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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

AUGUSTO ROA BASTOS (1917 - 2005)

Por Renato Roschel.

Augusto Roa Bastos nasceu no dia 13 de junho de 1917, em Assunção, no Paraguai. Viveu parte de sua infância na vila rural indígena de Iturbe _a qual aparece em suas obras com o nome de Itapé_, onde seu pai, de temperamento autoritário, comandava uma refinaria de açúcar.

O gosto pela literatura foi incentivado por sua mãe, que o fez ler a Bíblia e as obras de Shakespeare, além de tê-lo iniciado na arte da narração ao contar-lhe lendas paraguaias no idioma guarani.

Já no colégio, seu tio o iniciou na leitura de clássicos espanhóis. Roa publico seu primeiro livro, a coleção de contos "El trueno entre las hojas", durante o exílio em Buenos Aires provocado por um governo militar repressor. Com fortes convicções ideológicas, foi voluntário na Guerra do Chaco, correspondente na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, e acabou obrigado a exilar-se na Argentina e depois na França, onde lecionou literatura Hispano-Americana e Língua e Cultura Guarani na Universidade de Toulouse. Em 1982, teve a sua cidadania paraguaia cassada, mas obteve um ano depois a cidadania espanhola. Com o fim da ditadura de Stroessner em 1989, retornou a Assunção, onde viveu até sua morte. Durante toda sua vida Roa trabalhou com jornalista, correspondente, roteirista de cinema, carteiro, dramaturgo e professor.

Doutor honoris causa por diversas universidade hispano-americanas, européias e norte-americanas, Roa Bastos teve a sua obra traduzida para 25 idiomas. Foi considerado um dos mestres literários do século, recebeu em 1989 o Prêmio Cervantes, o mais importante concedido a escritores de expressão hispânica.

Ele escreveu o melhor livro da literatura paraguaia e um dos melhores da latino-americana: "Eu o Supremo", uma obra que retrata magistralmente a figura de José Gaspar Rodrígues de Francia, um ditador que comandou o Paraguai durante 27 anos.

Para muitos, Francia foi uma espécie de fundador do Paraguai, que desafiou, na sua época, grandes potências como o Japão. Sua política de relações internacionais era baseada na desconfiança e sua idéia de nação buscava criar um país auto-suficiente, comandado apenas por ele e ninguém mais.

Francia não foi apenas objeto para uma obra de Roa. Ele também teve sua figura retratada pelo ensaio "Dr. Francia", escrito em 1844 por Thomas Carlyle, que, no texto, reclama das referências maldosas e incompletas que havia encontrado a respeito do ditador. Aliás, Carlyle afirma que se fazia mais que necessária "some biography of Francia by a native!" (uma biografia de Francia feita por uma nativo).

Roa Bastos, de certa forma, atendeu ao pedido de Carlyle e acabou por produzir uma obra fenomenal.

Exílio

Roa Bastos viveu exilado na Argentina e na França por mais de 40 anos, durante o regime do ditador paraguaio Alfredo Stroessner (1954-1989). Autorizado a visitar o país em três ocasiões durante seu exílio, o escritor foi definitivamente expulso em 1982 e só regressou à sua terra natal após a derrubada do ditador Stroessner que viveu exilado em Brasília até 16 de agosto de 2006 quando morreu.

Stroessner chegou a proibir a venda de "Eu, o Supremo" no país _para o público, o retrato que Roa Bastos fez de Rodríguez de Francia, que governou o Paraguai com mão-de-ferro após a independência do país, em 1811, repetia-se nos desmandos de Stroessner.

O exílio forçado marcou profundamente Roa Bastos. "Mesmo os cães sentem-se mal quando são expulsos de algum lugar. Imagine o que é isso para um homem", disse o autor em entrevista. Sua obra é intimamente ligada à sua terra natal.

Roa Bastos também foi marcado pela guerra entre Paraguai e Bolívia (1932-1935), pelo controle da zona desértica do Chaco, na qual participou como assistente de enfermagem, aos 15 anos. Ao fim do conflito, iniciou sua carreira no jornal paraguaio "El País", onde chegou a chefe de redação e correspondente em Londres, após a Segunda Guerra Mundial.

Paralelamente, ele começou a escrever poemas e publicou em 1941 sua primeira novela, "Fulgencio Miranda". O paraguaio era um leitor apaixonado por autores como Rilke, Cocteau e Faulkner.

Em março de 2005, Roa Bastos foi abandonado e roubado em mais de US$ 26 mil por sua ex-assistente, segundo uma denúncia apresentada na Justiça e divulgada pela imprensa do país.

A denúncia foi feita contra Cesarina Cabañas, mais conhecida como Karina Cabañas, a quem a filha do escritor, Mirta Roa Mascheroni, acusa de "furto agravado por lesão grave, abandono e exposição de pessoa a perigo de vida e integridade física", segundo publicou o jornal Ultima Hora.

A filha de Bastos residente na Venezuela, fez a denúncia em dezembro de 2004, quando foi visitar o pai nas festas de fim de ano, mas só em 2005 o caso tornou-se público. Segundo Mirta, seu pai foi hospitalizado em setembro de 2004 com um problema cardíaco, porque sua vizinha Aurora Mena, telefonou para o sobrinho do escritor Antonio Escalada Roa para informar sobre o estado de saúde do tio e dizer que a assistente que deveria cuidar dele não se encontrava em casa.

Segundo o jornal paraguaio, Roa Bastos foi encontrado pelo sobrinho em seu apartamento "em estado calamitoso e total abandono" e pediu à polícia que recupere os US$ 26,9 que o escritor guardava em uma maleta. Acrescenta que a maleta continha US$ 45 mil que o escritor ganhou por direitos autorais e conferências realizadas em Buenos Aires.

Segundo a denúncia, Karina Cabañas, dopava o escritor para que pudesse deixar a casa e construir outra, com o dinheiro do patrão. O juiz Oscar Delgado expediu um pedido de prisão contra ela.

O escritor e poeta paraguaio Augusto Roa Bastos, um dos principais autores latino-americanos, morreu no dia 26 de abril de 2005, aos 87 anos, em um hospital de Assunção. Roa Bastos faleceu devido a um ataque cardíaco oriundo de complicações da cirurgia a que foi submetido após cair e bater a cabeça em sua casa, quatro dias antes de sua morte.

Bibiografia

"Lucha Hasta el Alba" (1931) *

"El Ruiseñor de la Aurora" (1942) *

"La Inglaterra que Yo Vi" (1946) *

"El Trueno entre las Hojas" (1953) *

"Hijo de Hombre" (1960) *

"El Naranjal Ardiente" (1960) *

"El Baldío" (1966) *

"Madera Quemada" (1967) *

"Los Pies sobre l Agua" (1967)

"Moriencia" (1969) *

"Cuerpo Presente" (1971) *

"Eu o Supremo" (1974) Ed. Paz e Terra

"Los Juegos: 1: Carolina y Gaspar" (1979) *

"Antología Personal" (1980) *

"Contar un Cuento y Otros Relatos" (1984) *

"Carta Abierta a Mi Pueblo" (1986) *

"El Tiranosaurio del Paraguay da Sus Últimas Boqueadas" (1986)

"El Texto Cautivo: El Escritor y Su Obra..." (1990)

"Vigília do Almirante" (1992) ed. Mirabilia

"O Fiscal" (1993) Ed. Alfaguara

"Contravida" (1994) ed. Ediouro

"Madama Sui" (1995) *

"Metamorfosis" (1996) *

"La Tierra Sin Mal" (1998) *

Prêmios
- Concurso Internacional de Novelas Editorial Losada (1959)
- Prêmio de las Letras Memorial de América Latina (1988)
- Prêmio Cervantes (1989)

Fontes:
ROA BASTOS, Augusto. Eu o supremo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977
Folha de S. Paulo
Revista Época
www.estadao.com.br


Loucos e Santos por Antonio Abujamra.


Poema de Oscar Wilde.

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Cuba anuncia primeira vacina contra câncer de pulmão.

DA EFE

Cuba registrou a primeira vacina terapêutica contra o câncer de pulmão avançado no mundo, nomeada CimaVax EGF, com a qual mais de mil pacientes receberam tratamento, anunciou nesta segunda-feira o jornal oficial "Trabajadores".

A responsável pelo projeto no CIM (Centro de Imunologia Molecular) de Havana, Gisela González, explicou que a vacina oferece a possibilidade de transformar o câncer avançado em uma "doença crônica controlável".

CimaVax EGF é o resultado de mais de 15 anos de pesquisa direcionada ao tumor e não provoca efeitos adversos severos, precisou a especialista.

"A vacina é baseada em uma proteína que todos temos: o fator de crescimento epidérmico, relacionado com os processos de proliferação celular, que quando há câncer estão descontrolados", detalhou.

González indicou que como o organismo tolera "o próprio" e reage contra "o estranho", por isso tiveram que fazer "uma composição que conseguisse gerar anticorpos contra esta proteína".

A vacina se aplica no momento no qual o paciente conclui o tratamento com radioterapias e quimioterapias e é considerada "terminal sem alternativa terapêutica" porque ajuda a "controlar o crescimento do tumor sem toxicidade associada", precisou.

Além disso, pode ser utilizada como um tratamento "crônico que aumenta as expectativas e a qualidade de vida do paciente".

A pesquisadora declarou que após alcançar seu registro em Cuba, atualmente o CimaVax EGF "progride" em outros países e que avalia-se a forma de empregar seu princípio em tratamentos contra outros tumores como os de próstata, útero e mamas.

Eus.

In Natura

Desde que eu nasci estou num conflito
Aflito pra saber porque com tanta gente
Que eu podia ser eu nasci eu
Eu nasci eu
Perdido entre sentimentos bons
Pequenos delitos e contradições
Entre a luz e o breu
Eu molho o pão no café e levo fé
Que deus é preto, fuma cachimbo
Nasce menino e cresce mulher
Vira fumaça, não tem destino
Brinca de roda, roda nos ventos
Dança na chuva, pois é um índio
E cai no frevo, dança ballet
No que imagino
Em tudo que há ele é
Mas eu não sou um só, não sou só um
Eu também sou milhões de eus
Não sou deus, mas sou eus
Não sou deus, mas sou eus
Eu também sou milhões de eus
Pois sou eu quem acredita em mim
Sou eu quem me explico quando me complico
Eu mesmo atendo às minhas preces
Eu mesmo ouço meus próprios gritos
Oh brother, buscando minhas próprias conclusões
Oh brother, foi eus que quis assim
Oh brother, eus é deus dentro de mim
Graças à deus!
Graças à deus!
Graças à deus!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Marcela Temer a Musa do palnalto.

Marcela Tedeschi Temer, de 27 anos, atraiu os olhares de todos durante a posse de Dilma Rousseff, no dia primeiro de janeiro, em Brasília (DF). Vestida com uma saia justa, cor salmão, e uma blusa fluida berinjela, Marcela impressionou pela beleza e elegância ao lado de seu marido, o vice-presidente Michel Temer, 70. A bela jovem virou assunto em todos os veículos do país, repercutiu em agências de notícias estrangeiras e passou a figurar entre os assuntos mais comentados no microblog Twitter.

Casada há sete anos com Temer, a vice-primeira-dama do Brasil também chamou a atenção pela juventude diante do marido septuagenário, ex-presidente da Câmara dos Deputados, com seis mandatos consecutivos como deputado federal por São Paulo, que iniciou carreira política no começo da década de 1980, anos antes do nascimento de Marcela.

O encontro fortuito aconteceu em 2002, durante convenção do PMDB em Paulínia, no interior de São Paulo. Marcela, com 20 anos, então uma candidata à modelo – acumulando no currículo um vice-miss Paulínia, o título de miss Campinas e outro vice no concurso que elegeu a miss São Paulo –, compareceu ao churrasco acompanhada do tio e da mãe.

Durante uma fotografia da família com o presidente do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, os dois conversaram e Temer pediu seu telefone. Um ano depois, os dois se casavam em uma cerimônia discreta, com apenas 12 convidados, entre os quais as três filhas de Temer de um primeiro casamento, todas mais velhas que a noiva.

Na época, o casório causou burburinho no Congresso, mas não intimidou o casal, muito menos o político experimentado, com passagem ainda por um segundo casamento. Em uma entrevista para a IstoÉ Gente, em agosto de 2003, ele falou sobre os comentários: “Só posso dizer: ‘Paciência’. Estou tranquilo, e sei que as pessoas não fazem esse tipo de brincadeira na minha frente. Tenho uma postura séria e as pessoas respeitam isso, além do mais não cometi nenhum crime, não é? Apenas me casei e tudo dentro dos padrões, a única coisa que chama atenção é a diferença de idade”.

Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, autor de obras como Constituição e Política, Territórios Federais nas Constituições Brasileiras, Seus Direitos na Constituinte e Elementos do Direito Constitucional, Michel Temer tratou de convencer Marcela a mudar de carreira. A ex-pretendente à modelo, prestou vestibular para Direito e só não fez o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) por conta do nascimento do Michelzinho, filho de dois anos do casal.

Michelzinho, por sinal, precisou ficar com a avó durante a cerimônia de posse, enquanto sua mãe se tornava a estrela do evento e os jornalistas se apressavam em comparações com a esposa do presidente francês Nicolas Sarkozy, a modelo e cantora italiana Carla Bruni, 43, que já protagonizou polêmicas em tablóides franceses e recentemente foi perfilada numa biografia não-autorizada como uma “devoradora de homens”, tal seria a profusão de seus amantes.

O próprio Michel Temer, ao sair do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após visita ao ex-vice-presidente José Alencar, apressou-se em esclarecer: “Ela é discretíssima, é minha mulher e mãe do meu filho”. A discrição, por exemplo, esteve presente na rápida entrevista que Marcela concedeu, no sábado, logo depois da cerimônia, ao jornal O Estado de São Paulo. Perguntada sobre as pretensões de atuar em projetos sociais, Marcela respondeu: ““Nunca sonhei ser primeira-dama, mas se eu tiver oportunidade de ajudar o país, com certeza eu vou entrar em algum projeto. Eu já auxilio pessoas, faço doações, mas isso não é público, é pessoal. Farei algo oficial se houver espaço e demanda. Tenho bem claro meu papel: sou a esposa do vice”. Ao mesmo tempo, esbanjou naturalidade e riu ao ser perguntada se seus brincos eram bijuteria. “Tudo bijoux. Esse brinco tem um cristalzinho, mas é bijuteria, olha aqui”.

Agora, como vice-primeira-dama do Brasil, Marcela deve trocar São Paulo por Brasília, mas apenas nos próximos meses, quando a reforma do Palácio do Jaburu for concluída. A residência oficial dos vice-presidentes do Brasil, então, abrigará mais um macaco velho da política brasileira e sua belíssima esposa.

Alfredo Zitarrosa - Diez décimas de autocrítica.


Alfredo Zitarrosa (Montevidéu, 10 de março de 1936 — Montevidéu, 17 de janeiro de 1989) foi um cantor, compositor, poeta, escritor e jornalista uruguaio. É considerado uma das maiores figuras da música popular de seu país e de toda a América Latina...
Desde o início, estabeleceu-se como uma das grandes vozes da música popular latino-americana, com raízes claramente folclóricas. Cultivava um estilo e conteúdo varonil, e sua voz grossa e de um acompanhamento típico de violão tornaram-se sua marca registrada.

Aderiu ao Frente Amplio (coligação de partidos da esquerda uruguaia), o que lhe levou ao ostracismo e depois ao exílio durante os anos da ditadura militar. Suas canções foram proibidas na Argentina, Chile e Uruguai durante os regimes ditatoriais que governaram esses países. Viveu depois, sucessivamente, em Argentina, Espanha e México, a partir de 9 de Fevereiro de 1976.
Revogada a proibição de sua música, como de tantos outros artistas na Argentina após a Guerra das Malvinas, instala-se novamente em Buenos Aires, onde realizou três apresentações consideradas memoráveis no Estádio Obras Sanitarias, em 1983. Quase um ano depois, regressou ao seu país, onde teve uma grande recepção no histórico 31 de Março de 1984, descrito por ele como "la experiencia más importante de mi vida" ("a experiência mais importante da minha vida")



domingo, 9 de janeiro de 2011

Correios lança selo em homenagem ao presidente Lula.

Em 1º de janeiro de 2011 entrou em circu-lação o selo, de tiragem limitada, lançado pelos Correios em homenagem ao presiden-te Lula. O selo tem valor facial de R$2,00 e também é vendido na loja virtual dos Cor-reios – Correios Online.

Segundo a Norma 500/05 do Ministério das Comunicações, entre os critérios para emissão de selo alusivo a pessoas vivas se enquadra homenagem a chefes de estado, atletas que obtiveram a 1ª colocação em Jogos Olímpicos e ganhadores do Prêmio Nobel.

Qualquer pessoa pode sugerir temas para emissões de selos. As propostas devem ser encaminhadas até o dia 1º de junho do ano anterior ao da emissão. As sugestões recebidas são analisadas pela Comissão Filatélica Nacional, da qual fazem parte – além de representantes dos Correios – membros da Federação Brasileira de Filatelia (Febraf), da Associação Brasileira de Comerciantes Filatélicos (ABCF) e de vários ministérios, dentre os quais os da Educação e o da Cultura.

Entre os temas que podem ser objeto de selo comemorativo ou especial estão: eventos culturais, artísticos, científicos, históricos e religiosos (de repercussão nacional e internacional); congressos, conferências e reuniões de interesse internacional; divulgação de ações governamentais; promoção do turismo nacional; divulgação de competições esportivas marcantes e assuntos relacionados a preservação do meio-ambiente e de promoção dos valores da cidadania.

Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.
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