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quinta-feira, 31 de março de 2016

As propostas econômicas do golpismo

Não é o propósito deste artigo tratar das dificuldades econômicas que o Brasil está enfrentando no momento presente. Todos sabemos a respeito do aprofundamento do quadro recessivo, do aumento do desemprego e da redução sistemática da capacidade do Estado em oferecer os serviços básicos de cidadania a sua população.



*Paulo Kliass
Do Jornalistas Livres

É de amplo conhecimento também que o quadro atual guarda relação íntima com a opção realizada pela Presidenta Dilma logo após a vitória eleitoral de outubro de 2014. Naquele instante, ela resolveu abandonar o programa de governo que apresentara à população e entregou a condução da política econômica nas mãos dos mais legítimos representantes do financismo.

Os resultados vieram na sequência. Convencida de que o essencial seria combinar a mistura explosiva de juros elevados com cortes nas despesas públicas, a candidata do coração valente converteu-se na fiadora entusiasta da política do austericídio. O País iniciou uma perigosa aventura ladeira abaixo, onde a meta principal do governo era centrada no seguinte binômio: cortar gastos sociais e promover arrocho monetário.

Ocorre que nem tudo que atinge o nível do péssimo tem como única opção sua melhoria. Assim como ainda não chegamos ao fundo do poço, esse quadro de perversidade social e econômica tem todas as condições de se tornar ainda mais dramático. E aqui eu me refiro explicitamente à possibilidade de êxito da estratégia golpista em curso e do eventual afastamento de Dilma da Presidência da República. Há sérios riscos de um enorme retrocesso, e não apenas em termos da colocação em xeque dos fundamentos do Estado democrático de direito. Apesar da gravidade da crise, é importante percebermos que a coisa pode piorar, e muito.

Nesse caso, estaria aberta a alternativa de montagem de uma equipe de governo sob a batuta do vice Michel Temer. Seu partido, o PMDB, apresentou há alguns meses um programa de saída para a crise, que seu recebeu o sugestivo título de“Uma ponte para o futuro”. Ali estão apresentadas as propostas que expressariam a divergência da direção da agremiação com relação à condução da política econômica de Dilma. Porém, a leitura atenta do documento revela a essência conservadora de suas sugestões.

Na verdade, ao contrário do que deixa a entender, o que o texto oferece ao leitor é uma verdadeira “ponte para o passado”. Ali mantém-se o diagnóstico de que os maiores problemas enfrentados hoje pelo Brasil são a crise fiscal, o suposto descontrole das contas públicas e a retomada da inflação. Assim, a solução passaria pela retomada do tripé da política macroeconômica, para conferir maior credibilidade ao governo. E nesse ponto o programa peemedebista se articula com as ideias dos economistas vinculados ao tucanato, cuja expressão maior agora é representada por Armínio Fraga. Além disso, vale lembrar que um dos nomes cogitados para comandar a área econômica do governo de “transição” é Henrique Meirelles, ex tucano, atual correligionário de Temer e sempre quadro bem preparado da banca internacional.

Isso significa que a taxa oficial de juros, a SELIC, deveria ser mantida nos níveis atuais ou ainda mais elevados, pois seria o único mecanismo para evitar a alta dos preços. Isso significaria aumentar ainda mais a extração de superávit primário, de forma a assegurar tranquilidade ao sistema financeiro. Mas para obter esse resultado, o novo governo deveria reduzir ainda mais as despesas orçamentárias com a área social e com os investimentos. Afinal, a mágica embutida na armadilha do superávit primário é justamente deixar de fora do cálculo as despesas de natureza financeira, ou seja, aqueles pagamentos destinados a cobrir as obrigações com juros e serviços da dívida pública.

Há uma tentativa em marcha de promover a desconstrução dos avanços obtidos na Constituição, cujos dispositivos asseguram à população o acesso a valores universais como educação, saúde e previdência social, por exemplo. O argumento falacioso cada vez mais difundido é que os direitos ali previstos foram incluídos em 1988 e não cabem mais no orçamento nos dias de hoje.

Os golpistas pretendem dar continuidade às mudanças iniciadas quando Joaquim Levy ocupava o Ministério da Fazenda e que foram mantidas mesmo depois da sua substituição por Nelson Barbosa. Trata-se de retirar direitos na área de proteção do trabalhador, a exemplo do seguro desemprego, do abono salarial, do auxílio doença e outros benefícios previsto na CLT. Trata-se de retirar direitos no sistema de previdência social, por meio da divulgação enganosa de falsos déficits estruturais do modelo gerenciado pelo INSS e da solução milagrosa que viria sob a forma de uma “reforma previdenciária”.

O programa liberalóide do golpismo pretende restaurar a ideia do Estado mínimo, com a intenção de ampliar o leque de alternativas para o processo de acumulação de capital. Com isso, aprofunda as sugestões de privatização de empresas públicas e a generalização de concessões e permissões de serviços públicos ao capital privado. Pegando uma carona oportunista na crise a que a Petrobrás está atualmente submetida, cria-se um movimento para jogar a opinião contra a existência de empresas estatais. Em um cenário de depressão das atividades econômicas, uma venda eventual de tal patrimônio seria realizada a preços bastante reduzidos. Uma triste repetição daquilo que foi a entrega da Vale, das empresas de telefonia e de eletricidade sob a batuta de FHC.

Outra frente de ação do retrocesso seria a tão falada independência do Banco Central. Os representantes desse pensamento neoliberal não se cansam de insistir que os problemas da inflação e do gasto público excessivo são explicados pela chamada “interferência política” na condução da política monetária. Assim, clamam por uma falaciosa neutralidade técnica na direção do Banco Central, que seria obtida por meio dessa autonomia radical a ser conferida por lei a seus diretores, que teriam um mandato fixo e que seriam inamovíveis partir da posse.

O problema é que não existe um saber isento ou neutro na formulação e na implementação da política econômica. A outorga de um imenso poder a uma tecnocracia para decidir como bem entender a respeito de aspectos essenciais da política monetária é um movimento antidemocrático e antirepublicano. Seria a perpetuação do encastelamento do financismo no comando de uma agência do governo federal que deveria, ao contrário do que tem feito há décadas, promover a fiscalização e a regulação do sistema financeiro.

Na linha da distribuição de renda e da remuneração das camadas da base da pirâmide social, o discurso dos apoiadores do golpe propõe abertamente a revogação da atual lei de valorização real do salário, bem como a introdução de regras para promover a desvinculação do salário mínimo dos pisos de benefícios da previdência social. Com isso, estaríamos frente à real possibilidade de redução ainda mais expressiva das conquistas obtidas ao longo da última década.

Enfim, como se pode perceber, é imensa a lista de malefícios que uma eventual vitória golpista poderia promover em nosso País. Seria a trilha para retroagir a um Brasil do século passado. Corremos o risco de voltarmos a ser um país muito mais marcado pela desigualdade socioeconômica do que essa ainda existente e pela eliminação de todo e qualquer traço de um Estado capaz de operar como estímulo ao desenvolvimento inclusivo e sustentável.
* Paulo Kliass é doutor em Economia pela Universidade de Paris 10 e especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do Governo Federal.

Via – Jornal GGN

quarta-feira, 30 de março de 2016

30 de Março na história

1935 - Dia do Pão, Terra e Liberdade  
   
Lançada a ANL (Aliança Nacional-Libertadora), no Teatro João Caetano, Rio. Prestes é aclamado presidente de honra, por proposta do então estudante Carlos Lacerda. O lema da ANL: "Pão, Terra, Liberdade!".

Cício da Aliança Nacional Libertadora     
1818:
D. João VI proíbe sob pena de morte a Maçonaria e qualquer sociedade secreta.
1919: 
Gandhi lança o Hartai (greve geral) contra o colonialismo inglês na Índia.
1925:
Derrota dos tenentistas em Catanduvas, PR.
Catanduvas
1936:
O Senado aprova o estado de guerra para facilitar a ofensiva policial de Filinto Muller.
1946:
Golpe de estado no Equador.
1964:Assembléia dos sargentos no Automóvel Clube, Rio. Jango comparece e fala em defesa das reformas de base. O fato serve de estopim do golpe.
1977:
Passeata estudantil da USP ao largo de Pinheiros, S. Paulo. Dribla a repressão.
1980:
Ataque policial ao cortejo fúnebre do cardeal Oscar Romero, em San Salvador; 40 mortos, 226 feridos.
1982:
Protesto sindical contra a ditadura na Argentina, duramente reprimido; 2 mortos, mil presos.

Cunha manobra alteração na composição do Conselho de Ética

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, apresentou um projeto de resolução que pode alterar a composição do Conselho de Ética da Casa. 


A intenção é fazer valer a distribuição de vagas de forma proporcional levando em conta as trocas de partidos que ocorreram até 18 de fevereiro, quando pelo menos 88 parlamentares mudaram de legenda. Entre os partidos que aumentaram suas bancadas estão o PP, o PR e o DEM.

Para integrar o Conselho de Ética, os partidos indicam parlamentares com base no critério da proporcionalidade. Eles, então, são eleitos para um mandato de dois anos e só saem da vaga antes disso se renunciarem. De acordo com o projeto, o novo cálculo das bancadas partidárias produzirá "efeito imediato" sobre todos os órgãos da Câmara que são compostos pela proporcionalidade, "interrompendo-se, quando for o caso, os mandatos que se achem em curso".

Do O Globo

Cunha aprova na Mesa Diretora projeto que pode alterar composição do Conselho de Ética

Por Evandro Éboli e Isabel Braga

Proposta ainda será submetida ao plenário da Câmara; novo cálculo poderá ter ‘efeito imediato’

BRASÍLIA - Projeto de resolução apresentado pela Mesa Diretora da Câmara nesta terça-feira e assinado pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), poderá alterar a composição do Conselho de Ética da Casa. Discutido com os líderes em reunião ontem, o projeto tem por objetivo fazer valer para a distribuição de vagas e comissões da Casa as bancadas fixadas após o troca-troca partidário dentro da janela aberta no dia 18 de fevereiro. Pelo menos 88 deputados trocaram de legenda. Entre os partidos que aumentaram suas bancadas estão o PP, o PR e o DEM.

O projeto diz que que o cálculo das novas bancadas partidárias é válido para qualquer órgão da Câmara, inclusive os que têm integrantes eleitos por mandato. Não apenas para compor as comissões permanentes que até agora não foram instaladas na Casa. Para integrar o Conselho de Ética da Câmara, os partidos indicam seus parlamentares com base no critério da proporcionalidade, mas eles são eleitos para um mandato de dois anos e só saem da vaga antes disso se renunciarem.

Ao contrário das comissões permanentes, o Conselho de Ética vem funcionando desde a retomada dos trabalhos em fevereiro. Entre os processos em andamento está o por quebra de decoro parlamentar contra Cunha. Obrigados por decisão do primeiro vice-presidente da Casa, Valdir Maranhão (PP-MA), os conselheiros refizeram a votação do parecer de admissibilidade para dar andamento ao processo contra Cunha e estão agora na fase da instrução probatória.

De acordo com o projeto, o novo cálculo das bancadas partidárias produzirá "efeito imediato" sobre todos os órgãos da Câmara que são compostos pela proporcionalidade, "interrompendo-se, quando for o caso, os mandatos que se achem em curso". Esse é o caso dos conselheiros eleitos. Pela proposta, os partidos irão preencher as vagas e, se for necessário - no caso dos cargos com mandato - será feita eleição para o período de tempo remanescente dos mandatos que tenham sido interrompidos.

Via - Jornal GGN

Religiosos contra o golpe

Religiosos de diferentes credos unidos contra o golpe!

No Brasil 247
Via GGN

Uns vão à missa, outros ao terreiro, outros ao culto e a outros ritos. Em comum, a defesa de valores que dignificam o homem, e entre eles a democracia.  Contrários à utilização do impeachment para legitimar o afastamento da presidente Dilma, violando a vontade popular, religiosos de diferentes credos realizam um ato amanhã, quata-feira, às 18h, no Auditório Nereu Ramos na Câmara dos Deputados, em defesa da democracia. Dele vão participar povos indígenas, povos de terreiros, budistas, espíritas, cristãos católicos e protestantes, evangélicos pentecostais, entre outros.

A iniciativa é do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs - CONIC, Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB e Comitê pró-democracia no Congresso Nacional.

Segue o manifesto.

Manifesto de Religiosas e Religiosos em Defesa da Democracia

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade”. Artigo 1ª da Declaração Universal de Direitos Humanos.

Pertencemos a várias tradições religiosas. Queremos, com o nosso testemunho, contribuir para o diálogo e para a superação da crise pela qual passam o Brasil e diversos países da América Latina. Em nossas tradições a justiça é sagrada e sustenta a vida em igualdade. Os princípios que nos orientam não admitem que a avaliação de um grupo social se sobreponha ao outro, determinando, a partir de seus critérios e interesses, se um governo é bom ou ruim. Todos somos filhas e filhos do Criador. Por isso, todas as pessoas são portadoras dos mesmos direitos de avaliação e as mesmas obrigações com o bem comum e o bem viver, buscando o fortalecimento para irmãs e irmãos, companheiras e companheiros que vivem o seu testemunho em coerência com o projeto de igualdade e justiça.

Colocamo-nos em comunhão com todas as pessoas perseguidas por causa do seu compromisso pela paz, pela justiça social e por um novo mundo possível.  Por isso, afirmamos ser como dores de parto, portadora de uma vida nova. Que essa experiência de dor nos ajude a rever os erros cometidos pelas instituições e poderes constituídos e por nós mesmos. Como pessoas de diferentes tradições religiosas, nem sempre cumprimos a missão de permanecer vigilantes para cuidar do exercício da Política e de seu papel de garantir direitos e promover o bem comum.

Que esse tempo nos encoraje para as autocríticas necessárias. Não nos deixemos tomar pelo desânimo e pessimismo. Repudiamos as manifestações de ódio, violência e intolerância que os meios de comunicação e a elite desse país têm insuflado a população. Não concordamos com a judicialização da política, com a partidarização da justiça e com a espetacularização de ações judiciais. Essas são práticas que  contribuem para o descrédito das instituições e o acirramento de posições polarizadas, o que leva a população brasileira a desacreditar na justiça. Optamos por manter o respeito a quem pensa diferente. Defendemos o direito ao pluralismo democrático e ao contraditório. Sejamos fiéis ao diálogo sincero, mesmo com quem tem posições políticas contrárias às nossas.

Lembramos que a corrupção, infelizmente, é antiga. Ela é inerente ao espírito do capitalismo, competitivo e individualista.espírito do capitalismo, competitivo e individualista. Devemos nos empenhar para a superação dessa prática, nas esferas pública, empresarial e pessoal. Mas o combate à corrupção não pode ser um pretexto, como em diversas vezes na história do Brasil, para legitimar golpes de Estado que acarretaram perseguições e sofrimento para o povo.

Reconhecemos que, além das causas decorrentes de situações que são da realidade nacional, há sinais claros de interferências e patrocínios, oriundos de interesses internacionais. Esses interesses visam desestabilizar nossos países, quando nossas nações buscam independência política e econômica. Portanto, o que está acontecendo no Brasil não pode ser desvinculado das intervenções golpistas como as que aconteceram em Honduras e no Paraguai. Na Argentina, decisões judiciais a serviço  dos interesses de corporações internacionais acarretaram prejuízos graves para aquele país. Vemos também a realidade brasileira ligada às tentativas de desestabilizar os governos da Bolívia, Venezuela, Equador e outros do continente.

Expressamos  o  nosso  compromisso  com  as  pessoas em situações de vulnerabilidade: quilombolas, ciganos, matriz africana, seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco-de-babaçu, comunidades de fundo de pasto, faxinalenses, pescadores artesanais, marisqueiras, ribeirinhos, varjeiros, caiçaras, praieiros, sertanejos, jangadeiros, açorianos, campeiros, varzanteiros, pantaneiros, caatingueiros, negras e negros, povos indígenas, mulheres,  juventude da periferia, trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do campo,  LGBTTs, população idosa, pessoas com deficiência, entre outros que poderão ser  profundamente impactados com os ajustes econômicos e com a ruptura da ordem democrática e do Estado de Direito.

A democracia é essencial para a convivência e a coexistência  entre diferentes religiões, grupos e pessoas não religiosos. Por isso, permaneceremos vigilantes. É com a democracia que aprendemos a ser tolerantes com o outro. No entanto, nossas experiências de fé nos desafiam a irmos para além. Devemos caminhar em direção ao reconhecimento do direito do outro à existência .

Vamos fortalecer o diálogo e anunciar a paz!

24 de março de 2016. Dia Internacional para o Direito à Verdade e 36° ano do martírio de  Oscar Romero.

1. Adriana Alves Lara - Católica;

2. Adecir Pozzer – sem religião;

3. Dom Adriano Ciocca Vasino - Bispo da Prelazia de São Félix do Araguaia – MT- Igreja Católica;

4. Aida Marise Cruz - Monja Kakuzen - discípula da Monja Coen Roshi - Comunidade Zen Budista filiada à Comunidade Zen do Brasil;

5. Ir. Aidete Vicensi - Irmãs Missionárias da Congregação de São Carlos Borromeu – Scalabrinianas/ ICAR;

6. Ir. Albina Bosio. Coordenadora de comunidade/ICAR;

7. Amanda Cristina Souto Pereira- Catequista – ICAR;

8. Amelia Ecco – ICAR;

9. Ana Isa dos Reis - Ministra religiosa - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;

10. Irmã Ana Helena Andreão - religiosas do Sagrado Coração de Maria;

11. Ir. Ariete D'Agostini - Irmãs Missionárias da Congregação de São Carlos Borromeu – Scalabrinianas/ ICAR;

12. Reverendo Arthur Cavalcante, clérigo da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

13. Ir. Albino Trevisan - Marista – Igreja Católica Apostólica Romana;

14. Alexandre L'OmiL'Odò - sacerdote da Jurema Sagrada e coordenador do Quilombo Cultural Malunguinho;

15. Alexandre Pupo Quintino, leigo, Igreja Metodista do Brasil;

16. Ana Maria Demo;

17. Antônio Adriano Almeida – Igreja Batista;

18. Alzira Munhoz - Grupo Francisclariano de Timóteo, Coronel Fabriciano e Ipatinga - MG vinculado à Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas;

19. Anderson Ferreira Teixeira Nunes - Sacerdote Umbandista;

20. André Sidnei Musskopf, Teólogo, Cristão Luterano - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB);

21. Articulação Brasileira de Gays;

22. Aurenice Lins das Neves – Sacerdotisa - Tradição religiosa: Jurema;

23. Aydee Valério de Souza Albino – Assembleiana;

24. Irmã Béatrice Kruch - Divina Providência de Ribeauvillé – França;

25. Baba Diba de Iyemonja - Batuque do Rio Grande do Sul;

26. Beatriz Monteiro - Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

27. Benedito Ferraro, Padre da Igreja Católica, católico;

28. Bernadete de Oxum, Ekedji da Nação Efon;

29. Dom Bernardo Johannes Bahlmann – Frei/OFM/ICAR;

30. Carlos André Cavalcanti - Líder do Grupo Videlicet Religiões da UFPB;

31. Carlo Bianchi -  Vigário Paroquial - Igreja Católica Apostólica Romana;

32. Reverenda Carmen Etel Alves Gomes – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

33. Centro de Estudos Bíblicos – CEBI;

34. Caroline Santos Teixeira, CEBs, católica;

35. Cecília Sá Miranda – ICAR- Companhia das Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo;

36. Célia Gonçalves Souza - Makota Celinha–Candomblé - Coordenadora Nacional;

do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro Brasileiro+ CENARAB;

37. Cibele Kuss, Pastora luterana da IECLB;

38. Ir. Clarice Teresinha Heck - Irmã Franciscana da Penitência e Caridade Cristã Igreja Católica Apostólica Romana;

 39. Claudete BeiseUlrich – Pastora/IECLB;

40. Rev. Cláudio das Chagas Soares - Pastor da Igreja Presbiteriana Unida (IPU);

41. Cláudio Giovani Becker- Ministério Catequético - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;

42. Cláudio Márcio Águeda Pinto - Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

43. Cláudio de Oliveira Ribeiro – Pastor Metodista;

44. Clementina Paulina Schneider – CRB/ICAR;

45. Cristina Scherer, pastora, IECLB - Igreja Evangélica de confissão Luterana no Brasil;

46. Dagmar Henz – Espírita;

47. Delir Brunelli – Teóloga - Tradição Religiosa: Católica Apostólica Romana;

48. Delize Sfredo – ICAR;

49. Daniela Yabeta - Equede de Aira do Ilê Axé Onixegun;

50. Daniel Souza, leigo na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

51. Padre Dário Bossi - Missionário Comboniano - Igreja Católica Apostólica Romana;

52. Irmã Dazir da Rocha Campos - Congregação das Irmãs Carmelitas da Divina Providência;

53. Dom Demétrio Valentini – Bispo Emérito da Diocese de Jales – Igreja Católica Apostólica Romana;

54. Edenir Biancato Alberton -  Irmã Católica;

55. Edilene Machado Pereira - Igreja Batista;

56. Edith Jeanne Chevalier Irmãzinha de Jesus – ICAR;

57. Eduardo Alves de Oliveira – Pastoral da Juventude – Igreja Católica Apostólica Romana;

58. Frei Eduardo Augusto Schiehl- OFM - Religioso Franciscano da Ordem dos Frades Menores;

59. Eduardo Brasileiro – leigo – Igreja Católica Apostólica Romana;

60. Elias de Yansan, Babalorixá do Ilê AshéEfon, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro;

61. Elianildo da Silva Nascimento – Iniciativa das Religiões Unidas;

62. Elide Lucinda Sfredo – ICAR;

63. Elioenai de Souza Ferreira, membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte (IEADERN), filiada à CGADB;

64. Elvira Lurdes Cella – ICAR;

65. Emanoel de Xangô, Ogan do Ilê AshéEfon, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro;

66. Emilia Altini - Irmã Catequista Franciscana - Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas/ICAR;

67. Enedir Rosa Correa;

68. Erelides Scariot – ICAR;

69. Irmã Eugênia Maria do Nascimento/ICAR;

70. Irmã Eurides Alves de Oliveira - Religiosa da Congregação das irmãs do Imaculado Coração de Maria – Católica;

71. Fábio Py. Leigo, luterano-batista;

72. Fátima Míriam Brucznitski - Católica Apostólica Romana;

73. Dr. Felipe Gustavo Koch Buttelli, teólogo luterano;

74. Diác. Francisco Adilson da Silva - Diácono do Clero Diocesano - Assessor do Vicariato Episcopal para as Pastorais Sociais da Arquidiocese de Natal-RN;

75. Ir Francislaine Regina de Paula- rscj- Igreja Católica;

76. Dom Francisco de Assis da Silva - Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil - Diocesano em Santa Maria;

77. Frei Felipe Marcelino S. Sousa, frade franciscano, Igreja Católica Romana;

78. Flávio Augusto Águeda Pinto - Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

79. Francesco Lenzi – Sacerdote Religioso dos Missionários Combonianos;

80. Francisco Orofino    Biblista     Leigo da Igreja Católica Apostólica Romana;

81. Irmã Geralda Ferreira da Silva – ICAR;

82. Gertrudes Ecco – ICAR;

83. Gilberto Vieira dos Santos – Giba Wataramy – ICAR;

84. Gilvander Luís Moreira, Carmelita, da CPT;

85. Gema Talita Padova – ICAR;

86. Genilma Boehler- Reverenda - Igreja Metodista;

87. Gentilina Zamberlan – ICAR;

88. Gioconda Boreli - Dominicana da Beata Imelda;

89. Graciela Chamorro – Pastora e Teóloga - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;

90. Haidi Jarschel, pastora licenciada IECLB;

91. Irmã Heloisa Maria Rodrigues da Cunyha -rscj- provincial;

92. Irmã Guida Ludovico - Missionária Dominicana de Monteils;

93. Ida Possap – ICAR;

94. Idelsa Ignes Reginatti, Ir. Franciscana de Nossa Senhora Aparecida,Cristã católica;

95. Ignez Bruneto – ICAR;

96. Irmã Ires de Costa - Missionária Scalabriniana – Católica;

97. Ir. Irio Luiz Conti msf - Professor de Ensino Superior e assessor de pastorais sociais e movimentos sociais, Católica Apostólica Romana;

98. Itacir Antonio Gasparin - Igreja Católica Romana;

99.  Italvina Bavaresco - Congregação das Irmãs de São José;

100. Itamires Amorim dos Santos (Irmã Itamires) Religiosa Católica;

101.  Iuri Andréas Reblin – IECLB;

102. Ivonete Gardini – Irmã Catequista Franciscana – Católica;

103. Ivonete Maria da Silva – CEBI/ES – Leiga/ICAR;

104. Ivo Lesbaupin, sociólogo, professor da UFRJ, membro da ONG Iser Assessoria, católico;

105. Ivo Pedro Oro, padre da ICAR- Diocese de Chapecó;

106. Jandira Keppi- Pastora Luterana ( IECLB)- JI-Paraná-RO;

107. Joana Batista S. Souza- Leiga - catequista e coordenadora de pastoral da Arquidiocese de Porto Velho;

108. Joanildo Burity – Leigo - Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

109. João Francisco dos Santos Esvael - Músico e Compositor – IEAB - Junta Diretiva do CLAI (Conselho Latino Americano de Igrejas);

110. Prof. João José Barbosa Sana - membro da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Vitória – ES;

111. Frei João Xerri, op  - Dominicano, sacerdote Católico;

112. Pe. Jorge Boran – Igreja Católica Apostólica Romana;

113. Jorge Geraldo - Frei Franciscano Menor Conventual (OFMConv) – coordenador do CAAPA - Coordenação Arquidiocesana da Pastoral Afro (CAAPA);

114. Frei José Alamiro Andrade Silva, ICAR;

115. Josélia Mocellin – ICAR;

116. José André da Costa - Padre missionário da Sagrada Família - MSF - Doutor em Filosofia Política;

117. José Carlos Soares Pinto - Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

118. Frei José Fernandes Alves, frade dominicano, vice coordenador da Comissão Dominicana de Justiça e Paz do Brasil, membro da CBJP-CNBB e da JPIC-CRB;

119. Josemar Silva - Padre da Igreja Católica;

120. José Mário Gonçalves –Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil;

121. Pe. José Rogério Rigo – ICAR/Diocese de Santo Ângelo;

122. Julio Cesar Pagotto - Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Vitória – ES; Coordenação da Pastoral do Povo da Rua/ICAR;

123.  Kassiane Schwingel – IECLB;

124. Laura Puntel – ICAR;

125. Leila Gomes Apolinário – Leiga/ICAR;

126. Lorrama Machado- Coordenadora do Centro de Promoção a Liberdade Religiosa e Direitos Humanos;

127. Lucia de Fátima Batista de Oliveira (Omidewa)-Iyalorixá - Matriz Africana;

128. Lúcia Maria da Silva, Católica Apostólica Romana;

129. Lucia Ribeiro, Igreja Católica Romana;

130. Frei Luciano Bernardi, coordenador da Comissão Pastoral da Terra da Bahia (CPT BA) e presidente da Comissão de Justiça e Paz, Salvaguarda da Criação (JPSC) dos Franciscanos Conventuais da Província São Francisco de Santo André – SP;

131. Rev. Lucio Mendonça da Fonseca – Igreja Metodista - Coordenador dos Direitos Humanos da Igreja Metodista no Estado de Minas Gerais e Espírito Santo;

132. Ir. Lúcia Natalina Boff - Irmãs Missionárias da Congregação de São Carlos Borromeu – Scalabrinianas/ ICAR;

133. Pe. Luis Sartorel, sacerdote, católico;

134. Lusmarina Campos Garcia, pastora, Igreja Evangélica de Confissão Luterana/IECLB;

135. Luiz Carlos Gabas - Reverendo - Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

136. Frei Luiz Carlos Susin, teólogo - Trad. Católica;

137. Frei Luiz Favaron, religioso da OFMConv.

138. Luiz Henrique Ferfoglia Honório - Vice-Presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil - Regional Sul 1 da CNBB- Católico;

139. Luiz Alberto Gómez de Souza, leigo, Igreja Católica Romana;

140. Lupercio Romulo Soares da Silva, babalorixá de Tradição Nagô -  Pernambuco;

141. Ir Magda Izabel dos Reis – ICAR;

142. Magda Guedes Pereira – Reverenda da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

143. Magali do Nascimento Cunha – Comunicadora Social - Igreja Metodista;

144. Mametu Nangetu - Terreiro Mansu Nangetu, Belém/PA;

145. Mardes P. Silva - Pastor-Presidente da Convenção Betesda do Ceará;

146. Maria Benincá- ICAR;

147. Maria Diva Schiochet – Irmã Catequista Franciscana/ICAR;

148. Maria Conceição dos Santos - Igreja Católica - Movimento Fé e Política da Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda/RJ;

149. Maria Eugenia Chaloult, Católica, Brasília;

150. Maria Gomes da Costa - Filha do Amor Divino/ICAR;

151. Maria do Socorro Medeiros Dantas - Filha do Amor Divino/ICAR;

152. Irmã Maria Raimunda Ribeiro da Costa/ICAR;

153. Marie Ann WangenKrahn, membro leiga da equipe pastoral da Faculdades EST, Luterana – IECLB;

154. Marcelo Barros - monge beneditino e teólogo católico;

155. Pe. Marco Passerini - Missionário Comboniano- Pastoral Carcerária da Igreja católica- Fortaleza Ceará;

156. Marga Janete Ströher - Teóloga – IECLB;

157. Irmã Margarida Ma.Andrade de Almeida - RSCj – Brasil;

158. Margarida Momo – ICAR;

159. Maria Julia dos Santos – ICAR;

160. Marivete Brun - Congregação de Nossa Senhora/ICAR;

161. Ir. Marlene Rodrigues de Oliveria – ICAR;

162. Marli Horosteki – ICAR;

163. Irmã Marlise Hendges- Diretora Geral da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria/ICAR;

164. Dom Manoel João Francisco - Bispo católico, da Diocese de Cornélio Procópio;

165.  Padre Manoel José de Godoy – Sacerdote/ICAR;

166.  Manoel Pereira – Padre Católico/ICAR;

167. Dr. Manoel Ribeiro de Moraes Junior - Docente do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião na Universidade do Estado do Pará - Pastor Batista - Convenção Batista Brasileira;

168. Pe. Marco Bassani, Padre – Católico;

169. Maria do Carmo Libório Cavalcante – leiga - Católica Apostólica Romana;

170. Maria Gabriela de Sousa Sencades- Tradição religiosa: Budismo;

171.  Maria de Fátima Castelan - CEBI-ES - Tradição religiosa – ICAR;

172. Maria Tosati – ICAR;

173. Irmã Marie Madeleine Hausser - Divina Providência de Ribeauvillé – França;

174. Marilia Alves Schüller, Assessora de Projetos, KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço;

175. Maria José Meira, irmã provincial de VedrunAmérica, da Congregação Religiosa Carmelitas da Caridade Vedruna, da Igreja Católica;

176. Maria Luiza Pires Ventura - Católica Apostólica Romana;

177. Maria Valéria Rezende - religiosa -Congregação de Nossa Senhora/ Cônegas de Santo Agostinho;

178. Monika Ottermann - Mestra em Teologia - Doutora em Ciências da Religião, Leiga da ICAR; 

179. Padre Nadir Luiz Zanchet - vigário geral da Diocese de Balsas/ICAR;

180. Província Santa Clara de Assis – Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas;

181. Nancy Cardoso Pereira – Pastora Metodista, CPT;

182. Pe Nelito Nonato Dornelas - Pároco da Paróquia São João XXIII - Diocese de Governador Valadares – MG;

183. Padre  Nello Ruffaldi   - Sacerdote Missionário do Pontifício Instituto das Missões;

184. Neurimar Pereira da Silva – leiga - Católica Apostólica Romana;

185. Nilva Benincá - Católica Apostólica Romana;

186.  Nilva Rosin - Irmã da Congregação das Irmãs de São José de Chambéry do Brasil;

187. Ogã Jaçanã Gonçalves - Presidente do Centro Espírita Caridade Eterna;

188. Frei Olavio José Dotto, ofm - sacerdote franciscano – católico;

189. Oneide Bobsin, pastor da IECLB/Professor de Ciências da Religião - Faculdades EST;

190. Frei Oretes Alexandre Serra, ofm -  Professor de Direito Cânonico/ICAR;

191. Osvaldo Luiz Ribeiro, Doutor em Teologia;

192. Pe. Dr. Ottorino Bonvini - Missionário Comboniano – Igreja Católica Romana;

193. Padre Paulo Bezerra – Igreja Católica Apostólica Romana;

194. Paulo Roberto Rodrigues, padre na Igreja Católica Apostólica Romana, atuando na Arquidiocese de Campinas;

195. Patricia Crepaldi - Educadora - Membro da Igreja Betesda Zona Leste;

196. Rafael Soares de Oliveira - Ogan d'Oxossi do Candomblé;

197. Raimundo Rocha - Missionários Combonianos - Juba, Sudão do Sul, África;

198. Reginaldo Veloso - presbítero católico das CEBs no Morro da Conceição e Adjacências - Recife PE;

199. Pe. Raimundo Nonato B. Costa - sacerdote diocesano – Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR);

200. Renate Gierus – Pastora - Igreja Evangélica de Confissão Luterana (IECLB);

201. Pastor Renato Küntzer - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;

202. Renato Thiel – Cristão – Católico (ICAR);

203. Roberta Lee Spires  Irmã de Notre  Dame de Namur/ICAR;

204. Frei Rodrigo de Castro AmédéePéret, ofm (franciscano) Igreja Católica;

205. Rolf Malungo de Souza, antropólogo - Professor Adjunto do INFES/UFF - Diácono da Igreja Metodista de Vila Isabel;

206. Ronnie Peterson Rodrigues Sares - Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

207. Romi Márcia Bencke – Pastora/IECLB;

208. Ronildo Oliveira – Pastoral da AIDs - Católica Apostólica Romana;

209. Padre Saverio Paolillo, Missionário Comboniano - Igreja Católica Apostólica Romana;

210. Pastoral Popular Luterana (PPL);

211. Sandra Aparecida Leoni – Irmã Catequista Franciscana;

212. Pe. Sidnei Marco Dornelas, CS - Congregação dos Missionários de São Carlos – Scalabrinianos - Presbítero religioso católico romano;

213. Silvia Rejane Águeda - Igreja Católica Apostólica Romana- ICAR;

214. Sebastião Carlos Moreira – ICAR;

215.  Sonia Cleide Ferreira da silva – Umbanda;

216. Revda. Sônia Gomes Mota- Pastora da Igreja Presbiteriana Unida;

217. Stefan Ruy Krambeck – Pastor – IECLB;

218. Suzana M. Rodrigues Ribeiro - leiga da Igreja Metodista;

219. Tania Maria Riberio Cavalcante - Dirigente da Casa de Caridade Flor de Liz - Tradição religiosa de matriz africana;

220. Tata Matamoride - Sacerdote Angola Bantu -Presidente de honra do FOESP;

221. Tata Kinamboji - Terreiro Mansu Nangetu, Belém/ PA;

222. Tata Ngunz'tala – Candomblé;

223. Tatiana Tannús Grama – Umbanda;

224. Tea Frigerio, biblista, ICAR;

225. Tecendo Cidadania – ONG Católica;

226.  Thereza Cortelini - Religiosa Católica;

227. Irmã Terezinha Luiza da Silva–Missionária de Jesus Crucificado;

228. Terezinha Maria Foppa;

229. Therezina Bordignon- ICAR;

230. Thiesco Crisóstomo, leigo, coordenador de Pastoral da Diocese de Marabá. ICAR;

231. Tony Welliton da Silva Vilhena - Comunidade Metodista Confessante;

232. Waldicéia de Moraes Teixeira da Silva - Pastora Wall Moraes - Assembleia de Deus Liberdade e Vida, Brasília, DF;

234. Waldir José Bohn Gass - da articulação das Pastorais Sociais e CEBs-RS/ICAR;

235. Walter Borghesi - Bacharelato em Teologia Moral – Missionário Cambonano;

236. Valdira Giordani da Igreja Católica Apostólica Romana;

237. Vanessa gomes ferreira, religiosa Filhas de Maria Missionaria/ICAR;

238. Vilma Gama da Silva Castro, leiga, Igreja Católica Apostólica Romana;

239. Yves Chaloult, católico/budhhista, Brasília



Charge dos nossos dias

Por Laerte Coutinho




PORTO RICO - Motociclista morre ao bater em poste de iluminação

No início da madrugada de domingo (27) um jovem de 23 anos morreu ao bater sua moto Honda Twister 250 em um poste de iluminação Pública, em Porto Rico. 


Dheimes Allan Pereira, morava em São Pedro do Paraná e trabalhava como corretor de imóveis.

O acidente aconteceu em frente ao prédio da prefeitura municipal. Testemunhas que estavam sentadas em frente a uma casa próximo ao local do acidente, disseram que a vítima perdeu o equilíbrio ao passar por um quebra-molas.

A Polícia Militar (PM) deslocou uma equipe até o local do acidente onde um médico atestou a morte do rapaz. O corpo do jovem foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Paranavaí onde foi realizado o exame de necropsia.

LOANDA - SANDUÍCHE DE MACONHA

Em Loanda adolescente tenta entregar a preso pães recheados de maconha.

Foto ilustrativa - Mundo Jacobina

Um adolescente de 17 anos tentou entregar a um preso 10 pães recheados de maconha. O jovem foi flagrado por policiais civis de Loanda.

Segundo a polícia, o jovem mora em Santa Isabel do Ivaí e pesa contra ele acusações de furto e tráfico de drogas.

O curioso é que o adolescente foi três vezes à cadeia para fazer a entrega. Na primeira tentativa, os policiais disseram que qualquer produto só poderia ser recebido através de uma pessoa maior de idade.

O infrator saiu e pediu para uma mulher, que passava nas proximidades, para fazer a entrega. A mulher entrou na Delegacia e ao ser alertada da responsabilidade sobre a encomenda decidiu não concluir a entrega do pacote de pães.

Não demorou muito e o adolescente voltou e tentou novamente fazer a entrega dos pães. Desconfiados os policiais foram vistoriar e descobriram os “sanduíches de maconha”.

No pacote havia o nome do detento que iria receber a droga - ele negou saber sobre os fatos.

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