quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Voto branco e voto nulo não vão para ninguém; saiba como funciona
Uma dúvida bastante comum entre os eleitores brasileiros é
se existe ou não diferença entre votar em branco ou votar nulo nas eleições.
Alguns eleitores acreditam que o voto em branco vai para o candidato que está
ganhando e o nulo não vai para ninguém.
No entanto, de acordo com a legislação eleitoral, tanto os
votos em branco quanto os votos nulos não são considerados válidos, são
excluídos de qualquer contagem e não são contabilizados para qualquer
candidato.
Os votos em branco são assinalados através de uma tecla
específica existente nas urnas eletrônicas. Já o voto nulo acontece quando o
eleitor digita um número que não é correspondente a nenhum candidato ou partido
oficialmente registrado e confirma a combinação digitada.
Até 1997, o voto em branco era contabilizado como válido,
mas uma mudança da lei eleitoral no mesmo ano excluiu os brancos e nulos na
contagem final das eleições. Mesmo considerados sem efeito no resultado das
eleições, as duas formas de votação foram mantidas entre a transição da votação
com cédulas em papel e o uso da urna eletrônica.
De acordo com o coordenador de Eleições do Tribunal Regional
Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), Paulo Dionísio, as duas formas de votação
foram mantidas para possibilitar a manifestação do eleitor caso não se
identifique com as propostas apresentadas pelos candidatos. “A atitude de não
votar em nenhum candidato é uma maneira de os eleitores mostrarem que não estão
contentes com a situação da política atual”, diz o coordenador em comunicado
divulgado pela assessoria de comunicação do TRE-SC.
Via Dag Vulpi
MULHER PÊRA FAZ CAMPANHA MOSTRANDO A BUNDA
Candidata a vereadora pelo PTdoB, Mulher Pêra divulga foto
com pose inusitada
São Paulo
A candidata a vereadora em São Paulo Suelem Aline Mendes da
Silva, a Mulher Pêra, inovou na luta pelos votos dos paulistanos. A concorrente
do PTdoB divulgou em seu
site oficial uma foto sensual, com uma mensagem em
suas nádegas, pedindo votos para o eleitorado.
"Sempre quando publicam minha foto, mostram apenas o
meu rosto, mas eu sou a Mulher Pêra, sou conhecida pela minha bunda",
disse a dançarina em entrevista ao Yahoo!. "Fiz essa foto apenas para
divulgar o meu número."
Em texto publicado junto com a imagem, a candidata explica
que a ideia não é se mostrar vulgar, mas utilizar seus "atributos"
para angariar a maior quantidade de votos. "Sou guerreira, funkeira e
mulher de marketing, assim sendo, fiz essa foto apenas para chamar atenção e
marcar meu número", escreveu a jovem concorrente de apenas 25 anos.
Em 2010, a Mulher Pêra foi candidata a deputada federal pelo
PNM e obteve 3.612 votos. Ela diz ter aprendido muito com a experiência de dois
atrás e, agora, está mais preparada para assumir um cargo público. "No
corpo a corpo, as pessoas percebem que eu não sou mais apenas peito e bunda,
que eu tenho cabeça também", revelou a candidata.
O PT do B integra a coligação do candidato à prefeitura
Celso Russomanno, do PRB.
No Portal Yahoo ViaTERRA BRASILIS
terça-feira, 4 de setembro de 2012
ANO DE ELEIÇÃO
Por Carlos Adão Oliveira
Ano de eleição, aparece sempre algo para nos chamar a
atenção, além dos candidatos e suas propostas, sejam elas aceitáveis ou até
mirabolante. Passando por uma residência em NOVA LONDRINA, o que têm chamado à
atenção, não só minha mais de várias pessoas, diz respeito a uma frase escrita
em letras garrafais, dizendo mais ou menos assim: NÃO ACEITO PROPAGANDA DE
POLITICO LADRÃO E MENTIROSO NESTE LOCAL.
De pronto você provavelmente percebe a
intenção do cidadão, responsável pelo letreiro, de querer transmitir, com tal
atitude um tipo de protesto em relação à política e aos políticos locais, tão
desacreditados, principalmente no caso por este morador. Achei interessante, pois partindo de uma
forma de protesto chamou a atenção se tornou algo chamativo aos olhos de quem
passa.
O morador no caso generaliza todos os políticos em uma única embalagem, a
embalagem da corrupção, dos desvios de verbas, do jeitinho brasileiro,
esbravejando ai sua revolta, que por sinal não é apenas dele mais de todo povo
brasileiro.
Por outro momento fiquei pensando e me perguntando, no caso deste
mesmo cidadão, qual teria sido sua participação durante esses quatro anos, que
se passaram, na comunidade em que vive. Refiro-me a participação política
mesmo, em quantas reuniões da câmara municipal de vereadores ele
esteve presente?
Será que se lembra do ultimo vereador que votou há quatro
anos? Cobra o trabalho efetivo desse mesmo vereador? Do seu prefeito? Um trabalho atuante, em prol do seu município
do seu bairro da sua rua? Aí me veio à lembrança aquele velho ditado: "O MAL DE
QUEM ODEIA POLITICA É SER DOMINADO POR QUEM ADORA".
Pois seria muito fácil
qualquer cidadão colocar uma faixa na frente de suas casas, tipo, proibindo ali
a propaganda de qualquer candidato que seja. Então fica a dica, que tal na
próxima eleição cada morador fazer seu protesto, contra qualquer administração
que seja? Expondo em suas casas faixas que fariam nossos políticos pensarem,
por exemplo: trocamos votos por mais saúde. A nossa educação esta carente,
lembre-se disso políticos. Nosso bairro precisa disto ou daquilo, e assim por
diante ideias com certeza não faltarão, acredito que a forma de protesto mais
interessante seria por participação mesmo de todos.
Acredito que melhor do que
sentar no sofá de casa e esperar que alguma coisa mudara sem cobrança, com
certeza jamais. Lembre-se a mudança tem que partir do cidadão não do político.
Seu voto é uma dessas armas para começar a mudança.
Carlos Adão Oliveira
é colaborador deste Blog.
Dorothy Counts a primeira estudante negra admitida numa escola pública americana (de brancos) em 1957
"Ao ver um site de fotografias clássicas em P&B que
foram coloridas por uma artista, uma foto me chamou a atenção. Fui pesquisar do
que ela se tratava e achei a história muito interessante da atitude de uma
mulher que mudou muita coisa nos EUA.
Dorothy Counts foi a primeira estudante negra admitida numa
escola pública americana (de brancos). A fotografia retrata seu primeiro dia de
aula na Universidade de Harry Harding, na Carolina do Norte (EUA), em 1957.
O vestido de Dorothy foi feito por sua avó especialmente
para seu primeiro dia de aula. Cuspiram nele.
Centenas de alunos seguiram e acompanharam sua chegada à
escola. De vez em quando alguns jogavam coisas em sua direção enquanto outros
faziam gestos obscenos. Os estudantes gritam para ela voltar para casa. Dorothy
foi em frente sem reagir.
Este absurdo momento de violência prosseguiu nos dias
seguintes. Foram 4 dias de perseguições e insultos. Jogavam lixo durante a sua
refeição e seu armário era saqueado. Depois surgiram ameaças telefônicas
agravando ainda mais a situação. Por fim, os seus pais consideraram que a sua
vida poderia estar em risco e optaram por tirá-la da escola.
Pode parecer pouco mas os quatro dias em que Dorothy tentou
frequentar a Harry Harding High School foi de grande importância para o
Movimento dos Direitos Civis e fim da segregação racial nos Estados Unidos.
O preconceito torna o cérebro ignorante e as pessoas
cegas."
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