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sábado, 21 de janeiro de 2012

RAUL SEIXAS E MARCELO NOVA PREVIRAM ONDA POPULARESCA NO PAÍS

ISSO EM 1987


Falando do presente (o Rock Brasil), Marcelo Nova (E) e Raul Seixas, na verdade, previram o império da suposta "cultura popular" que tomaria conta do país após 1989.

Por Alexandre Figueiredo

Em 1987, a banda Camisa de Vênus, junto ao cantor Raul Seixas, gravou "Muita Estrela, Pouca Constelação", que Raul compôs com o então cantor do grupo, Marcelo Nova, antecipando uma parceria que resultaria, dois anos depois, no disco A Panela do Diabo, derradeiro trabalho do autor de "Ouro de Tolo".

Embora "Muita Estrela, Pouca Constelação" falasse sobre o Rock Brasil, a letra poderia ser vista como uma previsão da onda brega-popularesca que tomaria conta de todo o Brasil a partir de 1989, pouco após a morte de Raul Seixas. Essa onda brega-popularesca hoje enfrenta um processo de decadência, que nem a mais empenhada intelectualidade etnocêntrica, mesmo a infiltrada na imprensa esquerdista, é capaz de reverter.

Portanto, é uma mensagem subliminar que previu em 1987 a hegemonia quase que absoluta dos ídolos popularescos, alguns já fazendo sucesso naquele ano, como Chitãozinho & Xororó, Sullivan & Massadas, Wando e Fábio Jr..

Nova e Seixas eram declaradamente contra a música brega-popularesca, ainda que esse termo não houvesse existido (o termo "brega-popularesco" surgiu em 2003). Mas seus comentários contra a dita "música sertaneja" e contra a axé-music eram bem notórios. Tanto que a viúva e parceira de Raul, Kika Seixas, teve que mover um processo judicial para banir um disco-tributo oportunista da axé-music ao roqueiro baiano.

A letra de "Muita Estrela, Pouca Constelação" surpreende porque, em algumas passagens, há a citação da periferia e da crítica musical, e, se trocarmos os estilos roqueiros pelas tendências popularescas "equivalentes", veremos a profecia contundente quanto ao império da mediocridade cultural que dominou o país nos últimos vinte anos.

A profecia é contundente porque vai da festa midiática de 1990 (aludida na primeira estrofe) à retórica intelectualóide dos últimos anos (aludida na última), prevendo a sequência da retórica da "cultura da periferia" e seu discurso intelectualóide cheio de referenciais intelectuais inexistentes nas tendências popularescas (o "pós new old").

MUITA ESTRELA, POUCA CONSTELAÇÃO

(Raul Seixas / Marcelo Nova)

A festa é boa tem alguém que tá bancando
Que lhe elogia enquanto vai se embriagando
E o tal do ego vai ficando nas alturas
Usar brinquinho pra romper as estruturas (1)

E tem um punk se queixando sem parar
E um wave querendo desmunhecar
E o tal do heavy arrotando distorção
E uma dark em profunda depressão (2)

(refrão)
Eu sei até que parece sério, mas é tudo armação
O problema é muita estrela, prá pouca constelação (3)

Tinha um junkie se tremendo pelos cantos
Um empresário que jurava que era santo
Uma tiete que queria um qualquer
E uma sapatão que azarava minha mulher (4)

Tem uma banda que eles já vão contratar
Que não cria nada mas é boa em copiar
A crítica gostou, vai ser sucesso, ela não erra
Afinal lembra o que se fez na Inglaterra (5)

(refrão)

E agora vem a periferia (6)

O fotógrafo, ele vai documentar
O papo do mais novo big star
Pra'quela revista de rock e de intriga
Que você lê quando tem dor de barriga (7)

E o jonalista ele quer bajulação
Pós new old é a nova sensação (8)
A burrice é tanta, tá tudo tão à vista
E todo mundo posando de artista (9)

(refrão)

(1) Os versos podem remeter ao oba-oba da grande mídia, da TV aberta, rádios FM até revistas como Caras, à onda brega-popularesca. O "brinquinho" pode muito bem ser substituído pelos grosseiros piercings que "enfeitam" os umbigos das musas popozudas. O primeiro verso é uma alusão ao jabaculê ("tem alguém que está bancando").

(2) "Punk" poderia ser substituído pelo "funk carioca", devido à pretensa analogia que os intelectuais do brega-popularesco fazem para o ritmo carioca. O wave pode ser substituído tanto pelo brega juvenil (Gilliard, Nahim, Gretchen, Dominó) quanto pela lambada (Kaoma, Beto Barbosa) ou seu derivado forró-brega (Calcinha Preta, Aviões do Forró, Banda Calypso). Pela analogia "machista", o "heavy" pode ser substituído tanto pelo "pagode mauricinho" (sambrega) quanto pelo porno-pagode (É O Tchan, Parangolé). O "dark" pode tanto ser o "brega de raiz" (Waldick Soriano, Amado Batista, Odair José) quanto pela dita "música sertaneja" (breganejo), pela alusão à "tristeza extrema" de suas letras.

(3) No brega-popularesco, o surgimento de milhares de ídolos num só modismo - que o próprio Marcelo Nova definia como "monocultura" - não garantia sucesso a todos. Daí a pequena constelação do sucesso para muitos aspirantes a astros. Por isso a manobra malandra de alguns se dizerem "vítimas de preconceito" ou, mesmo no auge de seu sucesso, "discriminados pela grande mídia". O primeiro verso do refrão pode ser visto como uma alusão à obsessão dos ídolos brega-popularescos em serem considerados "artistas sérios".

(4) Junkies existem em qualquer tendência musical. No brega-popularesco, o cantor Rafael Ilha é um exemplo. O empresário de brega-popularesco geralmente se autoproclama um "modesto produtor cultural", um "singelo caçador de talentos". Há a tiete fanática por qualquer ídolo empurrado pela grande mídia, sobretudo aquelas que ficam histéricas nas plateias de nomes como Exaltasamba, Alexandre Pires e Bruno & Marrone. E a boazuda que prefere beijar outra mulher a ter um marido.

(5) A mediocridade nesta estrofe pode se associar a todo o brega-popularesco, mas aqui a ênfase é para os "sofisticados" ídolos da dita "música sertaneja", do "pagode romântico" e da axé-music, que nada criam, mas são hábeis em copiar clichês da fase "burguesa" da MPB (1977-1988). Nomes que nenhum crítico musical iria falar mal e que parecem ser sucesso certo. A falta de criatividade pode ser aludida também aos sucessivos discos ao vivo ou de covers que esses ídolos gravam depois de cinco anos de sucessos. Substitua "o que se faz na Inglaterra" por "O que se fez na música brasileira do passado" e se entenderá a analogia com breganejos, pagodeiros e axézeiros.

(6) A dupla previu que o brega-popularesco, num dado momento, teria que se autoproclamar "cultura da periferia". Sobretudo com o "funk carioca", com o tecnobrega e com tendências "curtidas" por camelôs e empregadas domésticas, por exemplo. É a apelação da suposta "cultura popular" de mercado em se autodefinir como "cultura da periferia" para assim garantir seu sucesso comercial por mais tempo.

(7) Essa estrofe alude à campanha para promover a tal "cultura da periferia": documentários (sentido do verbo "documentar"), "revistas de rock e de intriga" (sentido que pode ser substituído por "revistas de música, periódicos acadêmicos e imprensa esquerdista"), em defesa de ídolos rejeitados pela intelectualidade mais séria ("que você lê quando tem dor de barriga"), acusada pelos apologistas do brega-popularesco de "preconceituosos".

(8) Os dois primeiros versos da estrofe remetem ao clima de badalação em torno dos críticos musicais, cientistas sociais, artistas e celebridades que defendem qualquer tendência brega-popularesca. O termo "pós new old" é uma alusão à falácia "pós-moderna" de intelectuais atribuírem um monte de referenciais intelectuais em tendências da mediocridade como o "funk carioca" e o tecnobrega (que, na verdade, desconhecem e ignoram quaisquer desses referenciais), referenciais que vão de Antônio Conselheiro a Malcolm McLaren, passando por Oswald de Andrade, Zé Celso Martinez Correa, Glauber Rocha, Hélio Oiticica, Che Guevara, Leila Diniz etc. Exemplo dessa retórica delirante é o artigo "A índia negra branca do Pará", de Pedro Alexandre Sanches.

(9) O sentido desses dois versos pode ser este: a mediocridade cultural é gritante e explícita ("a burrice é tanta, tá tudo tão à vista"), nessa "cultura popular" que aparece no rádio FM e na TV aberta, mas graças à campanha de seus defensores, tudo é considerado "arte", tudo é considerado "verdadeira cultura popular" ("e todo mundo posando de artista").



Via Mingau de Aço 

BENÉFICA LUZ

Por Mayara Gregório
Que luz é essa ?
o sol ofusca com tanta beleza, é como se o seu sorriso pudesse iluminar uma cidade inteira;
Como o sol que o brilho nunca se apaga;
é tão intensa, verdadeira e tão bonita que o infinito ainda é pouco pra expressar.
Peço que o vento que balança meus cabelos leve todas as mágoas, mas que as lembranças continuem aqui comigo;
que essa luz esteja sempre em meu olhar !


* Mayara Gregório da Silva , tem 18 anos é de Marilena e colaboradora deste blog.

O HOMEM E O VIGIA DO FRIGORÍFICO.

 

Conta-se uma história de um empregado em um frigorífico da Noruega. Certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. 

Bateu na porta com força, gritou por socorro... mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.

Já estava preso há quase cinco horas, debilitado com a temperatura insuportável. De repente, a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia: "Por que foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina trabalho"? Ele explicou: "Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram aqui e saem todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã disse “Bom dia" quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei."  

Pergunta: Será que nós seríamos salvos?  

Pense Nisso!

Via  TERRA BRASILIS

JULIANA CRISTINA LUCENA - A BELA DA SEMANA.


A beleza desmedida e a mais cativante em todas as suas formas é a beleza do ser denominado, Mulher. Nas mulheres, certamente há o que de mais belo temos na natureza. Está na mulher a beleza imensurável, beleza superior, que noutro lugar e noutra forma não é igualmente comparada.

Como de costume, semanalmente dedicamos um destaque especial para estas representantes da formosura feminina, aqui, neste extremo noroeste do Paraná, e desta vez, nos norteamos em mais uma mulher que desperta atenção, a beleza incrível de Juliana Lucena, aquela cujo corpo é um poema melodioso que pode ser cantado em verso e em prosas e que de tão maravilhoso, dificilmente se apaga da nossa mente.

O fascínio de encher os olhos, vive em Marilena, e nesta semana, certamente será o motivo maior, a razão principal dos acessos desta página.  Faz bem olhar para a beleza referencial de Juliana, faz-nos bem, contemplarmos a imagem repleta de encanto desta beldade que nasceu com o propósito de paralisar olhares.

Corpo de Deusa, meiguice de menina, encanto de mulher, esta é a fórmula da beleza, esta é a consistência que da forma ao fenômeno Juliana Cristina Lucena, através dela louvamos a supremacia incontestável das lindas mulheres.

Nossa reverência para esta ilustre representante do mundo das belas, para ela, dispensamos nosso respeito e admiração.

Aos olhos afortunados que por aqui vagueiam, dedicamos à beleza em sua grandeza absoluta, retratada na morena que pelo corpo invejado e cobiçado, arranca suspiros naqueles que a contemplam.

Para ela, nossa fiel devoção.

Viva Juliana Lucena – VIVA A BELA DA SEMANA.

*JULIANA CRISTINA LUCENA - 23 anos (04-08-1988) – Marilena Paraná - Filha de Raimundo Gomes de Lucena Filho e Rosalina Assis Barbosa de Lucena - Graduada e Ciências Licenciatura Plena - FAFIPA em 2009 - Pós Graduada e Auditoria Ambiental - FATECIE

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

É JUSTAMENTE ASSIM A JUSTIÇA.

ALIENAÇÃO É ISSO:

SERRA VAI PRO CANADÁ.


HIGIENÓPOLIS - Após anunciar que não vai disputar a prefeitura de São Paulo, José Serra declinou de participar da minissérie Brado Retumbante. "Cansei de atuar. Vou para o Canadá", limitou-se a dizer a assessores próximos.
Fontes da TV Globo chegaram a afirmar que o político ensaiava um tom didático e professoral para o personagem presidencial quando Ricardo Waddington anunciou que as pesquisas com o público apontavam para outro perfil - precisava ter sotaque mineiro.
Sérgio Guerra, presidente do PSDB, afirmou que José Serra ficará em Vancouver "até o PSDB se reerguer ou a próxima Era Glacial chegar. O que acontecer primeiro".

Via  Com Texto Livre 
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