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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Hulk critica Mainardi por causa de ataques ao Nordeste

O atacante Hulk, jogador paraibano de futebol que atua pelo culube russo Zenit, defendeu os nordestinos na Internet após as infelizes declarações dadas no último domingo por Diogo Mainardi, um dos apresentadores do programa de televisão da GloboNews, Manhatann Connection, após o resultado das eleições presidenciais.

Hulk detonou as lamúrias xenófobas de Diogo Mainardi
Mainardi, da GloboNews, descreveu a região como "retrógrada" e "bovina" por teoricamente concentrar votos na candidata Dilma Rousseff, do PT, e não em Aécio Neves, do PSDB. Dilma foi reeleita com 51,64% dos votos e a direita insiste em dizer que o Nordeste é o responsável pela derrota de Aécio Neves.

"Morando tanto tempo fora do Brasil, o jornalista Diogo Mainardi não demonstra conhecimento pela importância do Nordeste ao país e principalmente respeito com a população nordestina", escreveu Hulk, em sua conta no Instagram.

Hulk citou nomes importantes da cultura brasileira, como o escritor Graciliano Ramos, os escritores Ariano Suassuna e Jorge Amado, o cineasta Gláuber Rocha, o cantor Gilberto Gil e o ator José Wilker, todos nascidos em estados que compõem a região.

O atacante também criticou a "ignorância e "arrogância" que Mainardi mostra ao atacar os nordestinos, e ressaltou a "luta com humildade" dos habitantes da região que obtiveram melhores condições de vida nos últimos anos.

"Infelizmente, o Mainardi demostra ignorância e arrogância quando crítica o Nordeste. Nossa população tem dificuldades e luta com humildade para melhorar sua condição de vida. As maiores dificuldades foram impostas pelos diversos Governos ao longo dos anos. Mainardi, respeite o Nordeste!", avisou o atacante Hulk.

Leia a integra da mensagem de Hulk no Instagram:

Morando tanto tempo fora do Brasil, o jornalista Diogo Mainardi não demonstra conhecimento pela importância do Nordeste ao País e principalmente respeito com a população nordestina. Já que ele fala também de cultura, será que ele sabe a importância destes homens para o Brasil: Graciliano Ramos, Rui Barbosa, Glauber Rocha, Jorge Amado, Suassuna, Renato Aragão, Caetano Veloso, Gilberto Gil, José Wilker e Chico Anysio. Cito 10 importantes nomes nascidos no Nordeste em vários períodos que contribuíram para a evolução do Brasil. São escritores, poetas, pensadores, atores e compositores que ajudaram e são referências do Brasil no exterior. Infelizmente o Mainardi demonstra ignorância e arrogância quando crítica o Nordeste. Nossa população tem dificuldades e luta com humildade para melhorar sua condição de vida. As maiores dificuldades foram impostas pelos diversos Governos ao longo dos anos. Mainardi, respeite o Nordeste!


Do Portal Vermelho, com agências

ONU aprova resolução que propõe fim ao bloqueio dos EUA contra Cuba

A suspensão do bloqueio a Cuba foi respaldada por 188 países na Assembleia Geral da ONU, que votou nesta terça-feira (28), em Nova York, a resolução “Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba”, apresentada pela 23ª vez pelo chanceler cubano Bruno Rodriguez.

Por Théa Rodrigues, da Redação do Portal Vermelho

Não há nenhum indício do governo norte-americano a respeito do fim do bloqueio a Cuba. Charge: Latuff.

Apesar do apoio maciço dos países membros do organismo, novamente a resposta do governo norte-americano é negativa no sentido de acabar com a política de sanções ao país caribenho. A votação repete o resultado do ano anterior, ou seja, 188 países manifestaram-se a favor. Apenas os Estados Unidos e Israel votaram pela manutenção das medidas hostis e três países se abstiveram.

Rodríguez denunciou que os danos humanos resultantes do bloqueio imposto pelos Estados Unidos crescem a cada ano e é impossível calcular seu impacto. Ele reportou aos 193 representantes da ONU que “77% dos cubanos nasceram sob estas circunstâncias”.
“Nenhuma pessoa honesta, no mundo ou no Estados Unidos, poderia apoiar as devastadoras consequências de uma política proibida por muitas convenções internacionais, incluindo a de Genebra de 1948”, assinalou.

O bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto a Cuba pelos Estados Unidos se iniciou em 7 de fevereiro de 1962. Foi convertido em lei em 1992 e em 1995. Em 1999, o presidente Bill Clinton ampliou este bloqueio comercial proibindo as filiais estrangeiras de companhias estadunidenses de comercializar com Cuba.

“Cuba nunca renunciará à sua soberania, nem ao caminho livremente escolhido pelo seu povo para construir um socialismo mais justo e eficiente. Tampouco desistirá da busca por uma ordem internacional distinto, nem deixará de lutar pelo equilíbrio do mundo”, disse o chanceler cubano.

Isolamento de Cuba ou dos EUA?

Recentemente, um dos jornais de maior circulação no mundo, o New York Times, publicou um editorial pedindo que o presidente estadunidense, Barack Obama, “reflita seriamente” sobre “retomar as relações diplomáticas” com Cuba.

"Seria sensato que o líder estadunidense reflita seriamente sobre Cuba, onde uma reviravolta política poderá representar um grande triunfo para seu governo”, diz um trecho do texto.

Não há nenhum indício do governo norte-americano neste sentido. Por sua vez, a movimentação de Cuba é antagônica a este posicionamento. “Convidamos o governo dos Estados Unidos a uma relação mutuamente respeitosa sobre bases recíprocas, fundamentada na igualdade soberana, nos princípios do direito internacional e na Carta das NaçõesUnidas”, disse o chanceler cubano perante a ONU, nesta terça-feira.

De acordo com o diplomata, a decisão de eliminar o cerco seria bem-vinda em escala mundial e resultaria em uma influência unitária a favor da paz e da solução pacífica dos conflitos e diferenças entre os dois países.

Cada vez mais, o governo norte-americano se isola em sua política imperialista, criticada até mesmo por aqueles que são contrários ao regime socialista cubano.

Celac, G77 e Países Não Alinhados apoiam o fim do bloqueio

O porta-voz da Costa Rica na ONU afirmou que as medidas unilaterais dos Estados Unidos no bloqueio imposto a Cuba afetam as negociações de empresas com o país caribenho. Nesta terça-feira (28), Juan Carlos Mendoza pediu, em nome da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), que a soberania e a autodeterminação dos cubanos sejam respeitadas sem pretextos.

“A Celac deseja ratificar seu apoio à 23ª resolução sobre o fim do bloqueio”, afirmou o costarriquenho, que ressaltou a importância da suspensão desta política ao lembrar que a mesma gerou perdas inestimáveis ao povo cubano.


Em nome da Bolívia e do G77+China, o embaixador Sacha Llorenti também pediu o fim do bloqueio a Cuba e assegurou que tal medida é uma “ameaça para a humanidade”. Segundo o boliviano, “as vidas humanas são ameaçadas, uma vez que a saúde pública é assolada pelo bloqueio, da mesma forma que a educação, a cultura, os esportes, as finanças, o comércio exterior e os investimentos estrangeiros”.

Llorenti reiterou que esta realidade que os Estados Unidos se negam a mudar é uma “aberta violação aos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas e do direito internacional”.
Da mesma maneira, o Movimento dos Países Não Alinhados (MNA) reiterou sua condenação ao bloqueio durante a sessão da Assembleia Geral da ONU, com sede em Nova York.


“Ratificamos nosso chamado para que o governo norte-americano ponha fim a sua política de isolamento a Cuba, que nega o direito internacional, a Carta da ONU e as normas de convivência”, afirmou Mohamed Javad Sharif, representante do Irã e delgado do MNA.

Tucano que “envenenou” doleiro se orgulha disso


Faz parte do conglomerado Richa no Paraná…

Lido no Conversa Afiada

Saiu no SITE da CBN de Curitiba:

No sábado, dia 25, véspera das eleições, na sua página no Facebook, o primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Paraná afirmou que o doleiro, delator do caso da Petrobras, havia morrido.

Plauto Miró postou ainda: “Há suspeitas de que a causa seja envenenamento”. O parlamentar também pediu votos para o então candidato à presidência Aécio Neves.

Na segunda-feira, dia27, o deputado disse que deu como certo o falecimento de Youssef com base em conteúdo das redes sociais e afirmou que não se arrepende de ter ajudado a espalhar o boato.
No Twitter, um dia antes dos eleitores irem às urnas, o presidente da Assembleia, o tucano Valdir Rossoni também levantou a hipótese de envenenamento de Alberto Youssef. Ontem, o chefe do legislativo paranaense tentou se justificar.

O petista Tadeu Veneri comentou a atitude dos colegas parlamentares. Para o governador Beto Richa, a onda de boatos é natural em uma disputa acirrada.

Alberto Youssef, acusado de operar o esquema de lavagem de dinheiro na Petrobras, foi internado no Hospital Santa Cruz no último sábado, depois de desmaiar na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. O quadro dele é estável. Não há previsão de alta.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

DOCES LEMBRANÇAS DE NOVA LONDRINA

Indicado por meu amigo Valderês Pereira Benevides

Uma terna homenagem a nossa Nova Londrina, terra de tantos, recanto de muitos que partiram para outros cantos do mundo, mas, que guardam no coração um carinho especial por esta terra mãe. A Você que um dia viveu aqui e hoje está distante, a você que deseja saciar sua sede na água do tigre, bebamos junto com este filho que tem o coração cheio de saudade desta Nova Londrina de nossa infância e mocidade. Composição e interpretação de Donato Borges, Doces lembranças de Nova Londrina!
 

28 de Outubro na história

1919 - Dia da Plebe   
                                   
Empastelado o jornal anarco-sindicalista A Plebe, de espírito de classe a toda prova. O ataque tem participação ostensiva dos órgãos de repressão.

O empastelamento visto por O Parafuso

 
1918:
A Tchecoslováquia declara-se independente do agonizante Império Austro-Húngaro.
  
1924: 
O cap. Luís Carlos Prestes Prestes lidera levante tenentista no RS, com centro em Sto. Ângelo, em apoio aos tenentes de SP.
  
1928:Os comunistas Otávio Brandão e Minervino Oliveira elegem-se intendentes (vereadores) do Rio pelo Bloco Operário e Camponês (a Câmara tem 12 cadeiras).
  
1928:Os comunistas Otávio Brandão e Minervino Oliveira elegem-se intendentes (vereadores) do Rio pelo Bloco Operário e Camponês (a Câmara tem 12 cadeiras).
Brandão e
Minervino
  
1937:
Presa no CE a escritora Rachel de Queirós, na época ligada ao PCB.
  
1962:
Com o recuo de Kruschev face aos EUA, encerra-se a crise dos mísseis em Cuba, iniciada dia 22.
  
1966:
Lançada no Rio a Frente Ampla, antiditadura, unindo Lacerda, Goulart e JK.
  
1983:
Quebra-quebra de trens em S. Paulo.

Vermelho

Uruguai: Corte Eleitoral confirma vitória de Vázquez no 1º turno

Tabaré Vázquez, da Frente Ampla, presidiu o Uruguai entre 2005 e 2010. Ele antecedeu o governo de José Mujica e agora pretende também substituí-lo.

O candidato da Frente Ampla (FA) consolidou sua liderança nas eleições gerais uruguaias, segundo confirmou nesta segunda-feira (27) a Corte Eleitoral (CE) do Uruguai, depois da apuração de 80% dos votos.

Um boletim emitido às 09:30 horas (local) registrou 47% para a fórmula composta pelo ex-presidente Tabaré Vázquez e Raúl Sendic.

A CE informou que o opositor Partido Nacional (PN), presidido por Luis Lacalle Pou e Jorge Larrañaga, alcançou 31,6% e ficou em segundo lugar.

De um total de 2.620.791 eleitores habilitados, a FA obteve 975.38 e o PN, 655.99.

Em terceiro lugar ficou o também opositor Partido Colorado (PC), de Pedro Bordaberry, com 13,3%, e na quarta posição, o Partido Independente (PI), de Pablo Mieres, com 3%.

Os dados confirmam o adiantado ontem por três institutos de pesquisa no sentido de que, em 30 de novembro, haverá um segundo turno eleitoral entre os candidatos presidenciais Vázquez e Lacalle Pou. Bordaberry já adiantou que apoiará Lacalle Pou e Mieres ainda não se pronunciou sobre o tema.

Fonte: Prensa Latina

Democracia vence o golpe midiático

A lição de Dilma em vitória histórica 






Para derrotar o mais selvagem massacre de nossa história eleitoral, presidente manteve, na campanha, o que fez do governo: defesa dos mais pobres e menos protegidos

 Para se tentar  fazer uma ideia do futuro político do Brasil até 2018, é preciso, num exercício de humildade, tentar compreender o que ocorreu em 26 de outubro de 2014.

Num esforço para enfraquecer o segundo mandato de Dilma Rousseff antes mesmo do início do segundo mandato,  procura-se usar os números da apuração do segundo turno para escrever a profecia de um governo frágil, pré-condenado ao fracasso e à desorientação. A vantagem de 3,2% sobre Aécio Neves — ou 3,4 milhões de votos — é uma das menores da história da república mas ninguém tem o direito de fingir que não sabe o que aconteceu em  26 de outubro de 2014, marco de um evento histórico.

Ao lado de Lula, com direito a voz própria, Dilma dará continuidade a um projeto político de pelo menos  16 anos. É um período mais longo do que o primeiro governo de Getúlio Vargas, iniciado com a revolução de 1930 e, após períodos democráticos e autoritários, encerrado em 1945. A ditadura militar de 1964 durou 21 anos. Foi iniciada por tanques e baionetas, encerrando-se com vaias e gritos de revolta. Seu último general-presidente deixou o Palácio pela porta dos fundos. Terceiro mais longo período político desde o Segundo Reinado de Pedro II, o governo Lula-Dilma é o único que sempre se apoiou  na soberania popular e no voto do povo.

 Dilma foi vitoriosa ontem depois de enfrentar o mais selvagem   massacre político de nossa história republicana. Como o Manchetômetro não deixa mentir, a campanha foi uma avalanche de notícias tendenciosas sobre economia, sobre as alianças políticas do governo, sobre a fidelidade de Luiz Inácio Lula da Silva. Tivemos uma guerra suja que pregava o boicote à Copa do Mundo para desmoralizar a presidente e impedir a reeleição. Tivemos cenas explícita de arrogância internacional contra ao governo, liderada pela Economist e pelo Financial Times, que definiu a sucessão presidencial como uma “guerra, a batalha final pelo controle da sétima economia do mundo.”

Ao longo da campanha eleitoral, manobras especulativas da Bolsa de Valores se sucederam num espantoso grau de cálculo eleitoral e perversidade. Dilma encarou uma delação premiada cronometrada para jogar o esquema da Petrobrás no colo do governo assim que o eleitorado estivesse a caminho das urnas, e os depoimentos mais graves pudessem ser divulgados em ambiente de escândalo e desgaste. Há poucos antecedentes, na história das democracia civilizadas, de uma operação destinada a interferir de forma tão descarada na vontade do eleitor como a reportagem de capa da revista VEJA (“Eles sabiam de tudo”) publicada num ambiente de provocação, ódio e mentira, quando vigorava a Lei do Silêncio que antecede uma votação.

 Campanha incomum, a vitória de Dilma permite poucas comparações úteis.  A mais apropriada possivelmente tenha ocorrido há 59 anos. Em 1955, quando as eleições se resolviam num único turno, Juscelino Kubitscheck foi vitorioso com 35,6% dos votos. O udenista Juarez Távora ficou com 30,2%. Em 5 de outubro de 2014, Dilma passou pelo primeiro turno por uma diferença de 9 pontos: 41,5% dos votos contra 33,5% para Aécio Neves. A ausência absoluta de compromissos democráticos dos adversários de JK permitiram que o novo presidente tivesse um início de governo traumatizante e acidentado, inclusive por duas tentativas fracassadas de golpe militar. Enfrentando todas essas dificuldades, Juscelino entrou para a história como um dos grandes presidentes brasileiros.

Num país onde o exercício político é criminalizado cotidianamente, alimentando narrativas de corrupção, intrigas e trapaças que ajudam a esconder os verdadeiros interesses de política econômica e partilha da renda disponível em disputa, Dilma deixou claro aonde se encontrava. Não fez isso em exercícios de grande oratória — que nunca possuiu nem possuirá — nem em lances espetaculares de marketing, que só funcionam quando conseguem dialogar com a realidade. Foi vitoriosa porque podia falar em nome de um governo que, com altos e baixos, chuvas e trovoadas,  não se afastou dos interesses das grandes maiorias do mundo do trabalho, do salário e do emprego, da periferia. Foi a realidade dessas pessoas, que derrotou os profetas do apocalipse. Essa é a mensagem da vitória de ontem. Tão antiga e tão atual como o primeiro governo Lula.

A presidente liderou a campanha do princípio ao final. Sua vantagem só foi questionada em  períodos de curta duração, que refletem episódios específicos da campanha — a súbita chegada de Marina Silva, a arrancada de Aécio no final do primeiro turno — que jamais colocaram em questão a superioridade política do governo perante os adversários. Doze anos após a chegada de Lula-Dilma ao Planalto, está claro, muito claro, que nem o pais nem o PT chegaram perto de ter descoberto a formula do governo perfeito. Mas comprovou-se que seus adversários pouco têm a dizer à maioria dos brasileiros, num silêncio que aumenta na mesma proporção que se desce na pirâmide social. Num desses momentos de humor que permitem o relaxamento após uma vitória dramática, os petistas se divertiam, na noite de ontem, com a notícia de que o eleitorado que deu a Aécio Neves  sua maior vantagem reside em Miami.

Se pudesse contar com adversários leais, capazes de respeitar as regras do jogo democrático e travar o combate político em termos duros e mesmo radicalizados, mas dentro de limites aceitáveis, Dilma teria obtido uma vantagem numérica maior. Perdeu entre dois ou quatro pontos — você escolhe o instituto de sua preferência — no mínimo, no jogo sujo que teve início na sexta-feira. Isso é o que mais irrita, hoje, e preocupa, quando se olha o futuro. Tentar enxergar a vantagem de 3,4 milhões de votos de ontem como uma demonstração da falta de apoio à presidente é uma forma de encobrir as responsabilidades por um golpe midiático iniciado 48 horas antes da votação e que produziu efeitos, no número de abstenções, de indecisos, até o fechamento das urnas. Sem exagerar no mau humor num momento de celebração, não custa lembrar que o esforço para apagar seus próprios erros e desvios é um traço marcante dos adversários do governo, não é mesmo?

Pataxó
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