Por Dalcio Machado
domingo, 3 de abril de 2016
Regional de Saúde confirma 2 casos de gripe H1N1 no Noroeste do PR
A 14ª Regional de Saúde confirmou dois casos de gripe
causada pelo vírus H1N1, em 2016, no Noroeste do Paraná. O primeiro foi
registrado em janeiro em Alto Paraná. O segundo, neste mês, é de Paranavaí. Não
há mortes provocadas pela doença, mas as notificações são constantes.
De acordo com a chefe regional de Vigilância Epidemiológica,
Kariny Gonçalves Lopes Galvão, sempre que há suspeitas por parte da equipe
médica, são coletadas amostras sanguíneas dos pacientes para análise
laboratorial. Segundo ela, ainda há muitos casos sendo avaliados.
A diretora do Pronto Atendimento de Paranavaí, Suzi Meire
Clemente Gimenez, reiterou a informação: o número de pacientes com sintomas da
H1N1 é grande. Por isso, ela fez algumas orientações sobre como prevenir o
contágio pelo vírus. A principal dica é manter bons hábitos de higienização.
Os cuidados básicos incluem lavar as mãos frequentemente, de
preferência com água corrente e sabonete, podendo, também, optar pelo uso do
álcool gel. Além disso, sempre que for tossir ou espirrar, opte pelo proteger a
boca e o nariz com lenços descartáveis, para, em seguida, jogá-los fora.
Outra dica da diretora do Pronto Atendimento, que é
enfermeira, é manter ambientes domésticos e de trabalho sempre arejados, com
portas e janelas abertas. “É importante evitar locais fechados com aglomeração
de pessoas”, informou. De acordo com Suzi Meire, as orientações também ajudam a
evitar outras patologias.
Cabe destacar que parte da população tem direito à vacinação
gratuita. A campanha terá início em abril, com público-alvo determinado pelo
Ministério da Saúde. Segundo a chefe regional de Vigilância Epidemiológica, as
doses ainda não chegaram, mas a expectativa é que sejam entregues nas próximas
semanas.
Via - Diário do Noroeste
Senhora Governabilidade
Não tivesse evoluído o conluio golpista, sem dúvida, os
índices de aprovação teriam caído, mas não a níveis tão baixos e repercussões
tão altas.
Da Carta Capital
Caros caboclos, campesinos, sertanejos e ruralistas. Para
não dizer que não falei de agronegócio, em 28 de março, o mercado futuro da
bolsa de Chicago cotou o milho a 374,75 US$ cents/bushel. No oeste da Bahia, a
saca de 60 kg do grão está sendo negociada a R$ 42,00. A soja vai na mesma
levada. Ponto! Diante de como está o País, penso até ter ido muito longe.
Quando esta coluna for publicada será 1º de abril, dia da
mentira. O que conto aqui, porém, é verdade inconteste.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, mesmo provado ser um
político corrupto, com dinheiro ilícito oculto em bancos suíços, vestiu vocês
de verde e amarelo para derrotar uma mulher de história guerreira, vida ilibada
e honesta, presidente da República, em segundo mandato, eleita com 54 milhões
de votos em pleito majoritário livre.
Desde que assumiu o cargo, o indigno deputado
declarou-l,1964he guerra e confessou impedir-lhe governar. Fez. Foi hábil a
ponto de parar o País, prejudicar a todos nós, e pôr a culpa nos ombros da
presidente.
Em ato final, golpeia a Constituição democrática, sob o
olhar cupido de uma burguesia politicamente analfabeta, sem provar ilícitos que
justificassem um impeachment.
Não foi difícil nem demorado. Escapou da cadeia, que a julgar
outras prisões é onde deveria estar, e deixou-se usar para arregimentar
interesses diversos.
Primeiro, o seu execrável e fisiológico partido, o PMDB.
Seguiram-se a vaidade traidora de um vice-presidente, os holofotes do
vice-reino de Curitiba, as intenções persecutórias de Gilmar Mendes, a
instrumentalidade interesseira das folhas e telas cotidianas, uma oposição que
nunca formulou plano de governo factível para assumir o Poder Executivo no voto
e, finalmente, os mais reacionários segmentos da elite econômica. Pronto,
venceu.
Mais digno se fosse como em 1964. Inimigo mais nobre e
explícito. Tanques e tropas desceram de Minas Gerais para o Rio de Janeiro, em
ação costumeira na América Latina, o que nos fazia saber como resistir. Foram
21 anos, mas lutamos e reconquistamos a democracia. Pífia, economicamente
malsucedida, mas legítima.
E agora a quem deveremos combater? Quais os inimigos? Os
analfabetos políticos que se unem na Avenida FIESP sem entender que grande
parte de nossos males econômicos lá está sediada? A Rede Globo e as poucas
famílias donas da mídia, que desde o primeiro dia dos sucessivos governos do PT
se insurgem contra a política de inserção social na contramão do neoliberalismo
até então vigente?
Na época, pensávamos a esquerda ter chegado ao poder. Depois
da ditadura e de três derrotas em eleições presidenciais, em 2003, o PT,
representado na popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva, tomou posse
representando nossos anseios.
O feito, em quatro sucessões de mandatos de Lula e Dilma Rousseff,
está aí em suas controvérsias e frangalhos, por único e não desenvolvimentista
fator: uma senhora velha, decadente, conflituosa em seus interesses, confusa no
planejar, mantida viva com mandingas e não tecnologias, insiste manter o acordo
secular de elites. Seu nome “Governabilidade”.
Desculpem-me o termo chulo, mas que merda é essa? Manter
tudo como sempre foi? O bem-bom para nós, os meritosos, e os córregos de
esgotos ao ar livre para quem é subalterno? Quem melhor do que o PMDB
representa o papel dessa senhora?
Um ponto, porém, não se põe em discussão. Além da
legitimação nas urnas, os incontestáveis e longos períodos de aprovação popular
dos governos petistas têm significados claros. O que mudou?
Não tivesse evoluído o conluio golpista, sem dúvida, os
índices de aprovação teriam caído, mas não a níveis tão baixos e repercussões
tão altas. Desta vez, a “Senhora Governabilidade”, em seus aspectos mais
escabrosos, exagerou.
Fosse assassinada, por certo, as democracia, economia e
sociedade brasileiras não estariam passando por tantas dificuldades.
A favor da governabilidade
A ABIMAQ, Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e
Equipamentos, como membro da Federação de Corporações Brasil, manifestou-se em
defesa da governabilidade. O presidente da W Torre declarou que o governo
deveria renunciar. A FIESP acha o mesmo. Estariam corretos, soubessem quem é
essa senhora.
Não estranhemos. As corporações apoiam a democracia da mesma
forma como os clubes de futebol com seus técnicos. Apenas enquanto ganham.
Quando não, os depõem.
Nos anos de governo PT, a venda de máquinas e implementos
agrícolas lavou a égua do último páreo, o que não acontecia há décadas. O mesmo
com caminhões, sem renovação de frotas, e a construção civil.
Bastou um perrengue mais forte se alevantar para eles
perderem a memória. Nunca o empresariado nacional fez diferente. Acreditam em
crescimento eterno, o que os faz tolos. Planejam em séries históricas
projetadas para o futuro. O mundo é bem mais complicado do que isso. A
“Governabilidade”, também.
Via – Jornal GGN
83% não querem Temer presidente, revela pesquisa
Pesquisa divulgada pelo portal Último Segundo, neste sábado
(2), mostra que 56% dos leitores do site são contra o impeachment da presidenta
Dilma Rousseff. Além disso, o levantamento feito pelo instituto de pesquisa
Digzoo revela que 83% dos internautas não querem que o vice-presidente, Michel
Temer, assuma a cadeira de Dilma.
“Apesar da polarização entre grupos politicamente
antagônicos e dos números negativos sobre a aprovação do governo federal em
amostras recentes, levantamento do instituto de pesquisa Digzoo feito entre os
leitores do portal iG mostra que o impeachment da presidente Dilma Rousseff não
é uma medida vista de forma tão positiva pela população brasileira”, diz a
matéria.
A pesquisa ainda ponta que 75% dos entrevistados disseram
não confiar que Temer conseguiria fazer a economia brasileira melhorar em curto
prazo. A grande maioria dos internautas (80%) questionados não acreditam que a
corrupção diminuiria em um eventual governo do PMDB.
De acordo com o portal, a pesquisa foi realizada entre os
dias 30 e 31 de março e contou com a participação de 3.985 internautas.
Com informações de agências - Portal Vermelho
Prova de escândalo da merenda em SP desaparece
Quando se trata de investigações que envolvem governos ou
personalidades do PSDB ,fatos estranhos acontecem: morte de testemunhas,
sigilos impostos a documentos e, agora, provas desaparecem.
Um documento tido
como prova fundamental para o andamento das investigações da operação Alba
Branca sumiu da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, comandada pelo
tucano Geraldo Alckmin.
As investigações apuravam o pagamento de propina em
contratos superfaturados de merenda com o governo tucano e cidades paulistas.
Segundo matéria publicada pela Folha de S. Paulo, o
documento tratava de um pedido de reequilíbrio financeiro de um contrato da
Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar) com o governo de Alckmin.
O tal documento foi citado em uma conversa entre o lobista
Marcel Ferreira Julio, que está preso, e o ex-chefe de gabinete da Casa Civil
Luiz Roberto dos Santos, conhecido como "Moita". Na conversa, eles
discutiam uma maneira de aumentar o valor dos contratos.
O delegado seccional de Bebedouro responsável pelas
apurações das fraudes na merenda escolar, José Eduardo Vasconcelos, afirmou ter
ficado "perplexo". "É surpreendente", disse.
Por meio de nota, a Secretaria da Educação do Estado
informou que a pasta já abriu uma investigação sobre o assunto e pediu que um
membro da Corregedoria também acompanhe o processo.
03 de Abril na história
1967 - Dia de Caparaó
O Exército prende 8 guerrilheiros do MNR (Movimento Nacionalista Revolucionário) que tentavam implantar foco guerrilheiro contra a ditadura na serra de Caparaó, divisa de MG-ES.´
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| Cena da operação repressiva |
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sábado, 2 de abril de 2016
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