá o direito de nos orgulharmos, uma vez que nos tornamos vitrine da beleza feminina.

Uma vitrine onde expomos toda a grandeza de nossas musas, de musas com a mesma realeza de Aryy Silva, que devido aos seus caprichos, lhe é conferido o direito de pisar onde tão semente as cobiçadas pisam, Aryy Silva compõe a lista das insuperáveis e por assim ser, eis que destinamos à ela nosso respeito e admiração, à ela que por hora sustenta a bandeira das impecáveis belas da semana.

Neste ensejo nossa homenagem é para ela, sua beleza é fundamental, sendo assim, ela é indispensável, é necessária, ela é referência quando em pauta o assunto está em torno da beleza feminina. Ela é um modelo a ser seguido, ela é norte a conduzir aquelas que buscam o que é preciso para ser uma bela mulher.

Sabemos, portanto, que por mais que falarmos sobre a grandeza de uma bela, em especial esta que hora nos confia sua presença, tais definições não irão descrever a exatidão, a maravilha explícita em sua imagem... Aryy Silva é admirável, ela é uma das raras, ela é uma das tais, ela está entre as únicas.

Se é de se admirar a quantia de belas mulheres neste lugar, nos causa também orgulho poder contar com a confiança e o respeito destes seres que iguais à Aryy, são providas de superioridade, uma vez mulher, tais criaturas por si só já conquistaram o posto de rainhas, ademais, sendo belas, criaturas semelhantes à esta, alcançam os píncaros da glória e tornam-se soberanas, tudo devido sua inegável condição de mulher bonita!

Por isso concluímos que Aryy Silva está além de palavras. A ela cabe o título de Deusa, ela é fascinação que nos seduz, é formosura que nos adestra, é encanto que nos domina...

Somos guiados pelo poder da feminilidade e do fascínio procedente de Aryy Silva, ela é fato, é magia, é encanto...

 A beleza é atração a adornar ambientes, a beleza, pois, quando contida em uma mulher, torna-se incomparável, assim é Arry Silva...

Apreciem leitores, ela está entre nós, venturosos são os olhos que a veem, venturosos são aqueles que tem-lhe estreita amizade, ela supera os melhores adjetivos, ela existe para ser apreciada, a ela o nosso respeito, Aryy Silva  é a bela da semana.

*ARYANE SILVA – Nova Londrina/PR – Filha de Cleuza da Silva e  José Julião Aryy é torcedora do Santos.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

É difícil que Câmara aceite nova denúncia de Janot contra Temer, dizem especialistas

Mobilização popular será decisiva para posicionamento de deputados, avaliam Patrus Ananias e Fernando Horta.


Kátia Guimarães

A autorização da Câmara dos Deputados para abrir processo de investigação criminal contra o presidente golpista, Michel Temer (PMDB), e seu consequente afastamento só irá vingar se houver mobilização da população e entidades organizadas da sociedade civil. Essa é a opinião de fontes ouvidas pelo Brasil de Fato logo após a formalização, na noite dessa quinta-feira (14), da segunda denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Temer, os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil; Moreira Franco, da Secretaria-Geral; e os integrantes do PMDB Eduardo Cunha (RJ), Henrique Eduardo Alves (RN), Geddel Vieira Lima (BA) e Rodrigo Rocha Loures (PR) foram denunciados por organização criminosa e obstrução à justiça. Os executivos Joesley Batista, um dos donos da JBS, e Ricardo Saud também foram denunciados.

Segundo a denúncia, eles cometeram crimes em troca de propina da Petrobras, Furnas, Caixa Econômica Federal, Ministério da Integração Nacional e Câmara dos Deputados. Temer é apontado como o líder de uma suposta organização criminosa. A acusação contra Temer de obstrução da Justiça refere-se à delação da JBS de que o presidente teria autorizado a compra do silêncio de Cunha e do operador financeiro Lúcio Funaro.

O deputado Patrus Ananias (PT-MG) admite que a luta na Câmara para a admissibilidade da denúncia será árdua. “A Câmara, infelizmente, tem uma maioria extremamente conservadora, está muito rebaixada do ponto de vista ético, moral e dos compromissos com o povo brasileiro. Nós devemos trabalhar na Câmara, mas é fundamental também que a sociedade se mobilize”, afirma. 

Segundo ele, é preciso ainda levar em consideração que o governo Temer está deslegitimado não só por conta das consecutivas denúncias de corrupção envolvendo o presidente e seus ministros, mas pelo desmonte do Estado e caça aos direitos sociais que está sendo promovido por sua gestão. “Vai ficando cada vez mais claro que o senhor Michel Temer não tem condição de governar o país. Independente de aspectos jurídicos e do posicionamento da Câmara, está claro que ele está incompatibilizado com a nação brasileira”, afirma.

Outro ponto abordado por Patrus é que o processo de afastamento do presidente golpista deve também envolver uma discussão para sobre o que vem depois e, neste caso, deve ser a convocação de eleições diretas com a garantia da participação do ex-presidente Lula na disputa à presidência da República.

O pesquisador e historiador da Universidade de Brasília (UnB) Fernando Horta também acredita que só um novo ator no cenário político poderia levar ao afastamento de Temer, pois com a atual correlação de forças políticas, ele diz que a votação desta denúncia será ainda mais fácil do que a primeira. Isso, se deve, principalmente, em função de um processo em curso de deslegitimação da delação dos executivos da JBS, que já tiveram seus benefícios suspensos em razão do descumprimento de regras previstas nos depoimentos.

Esse, inclusive, é um dos principais argumentos da defesa do presidente Temer e sua base governista na Câmara. Outro ponto, apontado pelo professor, é saber se a delação de Lúcio Funaro, apontado como o operador financeiro do PMDB, contém provas robustas: “A gente tem que ver o que ele tem de provas, porque uma das coisas que está ficando patente para todo mundo é que a mera delação não se sustenta”.

Sobre a influência da mídia comercial nesse processo, Horta ainda diz ser preciso levar em conta a postura da Rede Globo. “A Globo já deu provas que não está mais do lado do Temer. Se ela comprar essa legitimação, pode haver algum tipo de pressão contra Temer, mas eu duvido que essa Câmara venha a incomodá-lo. Eu acredito que vamos ter o Temer até 2018”, afirma.

Um fator que pode colaborar com a mobilização é a economia e o impacto da reforma trabalhista e da terceirização na vida do trabalhador. Isso pode levar, avalia Horta, a uma conscientização maior de o quanto o governo golpista tem sido danoso ao país: “Isso vai provocar um terremoto na vida das pessoas mais pobres”.

Edição: Vanessa Martina Silva

Charge dos nossos dias

Por Renato Aroeira


Temer e cúpula do PMDB são denunciados

Na mesma peça, Janot pediu a rescisão do acordo com os executivos da J&F, Joesley Batista e Ricardo Saud. Temer já pediu a suspensão da denúncia.


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou a segunda denúncia contra Michel Temer e sua cúpula de governo, incluindo dois ministros, dois ex-ministros, dois ex-deputados, um empresário e um executivo. Janot sustenta que todos os políticos denunciados do PMDB arrecadaram mais de R$ 587 milhões em propina.

Além de Temer, é acusado pela PGR o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o ministro da Secretaria-Geral, Moreira Franco, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o ex-deputado e ex-asseddor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, e os ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Alves. Eles são acusados de obstruir a Justiça e formar parte de uma organização criminosa.

Na mesma peça, Janot denuncia o dono da JBS, Joesley Batista, e o executivo da J&F, Ricardo Saud, ambos delatores da Operação Lava Jato, que também tiveram seus acordos coma Procuradoria-Geral rescindidos. Ambos são denunciados apenas por obstrução à Justiça.

Por entender que houve descumprimento dos termos do acordo de delação por terem omitido informações, Joesley e Saud tiveram seus acordos rescindidos a pedido de Janot. Entretanto, a decisão compete ao ministro relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

Temer é apontado como o líder da organização criminosa junto ao núcleo político do PMDB para cometer crimes contra empresas e órgãos públicos. Entre as empresas listadas que teriam movimentado mais de R$ 500 milhões aos políticos estão a Petrobras, a Furnas, a Caixa Econômica Federal, além do Ministério da Integração Nacional, Agricultura, da Secretaria de Aviação Civil e da Câmara dos Deputados.

"O esquema desenvolvido no âmbito desses órgãos permitiu que os ora denunciados recebessem, a título de propina, pelo menos R$ 587.101.098,481. Além disso, os crimes praticados pela organização geraram prejuízo também aos cofres públicos", entendeu Janot.

Para o procurador-geral, são "diversos elementos de prova" que apontam Temer com o "papel central" nesta organização. Para ele, foi Michel Temer que, "ao entrar na base do governo Lula, mapeou, de pronto, as oportunidades na Petrobras".

Ao lado do atual presidente da República, Alves e Cunha eram os principais articuladores para a obtenção de espaços para o grupo político junto ao governo do ex-presidente, seguindo a influência que detinham sobre a bancada do PMDB na Câmara, "instrumentalizando-a para criar as condições necessárias ao bom posicionamento da organização criminosa".

Além deste crime, o procurador aponta a obstrução: segundo o PGR, o "temor" fez com que os peemedebistas criassem "vários planos e ações para obstrução" da Operação Lava Jato, incluindo a "cooptação e tentativa de cooptação de membros do Poder Judiciário".

"Ao denunciado Michel Temer imputa-se também o crime de embaraço às investigações relativas ao crime de organização criminosa, em concurso com Joesley Batista e Ricardo Saud, por ter o atual presidente da República instigado os empresários a pagarem vantagens indevidas Lúcio Funaro [apontado como operador financeiro de políticos do PMDB] e Eduardo Cunha, com a finalidade de impedir estes últimos de firmarem acordo de colaboração", indica.

Por se tratar de presidente da República, a decisão de um processo contra Michel Temer depende de aprovação da Câmara dos Deputados. A defesa do mandatário pediu a suspensão da denúncia até a conclusão da investigações sobre o acordo com os executivos da J&F.

Respostas

Em resposta, o mandatário disse que "o procurador-geral da República continua sua marcha irresponsável para encobrir suas próprias falhas. Ignora deliberadamente as graves suspeitas que fragilizam as delações sobre as quais se baseou para formular a segunda denúncia contra o presidente da República".

"A denúncia contra o ministro Eliseu Padilha está amparada em delatores que, sem compromisso com a verdade, contaram as histórias que pudessem lhes dar vantagens pessoais ante o Ministério Público", disse em nota Eliseu Padilha.

Moreira Franco defendeu que "essa denúncia foi construída com a ajuda de delatores mentirosos, que negociam benefícios e privilégios. Responderei de forma conclusiva quando tiver conhecimento do processo".

"Registra, desde já, o evidente excesso nas denúncias formuladas, eis que Geddel Vieira Lima é duplamente acusado pela alegada e jamais comprovada prática de uma única conduta", respondeu em nota o ex-ministro de Temer.

Rodrigo Rocha Loures disse que "não participou de nenhum acordo de pagamento ou recebimento de propinas atribuído ao PMDB da Câmara. Rodrigo era apenas um assessor pessoal do Presidente e não tinha nenhuma intervenção em atividades financeiras, ao contrário da recente denúncia contra o PMDB da Câmara."

"Sobre a nova denúncia oferecida pela PGR, a defesa de Eduardo Cunha tem a dizer que provará no processo o absurdo das acusações postas, as quais se sustentam basicamente nas palavras de um reincidente em delações que, diferentemente dele, se propôs a falar tudo o que o Ministério Público queria ouvir para fechar o acordo de colaboração", disse Eduardo Cunha.


"É lamentável a tentativa de criminalizar a atividade política a partir de suposições baseadas em fragmentos de indícios relacionados a atividades lícitas", afirmou o advogado de Henrique Alves, Marcelo Leal.
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