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quinta-feira, 8 de setembro de 2022

11 dicas para evitar ou espantar a ressaca

 


Depois de exagerar na bebida, é comum sofrer com os desprazeres da indesejada ressaca do dia seguinte. Realmente, quem passa do ponto não está livre deste desconforto. Os sinais são clássicos: a cabeça parece que vai explodir, o enjoo, a tontura, a fraqueza e uma sede de matar fazem você desejar nunca ter esvaziado um copo antes. Não é à toa que seu corpo está debilitado. Funciona assim: o organismo gasta glicose para metabolizar o álcool. Glicose é açúcar, açúcar é energia. Resultado: ficamos enfraquecidos. O excesso de álcool também ataca o sistema nervoso central e provoca sono e irritação; corrompe mecanismos químicos cerebrais, ocasionando dor de cabeça; irrita as mucosas do aparelho digestivo, causando náuseas, vômito e diarreia; e inibe a ação do hormônio antidiurético, levando a sede e boca seca. A zonzeira não para aí.

A ingestão excessiva de álcool pode trazer diversos prejuízos à saúde como o ganho de peso e acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal. "O consumo crônico pode causar lesões cerebrais, diabetes tipo 2, úlceras e inflamações no estômago e intestino, hepatite, depressão, lesão nos rins, na bexiga, próstata e pâncreas, entre outras doenças" , alerta a nutricionista Fabiana Honda, da consultoria nutricional Patrícia Bertolucci. 

Coma bem
Alimentar-se antes de beber é a regra de ouro contra a ressaca. "Quando bebemos de estômago cheio, os alimentos diminuem a difusão do álcool pelas paredes do estômago e retardam a passagem do álcool para o intestino, onde ele é rapidamente absorvido", explica Fabiana. Dessa forma, o álcool entra gradualmente na corrente sanguínea e demora mais tempo para chegar ao cérebro.

Atenção com o fígado
Procure ingerir alimentos que irão proteger o seu fígado. É ele que fabrica a enzima que digere o álcool e, quando sobrecarregado, produz uma toxina que causa dor de cabeça. Dias antes, encare um suco de beterraba e alho para turbinar o órgão. Inclua na sua refeição alimentos com gordura poli-insaturada, encontrada em peixes e no azeite de oliva extravirgem. Ou então, pegue a sua colher de azeite, despeje-a num prato, adicione sal e mergulhe pedaços de pão na mistura.



Beba moderadamente
A nutricionista Fabiana Honda aconselha intercalar a bebida com quitutes e copos de água. Dessa forma, o álcool não fica sozinho no estômago e, claro, você bebe menos, já que a barriga cheia reduz o espaço para as bebidinhas. "Os petiscos com carboidrato e/ou gordura retardam a absorção do álcool, por exemplo, uma torradinha com patê ou um pedaço de queijo", recomenda. Dê preferência aos queijos, ricos em gordura, e às carnes, fontes de proteína, que facilitam a digestão do álcool. Castanha, amendoim, queijo e, para extrapolar, salaminho são bem-vindos. O sal e a gordura estimulam a secreção de substâncias estomacais que protegem o estômago do álcool. Mas evite petiscos muito salgados, que aumentam a sede a não ser que você opte por água.

Não beba apenas álcool



Outra dica é colocar gelo ou água no drinque para diluí-lo ou intercalar bebidas não-alcoólicas e alcoólicas. Trocar a água por suco ou refrigerante também pode. Essas bebidas são ricas em carboidratos, que ajudam a metabolizar o álcool.





Não piore a situação

Embora a ressaca seja inevitável se você ingerir muito álcool, ela pode ser ainda pior: destilados, como batidas, licores e uísque, geram mais desconforto por causa da concentração e da mistura de substâncias. Álcool e fumo formam uma dupla nefasta para o organismo. Quanto mais nicotina, menos oxigênio no sangue e mais rápido se dá o processo de intoxicação.

Hidrate-se
A principal causa da ressaca é a desidratação provocada pelo álcool, um potente diurético que estimula a perda de líquido do corpo. Vá de água antes, durante e, principalmente, depois da bebedeira. Antes de dormir, ingira bastante água. Essa tática ajuda seu organismo a metabolizar o álcool enquanto você descansa. Se acordar para fazer xixi, tome mais água. Além de hidratar seu corpo, ela ajuda a eliminar o álcool e livrar-se das toxinas. Suco de acerola, limão e laranja também ajudam, porque bombeiam antioxidantes protetores e vitamina C no seu corpo. Beba isotônicos, para repor os sais minerais perdidos e abuse da água de coco, rica em potássio.

Longe do café

Evite o famoso cafezinho amargo, muitas vezes recomendado para diminuir a dor de cabeça. A bebida também tem propriedades diuréticas, ou seja, desidrata ainda mais o seu corpo.




Alimentação leve
Consuma alimentos de fácil digestão para não estressar ainda mais o organismo, já detonado pelo esforço de processar o álcool. "Para amenizar os efeitos da ressaca, deve-se ter uma alimentação leve, pobre em gorduras, rica em frutas, vegetais e líquidos", ensina Fabiana Honda. Inclua no cardápio os carboidratos complexos, como pão e biscoito de água e sal. O álcool aumenta a acidez e irrita a mucosa estomacal. Os alimentos secos e salgados desaceleram a produção de ácido. Essas comidas também dão energia para o fígado na hora de processar as toxinas e o excesso de bebida. Deixe de lado molho branco, queijos amarelos e fritura.

Não exagere nos remédios
 Embora alguns medicamentos ajudem a minimizar os estragos produzidos pelo álcool, como aqueles que unem analgésico (contra dor de cabeça), antiácido (contra a queimação no estômago) e antiemético (contra enjoos), nenhum é capaz de resolver tudo de uma só vez.


Descanse no dia seguinte
Por onde passa, o álcool causa baderna. Dentro da cabeça ele age nos neurônios daí a desinibição e a tonteira. Cerca de cinco horas depois da bebedeira as células cerebrais começam a se recuperar, mas ficam ultrassensíveis. É por isso que a luz e o barulho incomodam tanto. No dia seguinte, os danos ainda são sentidos e é praticamente impossível se concentrar. Repouse. Mantenha a luz apagada, cortinas fechadas e fique deitado. Nesse momento o que o corpo mais pede é descanso.

Invista nos chás
Algumas ervas ajudam a renovar as células hepáticas e, assim, acelerar o processo de purificação das toxinas do álcool que estão no corpo. Chás de salsaparrilha, erva-picão, macela e erva-cidreira são excelentes desintoxicantes. Depois das refeições, o chá verde e o de hortelã facilitam a digestão. 


Via 
Fonte: Matéria retirada do Yahoo

quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Rio da minha infância...


Um dia me perguntaram qual o motivo de eu gostar tanto de rios... Talvez o rio seja para mim a plena inteiração com Deus... Desde menino, adorava água correndo mansamente, levando em seu itinerário, mistérios que jamais minha curiosa mente conseguiu desvendar. Sombra de árvores, raios de sol vencendo a copa da mata e reluzindo na água mansa e calma de um rio, o barulho da correnteza... Tudo isso massageia minha alma e me deixa mais leve. Uma pescaria de caniço, um barco riscando o azul das águas, um banho refrescante... Rio é vida... Geralmente vamos até ele acompanhados de amigos, de pessoas que queremos bem. Rio me faz sonhar e contemplando a paisagem que o rodeia, me reencontro com o menino que ainda nada dentro de mim pelos rios da minha história...

Leiam a crônica de Joel Trinidad... Trata-se de uma obra tão universal que consegue não só retratar a sua infância como também a de muita gente. Confesso que me emocionei...


SAUDADES DO RIO DA MINHA INFÂNCIA


Ah! Que saudade do rio da minha infância!


Lá as águas tinham vontade própria e a gente não tinha vontade alguma de sair de lá.

_No três a gente pula, está bem?


_1, 2,3... Êba!!!!


Lá a água era doce, doce que nem os bolos de chocolate que a mãe da gente fazia e a gente levava para comer quando sentia fome, lembra?


Era tão bom poder ver os amigos da gente se divertindo, enquanto o dia ia passando na maior preguiça.

Subíamos na mangueira e lá de cima a gente gritava alto que nem Tarzan e se jogava de cabeça, segurando a ponta do nariz e sorrindo feito gente feliz.


Ah! Que saudades do rio da minha infância...


A tardezinha quando chovia, deixava a água quente e a gente mergulhava ainda mais fundo para buscar pedrinhas brancas e guardá-las na caixinha de madeira, cheio de iscas de peixe que a gente nunca colocava na água.


As roupas ficavam ensopadas com a água da chuva e a gente nem ligava para o que a nossa mãe diria quando nos visse daquele jeito. Mas, não tinha importância não. Lá a gente não pensava no futuro. Só queríamos na verdade aproveitar a grandeza do presente.


Pensando bem, a gente pensava no futuro sim. O Zeca queria ser médico. Dizia que montaria um consultório próximo lá do rio, para que quando algum outro garoto se machucasse tivesse a quem recorrer, e assim nenhuma mãe desconfiaria quando voltasse pra casa.


O Fabinho disse que seria astronauta e que lá do espaço, ele nos mandaria um sinal com reflexo de espelho quebrado, tipo aquele que a gente colocava mirando para o sol, anunciando da cerca que a turma iria se reunir no riachinho...


Ah! Que saudades do rio da minha infância...


Lá a gente era feliz e não sabia. Éramos todos ricos, ricos das próprias incertezas que a vida nos reservaria. Saudade daquele cheiro de mato, da água fria e dos sabiás moldando o cenário que a gente cresceu lembrando, e que hoje me faz chorar quando bate a saudade.


Aquele cheiro de lenha queimando no fogo, o gosto do caju apanhado do pé, o cheiro de capim espinhando as costas...


Hoje puseram um cerca lá.


Puseram uma cerca onde não havia limites, onde não havia dono, onde não havia um pedaço de chão que a gente já não tivesse colocado a planta do nosso pé.


Separaram o que foi infância do que hoje tem preço. E a gente não vai mais lá.


Separaram o que era pra sempre, e puseram a metade do outro lado, como se pudessem dividir o que já foi inteiro... E a gente não pode ir mais lá.


A velha calça rasgada e os chinelos sujos de lama, já não calçam mais meus pés, é verdade. O Fabinho, hoje é o Seu Fábio, dono de um pequeno ranchinho na beira da estrada e o Zeca hoje trabalha na cidade grande e eu que nem tinha vontade de ser gente alguma, virei Doutor. Como é essa vida!


Ah! Que saudades do rio da minha infância!


Lá eu fui inteiro num pedaço que era só metade, porque o resto era dividido entre nós.

E metade... Metade já foi aquilo tudo inteiro, moço!


Deu saudade da época em que as cercas não me diziam o que dizem hoje.


Puseram uma cerca no rio da minha infância e trancaram o meu peito no leito daquele rio.

_No três a gente pula, está bem?


_1, 2, 3...


Adeus!


Autor da crônica: Joel Trinidad

terça-feira, 6 de setembro de 2022

Morreu de confusão - (Carta de um suicida)

 

Foi encontrada no bolso de um suicida, em Maceió, a seguinte carta:


"Ilmo. Sr. Delegado de Polícia: 


Não culpe ninguém pela minha morte. Deixei esta vida porque, um dia mais que eu vivesse, acabaria morrendo louco. Explico-lhe, Sr. Delegado: tive a desdita de casar-me com uma viúva, a qual tinha uma filha. Se eu soubesse disso, jamais teria me casado.


Meu pai, para maior desgraça, era viúvo, e quis a fatalidade que ele se enamorasse e casasse com a filha de minha mulher. Resultou daí que minha mulher tornou-se sogra de meu pai. Minha enteada ficou sendo minha mãe, e meu pai era, ao mesmo tempo, meu genro.
Após algum tempo, minha filha trouxe ao mundo um menino, que veio a ser meu irmão, porém neto de minha mulher, de maneira que fiquei sendo avô de meu irmão. Com o decorrer do tempo, minha mulher também deu à luz um menino que, como irmão de minha mãe, era cunhado de meu pai e tio de seu filho, passando minha mulher a ser nora de sua própria filha.


Eu, Sr. Delegado, fiquei sendo pai de minha mãe, tornando-me irmão de meu pai e de meus filhos, e minha mulher ficou sendo minha avó, já que é mãe de minha mãe. Assim, acabei sendo avô de mim mesmo. Portanto, Sr. Delegado, antes que a coisa se complique mais, resolvi desertar deste mundo.

Perdão, Sr. Delegado."

Publicado na seção O impossível acontece da revista "O Cruzeiro".

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Anos 70

 Por Marcos Valnei


Hoje voltei aos anos 70... Não aos anos 70 da ditadura, da censura e da tortura... Arranquei do meu roteiro os assassinatos em nome de uma causa que nunca foi brasileira. Voltei aos anos 70 da minha primeira infância. Onde ser menino era sinônimo de liberdade e de criatividade... 

Nos caminhos do pretérito por onde andei, a trilha sonora era interpretada por Antônio Marcos, Renato e Seus Blue Caps, Os Incríveis e Golden Boys... Sentei-me debaixo da goiabeira do quintal lá de casa e observei as galinhas ciscando o imenso terreiro onde vivi uma realidade de sonho... 

Subi na mangueira e acomodado em um de seus galhos saboreei uma deliciosa manga, que ha poucos instantes estava dependurada ao meu lado... Andei pelos cômodos da minha casa. Lá na cozinha tomei um café recém coado por minha mãe e bebi água numa caneca de alumínio, que descansava em cima da tampa de um pote de barro. Corri para a sala e diante de uma TV em preto e branco, assisti Bonanza, Durango Kid, , Zorro, Tarzan, Vila Sésamo e Shazan e Xerife. Um assovio me chamou para o campinho onde meninos iam brincar de ser Tostão e Pelé nos gramados da nossa fantasia. Novamente fui mocinho em filmes de faroeste que criávamos em nossa fértil imaginação. 

Joguei bola de gude e empinei minha pipa num céu azul livre de poluição... Mergulhei no riozinho e engoli pequenos peixes para aprender a nadar. Quando a noite chegou, nos encontrou brincando de esconde-esconde...

Hoje voltei aos anos 70... Rodei meu pião, andei de perna de pau, beijei o rosto da minha primeira professora e tropecei no último hippie que teimava em sonhar com a paz e o amor...

Finalmente voltei de minha viagem aos anos 70...

E deixei por lá Os Irmãos Coragem, a Selva de Pedra, a Escrava Isaura e o Sítio do Pica-pau-amarelo.

Hoje, na TV de plasma e colorida, vejo tragédias como a do Haiti e a de Angra...

Nos anos 70 a TV era em preto e branco, mas, a vida...

A vida tinha mais cor...

Marcos Valnei (janeiro de 2010)

sábado, 3 de setembro de 2022

‘Reforma’ trabalhista foi contraditória ao propor negociação coletiva e enfraquecer sindicatos

 


No Rede Brasil Atual

Número de acordos diminuiu. E em vez de avançar, agora se caracterizam pela tentativa de manter direitos, afirma professor.

São Paulo – Com quase cinco anos de vigência, a Lei 13.467, da “reforma” trabalhista, continua sendo questionada. Além de os prometidos empregos não aparecerem, outra crítica está no fato – contraditório – de a nova legislação propor fortalecimento da negociação coletiva e, ao mesmo tempo, enfraquecer os atores sociais responsáveis por essa negociação. No caso, os sindicatos.

É o que sustenta, por exemplo, o professor Francisco Gérson Marques de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC), e subprocurador-geral do Trabalho. “Urge esclarecer que a política de prevalência do negociado sobre o legislado e da desregulação do trabalho requer sindicatos fortes e incentivos à negociação”, afirma, em estudo sobre o tema. “É contraditório que o legislador anuncie a primazia da negociação, enquanto cause enfraquecimento dos sindicatos profissionais, provocando a ruptura do indispensável equilíbrio de forças entre o capital e o trabalho, entre os agentes da negociação coletiva”, acrescenta.

Queda nas negociações

Um sinal de que a negociação coletiva não prevaleceu foi a queda desse instrumento, pelo menos segundo dados do próprio governo. A diminuição começou justamente em 2017, o ano da reforma. “Aliás, em 2021, o Brasil chegou ao menor número de negociações coletivas desde 2010. Pior: sem qualquer indicativo ou expectativa de retomada”, destaca o professor, que também coordena o chamado Projeto Grupe (Grupo de Estudos em Direito do Trabalho). Convenções e acordos coletivos somaram 34.871 no ano passado, segundo o Sistema Mediador, do Ministério da Economia, em dados reunidos pelo Dieese. De 2011 a 2017, o total oscilou de 46 mil a 49 mil.

Também mudou o caráter da negociação, salienta o pesquisador. Até o que ele chama de “contrarreforma”, acordos e convenções costumavam ficar acima da CLT. Ou seja, com mais direitos assegurados. “Agora, sob à nova lei trabalhista, as negociações se dão para não perder direitos.”

Ele observa ainda que a Lei 13.467 não estabeleceu regra de transição e provocou uma abrupta queda de receita nas entidades sindicais, ao eliminar a contribuição anual obrigatória. Assim essas entidades, lembra o estudo, recebem atualmente 1% do que recebiam em 2016, ano anterior à reforma. “Caso se tratassem de empresas, certamente os sindicatos teriam pedido falência, em face da insolvência, porque nem recuperação daria mais. E se fossem órgãos públicos, teriam parado de funcionar, provavelmente teriam sido incorporados por outro órgão da Administração”, compara.

Com isso, a “reforma” trabalhista também desequilibrou a balança das negociações. “Enquanto a representação sindical de trabalhadores recebeu, em 2020, R$ 42,9 milhões, a representação patronal recebeu, apenas do sistema “S” (tirante outras receitas), valor na casa dos R$ 15,9 bilhões. Ou seja, as entidades profissionais receberam 0,27% (vinte e sete centésimos por cento) do percebido pela representação patronal. (…) “Trata-se de uma diferença abissal, que agrava o desequilíbrio de forças entre o capital e o trabalho, entre as representações de empregados e de empregadores”, alerta o professor. Isso se reflete, inclusive, na composição do parlamento, com bancada empresarial muito superior à dos trabalhadores.

Para piorar, os sindicatos perderam sócios nos últimos anos, uma tendência que se acentuou após a “reforma” trabalhista. Em 2012, segundo o IBGE, a taxa de sindicalização era de 16,2%. Em 2019, estava em 11,2%. “Enfim, pelo que se percebe, o atual pensamento do legislador, do governo e da jurisprudência consolidada não tem contribuído para o aprimoramento das relações coletivas de trabalho nem para o fortalecimento dos sindicatos. Pelo contrário, tem colaborado para o declínio das principais taxas que medem o nível dessas relações e para acentuar o desequilíbrio entre o capital e o trabalho”, diz o professor em suas conclusões.

 

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Men At Work

 Para relrmbrar os verdes anos oitenta com a banda de rock australiana Men At Work. As paqueras na avenida em Marilena.

Down Under



quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Silvio Santos vai se aposentar mesmo? SBT se manifesta

 


O SBT confirmou que emitiu um comunicado para o mercado avisando sobre a escalação de Patrícia Abravanel para o "Programa Silvio Santos"

No Catraca Livre

Nesta quinta-feira, 25, começou a se especular sobre a aposentadoria de Silvio Santos do SBT. Na web, foi divulgado que o dono da emissora iria encerrar sua carreira de apresentador.

Porém, segundo a assessoria de imprensa do SBT, a aposentadoria do Homem do Baú ainda vai levar mais um tempo para acontecer. A saída de Silvio Santos do programa que leva seu nome é apenas temporária.

O SBT confirmou que emitiu um comunicado para o mercado avisando sobre a escalação de Patrícia Abravanel para o “Programa Silvio Santos”, como divulgado pelo site TV Pop. Porém, segundo a emissora, houve uma “imprecisão” no texto e isso permitiu que fosse possível entender que Silvio Santos estava se aposentando.

De acordo com o SBT, Silvio Santos, aos 91 anos, não apresentará seu programa temporariamente, mas não informou um prazo, para que ele retorne ao programa.

Durante a pandemia de covid-19, Silvio Santos reduziu a frequência com que apresentava o programa. Inicialmente, o SBT deitou de exibir episódios na íntegra e passou a exibir reprises. Em um segundo momento, as gravações foram retomadas, com Patrícia à frente.

Depois, Silvio voltou, mas acabou se afastando de novo quando não se sentiu bem, primeiro pela própria covid que contraiu no segundo semestre do ano passado e novamente neste ano, por uma sinusite.

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