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sábado, 24 de junho de 2017

Evellin Maria – A Bela da Semana


Venturosos são os olhos que podem testemunhar o espetáculo feminino externado nos traços que compõe a formosura sem igual... Ela, um deleite para aqueles que se deixam seduzir pelo encanto, pela negritude, pelo fascínio da mulher descendente do continente mãe da humanidade... Um viva ao deleite de nossas pupilas, fascinadas pela formosura desmedida de quem existe para encantar...

Um viva a beleza de Evellin Maria, formosura indiscutível que tem em si os caprichos que tornam a mulher um ser genial, atentemos aos detalhes que vão desde a pigmentação da pele, a tonalidade da voz, a delicadeza de gestos femininos que pelo capricho natural do existir, está para nos prender o olhar...

Toda forma de beleza merece ser difundida, pecaríamos se não propagássemos aquilo que é aprazível ao sentido da visão, por isso, o pedestal das belas é pisado pelos formosos pés de Evellin, ela que ao nascer mulher se fez suprema, bela, é natural que ela seja considerada Deusa e que tenha diante de si um séquito de súditos deslumbrados com a magia proveniente de sua beleza.

Na venturosa oportunidade de cultuarmos a beleza feminina, chegamos ao capricho denominado Evellin, ela que em sua singular formosura, adorna com esmero esta vitrine de belas...

A supremacia feminina deve ser evidenciada aos quatro ventos, aqui externamos nosso respeito e nossa reverência para quem está além de nossas palavras, os elogios ficam aquém da realidade exposta e apresentada nos traços que compõem a imagem da bela Evellin Maria.

Divulgar tamanha belezaa é para nós um encanto e um privilégio, brindemos a oportunidade que hora nos é concedida a honra de enriquecermos nossa página com este inefável colírio...

A beleza existe de fato e está ao alcance de nossos olhos...

Deleitemo-nos na imagem sem igual da musa que hora enaltecemos, eis um toque de classe a nossa página, Evellin Maria é a Bela da Semana.

*Evellin Maria Costa Souza – Nova Londrina/PR – Filha de Silvio de Souza e Marcia Domingos da Costa.




sexta-feira, 23 de junho de 2017

PIZZA - Presidente do Conselho de Ética arquiva pedido de cassação de Aécio


O presidente do Conselho de Ética no Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), informou nesta sexta-feira 23 ter arquivado o pedido de cassação do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

O pedido foi feito pela Rede e pelo Psol após a delação da JBS, que atinge diretamente o tucano. Aécio foi flagrado em um telefonema gravado por Joesley Batista pedindo R$ 2 milhões ao empresário. Parte do dinheiro (R$ 500 mil) foi entregue ao seu primo, Frederico Pacheco, que chegou a ser preso, mas passou a cumprir prisão domiciliar nesta semana.

"Decidi arquivar porque não achei elementos convincentes para processar o senador", justificou o presidente do colegiado, segundo o G1. "Me parece que fizeram uma grande armação contra o senador Aécio", acrescentou.

Fonte: Brasil 247


Sem respeito às religiões de matriz africana não haverá democracia, diz advogado

Em um Estado que não é "laico", candomblé e umbanda lutam por protagonismo político e disputam espaços de poder.

O advogado Hédio Silva, a mãe Liliane D'Oxum, Juninho do PSOL, o sacerdote Taata Nkisi e a Ìyàlòrísá Luciana Ty Oyá posam para foto / Norma Odara

Norma Odara
Brasil de Fato

"A umbanda e o candomblé, embora [religiões] subnotificadas por órgãos oficiais, representam uma fatia enorme da população brasileira. São pessoas que enfrentam toda ordem de violência, de discriminação, de humilhação, de constrangimento em função da sua profissão de fé. Isso é algo que atesta que nós não temos uma democracia verdadeira no Brasil", afirma o advogado Hédio Silva Júnior, que atua como defensor de questões envolvendo intolerância religiosa, sobretudo envolvendo as religiões de matriz africana.

Hédio participou da mesa sobre "Política e as Comunidades Tradicionais de Terreiro" no debate organizado pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), realizado nesta quinta-feira (23), na capital de São Paulo. O evento contou com a presença de diversos líderes de religiões africanas, como o sacerdote do terreiro de candomblé Congo-Angola Nzo Tumbansi, Taata Nkisi Katuvanjesi; a sacerdotisa do terreiro Ile Oba Asé Ogodo, Ialorixá Luciana Ty Oyá, e a Mãe Liliana d'Oxum, da Comunidade da Pedra Branca.

"A sociedade enxerga as tradições religiosas afro-brasileiras como algo negativo. Um estigma da ancestralidade que as pessoas não enxergam. Além disso, nós temos um município que trata nossas oferendas como lixo urbano e nossas cantigas como barulho. Nós somos templos religiosos!", destaca Mãe Liliana d'Oxum.

Na mesma linha, o sacerdote Taata Nkisi concorda com o descaso da cidade em relação aos terreiros: "São Paulo tem 36 mil terreiros [não contabilizados por órgãos legais] e o racismo institucional e religioso é tão violento que as pessoas que professam religiões de matrizes africanas tendem a ficar inibidas".

Com relação ainda à perseguição que essas religiões enfrentam, em 2016, em Cotia, um projeto de lei pretendia barrar o sacrifício de animais em cultos religiosos. Movimentos populares e o PSOL moveram uma ação alegando inconstitucionalidade do texto, com o argumento de que a indústria da carne não é proibida de abater seus animais "de maneira capitalista e rentável, mas rituais religiosos são discriminados por fazê-lo em escala infinitamente menor". O projeto foi barrado.

Sobre o tema, a Ialorixá Luciana ressaltou a importância dos rituais sagrados com animais: "Nós não chegamos neste ano nem a 200 abates de galinhas, por exemplo. A oferenda do animal serve como alimento à comunidade, alimento para o corpo e para o espírito".

Próximos passos

Os debatedores e debatedoras firmaram o compromisso de dialogar conjuntamente para deliberar os próximos passos e estratégias para uma ação eficaz, que insira religiosos nos espaços de poder e na política, através de mecanismos muito mais próximos e transformadores, por meio da educação, como defende a Ialorixá Luciana Ty Oyá:  "Nós não temos pessoas da nossa religião nos espaços de poder, logo, eles não nos representam, eles não validam as ações, eles, inclusive, desrespeitam aquilo que está na legislação para nos atingir, desqualificar e demonizar as religiões afro brasileiras", defende.

Edição: Vanessa Martina Silva

Nem de Lula ou da OAS: triplex é da Caixa


Por Cíntia Alves, no Jornal GGN:

A defesa do ex-presidente Lula apresentou, durante coletiva de imprensa em São Paulo, o teor das alegações finais sobre o caso triplex, cujo prazo para entrega ao juiz Sergio Moro termina nesta terça (20). Durante a exposição, o advogado Cristiano Zanin revelou que encontrou novas provas de que "nem Léo Pinheiro, nem a OAS tinham a disponibilidade do imóvel para dar ou oferecer a quem quer que seja".

Isso porque, desde 2010, o triplex, assim como os demais apartamentos do Condomínio Solaris, no Guarujá, foi entregue pela OAS a um fundo controlado pela Caixa Econômica Federal. Como nenhum depósito foi feito em conta bancária sinalizada pela Caixa, o triplex não foi liberado a ninguém, muito menos a Lula.

"Se o triplex não é nem jamais foi de Lula, sua absolvição é obrigatória. Não só porque o Ministério Público não produziu prova do que diz, mas porque a defesa produziu provas da inocência de Lula", disparou o advogado.
A defesa já havia juntado aos autos do processo que tramita em Curitiba os documentos que atestam que o triplex, que está em nome da OAS, foi dado como garantia em operações financeiras, incluindo pedido de recuperação judicial, a partir de 2009. A revelação tem peso no julgamento porque a Lava Jato insiste que foi naquele ano que a OAS transferiu, de forma velada, a posse do apartamento para Lula.

Os novos documentos, que provam que a Caixa detém o direito financeiro-econômico sobre o triplex desde 2010, foram produzidos de maneira autônoma pela defesa de Lula, após o juiz Sergio Moro negar o pedido de diligência.

Segundo Zanin, um dos documentos indica a "conta e agência onde os valores referentes aos apartamentos do Solaris devem ser depositados para que haja a liberação do imóvel. Ou seja, esse documento significa dizer que só se houvesse depósito nessa conta e nessa agência é que os imóveis estariam liberados para venda, doação ou qualquer forma de alienação, qualquer forma de transferência da propriedade. Era imprescindível, portanto, que houvesse depósito de valores nessa conta da Caixa."

Ex-OAS, Léo Pinheiro, em março passado, disse a Moro que combinou com Paulo Okamotto e João Vaccari Neto que o triplex seria de Lula a partir de um "encontro de contas" com o PT. O pretenso delator afirmou que reformou o apartamento com dinheiro da OAS Empreendimentos, dentro da legalidade, com o intuito de vender ao ex-presidente. Para sustentar a tese de que não ficaria no prejuízo caso Lula não quisesse adquirir o imóvel, Pinheiro afirmou que deixaria de pagar ao PT propina equivalente ao valor investido nas melhorias.

"Léo Pinheiro esqueceu de dizer [a Moro] que ele próprio, com sua assinatura, havia levado, em novembro de 2009, à junta comercial, um documento que transferiu à Caixa 100% dos direitos economico-financeiros do triplex e dos demais imóveis do Solaris. Então, como ele pode ter dado esse apartamento a Lula se, no mesmo ano, ele deu o imóvel como garantia à Caixa? Para que Léo Pinheiro pudesse afirmar que deu, ele teria de mostrar um recibo de que depositou na conta da Caixa os valores correspondentes a esse apartamento. Isso jamais ocorreu", revelou Zanin.

O defensor ainda disse que essas informações sobre a verdadeira propriedade do triplex poderiam ter vindo à tona há muito tempo, se a Lava Jato não tivesse transformado a investigação contra Lula numa espécie de jogo.

Ele lembrou que o caso triplex nasceu de um inquérito sigiloso e que, quando a defesa tomou conhecimento disso e pediu acesso aos autos, Moro negou. Foi preciso recorrer ao Supremo Tribunal Federal. A defesa sequer teve tempo de analisar o procedimento e pedir produção de provas porque, dois dias após ter acesso ao inquérito, Lula foi indiciado pela Polícia Federal.

"Mas não foi só na fase policial que a verdade poderia ter sido descoberta", apontou Zanin. Durante a fase processual, conduzida por Moro, a defesa solicitou uma série de provas negadas pelo juiz, que costumava alegar que os pedidos eram abusivos ou que não acrescentariam nada à ação. Zanin destacou, a título de exemplo, os pedidos para produzir provas de que Lula recebeu, como diz o MPF, dinheiro desviado da Petrobras, e a petição para aprofundar o uso do triplex em transações financeiras pela OAS. Tudo negado por Moro.

"Certamente a Polícia Federal e o Ministério Público Federal teriam condições de saber da existência [desses documentos]. Nós havíamos pedido para que fossem produzidas essas provas em perícia, mas os pedidos foram negados. É a defesa que leva ao processo a prova da inocência de Lula. Prova categorica, contundente e que não deixa nenhuma dúvida."

Outros eixos da denúncia

Zanin rebateu, ainda, o "contexto" de "macrocorrupção" criado pela Lava Jato para taxar Lula de chefe da organização criminosa. Trata-se do pano de fundo da denúncia do triplex, em que Lula aparece sendo beneficiado pela OAS por ter garantido a manutenção do esquema de corrupção na Petrobras enquanto presidente da República.

"A denuncia, além de veicular a acusação propriamente dita, fala de um contexto, mas esse contexto fala de uma investigação que esta em curso no Supremo e não há competencia da 13ª Vara Federal em Curitiba para tratar do fato", sustentou.

Durante a coletiva de imprensa, Zanin também abordou as violações e abusos praticados por Moro e pela força-tarefa durante a fase processual e lembrou, ainda, que a defesa produziu provas de que Lula não poderia saber de corrupção na Petrobras, a partir de auditorias feitas na estatal.

Em relação à terceira parte da denúncia, que trata de contrato da OAS com a Granero pela manutenção do acervo presidencial, Zanin destacou que o MPF, além de não imputar a Lula qualquer ação relativa a esse contrato, viu sua tese de pagamento de propina cair por terra quando o dono da Granero admitiu que houve um erro dele na produção do documento. A Lava Jato fala em fraude porque a peça fala em armazenamento de materiais de escritório da OAS, e não do acervo de Lula.

O caso Cláudia Cruz

Ao final da exposição, Zanin indicou que, diante das provas produzidas, qualquer sentença sobre o triplex que não seja de absolvição para Lula só reforçará que o caso é de perseguição política.

O advogado fez um paralelo com a sentença proferida por Moro em relação à esposa de Eduardo Cunha, Cláudia Cruz, absolvida por falta de provas de sua participação na lavagem de dinheiro.

"Nessa sentença, Moro diz que em crime de corrupção e lavagem de dinheiro, é preciso haver rastreamento dos valores envolvidos", frisou Zanin. "Em relação a Lula, em momento algum houve rastreamento de valores. Nao se aplicou a máxima de seguir o dinheiro, mesmo a defesa tendo feito esse pedido com a certeza de que Lula não recebeu valores provenientes de contratos da Petrobras. É bom lembrar que depois da devassa feita nas contas e vida de Lula e de seus familiares, nenhum valor ilicito foi encontrado", ponderou.

Questionado sobre a possibilidade de Moro usar a teoria do domínio do fato para condenar Lula, Zanin disse que a tese "não pode servir de muleta para Ministério Público que não produz provas."

Acompanhe [aqui] a coletiva na íntegra.

Via - Blog do Miro.

Charge dos nossos dias

Por Renato Aroeira.


IAP apreende 600 metros de redes de pesca em Diamante do Norte


Fiscais do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) apreenderam na semana passada cerca de 600 metros de redes de pesca armadas nas proximidades das comportas da represa da Hidrelétrica de Rosana, em Diamante do Norte.

“Nossa fiscalização não para e vamos intensificar ainda mais para coibir a pesca predatória”, disse Mauro Braga, chefe do escritório do IAP/Paranavaí.

As redes estavam armadas a poucos metros das comportas da hidrelétrica, o que é proibido por lei. Além de estarem muito próximas uma das outras, o que também é vetado pela legislação ambiental. As redes foram apreendidas e devem ser destruídas.

A pesca nas proximidades das comportas da Hidrelétrica de Rosana só pode acontecer a mais de um quilômetro abaixo das comportas, já que se trata também de uma área de preservação, que pertence a Estação Ecológica Caiuá.

As redes só podem ser utilizadas em áreas permitidas, com a identificação do pescador, que deve ser profissional, e devem ser armadas com distância de mais de 150 metros uma da outra. “Não pode armar redes na área de preservação ambiental, onde a pesca é proibida durante todo o ano”, enfatizou Braga. 

As redes armadas nas proximidades das comportas caracterizam crime ambiental, onde o pescador é multado, tem toda a tralha de pesca e barco apreendidos e ainda irá pagar pelo pescado capturado ilegalmente.

Na apreensão de Diamante do Norte os donos das redes não foram encontrados e os pescados já presos nas malhas, foram soltos.

Via - Diário do Noroeste

quarta-feira, 21 de junho de 2017

IMPUNIDADE - Após ser vítima de racismo, estudante abandona curso de Direito no Mackenzie Rio

Alba Cristina, estudante do 2º semestre, foi vítima de injúria racial e entrou com pedido no MP contra o ato que sofreu.


Norma Odara
Brasil de Fato

A estudante de direito Alba Cristina da Silva Conceição cursava o segundo semestre, no Instituto Presbiteriano Mackenzie, no Rio de Janeiro (RJ), quando ficou sabendo, no dia 5 de junho, que uma de suas colegas de classe havia dito ofensas de cunho racial a seu respeito e a respeito de suas duas filhas.

“Ela se referiu a mim como 'macaca' e às minhas filhas como 'macacas pretas e faveladas que eu pus pra fora', conta a estudante.

Alba afirmou ao Brasil de Fato que foi até a universidade para falar com a coordenação, mas que eles trataram a situação de maneira “rasa e superficial”, e alegaram haver uma “ sindicância para estes casos”.

Posteriormente, emitiram uma nota no Facebook rechaçando qualquer tipo de atitude preconceituosa por parte da universidade, o que Alba considera insuficiente.

“Não entraram em contato comigo; a nota não me citou em nenhum momento; uma coletiva de imprensa ia acontecer na sexta-feira (9) [para publicizar o caso de racismo], mas a universidade a desmarcou em cima da hora; o DCE colocou uma nota para que os alunos avaliassem com cinco a instituição, para não dizer que ela é racista. Isso alimenta outros atos preconceituosos", enumera a estudante. Procurado por telefone, o Mackenzie Rio não atendeu a reportagem.

Alba afirma que está muito chateada com a situação, que lhe afetou psicologicamente, emocionalmente e comprometeu seus planos acadêmicos e até orçamentários, uma vez que ela teve que pagar tanto o semestre que não vai cursar quanto a matrícula da nova universidade.

A estudante conta que alguns colegas de sala tentaram coagir a testemunha que acolheu as ofensas e contou a Alba, demonstrando o viés perverso do racismo que busca “silenciar quem fala a verdade”.

Ela conta ainda que seu primeiro post foi denunciado na rede social, mas ela publicou o mesmo conteúdo outra vez.

Injúria vs. racismo
Bruno Cândido, advogado de Alba, do escritório Almeida e Bandeira de Mello Advogados, explica as interpretações de racismo e injúria:

“O racismo é atribuído a uma coletividade, isto é, a um sujeito indeterminado, e a injúria racial como atribuição de termo pejorativo a um indivíduo determinado em razão de sua raça”.

As sanções também variam, o racismo é inafiançável e não prescreve e a injúria racial não recebe o mesmo tratamento, extraindo “consequências jurídicas e sociais insatisfatórias”, segundo o advogado, que não “contemplam grupos discriminados histórica e ciclicamente”.

O processo administrativo está em andamento dentro da universidade e a nota da instituição na íntegra você pode ler Aqui.

Edição: Camila Rodrigues da Silva
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