-APRESENTADO A COMARCA PARA O MUNDO E O MUNDO PARA A COMARCA

TEMOS O APOIO DE INFOMANIA SOLUÇÕES EM INFORMÁTICA Fones 9-9986-1218 - 3432-1208 - AUTO-MECÂNICA IDEAL FONE 3432-1791 - 9-9916-5789 - 9-9853-1862 - NOVA ÓTICA Fone (44) 3432-2305 Cel (44) 9-8817-4769 Av. Londrina, 935 - Nova Londrina/PR - VOCÊ É BONITA? VENHA SER A PRÓXIMA BELA DA SEMANA - Já passaram por aqui: Márjorye Nascimento - KAMILA COSTA - HELOIZA CANDIDO - JAINY SILVA - MARIANY STEFANY - SAMIRA ETTORE CABRAL - CARLA LETICIA - FLAVIA JORDANI - VIVANE RODRIGUES - LETICIA PIVA - GEOVANNA LIMA - NAIELY RAYSSA - BIANCA LIMA - VITÓRIA SOUZA - KAROLAINE SOUZA - JESSICA LAIANE - VIVIANE RODRIGUES - LETICIA LIMA - MILANE SANTOS - CATY SAMPAIO - YSABELY MEGA - LARISSA SANTANA - RAYLLA CHRISTINA - THELMA SANTOS - ALYNE FERNANDES - ALESSA LOPES - JOYCE DOMINGUES - LAIS BARBOSA PARRA - LÉINHA TEIXEIRA - LARISA GABRIELLY - BEATRIZ FERNANDES - ALINE FERNANDA - VIVIANE GONÇALVES - MICAELA CRISTINA - MONICA OLIVEIRA- SUELEN SLAVIERO - ROSIMARA BARBOSA - CAMILA ALVES - LAIZA CARLA SANTOS - IZADORA SOARES - NATHÁLIA TIETZ - AMANDA SANTOS - JAQUELINE ACOSTA - NAJLA ANTONZUK - NATYELI NEVES - LARISSA GARCIA - SUZANA NICOLINI - ANNA FLÁVIA - LUANA MAÍSA - MILENA AMÂNCIO - LAURA SALVATE - IASMYN GOMES - FRANCIELLY KOGLER - LIDIANE TRAVASSOS - PATTY NAYRIANE - ELLYN FONSECA - BEATRIZ MENDONÇA - TAYSA SILVA - MARIELLA PAOLA - MARY FERNANDES - DANIELLE MEIRA - *Thays e Thamirys - ELLEN SOARES - DARLENE SOARES - MILENA RILANI - ISTEFANY GARCIA - ARYY SILVA - ARIANE SILVA - MAYARA TEIXEIRA - MAYARA TAKATA - PAOLA ALVES - MORGANA VIOLIM - MAIQUELE VITALINO - BRENDA PIVA - ESTEFANNY CUSTÓDIO - ELENI FERREIRA - GIOVANA LIMA - GIOVANA NICOLINI - EVELLIN MARIA - LOHAINNE GONÇALVES - FRANCIELE ALMEIDA - LOANA XAVIER - JOSIANE MEDEIROS - GABRIELA CRUZ- KARINA SPOTTI - TÂNIA OLIVEIRA - RENATA LETÍCIA - TALITA FERNANDA - JADE CAROLINA - TAYNÁ MEDEIROS - BEATRIZ FONTES - LETYCIA MEDEIROS - MARYANA FREITAS - THAYLA BUGADÃO NAVARRO - LETÍCIA MENEGUETTI - STEFANI ALVES - CINDEL LIBERATO - RAFA REIS - BEATRYZ PECINI - IZABELLY PECINI - THAIS BARBOSA - MICHELE CECCATTO - JOICE MARIANO - LOREN ZAGATI - GRAISELE BERNUSSO - RAFAELA RAYSSA - LUUH XAVIER - SARAH CRISTINA - YANNA LEAL - LAURA ARAÚJO TROIAN - GIOVANNA MONTEIRO DA SILVA - PRISCILLA MARTINS RIL - GABRIELLA MENEGUETTI JASPER - MARIA HELLOISA VIDAL SAMPAIO - HELOÍSA MONTE - DAYARA GEOVANA - ADRIANA SANTOS - EDILAINE VAZ - THAYS FERNANDA - CAMILA COSTA - JULIANA BONFIM - MILENA LIMA - DYOVANA PEREZ - JULIANA SOUZA - JESSICA BORÉGIO - JHENIFER GARBELINI - DAYARA CALHEIROS - ALINE PEREIRA - ISABELA AGUIRRE - ANDRÉIA PEREIRA - MILLA RUAS - MARIA FERNANDA COCULO - FRANCIELLE OLIVEIRA - DEBORA RIBAS - CIRLENE BARBERO - BIA SLAVIERO - SYNTHIA GEHRING - JULIANE VIEIRA - DUDA MARTINS - GISELI RUAS - DÉBORA BÁLICO - JUUH XAVIER - POLLY SANTOS - BRUNA MODESTO - GIOVANA LIMA - VICTÓRIA RONCHI - THANYA SILVEIRA - ALÉKSIA LAUREN - DHENISY BARBOSA - POLIANA SENSON - LAURA TRIZZ - FRANCIELLY CORDEIRO - LUANA NAVARRO - RHAYRA RODRIGUES - LARISSA PASCHOALLETO - ALLANA BEATRIZ - WANDERLÉIA TEIXEIRA CAMPOS - BRUNA DONATO - VERÔNICA FREITAS - SIBELY MARTELLO - MARCELA PIMENTEL - SILVIA COSTA - JHENIFER TRIZE - LETÍCIA CARLA -FERNANDA MORETTI - DANIELA SILVA - NATY MARTINS - NAYARA RODRIGUES - STEPHANY CALDEIRA - VITÓRIA CEZERINO - TAMIRES FONTES - ARIANE ROSSIN - ARIANNY PATRICIA - SIMONE RAIANE - ALÉXIA ALENCAR - VANESSA SOUZA - DAYANI CRISTINA - TAYNARA VIANNA - PRISCILA GEIZA - PATRÍCIA BUENO - ISABELA ROMAN - RARYSSA EVARISTO - MILEIDE MARTINS - RENATHA SOLOVIOFF - BEATRIZ DOURADO - NATALIA LISBOA - ADRIANA DIAS - SOLANGE FREITAS - LUANA RIBEIRO - YARA ROCHA - IDAMARA IASKIO - CAMILA XAVIER - BIA VIEIRA - JESSICA RODRIGUES - AMANDA GABRIELLI - BARBARA OLIVEIRA - VITORIA NERES - JAQUE SANTOS - KATIA LIMA - ARIELA LIMA - MARIA FERNANDA FRANCISQUETI - LARA E LARISSA RAVÃ MATARUCO - THATY ALVES - RAFAELA VICENTIN - ESTELLA CHIAMULERA - KATHY LOPES - LETICIA CAVALCANTE PISCITELI - VANUSA SANTOS - ROSIANE BARILLE - NATHÁLIA SORRILHA - LILA LOPES - PRISCILA LUKA - SAMARA ALVES - JANIELLY BOTA - ELAINE LEITE CAVALCANTE - INGRID ZAMPOLLO - DEBORA MANGANELLI - MARYHANNE MAZZOTTI - ROSANI GUEDES - JOICE RUMACHELLA - DAIANA DELVECHIO - KAREN GONGORA - FERNANDA HENRIQUE - KAROLAYNE NEVES TOMAS - KAHENA CHIAMULERA - MACLAINE SILVÉRIO BRANDÃO - IRENE MARY - GABRIELLA AZEVEDO - LUANA TALARICO - LARISSA TALARICO - ISA MARIANO - LEIDIANE CARDOSO - TAMIRES MONÇÃO - ALANA ISABEL - THALIA COSTA - ISABELLA PATRICIO - VICTHORIA AMARAL - BRUNA LIMA - ROSIANE SANTOS - LUANA STEINER - SIMONE OLIVEIRA CUSTÓDIO - MARIELLE DE SÁ - GISLAINE REGINA - DÉBORA ALMEIDA - KIMBERLY SANTOS - ISADORA BORGHI - JULIANA GESLIN - BRUNA SOARES - POLIANA PAZ BALIEIRO - GABRIELA ALVES - MAYME SLAVIERO - GABRIELA GEHRING - LUANA ANTUNES - KETELEN DAIANA - PAOLLA NOGUEIRA - POLIANY FERREIRA DOS ANOS - LUANA DE MORAES - EDILAINE TORRES - DANIELI SCOTTA - JORDANA HADDAD - WINY GONSALVES - THAÍSLA NEVES - ÉRICA LIMA CABRAL - ALEXIA BECKER - RAFAELA MANGANELLI - CAROL LUCENA - KLAU PALAGANO - ELISANDRA TORRES - WALLINA MAIA - JOYCE SAMARA - BIANCA GARCIA - SUELEN CAROLINE - DANIELLE MANGANELLI - FERNANDA HARUE - YARA ALMEIDA - MAYARA FREITAS - PRISCILLA PALMA - LAHOANA MOARAES - FHYAMA REIS - KAMILA PASQUINI - SANDY RIBEIRO - MAPHOLE MENENGOLO - TAYNARA GABELINI - DEBORA MARRETA - JESSICA LAIANE - BEATRIS LOUREIRO - RAFA GEHRING - JOCASTA THAIS - AMANDA BIA - VIVIAN BUBLITZ - THAIS BOITO - SAMIA LOPES - BRUNA PALMA - ALINE MILLER - CLEMER COSTA - LUIZA DANIARA – ANA CLAUDIA PICHITELLI – CAMILA BISSONI – ERICA SANTANA - KAROL SOARES - NATALIA CECOTE - MAYARA DOURADO - LUANA COSTA - ANA LUIZA VEIT - CRIS LAZARINI - LARISSA SORRILHA - ROBERTA CARMO - IULY MOTA - KAMILA ALVES - LOISLENE CRISTINA - THAIS THAINÁ - PAMELA LOPES - ISABELI ROSINSKI - GABRIELA SLAVIERO - LIARA CAIRES - FLÁVIA OLIVEIRA - GRAZI MOREIRA - JESSICA SABRINNI - RENATA SILVA -SABRINA SCHERER - AMANDA NATALIÊ - JESSICA LAVRATE - ANA PAULA WESTERKAMP- RENATA DANIELI - GISELLY RUIZ - ENDIARA RIZZO - *DAIANY E DHENISY BARBOSA - KETLY MILLENA - MICHELLE ENUMO - ISADORA GIMENES - GABRIELA DARIENSO - MILENA PILEGI - TAMIRES ONISHI - EVELIN FEROLDI - ELISANGELA SILVA - PAULA FONTANA CAVAZIM - ANNE DAL PRÁ - POLLIANA OGIBOWISKI - CAMILA MELLO - PATRICIA LAURENTINO - FLOR CAPELOSSI - TAMIRES PICCOLI - KATIELLY DA MATTA - BIANCA DONATO - CATIELE XAVIER - JACKELINE MARQUES - CAROL MAZZOTTI - DANDHARA JORDANA - BRENDA GREGÓRIO - DUDA LOPES - MILENA GUILHEN - MAYARA GREGÓRIO - BRUNA BOITO - BETHÂNIA PEREIRA - ARIELLI SCARPINI - CAROL VAZ - GISELY TIEMY -THAIS BISSONI - MARIANA OLIVEIRA - GABRIELA BOITO - LEYLLA NASCIMENTO - JULIANA LUCENA- KRISTAL ZILIO - RAFAELA HERRERA - THAYANA CRISTINA VAZ - TATIANE MONGELESKI - NAYARA KIMURA - HEGILLY CORREIA MIILLER - FRANCIELI DE SANTI - PAULA MARUCHI FÁVERO - THAÍS CAROLINY - IASMIM PAIVA - ALYNE SLAVIERO - ISABELLA MELQUÍADES - ISABELA PICOLLI - AMANDA MENDES - LARISSA RAYRA - FERNANDA BOITO - EMILLY IZA - BIA MAZZOTTI - LETICIA PAIVA - PAOLA SLAVIERO - DAIANA PISCITELLE - ANGELINA BOITO - TALITA SANTOS Estamos ha 07 anos no ar - Mais de 700 acessos por dia, mais de um milhão de visualizações - http://mateusbrandodesouza.blogspot.com.br/- Obrigado por estar aqui, continue com a gente

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

MPF dá dez dias para Bolsonaro provar que INPE errou sobre queimadas na Amazônia

Protesto em SP contra as queimadas na Amazônia. Foto: DCM
Por Vinicius Segalla

O coordenador do Grupo de Trabalho de Mudanças Climáticas da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (Meio Ambiente), procurador da República Luís Eduardo Marrocos de Araújo, enviou na última sexta-feira (23), ao Ministro do Meio Ambiente, ao Ministério da Ciência e Tecnologia e à nova direção do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ofícios nos quais questiona se as pastas ou o Inpe têm de fato informações que possam colocar em dúvida a fidedignidade dos dados apresentados pelos sistemas de monitoramento do desmatamento no Brasil apresentados pelo instituto.

A ação ministerial federal é resposta aos ataques recentes que o Planalto desferiu contra o Inpe, as imagens de satélite e o fato público de que o desmatamento de áreas florestais disparou no país no governo Bolsonaro. Vale dizer: os ofícios do MPF são uma resposta formal à mitomania bolsonarista, que responde com mentiras aos fatos de que desgosta.

Questionamentos do governo federal sobre os métodos e dados do Inpe sobre o aumento do desmatamento desde o início do atual governo levaram à demissão do presidente do instituto, cientista Ricardo Galvão, no último dia 2 de agosto. Mais do que isso, levaram o Brasil a ser questionado e pressionado internacionalmente por sua, no mínimo, omissão diante do aumento da degradação da Amazônia.

Marrocos fez os questionamentos sobre o Inpe com o objetivo de instruir procedimento na Procuradoria Federal sobre mudanças climáticas, instaurado pela 4ª Câmara de Coordenação do MPF (Meio Ambiente). Abaixo, pode se ver trecho do documento ministerial que conclama Bolsonaro e seu governo a provarem o que por aí vêm dizendo frivolamente.


Oficialmente, o objetivo do procedimento é saber o que o governo federal está fazendo para cumprir a Lei de Política Nacional sobre Mudança do Clima, de 2009; o Acordo de Paris, ratificado pelo poder executivo em 2017; e, em especial, o compromisso do Brasil com as Nações Unidas sobre Mudança do Clima, assinado em setembro de 2015, no qual o país fixou suas metas de redução da emissão de gases do efeito estufa para os próximos anos (redução em 37% abaixo dos níveis de 2005, em 2025, e de 43% abaixo dos níveis de 2005, em 2030).

Conforme apurou o DCM, contudo, para além da oficialidade que reveste a comunicação entre dois entes públicos, o que existe é simplesmente a intenção por parte do MPF de constranger o governo para que este pare de mentir. Que não reste dúvida: o MPF tem consciência de que as perguntas que faz ao governo não abarcam resposta possível dentro da legalidade. As faz exatamente para deixar um fato claro: este presidente e este governo mentem.

Por isso, nos ofícios enviados a MMA, Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) e Inpe, o MPF solicita que sejam descritos, caso realmente existam, os fatos que teriam provocado falhas no sistema de monitoramento de desmatamento na Amazônia, indicando o período em que ocorreram, o alcance das distorções provocadas, bem como as medidas que estão sendo ou que serão adotadas para a correção das supostas distorções do sistema.

Alguém acredita que existam respostas razoáveis para essas indagações? Ou, na realidade, tudo que foi dito tem somente origem na inventiva mente do mandatário máximo da República? É isso o que o MPF pretende desnudar com seus ofícios.

Ainda, caso o governo não tenha elementos para provar que os dados do Inpe não são fidedignos, o MPF questiona se, então, os dados são fidedignos. Caso o governo insista que os dados não são confiáveis, o procurador pede que as pastas e o Inpe justifiquem sua resposta. O MPF deu 10 dias para que o governo responda. Uma nova reportagem será feita ao fim deste prazo com a resposta.

Além dos ministérios mencionados, foram questionados sobre a atuação do governo federal a respeito das mudanças climáticas, o Ministério das Minas e Energia e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“O Brasil tem o compromisso constitucional, legal e perante a comunidade internacional de preservar a Amazônia, dado o papel crucial da floresta na manutenção do clima mundial e regional. As presentes e futuras gerações têm o direito de viver de forma sadia em um meio livre de alterações climáticas. Para assegurar a preservação da Amazônia e de outros biomas, é essencial o fornecimento de informações precisas, claras e suficientes sobre a sua gestão e conservação”, afirmou o procurador Luís Eduardo Marrocos de Araújo a respeito dos questionamentos enviados ao governo federal.

“Daí a necessidade de que as informações sobre desmatamento sejam continuamente prestadas de forma técnica, científica e livre de ingerências decorrentes de interesses políticos ou econômicos. É esse o objetivo do MPF ao solicitar esclarecimentos acerca dos dados que vêm sendo apresentados ao público pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais sobre o desmatamento e queimadas na Amazônia”.

sábado, 24 de agosto de 2019

Governadores vão negociar Fundo Amazônia direto com Alemanha e Noruega

Os governadores da Amazônia Legal lamentaram em nota conjunta as recentes informações sobre suspensão dos recursos que seriam enviados pela Alemanha e Noruega para o Fundo Amazônia. “O bloco amazônico lamenta que as posições do governo brasileiro tenham provocado a suspensão dos recursos. Nós, governadores da Amazônia Legal, somos defensores incondicionais do Fundo Amazônia”, afirmam no documento.

Governadores da Amazônia reunidos em agosto

No último dia 10, a ministra alemã do Meio Ambiente, Svenja Schulze, anunciou para a imprensa do país que o governo decidiu interromper o financiamento que de projetos de proteção da biodiversidade e da floresta brasileira, por meio do Fundo Amazônia. O primeiro passo para isso, conforme o jornal alemão Der Tagesspielgel é o não enviar a quantia de R$ 155 milhões de reais, o equivale a 35 milhões de euros.

"A política do governo brasileiro para a Amazônia levanta dúvidas sobre se uma redução consistente nas taxas de desmatamento ainda está sendo buscada", disse a ministra alemã. A Noruega, segundo país contribuidor do fundo e que aporta a maior parte dos recursos, também já anunciou a suspensão do financiamento.

Na nota divulgada neste fim de semana, os governadores dos estados amazônicos, que integram o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, afirma a posição de negociar diretamente com os países, sem a mediação do governo federal.

“Já informamos oficialmente ao Presidente da República, e às Embaixadas da Noruega, Alemanha e França, através de audiência e durante o Fórum em Palmas (TO), que o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal estará dialogando diretamente com os países financiadores do Fundo”, destaca o texto, assinado pelo governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), atual presidente do consórcio.

O documento evita fazer críticas abertas ao governo federal e menciona que a gestão Bolsonaro “sinalizou positivamente” para a agenda dos governadores.

O Fundo Amazônia fornece recursos para ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal. A Noruega é a principal doadora dos recursos (93,8% do total). A Alemanha financiou 5,7% e a Petrobras, 0,5% do total. O fundo já captou cerca de R$ 4,6 bilhões desde 2008, quando foi criado, em 2008.

Veja a íntegra da nota abaixo.

“Sobre a suspensão dos recursos da Alemanha e Noruega para o Fundo Amazônia, o Govenador do Amapá, Waldez Góes, na condição de presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, esclarece que:

1 – O bloco amazônico lamenta que as posições do governo brasileiro tenham provocado a suspensão dos recursos. Nós, governadores da Amazônia Legal, somos defensores incondicionais do Fundo Amazônia.

2 – Já informamos oficialmente ao Presidente da República, e às Embaixadas da Noruega, Alemanha e França, através de audiência e durante o Fórum em Palmas (TO), que o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal estará dialogando diretamente com os países financiadores do Fundo.

3 - No Planejamento Estratégico do Consórcio temos compromisso integral com o Desenvolvimento Sustentável. Somos radicalmente contra qualquer prática ilegal de atividades econômicas na região. No âmbito de nossas atuações, estamos firmes e vigilantes no combate e punição aos que querem atuar fora da lei. Por isso, estamos cobrando do Governo Federal o combate e a punição das atividades ilegais.

4 - Os governantes do bloco amazônico desejam participar diretamente das decisões para reformulação das regras do Fundo Amazônia, que estão sendo feitas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Queremos, ainda, que o Banco da Amazônia passe a ser o gestor financeiro do Fundo, em razão da proximidade da instituição financeira com os Estados, já que o Banco da Amazônia possui sede em todas as unidades do bloco.

5 – O Governo Federal sinalizou positivamente para uma agenda com os governadores dos Estados membros do Consórcio de Desenvolvimento da Amazônia Legal para tratar do Fundo Amazônia e outros temas relacionadas à política de Meio Ambiente.

Fonte: Congresso Em Foco

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

NOVA LONDRINA - Secretaria de Educação adquire coleções de livros

O hábito da leitura deve ser estimulado ainda na infância para que a pessoa aprenda desde pequena que ler é algo importante e, acima de tudo, prazeroso.

Livros são fundamentais para o estímulo e desenvolvimento do hábito da leitura
A Secretaria Municipal de Educação de Nova Londrina adquiriu duas coleções de livros contendo 800 exemplares, que estão sendo disponibilizados aos alunos dos CMEIs (Centro Municipal de Educação Infantil) e Ensino Fundamental. 

O hábito da leitura deve ser estimulado ainda na infância para que a pessoa aprenda desde pequena que ler é algo importante e, acima de tudo, prazeroso.

Uma leitura realizada com prazer desenvolve a imaginação, a escuta atenta e a linguagem das crianças. Na foto, alunos já com os livros durante as aulas.


quinta-feira, 22 de agosto de 2019

ITAÚNA DO SUL – A contar do dia de sua posse, para verificar as contas, novo prefeito anuncia que Prefeitura permanecerá fechada por 15 dias

Itaúna do Sul tem um novo prefeito. O novo prefeito foi empossado dia 14 de Agosto de 2019 na Câmara Municipal, Francisco Inocêncio Leite Neto (Chico Leite).

Vista geral da Câmara durante a posse do novo prefeito
Por Ricardo Paiva
No Diário do Noroeste


O gestor empossado já está tomando algumas medidas administrativas, entre elas o remanejamento de pessoal e o a revisão de contratos e pagamentos. “Vamos manter as portas da Prefeitura fechadas pelos próximos 15 dias para conhecimento de como estão as contas”, disse o prefeito.

O gestor disse que precisa de um tempo para dar uma resposta à comunidade de como andam as contas do município. “Sou o vice, mas, estava distante da administração, mas, logo saberemos como esta a casa”, disse o gestor.

O prefeito também adiantou que nos próximos dias irá para Curitiba e Brasília verificar como estão os convênios vigentes com o município e pleitear novos investimentos. “Não podemos perder tempo, temos muito trabalho pela frente”, disse Leite, adiantando que não irá fazer grandes mudanças no secretariado. “Vamos somente remanejar alguns (secretários) para outros setores, somente um pediu para sair”, disse o gestor.    

RAZÕES - O agora ex-prefeito Evandro Marcelo da Silva em sua carta de renúncia entregue a Câmara Municipal alega motivos pessoais, entre eles o declínio nos negócios, para a tomada da decisão. “Quando assumi a Prefeitura possuía duas fábricas onde confecciona vestuário com aproximadamente 100 funcionários sob minha responsabilidade. Entretanto, com minha ausência, comecei a ter grandes perdas, estando atualmente com apenas 20 trabalhadores”, relatou em sua carta.

Marcelo estava em seu primeiro mandato como prefeito de Itaúna do Sul. Há cerca de 40 dias o ex-gestor decretou calamidade financeira no município, alegando dificuldades nos cofres público.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

DIAMANTE DO NORTE - Recape asfáltico nas ruas da cidade

Investimentos de quase R$ 200 mil, com recursos próprios da prefeitura. “É o dinheiro público sendo destinado em prol da população.

Recape asfáltico nas ruas da cidade
Mais recape asfáltico nas ruas da cidade. São 19 mil metros quadrados, 20 trechos de ruas recuperados, investimentos de quase R$ 200 mil, com recursos próprios da prefeitura. “É o dinheiro público sendo destinado em prol da população. Ação através da Secretaria de Viação e Obras, parabéns e obrigado João Valini, secretário e demais secretários (as) que tanto trabalham com seriedade e compromisso”, disse o prefeito Daniel Pereira. Na foto, um dos trechos recuperados com o recape asfáltico.


terça-feira, 20 de agosto de 2019

MARILENA - Cidade realiza a 10ª Conferência Municipal de Assistência Social

Foi realizada durante a semana a 10ª Conferência Municipal de Assistência Social de Marilena.

Após a Conferencia foram entregues veículos para o Conselho Tutelar e Secretaria de Ação Social.
Neste evento foram discutidas as principais necessidades voltadas ao serviço da Assistência Social do município.  A Conferência foi ministrada pelo Psicólogo do órgão gestor da Assistência Social, Welington Hayashi.

A reunião contou com a presença da chefe do escritório Regional de Paranavaí, Marly Bavia, que conduziu a palestra com o tema “Direito do povo, com financiamento público e participação social”.

Durante o evento a administração municipal entregou um veículo zero quilômetro para o Conselho Tutelar e um micro-ônibus para o atendimento da Assistência Social.

O prefeito Zé do Peixe falou da importância da Conferência. “Quero em primeiro lugar parabenizar a equipe que organizou esta Conferência, e dizer que tenho acompanhado todas as ações desta pasta, mesmo não estando presente diariamente com esta equipe. Este evento é muito importante, pois juntamente com as entidades do município e a população podemos discutir e colocar em prática todas as decisões para assim tornar esse setor cada vez mais produtivo”.

A Conferência contou com a participação das Secretarias de Educação e de Saúde, Conselho Tutelar, vereadores, usuários do SUAS, APAE, membros do Conselho de Assistência, funcionários da administração municipal e comunidade.


segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Como um documentário mudou em definitivo nossa imagem de Woodstock

A depender de seu ano de nascimento, a palavra “Woodstock” provavelmente desperta memórias muito diferentes. Para as pessoas da década de 1960, é sinônimo de paz e amor, de vibrações espirituais e de um sentimento utópico e de oposição à guerra.


Por Travis M. Andrews

Para quem viveu os anos 1990, ela pode despertar visões literalmente de guerra, com tubulações de esgoto enguiçadas, incêndios dolosos, agressões e anarquia generalizada. Para alguns, ela pode parecer uma piada, como o Fyre Festival – mais uma produção problemática que nunca se concretizou.

Embora o festival de Woodstock tenha passado por diversas encarnações, apenas três delas importam: o original de 1969, preservado no documentário de Michael Wadleigh e celebrado em canção por Joni Mitchell (que não participou); a versão frenética e desastrosa de 1999; e a versão deste ano, que implodiu antes de acontecer. Assim, como é que fomos de um festival dedicado às boas vibrações – um evento visto como um dos mais relevantes da cultura moderna – para sucessores desastrosos, literal e financeiramente?

É tanto fácil quanto preguiçoso “dizer que éramos paz e amor na década de 1960, violentos nos anos 90 e agora, em 2019, cínicos demais para permitir que Woodstock aconteça”, disse o crítico cultural Steven Hyden, que falou sobre o 30º aniversário do festival no podcast “Break Stuff: The Story of Woodstock ‘99”, no serviço Ringer. “Na realidade, há muito mais semelhança do que parece entre esses festivais”.

No final de agosto de 1969, cerca de 500 mil hippies se reuniram em Bethel, no interior do estado de Nova York, para o primeiro Woodstock – criado por Michael Lang, Artie Kornfeld, Joel Rosenman e John Roberts –, com o objetivo de usar drogas (mas “evite o ácido marrom”) e ouvir a música de Jimi Hendrix, Joan Baez e The Band. O evento teve muitos problemas, de bandas que subiram ao palco horas depois do horário previsto (o The Who tocou às 5h) a um grupo anarquista que derrubou a cerca para que as pessoas pudessem entrar de graça. 



Duas pessoas morreram (uma delas atropelada por um trator). Em determinado momento, o principal cabo de alimentação de eletricidade do festival perdeu seu revestimento e ficou exposto. Com a chuva que se despejava sobre Woodstock, isso trazia a possibilidade de “eletrocussão em massa”. 

Os organizadores conseguiram evitar uma catástrofe, mas o festival esteve a uma faísca de distância de ser recordado de modo muito mais sombrio. No entanto, ganhou a reputação de ser uma experiência alegre e leve, mito que Andy Zax, produtor de Woodstock – Back to the Garden: The Definitive 50th Anniversary Archive, uma coletânea de 38 discos de material de arquivo sobre o festival, chama de “conto de fadas”. 

Esse equívoco deriva principalmente do documentário de Wadleigh, lançado em 1970, que plantou uma versão idealizada de Woodstock na consciência cultural de modo permanente, e possivelmente resultou nas décadas de tentativas de recriar a experiência. “Tudo que consideramos ser um momento real, canônico, de Woodstock, vem do filme”, disse Zax. “É uma versão muito construída do festival.”

“Não acredito que sem o filme haveria as versões 1994 e 1999”, acrescentou Hyden. “Muita gente sentia que, por ter visto o filme, tinha ido ao evento. O filme vendia uma versão do festival que era apenas parcialmente verdadeira, mas as pessoas a aceitaram como fato”.

Talvez nenhuma outra história resuma de maneira tão precisa a realidade versus a ilusão da versão 1969 do que a experiência de John Fogerty. Ele chegou de helicóptero, para o show do Creedence Clearwater Revival, e se lembra de ver o mar de espectadores do ar. “Foi espantoso”, disse Fogerty, acrescentando que o que viu “foi de tirar o fôlego”.

Mas em terra as coisas pareciam diferentes. “Assim que o helicóptero pousou, saí caminhando no meio das pessoas para ver qual era a sensação”, disse Fogerty. “Vi alguém vendendo água. A ideia de que alguém estava vendendo água disparou alguma coisa em minha cabeça. Que coisa escrota, eu pensei. Parecia tão comercial.” Não que ele e seus colegas músicos não recordem o festival com carinho. Stu Cook, então colega de banda de Fogerty, define o evento como “um dos pontos altos da minha geração”. Mas não era só uma terra das maravilhas hippie e idílica. 

“O festival foi declarado área de desastre pelo governo, mas isso foi ocultado por toda a mitologia criada ao longo dos anos”, disse Hyden. “Havia a ideia de que se você organizasse um festival na última hora, sem grande infraestrutura e com um ambiente meio caótico, o resultado seria um belo evento. Que seria um marco definitivo para uma geração, algo que as pessoas recordariam por anos. E em Woodstock 1999, vimos o como esse pensamento é furado. Se você não planeja bem, a menos que tenha extrema sorte, as coisas dão errado. E foi o que aconteceu.”



Lang, que não respondeu a repetidos pedidos de comentários encaminhados pelo The Washington Post, tentou recriar o problemático festival três décadas mais tarde, na base Griffiss da força aérea, em Rome, Nova York, que era classificada como local em recuperação ecológica. Artistas maneiros como Willie Nelson, Guster e Jewel tocaram, mas o elenco também incluía bandas agressivas de nu metal como Korn, Limp Bizkit e Rage Against the Machine.

“Imaginar que só porque o nome dado a alguma coisa foi Woodstock levaria o pessoal a comparecer e se comportar bem... isso é absurdo”, disse Zax, citando (como muita gente faz) o Limp Bizkit e sua canção Break Stuff [quebre coisas]. “Ninguém em Woodstock 1969 queria quebrar coisas sem propósito.”

Como seu predecessor, o festival foi planejado de forma descuidada. À medida que o dia da abertura se aproximava, as autoridades locais consideraram cancelar o evento. A segurança era frouxa, a infraestrutura não estava nem perto de pronta, a equipe estava destreinada e despreparada.

Quando o festival começou, o calor de julho se provou insuportável, mas muitos dos espectadores acharam o preço da água mineral caro demais. Os bebedouros mal funcionavam, e os que o faziam estavam sob o controle dos Mud People, um grupo de espectadores agressivos que pintavam o corpo de marrom –que talvez não fosse só lama, porque havia problemas com os sanitários também.

Depois do evento, a revista Spin tratou das dimensões da encrenca. “Pelo menos 100 adolescentes saltaram em uma poça de lama perto da fileira de sanitários químicos ao lado do Palco Leste, não muito cientes de que estavam mergulhando em fezes humanas. Os homens que encontravam banheiros entupidos urinavam em público... Enquanto isso, os Mud People, que rapidamente se cansaram de abraçar os transeuntes, apanhavam porções de lama e as arremessavam contra as pessoas que estavam bebendo cervejas mornas e caras na área de venda de cerveja ao lado.”



Um jovem, David DeRosia, morreu depois de sofrer uma “hipotermia, provavelmente causada por insolação”, no bate-cabeça durante a apresentação do Rage Against the Machine. E casos de assédio e agressão sexual foram frequentes durante todo o final de semana. “Caras cercavam uma menina e gritavam agressivamente pedindo que mostrasse os seios”, disse Brian Hiatt, repórter da revista Rolling Stone que escreveu uma reportagem investigativa premiada sobre o festival, com Chris Nelson, para a extinta SonicNet.

Em sua reportagem sobre o evento para a Rolling Stone, Rob Sheffield descreveu uma cena frenética, com diversos caras sem camisa no topo de um trailer gritando para as mulheres abaixo. “Eles apontavam para as meninas no estreito corredor abaixo e gritavam ‘mostre as tetas’. Os arruaceiros no trailer gritavam, ‘pega aquela lá, pega aquela lá’. Duas meninas baixinhas, carregando mochilas, são cercadas por uma multidão de uns 60 caras. Os gritos de ‘pega aquela lá’ ganham volume, e as meninas desamarram os tops de seus biquínis; as câmeras são acionadas, e os caras do trailer avistam outro alvo. As meninas aproveitam a oportunidade para fugir. Converso com elas depois e pergunto se a experiência foi assustadora. ‘Sim’, elas respondem, em uníssono. A morena diz que ‘era mostrar ou eu não teria passado’. A loira diz que ‘não tínhamos escolha’.”

Um espectador disse ao Washington Post que, na conclusão do festival, testemunhou o estupro de uma jovem por cinco homem. “Vi alguém empurrar a moça para o bate-cabeça, uma menina magrinha, de 40 ou 45 quilos. Um par de caras começou a tirar as roupas dela. Puxaram as calças dela para baixo e a violaram, passando-a de cara em cara. Havia cinco homens estuprando a menina, fazendo sexo com ela.”

O dia final degenerou em tumultos, com os espectadores derrubando estrados e ateando fogo a tudo que viam. “O tumulto na verdade envolvia violência contra o festival”, disse Hyden. Um participante disse que se sentiu mais seguro durante os tumultos, por conta da sensação de camaradagem. “Vamos atear incêndios, roubar pretzels, roubar camisetas, porque isso vai prejudicar as pessoas que sentimos estarem nos explorando nos últimos três dias.”

E embora tenha se tornado comum culpar a música irada, especialmente Fred Durst e seu Limp Bizkit, pelos problemas do evento, os repórteres presentes atribuem a culpa principalmente aos organizadores. “Há uma conexão direta entre a ineficiência da segurança e todas as mulheres que foram assediadas ou bolinadas, e em alguns casos estupradas”, disse Hyden.

Assim, por que esse desastre aconteceu em 1999 se o festival de 1969 enfrentava problemas de organização semelhantes? Para Hiatt, uma diferença chave é que “em 1969 as pessoas sentiam que estavam lá por um motivo”.



“Em 1969, os jovens estavam vendo horrores indescritíveis. Mas era distante. Era no Vietnã, nos linchamentos lá no sul”, disse Fogerty. “Estava presente, mas na televisão. Acho que a garotada realmente queria mudar isso. Creio que sentíamos que éramos capazes de mudar o mundo e tínhamos capacidade para isso.” Em contraste, disse Hiatt, “em Woodstock 1999 não havia essa sensação, não parecia que as pessoas estivessem reunidas por um motivo, ou que tivessem algo em comum com os outros ou com alguma causa”.

“A realidade é que não se pode repetir o irrepetível”, disse Zax. E, como apontou Cook, “havia muita mágica no Woodstock original. Não se pode esperar que isso aconteça agora. Agora é mais uma empreitada financeira”. Ou talvez seja completamente nada.

No final de julho, depois de uma série de dificuldades financeiras, mudanças de local e cancelamentos de artistas, Woodstock 50 foi cancelado. Os ingressos para o festival não tinham sido colocados à venda quanto isso aconteceu, pouco mais de duas semanas antes da data prevista. “Woodstock 50, para mim, representa o fim de qualquer significado para aquela marca”, disse Hyden. “Tudo tem data de validade, e creio que a de Woodstock venceu há muito tempo.”


- Fonte: The Washington Post | Tradução: Paulo Migliacci (Folha de S.Paulo)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...