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terça-feira, 18 de abril de 2023

Ayahuasca pode ajudar em casos de depressão grave, diz novo estudo

 Pacientes com depressão que participaram de experiência na UFRN relataram que sintomas diminuíram após tomar a bebida alucinógena.



Por Luís Fernando Tófoli* Dráulio Barros de Araújo e Fernanda Palhano-Fontes, no The Conversation - Tradução: Mauricio Búrigo

“Leon” é um jovem brasileiro que há muito tempo luta com a depressão. Ele possui um blog anônimo, em português, no qual descreve o desafio de viver com uma doença mental que acomete cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Leon está entre os 30%, aproximadamente, dos pacientes com depressão resistente a tratamento. Drogas antidepressivas disponíveis, como os inibidores seletivos de recaptação de serotonina, não aliviam seu humor deprimido, sua fadiga, ansiedade, baixa autoestima e pensamentos suicidas. Um novo estudo pode dar esperança a Leon e a outros como ele.

Nossa equipe de cientistas brasileiros conduziu o primeiro ensaio clínico aleatorizado, controlado por placebo, da ayahuasca –uma bebida psicodélica feita de plantas amazônicas, mais conhecida no Brasil como Santo Daime. Os resultados, publicados recentemente na revista Psychological Medicine, indicam que a ayahuasca pode funcionar nos casos de depressão de difícil tratamento.

Ayahuasca, uma palavra da língua indígena quíchua, significa “o cipó dos espíritos”. Pessoas na região amazônica do Brasil, Peru, Colômbia e Equador usam há séculos a ayahuasca com propósitos terapêuticos e espirituais.

As propriedades da beberagem medicinal vêm de duas plantas. A Banisteriopsis caapi, um cipó que se entrelaça árvore acima até sua copa e atravessa as margens dos rios da bacia amazônica, é fervida junto com a Psychotria viridis, um arbusto cujas folhas contém a molécula psicoativa DMT.

Desde os anos 1930, religiões brasileiras foram fundadas em torno do uso da ayahuasca como um sacramento. Por volta dos anos 1980, o ritual da ayahuasca havia se espalhado por cidades de todo o Brasil e do mundo.

A ayahuasca tornou-se legal para uso religioso pela primeira vez no Brasil em 1987, depois que o Conselho Federal de Entorpecentes concluiu que “membros de grupos religiosos” haviam experimentado notáveis benefícios ao tomá-la. Algumas pessoas que bebem a ayahuasca descrevem que se sentem em paz consigo próprias, com Deus e com o universo.

Para o nosso estudo, que aconteceu na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, os pesquisadores recrutaram 218 pacientes com depressão. 29 deles foram selecionados para participar porque tinham depressão resistente a tratamento e nenhum histórico de transfornos psicóticos como esquizofrenia, que o uso da ayahuasca pode agravar.

Estas 29 pessoas foram designadas aleatoriamente a passar por uma única sessão de tratamento, na qual lhes foi dada tanto ayahuasca quanto uma substância como placebo para beber. O placebo era um líquido acastanhado, amargo e azedo ao paladar, feito de água, levedura, ácido cítrico e corante de caramelo. Sulfato de zinco simulava dois efeitos colaterais bem conhecidos da ayahuasca, náusea e vômito.

As sessões ocorreram em um hospital, embora tenhamos organizado o espaço como uma sala de estar tranquila e confortável. Os efeitos agudos da ayahuasca –que incluem visões semelhantes a sonhos chamadas “mirações”, vômito e introspecção intensa– duram cerca de quatro horas. Durante este período, os participantes escutaram duas playlists selecionadas, uma com música instrumental e a outra com canções cantadas em português.

Os pacientes foram monitorados por dois membros da equipe, que providenciaram assistência àqueles que apresentassem ansiedade durante essa experiência de grande intensidade emocional e física. Um dia após a sessão de tratamento, percebemos melhoras significativas em 50% de todos os pacientes, incluindo redução de ansiedade e melhora de humor. Uma semana depois, 64% dos pacientes que haviam recebido a ayahuasca ainda sentiam que sua depressão diminuíra. Apenas 27% daqueles no grupo de placebo mostraram tais efeitos.

Nossas descobertas corroboram um ensaio clínico brasileiro de 2015 sobre o potencial da ayahuasca como antidepressivo. Esse estudo, conduzido pelo Dr. Jaime Hallak da Universidade de São Paulo, descobriu igualmente que uma única sessão de ayahuasca tinha um efeito antidepressivo de ação rápida. Todos os 17 participantes relataram que os sintomas da depressão diminuíram nas primeiras horas após a ingestão da ayahuasca. O efeito durou 21 dias.

Esse estudo recebeu atenção significativa de cientistas. Suas promissoras conclusões eram, porém, limitadas, já que não havia um grupo de controle dos pacientes que receberam um placebo. Em ensaios clínicos para depressão, até 45% dos pacientes que tomam um placebo podem relatar benefícios significativos. O efeito placebo para a depressão é tão forte que alguns cientistas se têm questionado até que ponto os antidepressivos funcionam mesmo.

O Dr. Hallak e outros pesquisadores do estudo de 2015 da Universidade de São Paulo fizeram parte do nosso ensaio clínico subsequente. Estes dois estudos, enquanto preliminares, contribuem para um crescente conjunto de evidências de que drogas psicodélicas como ayahuasca, LSD e os cogumelos podem ajudar pessoas com depressão difícil de tratar.

Mas visto que estas substâncias são ilegais em muitos países, inclusive os Estados Unidos, tem sido difícil testar seu valor terapêutico. Mesmo no Brasil, usar a ayahuasca como um antidepressivo permanece uma iniciativa marginal, informal.

Leon, o blogger brasileiro, descobriu a droga fazendo pesquisa na internet. “Desesperado” por encontrar soluções para sua condição sem tratamento, Leon decidiu tomar parte em uma cerimônia de ayahuasca em uma igreja do Santo Daime no Rio de Janeiro, uma das várias religiões brasileiras que usam a ayahuasca como um sacramento. Não se sabe exatamente o número de membros do Santo Daime, mas a União do Vegetal, outra religião que também usa o chá, possui aproximadamente 19 mil membros em todo o mundo.

Estas organizações religiosas estão entre os vários grupos espalhados pelas Américas que bebem da fonte das tradições indígenas que usam psicodélicos naturais. Elas acreditam que plantas psicoativas como a ayahuasca, peiote ou os cogumelos alucinógenos (psilocibina) abrem as consciências das pessoas para domínios metafísicos e experiências profundamente significativas. Este conhecimento espiritual está sendo agora traduzido para a linguagem da ciência, conforme pesquisadores no Brasil, Estados Unidos, Canadá e outros países começam a fazer avaliações médicas rigorosas destas substâncias.

O blog de Leon fornece uma descrição excelente de sua experiência com a ayahuasca. Algumas vezes ele teve visões –cenários oníricos que ofereciam um raro insight dos relacionamentos em sua vida. Outras vezes, Leon experimentou “uma sensação de êxtase e de uma espiritualidade interna se manifestando”.

Acreditamos que estes efeitos sejam fundamentais à ação da ayahuasca.  Os participantes do nosso estudo responderam à Hallucinogen Rating Scale (Escala de Avaliação Alucinógena) que ajuda a converter essas experiências inefáveis em números. Os participantes que tomaram ayahuasca tiveram uma pontuação significativamente mais alta no questionário do que aqueles que beberam um placebo.


Os participantes que descreveram os efeitos visuais, auditivos e físicos mais exuberantes durante sua viagem de ayahuasca tiveram os mais notáveis benefícios de redução da depressão sete dias depois.

A ayahuasca não é uma panaceia. As experiências que ela provoca podem se revelar física e emocionalmente desafiadoras demais para que algumas pessoas a usem com regularidade como tratamento. Também notamos haver usuários regulares de ayahuasca que ainda sofrem de depressão.

Mas, como o nosso estudo demonstra, esta bebida sagrada amazônica possui o potencial de ser usada segura e eficientemente para tratar até mesmo a depressão mais grave.


*Luís Fernando Tófoli é professor de Psiquiatria da Unicamp
Dráulio Barros de Araújo é professor do Instituto do Cérebro da UFRN
Fernanda Palhano-Fontes é pesquisadora da UFRN

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segunda-feira, 17 de abril de 2023

A bíblia é atual

 


A história que vejo nos dias atuais me remete a personagens bíblicos, e a bíblia, um dos grandes livros que tive o prazer em ler, tem muito de incrível, pois ela consegue ser atual, um livro milenar que traz trechos que se encaixam com nossos dias...

Me lembro que neste livro, relata a vida de um homem bom, um homem de discursos acalorados em favor dos pobres, dos marginalizados, dos excluídos, era um homem revolucionário, que em meio aos homens mesquinhos e corruptos de seu tempo, ele pregou a partilha do pão, ele queria solidariedade, ele pregava alívio a cansados e oprimidos, além do mais, ele alertava aos seus ouvintes a não serem apegados aos bens materiais.

Esse homem da bíblia que li, fez voto de pobreza, embora tivesse inteligência admirável para conseguir dinheiro, ele não tinha nem mesmo onde dormir.

 Este homem lá da bíblia, ao invés de se assentar com os grandes do seu lugar, ele se assentava com o cidadão comum, sentou-se na roda dos pescadores para conversar, tomar vinho e ganhou a confiança e a admiração da grande população pobre de sua época, líder por vocação, tornou-se a figura publica mais popular do seu tempo, popularidade esta nunca tida por outros homens passados ou contemporâneos a ele.

 Porém, a classe dominante do seu tempo, se sentiu ameaçada com o discurso daquele homem, e então ele passou a ser perseguido, difamado e ameaçado, e embora ele não tivesse cometido crimes que maculassem sua conduta, ele foi preso, jugado e condenado pelos juízes e governantes de sua época.

Ele foi preso sendo inocente e um outro homem de sua época muito corrupto, foi solto em seu lugar. Este homem bom da bíblia foi traído por um amigo, outro, vendo-o em maus lençóis fingiu que não o conhecia...

Lembro que teve um de posição privilegiada que poderia até libertá-lo, mas, para não ter que se explicar com aqueles que difamavam o homem bom, lavou as mãos e jogou-o nas mãos daqueles outros que queriam matá-lo...

Qualidades e importâncias a parte de pessoa por pessoa, o fato é que vejo gente inocente sendo julgada e condenada por pessoas corruptas e vejo também muita gente bem posicionada nada fazendo a não ser lavando as mãos para não ficar sujo com os poderosos acusadores de inocentes... É isso, a bíblia esse incrível livro de personagem incrível, é muito, muito atual...

Mateus Brandão de Souza, graduado em História pela FAFIPA.

sábado, 15 de abril de 2023

A MENSAGEM DOS SERES LUMINOSOS

 


No Enigmas Fantásticos

No livro Erg: o décimo planeta, o escritor e médium espiritualista Roger Feraudy narra interessantes contatos que teve com seres por ele descritos como altos e esguios, que se diziam oriundos de um planeta chamado Colope, situado no centro de nossa galáxia, e que foram denominados por ele de “seres luminosos”, pois pareciam feitos de cristal transparente que emitia uma claridade azulada. Eles diziam vir do “universo real”. Nesses contatos, realizados em nível telepático, um desses seres disse que estavam tentando “adensar suas vibrações” para manter um contato direto. Adiantaram, no entanto, que o haviam escolhido para que narrasse aos terráqueos a história da destruição de seu planeta, que precisava ser conhecida, principalmente pelo advento dos “tempos chegados” e pelas transformações profundas pelas quais nosso planeta deve passar em futuro breve.

Em síntese, disseram que, antes de migrar para Colope, eles viviam em um planeta chamado Erg, situado entre Marte e Júpiter, onde hoje se situa o Cinturão de Asteroides, que foi destruído há milhares de séculos, devido a uma explosão nuclear provocada pela insanidade de seu povo. Erg seria o décimo planeta do sistema solar e seus habitantes eram muito evoluídos, o que lhes permitiu auxiliar o desenvolvimento inicial de alguns planetas do sistema e particularmente, na semeadura da vida na Terra e no despertar da consciência de sua humanidade. Por isso, foram chamados de “Jardineiros Siderais”.

No livro, são narradas as aventuras e desventuras desse povo, invadidos e prejudicados por outra raça de alienígenas, os Morgs, seres detentores de grande poder mental, mas de pouca evolução espiritual, que destruíram o planeta. Os seres dessas duas raças reencarnariam nas extintas civilizações

de Lemúria e Atlântida, que também foram destruídas por guerras intestinas.

Nessa obra, cujo conteúdo afirma ser absolutamente verdadeiro, Roger alerta para os prejuízos que o ódio, o orgulho, a vaidade e o conhecimento afastado do bem podem causar a uma humanidade. Alerta, também, no mesmo sentido de outras mensagens proféticas, para a necessidade de autotransformação de nossa humanidade, de acordo com os ensinamentos crísticos, face à iminência dos eventos apocalípticos, que deverão eliminar grande parte dela, em razão de profundas comoções geológicas que deverão ocorrer.

Fonte: Discos Voadores Na Amazônia: A Operação Prato - Jorge Bessa

Jorge Bessa, é formado em Economia, Psicanálise e Medicina Tradicional Chinesa, tendo atuado por mais de 30 anos na Atividade de Inteligência, principalmente na Contra-espionagem e no Contraterrorismo. Há muitos anos se dedica à pesquisa dos temas espiritualistas e paranormais.

sexta-feira, 14 de abril de 2023

CASO FAMILIA MÉNDEZ COTÁN

 


No Enigmas Fantásticos

Localização: Andaluzia na costa sul da Espanha

Data: 26 de novembro de 1977

Hora: 21h45

A família Méndez Cotán se preparava para o jantar quando um barulho os interrompe… Uma “esfera” esbranquiçada flutuava e balançava a baixa altura no pátio, medindo um metro e meio de diâmetro e era coroado por uma espécie de cone... O objeto ficou estático no pátio enquanto a família ficava chocada... pouco tempo depois começou a desaparecer. As plantas que enfeitavam o pátio estavam minimamente chamuscadas e no chão ficou a eterna lembrança em formato triangular da visita deste estranho foo-fighter à família Méndez Cotán.

Imagem apenas ilustrativa

Fonte: José Manuel García Bautista

Ovnis en Andalucía

José Manuel García Bautista, jornalista sevilhano e investigador especialista em questões paranormais. Tem mais de trinta livros publicados sobre História, Mistério e Lenda. Ele é co-autor da saga de sucesso "Guia Secreto de Sevilha" e outros títulos, incluindo "Casas Assombradas de Sevilha", "Sevilha Paranormal" e "OVNIs na Andaluzia".

quinta-feira, 13 de abril de 2023

CONTATO IMEDIATO - CASO SR. RITO MELGAREJO

 


No Enigmas Fantásticos

Localização: Cidade de Santa Ana, na província de Corrientes (Argentina),

Data: segunda-feira, 17 de março de 1986

O protagonista do caso foi o Sr. Rito Melgarejo (então com 42 anos). “ Depois da forte chuva que tinha caído, voltava de jogar cartas com alguns amigos por volta das 2 da manhã, quando vejo uma luz muito forte que me ilumina completamente, tanto que posso ver perfeitamente minha sombra refletida no chão.

Era um objeto muito brilhante, que praticamente passou por cima de mim e parou no chão, uns 10 metros mais ou menos. Estava frio, mas naquele momento tudo foi embora, e então vi dois pequenos seres, que teriam a altura de uma criança de 6 ou 7 anos, que rapidamente saíram do aparelho. Um deles fez sinais para mim e falou comigo em uma língua que era incompreensível para mim. Ele não era espanhol, falava muito rápido. Ele fez sinais para mim com as mãos como se fosse algo em forma de círculo, mas eu disse a ele que não entendia nada nem queria saber nada, me virei e tentei ir para casa rapidamente.

Aparentemente esses seres retornaram ao seu aparelho e partiram pois quando me virei novamente, eles não estavam mais lá, nem sua nave, que rapidamente se perdeu no céu, até ficar bem pequena. Eu não olhava muito para ele porque tinha um pouco de medo de que eles me levassem e depois não me trouxessem mais. Eles usavam algum tipo de uniforme preto justo e eram como nós, seres humanos, apenas minúsculos. Calculo que teriam de um metro a um metro 10 mais ou menos. Depois disso, fiquei perdido no campo por algumas horas, porque fiquei desorientado e não sabia como voltar. Tive uma forte dor de cabeça que até agora não me acontecia, e se continuar assim terei que ir a um médico para curá-la”.

Fonte: O caso foi investigado pelo jornalista Francisco Villagrán.

Villagrán publica uma série de artigos sobre o assunto no jornalEl Litoralde Corrientes (Villagrán, 1986a e 1986b) e na revista especializadaFourth Dimension(Villgrán, 1986d), além de uma nota na revistaLibre Al Fin que acompanha um artigo de Alfredo Meli (Villagrán, 1986c).

quarta-feira, 12 de abril de 2023

O ESTRANHO ENCONTRO DE ROSA DAINELLI – 1954

 


No Enigmas Fantásticos

Localização: Cennina, Itália

Data: 1º de novembro de 1954

Hora do avistamento: 07h30

Rosa Lotti Dainelli, agricultora na época do acontecimento estava com quarenta anos, casada, mãe de quatro filhos, morava com a família em uma casa da fazenda “La Collina”, localizada em uma área isolada entre Capannole e Cennina, povoado de Bucine região da Toscana, na Itália.

Naquela manhã de de 1 de novembro Dainelli teve a experiência mais estranha da sua vida.

“Era dia da festa de Todos os Santos, Rosa saiu cedo (eram 06:30) de sua casa, uma casa da fazenda “La Collina”, localizada em um local isolado, para ir à missa na igreja de Cennina . Trazia consigo um ramo de flores que queria oferecer à Madona e levava na mão os sapatos novos e as meias pretas para não os sujar ou estragar no caminho, pois para chegar a Cennina tinha de caminhar um caminho de país. Chegando perto de uma pequena clareira, ela vislumbrou à sua frente.

A cerca de 20 metros de distância, um objeto escuro e pontiagudo se projetando dos arbustos. Ao se aproximar, viu que o objeto era uma espécie de fuso grande, muito barrigudo na parte central e muito pontiagudo nas extremidades, localizado em posição vertical na beira da clareira, próximo a um cipreste alto, com um ponto preso no chão.

Como a sra Lotti estava a menos de dois metros do OVNI, pôde ver que a parte externa brilhava como se fosse de metal leve muito polido. No cone inferior havia uma porta de vidro aberta, e dentro dela viam-se duas cadeirinhas pequenas, como as usadas pelas crianças. Na parte central do fuso, onde era mais largo, havia uma espécie de vidro arredondado, acompanhando de perto a forma arredondada da misteriosa máquina. Rosa Lotti não ouviu nenhum som dele.

De repente, dois seres emergiram dos arbustos, cortando seu caminho. Eram muito pequenos, de estatura comparável à de crianças de quatro ou cinco anos (cerca de um metro), mas perfeitamente proporcionais e bastante semelhantes a nós.

Os dois pequenos seres se aproximaram dela com expressões amigáveis ​​em seus rostos. Ela teve muito tempo para examiná-los minuciosamente, de modo que depois pudesse descrevê-los nos mínimos detalhes.

Eles usavam um macacão cinza justo que cobria todo o corpo, incluindo pernas e pés. Nos ombros usavam uma capa curta e no peito uma jaqueta de gola alta com pequenos botões brilhantes. Em suas cabeças eles usavam um capacete aparentemente que cobria suas orelhas com dois discos.

Animados, falavam em uma língua desconhecida, gesticulavam, mas sem nenhum traço de ameaça. De fato, ao contrário, de maneira amigável, como se estivessem tentando se fazer entender e iniciar uma conversa rudimentar.

O de aparência mais velha dos dois era o mais jovial, rindo e obviamente tentando estabelecer contato com ela. Eles tinham olhos magníficos, cheios de inteligência. Seus narizes eram de formato normal, suas bocas exatamente como as de um homem, mas seus lábios superiores eram ligeiramente curvados no centro, de modo que, mesmo quando não estavam rindo, seus dentes ainda ficavam expostos. Eram dentes como os nossos, dentes largos e fortes, mas curtos (como se tivessem sido limados) e um tanto salientes, como dentes de coelho.

Aproximando-se de Rosa Lotti, agora apavorada, arrancaram-lhe das mãos o ramo de cravos e uma de suas meias pretas. Quando ela protestou timidamente, aquela que parecia a mais velha das duas devolveu algumas das flores para ela, mas ficou com cinco delas. Então, tendo examinado a estrutura das flores com ar de curiosidade, e rindo ao mesmo tempo, enrolou-as na meia e jogou-as no “fuso” pela pequena abertura.

Então eles se afastaram alguns passos dela, e olharam dois “pacotes” de dentro da máquina – objetos brancos, circulares, que eles carregavam na cavidade do braço, segurando o braço dobrado com a mão no peito.

Então eles se voltaram para a senhora novamente, mas ela aproveitou o momento para escapar. Os seres não tentaram segui-la, mas pareciam oferecer o objeto a ela, como se fosse um presente.

Depois de correr cerca de 100 metros, ela olhou para trás a vegetação escondia tudo da vista. O único vestígio posteriormente encontrado no local foi um buraco no chão, presumivelmente onde o objeto estava preso, encontrado por todos aqueles que, ao saber da notícia, quiseram ir lá ver (incluindo o marido da testemunha).

Rosa era considerada mentalmente estável e confiável, vinha de uma família humilde e de baixa escolaridade e só tinha ouvido falar em discos voadores duas ou três vezes.

Fonte: Sergio Conti, trecho de FSR (set/out 1972)

1. As notícias da imprensa italiana citadas pelo signor Sergio Conti são as seguintes:

La Nazione Indiana, 2 e 5 de novembro de 1954.

La Nazione Sera, 2 de novembro de 1954.

II Giorno del Mattino, 2, 3 e 5 de novembro de 1954.

 II Giorno del Mattino, 2 de março de 1955.

La Settimana Incom, 17 de junho de 1962 (nº 24, ano 15).

O trabalho de dois grupos italianos de investigação de OVNIs foi feito na compilação deste relatório.

terça-feira, 11 de abril de 2023

O ESTRANHO ENCONTRO IMEDIATO DE LOIS STOVALL

 


No Enigmas Fantásticos

Data: 10 de fevereiro de 1977

Localização: 2150 Poquita Vista Tucson, Arizona

Eram cerca de 19h30 e a Sra. Lois Stovall, morando em 2150 Poquita Vista, ao sul da Lillian Cavett Elementary School, estava sentada no meio do sofá no lado sul de sua sala de estar, que dá para a escola , facilmente visível pela janela da frente de sua sala de estar. Ela notou uma luz, como uma estrela brilhante, que fez uma curva em direção à casa dela, aproximando-se em um nível baixo.

As duas testemunhas mais tarde descreveriam a luz como “como uma bela chama” com “flaretas de fogo vermelho e azul” que dançavam no que era uma luz branca brilhante.

Lois e sua avó saíram para o quintal, a menos de 15 metros do objeto pairando e observaram.

A nave reduziu a altitude o suficiente para que Lois e Alice pensassem que poderiam tocá-la.

A essa distância, Alice conseguiu olhar de perto o suficiente para exclamar:

 "Tem um homem aí dentro!"

A seção frontal transparente da cápsula tinha barras verticais escuras que corriam de cima para baixo do espaço que envolvia a luz.

Atrás das grades estava agachada uma figura em forma humana, toda de cor cinza, que parecia inchada, como um balão, exceto que tinha sulcos ou anéis da mesma substância correndo ao redor dos apêndices, como enchimento, ou como alguns trajes espaciais têm. Nenhuma característica facial foi observada e nenhuma mão ou pé foi notado nas extremidades dos apêndices. A figura estava de pé na cabine pequena e bem ajustada em uma posição agachada com as mãos (ou onde as mãos deveriam estar) ligeiramente para a frente e logo acima dos joelhos, como se estivesse segurando algum tipo de controle em cada mão. No entanto, nenhum controle foi visto.

A vizinha de Alice, Dessie Turner, corroborou muitos dos detalhes de seu relato, incluindo a história de uma forte fonte de luz pairando no pátio dos Buckner e vários helicópteros não identificáveis ​​no céu ao redor da escola primária. Nenhum detalhe oficial jamais surgiu.

Um dos aspectos mais intrigantes deste caso são as repetidas referências a helicópteros sobrevoando o pátio da escola no momento do avistamento. Inicialmente havia 3 helicópteros com luzes vermelhas brilhantes voando a uma altitude muito baixa sobre o terreno da escola enquanto a pequena cápsula estava sendo observada. Um deles passou quase diretamente sobre a pequena cápsula abaixo do nível do topo das árvores e voou para o oeste, como se não visse a cápsula, algo que parecia impossível para os vários observadores.

Fonte: Fonte: Boletim APRO, vol. 25 nº 8 (fevereiro de 1977)

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