quinta-feira, 27 de abril de 2017

BASTA DE RETROCESSOS- Funcionários dos Correios aderem à greve e eletricitários avisam: 'O Brasil pode apagar'

Contra reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer (PMDB), categorias se mobilizam em grande greve nacional. Eletricitários convocam população para "apagar o Brasil".


"Na sexta-feira (28), o Brasil pode apagar", diz o presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Eduardo Annunciato, o Chicão. A categoria promete uma grande paralisação em repúdio às reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer (PMDB). "Tive contato com 18 entidades de eletricitários e todas vão parar. Desde Furnas, responsável por 10% de toda energia elétrica do país até áreas estratégicas como Rio de Janeiro e Paraná", afirma.

Chicão faz um chamado à população que está descontente com as medidas que precarizam o trabalho e dificultam o acesso dos trabalhadores à aposentadoria. Apenas a greve geral e consecutiva paralisação da categoria dos eletricitários não é suficiente para promover um apagão no país. "Estamos fazendo uma proposta para as pessoas, às 19h30 da quinta-feira e às 7h da sexta-feira, ligarem um ferro de passar e um chuveiro ao mesmo tempo. Com essa atitude, apaga o Brasil", afirma.

O presidente do sindicato explica, de forma simplificada, como funcionaria tal boicote. "O Brasil tem 151 gigawatts de potência elétrica. Então, considerando um chuveiro fraco de 4.400 watts e um ferro de passar de 1.000 watts, isso dá 5.400 watts. Considerando 40 milhões de habitações no país, se metade da população aderir ao protesto, ou seja, 20 milhões de residências, teremos uma carga no sistema de 108 gigawatts. Somando isso aos motores de geladeiras, motores de fábricas, fornos elétricos e lâmpadas, é possível derrubar a energia de todo o país em três minutos."

Entretanto, a categoria não vai congelar totalmente as operações, como explica Chicão, em entrevista à jornalista Laura Capriglione, dos Jornalistas Livres. "Vamos manter alguns trabalhadores por questão de responsabilidade. Não podemos permitir que, por exemplo, se rompe algum cabo de alta tensão, isso pode matar pessoas. Também em relação aos hospitais, podem ficar tranquilos em relação à falta de energia, pois todos contam com geradores", afirma.

O dirigente argumenta que os eletricitários são especialmente prejudicados e vulneráveis às reformas de Temer. "Não existe a mínima condição de uma pessoa com 65 anos trabalhar em nossa atividade, que é a quarta mais perigosa do mundo. Precisamos ter a musculatura em ordem, visão em ordem e reflexos em dia. Esses crápulas não estão olhando isso, eles só querem saber de dinheiro. Não vamos permitir. Se é guerra que eles querem, eles vão ter", diz. "Querem dobrar nossas chances de morrer. É um devaneio desse governo", completa.

As duas reformas levadas a toque de caixa pelo governo são alvos de duras críticas. Para Chicão, a pior parte da reforma trabalhista é a prevalência do negociado entre patrão e empregado sobre o legislado. "Isso é um absurdo. O negociado já vale sobre o legislado, desde que seja para cima. Isso arrasa o patamar mínimo do direito do cidadão. Hoje, por exemplo, o patrão tem que pagar 50% em horas extras. Agora, pode valer pagando menos do que isso. A lei anda pra trás."

Correios em greve
Outra categoria que aderiu à greve geral é a dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Além de somar ao contexto contra as reformas de Temer, os ecetistas também lutam contra a privatização da instituição centenária. "Contra a privatização, as demissões e retiradas de direitos, os trabalhadores dos Correios contam com o apoio da população em mais uma luta que vão travar", afirma em nota a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).

A paralisação dos Correios começa antes do dia da greve geral. A partir de hoje, às 22h, a categoria já cruza os braços por tempo indeterminado. "O fim das agências próprias dos Correios, com fortalecimento das franqueadas, esvazia os negócios da empresa para a iniciativa privada", afirma. O atual presidente do órgão, Guilherme Campos, indicado político do PSD, vem fechando agências e até retirando direito de férias de alguns funcionários, alegando problemas financeiros.

Via - Rede Brasil Atual

Charge dos nossos dias

Por Renato Aroeira


Festival de Música de Loanda dará quase R$ 4 mil em premiações


Será realizado no próximo final de semana o I Festival de Música de Loanda (FEMUL), o evento é uma promoção da Prefeitura Municipal de Loanda e da Secretaria da Educação e Cultura através do Cine Teatro Guanabara e será realizado no sábado (29) a partir das 20h.

O 1º I FEMUL é um festival de interpretação adulto (a partir de 16 anos) que abrange os gêneros de música sertaneja e popular e tem como objetivo incentivar a criatividade musical, promover o intercâmbio cultural, intensificar o movimento musical em nossa região e descobrir e valorizar novos talentos.

As inscrições podem ser feitas no Cine Teatro Guanabara ou pelo telefone 44 3425-1131 até o dia 25. O horário de atendimento é das 8h às 11h30 e das 13h às 17h. A taxa de inscrição é 2 kg de alimentos não perecíveis.

Cada participante deverá inscrever uma música e trazer cinco cópias digitadas, ou enviar pelo e-mail culturaloanda@yahoo.com.br até dia 25. Depois de efetuada a inscrição, não será permitido mudar de música.

Para assistir os shows também será necessário doar 2 kg de alimentos não prececíveis. Todos os alimentos arrecadados serão doados para uma instituição carente de Loanda.

Os seis melhores candidatos receberão as seguintes premiações:

1º lugar: R$ 1.500,00 + Troféu
2º lugar: R$ 1.000,00 + Troféu
3º lugar: R$ 500,00 + Troféu
4º lugar: R$ 400,00 + Troféu
5º lugar: R$ 300,00 + Troféu
6º lugar: RS 200,00 + Troféu

Via – Portal Loanda

Motorista em fuga perde controle de carro


A polícia de Itaúna do Sul não conseguiu deter o motorista do Chevrolet Vectra pertencente a uma moradora de Terra Rica. Houve perseguição durante a madrugada de ontem na PR-182. O motorista perdeu o controle do carro e fugiu a pé por um matagal.

Dentro do carro havia uma espingarda calibre 38, duas munições intactas e uma porção de cocaína. De acordo com o delegado, Dimitri Tostes Monteiro, o veículo não possui alerta de furto ou roubo.
A polícia tentou abordar o motorista ainda em Terra Rica (60 km de Paranavaí), mas ele fugiu sentido a Diamante do Norte (90 km de Paranavaí), onde foi avistado no perímetro central. Nova perseguição teve início, com o motorista perdendo o controle do carro no quilômetro 14, entre Diamante do Norte e Itaúna do Sul.

MARILENA - Ao realizar o patrulhamento preventivo, policiais militares que prestam serviço em Marilena recuperaram uma Honda CG Titan com registro de furto. O veículo estava com a numeração do motor suprimida, mas foi possível descobrir que tinha sido furtado no mês de março deste ano em Loanda.

Via - Diário do Noroeste

Mídia ignora críticas à Reforma da Previdência


Os principais veículos de informação do país fizeram uma cobertura positiva da proposta de Reforma da Previdência enviada pelo governo Michel Temer ao Congresso Nacional, deixando pouco espaço para opiniões divergentes, segundo levantamento realizado pela Repórter Brasil. Os veículos das organizações Globo foram os menos críticos: 91% do tempo dedicado ao tema pela TV Globo e 90% dos textos publicados no jornal O Globo foram alinhados à proposta do Palácio do Planalto.

Nos impressos O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, 87% e 83% dos conteúdo fizeram uma cobertura positiva. O Jornal da Record foi o mais equilibrado, com 62% do tempo sendo favorável à Reforma.


Para chegar a essa conclusão, a Repórter Brasil analisou mais de 400 textos dos três jornais de maior projeção nacional – Folha, O Globo e Estadão – e 45 minutos de matérias dos dois principais telejornais – Jornal Nacional e Jornal da Record. O período avaliado abrange a cobertura das duas semanas anteriores e das duas posteriores à entrega do texto da proposta pelo Executivo ao Congresso: de 21 de novembro a 20 de dezembro de 2016. Conteúdos em que prevaleciam o detalhamento do projeto, sem apresentação de contrapontos, ou o apoio explícito em entrevistas foram avaliados como favoráveis e alinhados à proposta. Esse é o critério utilizado pelas maiores empresas do Brasil especializadas em análise de imagem e reputação.


Em uma análise mais qualitativa do material, o levantamento aponta ainda a que, na TV e nos jornais, sobressai o tom alarmista, seguindo a ideia de que todos os setores do país precisam de dar sua “cota de sacrifício” para resolver o problema. Predomina a ideia de que, sem a aprovação da proposta, a Previdência vai quebrar e, no futuro próximo, engolirá o orçamento. Assim como nas propagandas veiculadas pelo governo, a mídia reverbera que não sobrará dinheiro para o básico: saúde, educação e segurança. Veja, abaixo, detalhes da análise feita por Repórter Brasil.

Saiba em detalhes como foi a cobertura de cada veículo:

Jornal Nacional: Menos de três minutos contra a Reforma

No Jornal Nacional, dos 29min54s de cobertura do tema, apenas 9% do tempo foi dedicado a fontes ou dados contrários à Reforma da Previdência. A única reportagem considerada crítica à proposta foi uma de 2min47s que questionava a exclusão de integrantes das Forças Armadas, bombeiros e policiais militares da Reforma da Previdência.

Outras oito reportagens, que somam 27min07s, mostraram de maneira didática as modificações previstas e deram voz a membros do governo e da base aliada, reforçando o alinhamento do veículo com a proposta do Planalto. Elas ouviram economistas que ratificaram a ideia de que, sem as mudanças, em pouco tempo o sistema de aposentadorias e pensões no Brasil se tornará insustentável. “Reformar para manter”, “insolvência”, “sistema justo” e “espinha dorsal do ajuste fiscal” foram alguns dos termos utilizados.



Entre os entrevistados ouvidos pela emissora, 83% defenderam a Reforma – entre eles o presidente Michel Temer, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o secretário da Previdência, Marcelo Caetano – e 17% fizeram críticas pontuais a ela.

No dia em que a proposta foi entregue ao legislativo, 6 de dezembro, o JN veiculou matérias destacando que o “projeto dividia opiniões na Câmara” e que “centrais sindicais” se queixavam. Embora a cobertura apontasse para uma linha mais equilibrada, a edição privilegiou opiniões pró-reforma.

No total, 73% das entrevistas veiculadas pelo Jornal Nacional no período analisado traziam posicionamentos favoráveis à Reforma e 27% contrários. As críticas do deputado Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical, e de Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), quanto à dureza da idade mínima de 65 anos para homens e mulheres foram veiculadas entre avaliações de cinco estudiosos da área econômica sobre o déficit crescente da Previdência.

Jornal da Record: Conteúdo mais divergente da proposta que o do JN

O Jornal da Record também apoiou a Reforma mais do que criticou, mas de maneira mais equilibrada do que o Jornal Nacional. Enquanto no Jornal Nacional o conteúdo pró-reforma chegou a 91%, maior entre os veículos analisados, o do Jornal da Record foi o menor: 62%. O Jornal da Record também foi mais balanceado no que diz respeito às opiniões de políticos e economistas, com 71% dos posicionamentos favoráveis e 29% contrários.

Além de detalhar as alterações previstas, a emissora mostrou a preocupação de trabalhadores de baixa renda com o impacto da Reforma. Ao expor a apreensão de quem pode ser prejudicado no caso da aprovação da proposta, a Record humanizou uma cobertura que é sustentada pelos números frios da equipe econômica. Dedicou, porém, apenas 15m01s ao assunto, metade do tempo destinado pela concorrente.

A Repórter Brasil analisou as seis matérias que abordavam diretamente a Previdência disponíveis no site do programa, além de citações em conteúdo focado na crise dos Estados e na tramitação da PEC do Teto de Gastos. Nelas, vozes críticas como a do deputado Henrique Fontana (PT-RS) falavam em “virulência absurda” e que a proposta era um “tapa na população brasileira”. Contudo, o tempo de exposição foi maior para declarações de aliados de Temer que contemporizavam as falas contrárias.

O Globo: 90% da cobertura favorável à Reforma

No jornal O Globo, o apoio à Reforma foi mais explícito pois as vozes contrárias foram escassas. Nele, 90% dos textos foram considerados favoráveis às mudanças. O impresso utilizou espaços nobres – como cinco manchetes, seis chamadas de capa e 11 editoriais – para publicar conteúdo alinhado com a proposta do governo. Foram no total 118 textos, incluindo reportagens, artigos, colunas e notas que mencionavam o assunto.

As críticas, presentes em 10% dos textos, focaram principalmente no questionamento à exclusão de integrantes das Forças Armadas, policiais militares e bombeiros das mudanças propostas – e não na Reforma em si. Foi um viés semelhante aos textos publicados dos leitores. Embora apenas 15% tenham dito concordar com o projeto, os outros 85% demonstraram discordância especialmente pela “manutenção de privilégios”.

Usando expressões como “mal necessário” e “garantia do futuro”, O Globo privilegiou declarações de políticos, estudiosos e analistas pró-reforma: 72% dos entrevistados apoiaram a Reforma. Um exemplo foi a fala da diretora de rating soberano da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, Lisa Schineller, que cobrou agilidade do Executivo com “sinalizações fiscais mais sólidas”. “Sem uma Reforma robusta da Previdência será difícil manejar o Orçamento”, reforçou Ronaldo Patah, estrategista da UBS Brasil Wealth Management.


Dentre as poucas vozes divergentes estão a do ex-secretário de Previdência Social e consultor do orçamento da Câmara Leonardo Rolim, que criticou a retirada de categorias, e a do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que reclamou da idade mínima, das regras de transição e da necessidade de contribuir durante 49 anos para obter o benefício integral.

Contra esses argumentos, porém, a publicação trouxe números do governo. Na capa de 7 de dezembro, dia seguinte à apresentação do projeto ao Congresso, estampa: “Reforma da Previdência economizará R$ 738 bi”.

Míriam Leitão, colunista de O Globo que mais abordou a questão da Previdência, apoiou a Reforma, mas criticou o “ponto de desequilíbrio” gerado pela exclusão de militares, policiais e bombeiros, além das regras de transição mais suaves para os políticos. “A Reforma da Previdência não é de direita, nem de esquerda, é uma imposição da vida. As pessoas vivem mais, há proporcionalmente menos jovens e crianças e a equação tem que ser refeita. Serão várias Reformas nas próximas décadas”, justificou.

Folha de S.Paulo: Menos espaço do que os concorrentes

Entre os impressos, a Folha foi o que dedicou menos espaço ao projeto do governo. A Repórter Brasil analisou 104 textos – entre eles três manchetes, porém só uma teve a Previdência como tema central, seis chamadas de capa e seis editoriais. Colunistas como a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e o jornalista Vinícius Torres Freire, abordaram o assunto de forma sistemática. As críticas da parlamentar ajudaram a segurar a adesão do veículo em 83%, sete pontos percentuais abaixo de O Globo e quatro do Estadão.

Apenas 30% das fontes ouvidas pelo jornal foram contrárias à Reforma. Mais uma vez, entre as que se opuseram à proposta, há as que assim se posicionaram porque defendem a inclusão de bombeiros e policiais militares, e não porque acreditam que os princípios sejam equivocados. A Folha elenca argumentos como o aumento da “taxa de dependência” (a relação entre pessoas inativas, que chegam a 65 anos ou mais, e a população em idade ativa, entre 15 e 64 anos) cresceria de 11% em 2015 para 25% em 2035. O problema, conforme o jornal, é que o Brasil gasta cerca de 13% do PIB com a Previdência, parcela semelhante à de nações desenvolvidas, que já apresentam taxa de dependência alta.

Em outra direção, o veículo publicou editorial afirmando que o aumento do tempo de contribuição tende a prejudicar principalmente os mais pobres, que têm mais dificuldades de se manter em empregos formais. O mesmo texto, porém, afirma que a desvinculação de benefícios assistenciais do salário mínimo, a revisão das pensões por morte e a proibição de acúmulo de benefícios estão de acordo com as práticas internacionais.

A Folha ratifica a visão de que é preciso reduzir a distorção entre os benefícios de trabalhadores ligados ao INSS e de funcionários públicos em entrevista do secretário de Previdência, Marcelo Caetano, publicada na capa do caderno Mercado, com chamada na primeira página. No mesmo dia, 11 de dezembro de 2016, o veículo trouxe editorial elogiando a proposta do governo, sob a justificativa de falta de sustentabilidade decorrente do perfil demográfico da população, além de aposentadorias precoces e regras que beneficiam alguns setores.

O Estado de S.Paulo: Cobertura densa e apoio à reforma

Sustentado no argumento de que o Brasil precisa sanear suas contas para recuperar a credibilidade interna e externa, o Estadão abordou a Previdência em 182 textos, 87% favoráveis às mudanças. Embora esteja numericamente à frente dos concorrentes, dedicou apenas duas manchetes ao assunto – contra cinco de O Globo e uma da Folha –, além de 13 editoriais e 11 chamadas de capa.

O veículo privilegiou a publicação de reportagens factuais, apresentando as intenções do governo, sem submeter muitas das questões polêmicas ao escrutínio externo. Tanto que só 27% das fontes se posicionaram contrárias à proposta. Com um time de colunistas alinhado, mesmo os que deixaram claro que a Reforma não será suficiente para botar o país nos trilhos, reconheceram que ela é necessária.

O Estadão procurou traduzir em números o desafio que o Brasil terá caso não aprove a medida. Em paralelo, também se debruçou sobre o receio de que a tensão provocada por denúncias envolvendo o primeiro escalão de Temer pudesse levar o Congresso à paralisia e atrasar o ajuste das contas.

“Sempre que um caso como esse acontece, a avaliação de risco do mercado aumenta e limita a possibilidade de o governo entregar a economia arrumada até 2018”, observou a economista-chefe da XP Investimentos Zeina Latif, se referindo ao caso do ex-ministro Geddel Vieira Lima. No mesmo sentido, Samuel Pessôa, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas, foi ouvido para reforçar que será “trágico” se a agenda de Reformas não avançar – projetando que “o risco País subirá e afetará o câmbio”, haverá “choque inflacionário e a política de juros será comprometida. Sem mexer nos juros, não dá para sair da crise”.

Já no caso dos comentários na seção para opinião dos leitores, apenas 18% foram totalmente favoráveis à Reforma. As críticas dos outros 82%, no entanto, ficaram centradas na manutenção de “privilégios” de algumas categorias, como PMs, bombeiros e Forças Armadas, reforçando o viés do jornal. Só a concessão de aposentadorias e pensões para 296 mil beneficiários militares de Exército, Marinha e Aeronáutica custaram R$ 32,5 bilhões aos cofres do governo em 2015, frisou o veículo no dia seguinte à apresentação da Reforma.

Fonte: Repórter Brasil
Via Portal Vermelho

Greve Geral: Motoristas e cobradores de 18 capitais param no dia 28


Motoristas e cobradores de ônibus da capital paulista aprovaram hoje (26) a adesão à greve geral da próxima sexta-feira (28), contra a reforma da Previdência, a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita proposta pelo governo de Michel Temer (PMDB). A categoria vai cruzar os braços por 24 horas e os trabalhadores pretendem fechar as garagens de todas as empresas e os terminais municipais.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Condutores, Valdevan Noventa, a decisão da assembleia apenas ratifica um desejo já manifestado pela cateoria. "Como as linhas das antigas cooperativas não chegaram a um acordo sobre a paralisação, é possível que nosso movimento consiga influenciar e conseguir a adesão de parte desses companheiros", disse.

Pelo menos 17 cidades da região metropolitana de São Paulo e toda a Baixada Santista também vão ter o transporte coletivo de ônibus paralisado, incluindo o sistema intermunicipal, executado pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU). Guarulhos, Itaquaquecetuba, Arujá, Poá, Ferraz de Vasconcelos, Osasco, Ribeirão Pires, São Caetano, São Bernardo do Campo, Santo André, Diadema, Mauá, Rio Grande da Serra, Embu-Guaçu, São Lourenço da Serra, Itapecerica da Serra e Osasco são as cidades metropolitanas que já tiveram a greve aprovada em assembleias de trabalhadores.

Os motoristas e cobradores de ônibus também vão cruzar os braços por 24 horas nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília, Vitória, São Luís, Cuiabá, Campo Grande, Teresina, Natal, Recife, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Rio Branco, Maceió, Manaus e Macapá.

Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) também decidiram aderir à greve geral. Ficarão paralisadas, durante 24 horas, as linhas 9-Esmeralda (Grajaú-Osasco), 8-Diamante (Júlio Prestes-Itapevi), 7-Rubi (Jundiaí-Luz), 10-Turquesa (Brás-Rio Grande da Serra), 11-Coral (Luz-Estudantes) e 12-Safira (Brás-Calmon Viana).

Os metroviários também vão cruzar os braços por 24 horas nas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Teresina, Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Na capital paulista, as linhas 1-Azul, (Jabaquara-Tucuruvi), 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente), 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda), 5-Lilás (Capão Redondo-Adolfo Pinheiro) e 15-Prata (Vila Prudente-Oratório) ficarão paralisadas o dia todo, a partir da zero hora de sexta-feira.

Também vão paralisar as atividades os professores estaduais, municipais e privados, os aeroviários, os bancários (em 22 estados), os metalúrgicos (sete estados), os comerciários (seis estados), os eletricitários, os químicos, os petroleiros e os trabalhadores de saneamento básico e dos Correios. Os servidores públicos das demais áreas, inclusive do Judiciário, vão ter paralisações em todas as capitais e dezenas de cidades médias. Trabalhadores do Porto de Santos também aprovaram a greve.

Via - Portal Vermelho

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Documentário que comprova vida extraterrestre bomba no YouTube

Lançado na última quinta (20/4), o filme traz entrevistas com nomes da espiritualidade, ciência e ufologia.


documentário “No Meio de Nós” tem uma ideia ambiciosa: confirmar a existência de vida extraterrestre. Disponível no Youtube, a produção conta com mais de 46 mil visualizações em menos de cinco dias.

O longa faz entrevistas com 11 personalidades do universo da ufologia e mediunidade. Os produtores comprovam a teoria com documentos que teriam sido liberados pelo FBI, em 2013. Entre os convidados, está o General Uchoa (foto principal), um dos mais renomados ufólogos brasileiros.


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