sábado, 4 de fevereiro de 2023
Um dia você aprende que
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
A MULHER E O BANHEIRO
Descubra o porque elas são tão unidas quando usam os banheiros públicos:
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023
SONETOS: VINICÍUS DE MORAES FOI MESTRE DA POESIA
Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Amo-te tanto, meu amor ... não cante
O humano coração com mais verdade ...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
Te deixo partir
terça-feira, 31 de janeiro de 2023
Ai que saudade me dá...
Dos meus tempos de criança...
segunda-feira, 30 de janeiro de 2023
30 de Janeiro é o dia da saudade
"Ah que saudades que eu tenho
da aurora da minha vida
da minha infância querida
que os anos não trazem mais" (Cassimiro de Abreu)
Muito embora quem tem saudade a
tem todos os dias, 30 de janeiro é dedicado a esta sensação tão impregnada e
presente em nossas almas e corações. O que é este sentimento no qual nós da língua
portuguesa definimos saudade?
Os espanhóis a chamaram de añoranza (anhoranssa). Seja em qual idioma for, a saudade nada mais é que a dor na alma, no âmago, é um vazio, uma falta de algo ou alguém, é o lamento de uma solidão, daquilo que deixou de fazer parte da nossa vida ou do nosso cotidiano.
A saudade tem as suas graduações, há a saudade leve, aquela quase gostosa de se sentir, há aquela que fere, que arranca impiedosamente pedaços da alma ou do coração. Morre-se de saudade também, isto é fato, nos tempos da escravidão, por exemplo, muitos negros morriam de tristeza, tristeza tão extrema a qual chamavam banzo. Banzo nada mais era, que as saudades dos africanos de sua África distante querida e inesquecível.
Quem é que nunca sentiu saudade? Você que sempre se pega pensando em algum momento do seu passado, você que relembra pessoas, tempos e acontecimentos remotos, você é um saudosista. Portanto, 30 de janeiro é o seu dia. Comemore, brinde à sua maneira a sua saudade. Afinal, saudade, quem é que não tem?
Salve o dia da saudade.
sábado, 21 de janeiro de 2023
CASO MAURICE MASSE, INCRÍVEL ENCONTRO IMEDIATO NA FRANÇA.
Em 1º de julho de 1965,
aproximadamente às 6 da manhã, Maurice Masse estava se preparando para
trabalhar em sua fazenda em Valensole, França, quando ouviu um barulho estranho
vindo de seu campo de lavanda. Masse presumiu que era um dos helicópteros
militares que às vezes pousava em sua propriedade. Temendo que o helicóptero
pudesse estar esmagando sua lavanda, ele foi até o campo. Em vez de um helicóptero,
no entanto, Masse tropeçou em um veículo em forma de ovo do tamanho de um
carro. Ele se apoiava em seis pernas finas, sentado a cerca de 200 pés de
distância dele.
Ele avança lentamente, mas ao se
aproximar desse objeto, percebe que ele está posicionado sobre um pé
cilíndrico, cercado por outros 6 pés de menor tamanho. Enquanto continua sua aproximação, ele vê 2
pequenos seres agachados, parecendo estudar um pé de lavanda. Surpreso, Maurice
Masse observa que esses seres são calvos, de estatura pequena, mas com cabeças
desproporcionais e vestidos com combinações justas pareciam dois meninos
pequenos, com cerca de um metro e vinte de altura, parados perto da embarcação,
aparentemente observando tudo ao seu redor.
Uma das criaturas de repente se
virou e apontou um pequeno tubo para Masse, atingindo-o com uma luz que o
paralisou. Eles olharam para Masse por cerca de um minuto, comunicando-se uns
com os outros por meio de grunhidos baixos e guturais.
Masse ficou paralisado por 15
minutos antes de poder se mover novamente.
Posteriormente, esses 2 seres
entram em sua máquina por uma abertura; Os assobios deste disco voador
recomeçam e, neste momento, a máquina eleva-se cerca de 1 metro do solo.
Maurice Masse percebe que os pés do aparelho se retraem, a máquina gira e se
afasta a toda velocidade de maneira prodigiosa em direção ao oeste.
Depois de verificar as marcas que
as pernas da embarcação haviam feito em sua lavanda, ele correu para a cidade e
contou ao dono de um café o que havia acontecido. Não demorou muito para que a história
atingisse a mídia e as autoridades, e a fazenda de Masse logo ficou infestada
de turistas. Os investigadores de OVNIs colheram amostras da lavanda e do solo
supostamente tocados pela nave, e Masse conversou livremente com eles sobre sua
experiência.
Quando Masse começou a se
aproximar para confrontá-los, ele percebeu que as duas figuras não eram
meninos. Eles nem eram humanos. Vestidas com ternos de tom cinza/azul de uma só
peça, as criaturas tinham cabeças anormalmente grandes e carecas, sem lábios,
queixos pontudos, pele clara e mãos pequenas.
Maurice recuperou sua mobilidade
alguns minutos após a partida da nave e imediatamente foi para o local de onde
estava esse disco voador. Ele observa vestígios no solo, como um buraco redondo
de 30 cm de profundidade, do pé cilíndrico principal. A própria natureza da terra havia mudado.
Durante anos após este pouso,
neste mesmo local, as plantas de lavanda nunca foram capazes de voltar a
crescer e foram detectados vestígios de radioatividade.
O solo estava vitrificado, as
plantas de lavanda carbonizadas e radioativas. Seu campo se tornará um canteiro
de obras, um centro de laboratório e a vida de Maurice, uma verdadeira
provação... Posteriormente, os gendarmes, o DST… que investigaram este caso,
concluíram que os fatos eram verdadeiros e que o caso era excepcional.
Quanto a Jimmy Guieu,
investigador deste caso, ele estava convencido de que uma máquina
extraterrestre havia pousado em Valensole na manhã de 01 de julho de 1965.
IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA
Fonte:
Humanoid Encounters 1965-1969: The Others
amongst Us - Albert Rosales
No Enigmas
Fantásticos












