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sábado, 30 de novembro de 2013

Rafaela Manganelli – A Bela da semana


Alumbrando olhares, Rafaela Manganelli tem para si o título de impecável, em conseqüência de sua tamanha formosura, eis que ela chega com o status de beldade, para receber a admiração conferida tão somente àquelas que paralisam olhares.

Falar sobre a beleza desta norte diamantense e da mesma forma, falar das conseqüências de sua magnificência em nossos sentidos seria dizer o óbvio, no entanto, está mais do que claro que Rafaela em sua impecabilidade, supera o que nos atrevemos falar, basta contemplarmos sua imagem e já nos damos conta que esta apreciável criatura, pertence ao rol daquelas que pela grandeza de encanto, classificam-se entre as indizíveis seletas que fazem de nossa região e mais precisamente da cidade de Diamante do Norte, um recanto de belas, destas belas que por direito e justiça, freqüentemente se apoderam deste trono de Deusas e que aqui semanalmente são exaltadas.

Por pertencer ao seleto grupo das belas é que a trouxemos a este panteão de criaturas fascinantes. Aos de bom gosto, o privilégio e a honra de apresentar Rafaela Manganelli. Eis que aqui, ela recebe a admiração que freqüentemente ela obtém dos olhos que a fitam, porém, sua presença em nosso blogue é a prova de que nossa página tem a oportunidade de ser o maior mostruário da beleza feminina no extremo noroeste deste estado.

Ela é o adorno que melhor qualifica nossa página, certamente Rafaela é uma estrela na constelação de beldades, das beldades que aqui posam com o intuito de nos deixar maravilhados.

Por estar entre as inenarráveis ela é admirável, sua beleza existe com o propósito de nos seduzir e testificar que a mulher é indiscutivelmente um ser supremo, um ser ao qual nós nos prostramos...

Apreciem leitores, deliciem-se com a beleza intergaláctica desta que nasceu para ser referência. 

Tudo o que é divino se fez mulher.

Rafaela Manganelli é a bela da Semana.


*Rafaela Manganelli Lourencine Secotti – 16 Anos – Diamante do Norte PR – Filha de Sergio Secotti e Claudinéia Manganelli Lourencine Secotti – Rafaela estuda o 3° Ano do Ensino Médio no Colégio Estadual Reynaldo Massi e é corintiana.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Algum dia faz sentido.

Por May Gregorio

Escute-me por favor... sobre o porque de tantos porques, e respostas que eu não entendo, por favor me fale de verdades, eu sou meio alienada, sou eu e meus defeitos, meus traumas e meus medos... Pra mim não é fácil abrir o coração, mas a simplicidade e o complicado me completa, pode parecer clichê, mas sim eu amo sorrisos fáceis, amo o sol, amo a chuva, mas também quero o que não vejo; quero o obscuro; oculto; secreto; quero o que não entendo; quero os pecados  deliciosamente cometidos; Quero viajar através das nossas marés de amor; A razão que eu encontro pra explicar o meu querer, é que há sempre um pouco de razão na loucura... eu quero o que não se pode explicar aos normais! A hora ainda não chegou, mas um dia vai chegar, sem pressas; gosto do que estou sentindo, o meu sorriso não sabe disfarçar!

O mapeamento dos conflitos ambientais no Brasil

Livro lançado pela Fiocruz faz um inventário de 400 casos de injustiça ambiental no País.

Por Joan Martinez-Alier, economista ecológico professor da Universidade Autônoma de Barcelona
Chico Mendes, cujo assassinato completa 25 anos em dezembro, foi uma das mais emblemáticas vítimas dos conflitos ambientais. O livro "Injustiça ambiental e saúde no Brasil: O mapa de conflitos", de pesquisadores da Fiocruz, analisa 400 casos no Brasil, de forma pioneira no mundo, segundo economista ecologico catalão Joan Martinez-Alier
No dia 22 de dezembro de 2013, completaram-se 25 anos do assassinato de Chico Mendes (1944-1988), morto em Xapuri, no estado do Acre, por defender a Amazônia contra o desmatamento. Chico Mendes era um seringueiro, e foi um sindicalista que defendia os seringueiros contra os poderosos fazendeiros que queimavam a floresta. Ele havia aprendido a ler, ainda menino, com um velho comunista que vivia escondido nessa fronteira entre o Brasil e a Bolívia, um sobrevivente da Coluna Prestes.
Desde então, longe de diminuir, os conflitos decorrentes do desmatamento e da expansão da fronteira agropecuária continuam crescendo por toda a Amazônia. Repetidas vezes, são produzidas mortes por causa dessa expansão. Mas também há outros conflitos que decorrem de injustiças ambientais, além do desmatamento e da fronteira agropecuária, como pela expansão da mineração, por infraestrutura (estradas, grandes usinas) e por contaminação de agrotóxicos.
Já faz dez anos que se formou no Brasil uma Rede de Justiça Ambiental. Os ativistas receberam a visita de Robert Bullard, que nos Estados Unidos levava décadas de luta contra o "racismo ambiental", quer dizer, lutando contra a contaminação em bairros onde vive gente de cor e gente pobre. Isso deu impulso para a Rede Brasileira de Justiça Ambiental. Para dar mais visibilidade a tantos casos de injustiças e conflitos abertos, ocorreram várias tentativas, em nível estadual (como Rio de Janeiro e Minas Gerais) de fazer um inventário e mapear tais conflitos.
Esses esforços culminaram na publicação online de um inventário e um mapa geral dos conflitos ambientais no Brasil (www.conflitoambiental.icict.fiocruz.br), e também em um livro, lançado em novembro de 2013, compilado por Marcelo Firpo Porto, Tania Pacheco e Jean Pierre Leroy com o título Injustiça ambiental e saúde no Brasil: O mapa de conflitos. Trata-se de um trabalho pioneiro no mundo, com 400 casos inventariados, cada qual com uma descrição de dois ou três páginas que incluem suas características principais. Por exemplo: se é um conflito por mineração ou por petróleo, por resíduos nucleares, por grilagem de terra, por asbesto ou por amianto? Quais são os principais atores envolvidos? Quais foram os resultados?
Na Colômbia já existe um mapa parecido (em colaboração com o projeto EJOLT http://www.ejolt.org/), mas com apenas 70 casos. O mesmo na Turquia, e também no México, há diversas iniciativas nesse sentido. O Observatorio de Conflictos Mineros de América latina (OCMAL, http://www.conflictosmineros.net/) é uma rede que publica inventários e mapas. O tema está crescendo tanto na prática e na pesquisa acadêmica que se anuncia e se prepara um primeiro Congresso Latino-americano de Conflitos Ambientais, a ser realizado na Universidad Nacional General Sarmiento, em Buenos Aires, em outubro de 2014. Não para resolver os conflitos em benefício das empresas, mas para estudá-los, para difundi-los, e para dar-lhes um sentido histórico.
Qual é então o propósito destes inventários e mapas, além do avanço científico da ecologia política? Trata-se de mostrar as causas estruturais de tantos e tantos conflitos, ou seja, como nascem do aumento do  metabolismo da economia mundial e da exportação crescente de matérias primas... Não são casos NIMBY (not in my backyard, "não no meu quintal"), mas sintomas do grande movimento mundial por justiça ambiental. Por exemplo, no Brasil surgiu um movimento que se chama Justiça nos Trilhos(http://www.justicanostrilhos.org/), em protesto contra os acidentes nas vias férreas que transportam matérias primas aos portos de exportação, pelo impacto da grande mineração em Carajás e a Estrada de Ferro Carajás, com impacto principalmente no Maranhão, Pará e Tocantins. Há protestos semelhantes em outros lugares do mundo. Ainda no Brasil, existe o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB: http://www.mabnacional.org.br/), que são afetados por represas e usinas, o mesmo que acontece no México com o MAPDER http://www.mapder.lunasexta.org/.
Trata-se de dar visibilidade às populações afetadas, de colocar na mesa as suas demandas, suas estratégias de resistência e as alternativas que pleiteiam.
Em muitos conflitos aparecem incertezas científicas (quão prejudicial pode ser o uso de cianeto na mineração de ouro a céu aberto?) Como o glifosato utilizado no cultivo de soja transgênica afeta às populações?), e por isso o debate deve ser aberto para as populações locais pobres que conhecem melhor do que as distantes autoridades sanitárias oficiais o que está acontecendo. Os conhecimentos adquiridos em um caso de conflito servem também para outros casos.
O objetivo não é simplesmente oferecer uma lista de impactos ou de riscos ambientais que afetam distintos grupos locais de população (camponeses, indígenas, quilombolas...) mas, além disso, ver tais populações como portadoras de direitos, que suas vozes sejam ouvidas (seus relatos orais, muitas vezes também com vídeos), vozes silenciadas pelas empresas, pelo Estado, pelos meios de comunicação, vozes que clamam por justiça social e ambiental.
Os inventários e mapas de injustiças ambientais são instrumentos de luta contra a injustiça e o racismo, tiram da invisibilidade a população cuja própria vida está ameaçada. O mapa, dizem os pesquisadores brasileiros, não é apenas uma tribuna, um alto-falante, mas serve também, de certa maneira, como um escudo protetor. Claro, na medida em que isso seja possível no contexto permeado de violência contra os mais pobres.

Disparo de tiros em tentativa de assalto ao Clube Irmão Caçula

www.novalondrina.pr.gov.br 

Na noite desta quarta-feira, por entre as 22:30 e 23:00 horas, enquanto a maior parte da população de Nova Londrina estava atenta aos jogos de final e semi-final de campeonatos de futebol na TV, a polícia militar foi acionada devido a movimentos suspeitos acontecendo nas depêncencias do clube irmão caçula. 

Ao chegar ao local, os policiais deram conta de uma tentativa de assalto, houve um cerco nas imediações do clube, ocasião em que ocorreu disparos de tiros de arma de fogo, segundo informações de um segurança particular que faz ronda pela cidade, os disparos partiram dos meliantes que se viram acuados dentro do pátio do clube. Na ocasião, um tiro acertou de raspão a região da cabeça de um policial, (Clemilson).

Dois indivíduos foram capturados, até o momento não foi informado a identidade dos mesmos, com os meliantes foram encontrados objetos que são de propriedade do clube. A polícia conduziu os flagrados até a delegacia e lá foram tomadas as medidas cabíveis com os mesmos. Suspeita-se que haja a existência de um terceiro indivíduo que teria conseguido se evadir, fato este que precisa ser confirmado pelas autoridades.

O policial Clemilson, foi levado até ao hospital onde recebeu atendimento, por sorte não houve gravidade no ferimento.

Registrado portanto, mais um caso de arrombamento e assalto na cidade, desta vez, a rápida ação da polícia, impediu que os meliantes tivessem êxito, mas, houve disparo de tiros e o sério o risco de um policial perder a vida. Nova Londrina clama por segurança.


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Você é chato? 31 atitudes das pessoas inconvenientes

Se essa pergunta já passou por sua cabeça, confira alguns dos hábitos mais desagradáveis e reconheça honestamente quantos deles você comete todos os dias



Larissa Drumond - Portal iG

Embora a chatice seja um conceito subjetivo, algumas atitudes contribuem de forma definitiva para tornar um sujeito maçante. “Quem ganha este rótulo geralmente é monótono, entediante, excessivamente pessimista, insistente ou repetitivo. Faz sempre as mesmas perguntas, é extremamente minucioso, reclama o tempo inteiro ou é inconveniente, criando uma situação desconfortável”, diz Antonio Carlos Amador Pereira, professor de Psicologia da PUC-SP.

Segue 31 ocasiões de se identificar um chato.

Gritar quando não estiver ouvindo a pessoa do outro lado da linha: no caso, ela teria que falar mais alto, não você.

Puxar conversa com pessoas ocupadas: no transporte coletivo, algumas pessoas estão cansadas, querem cochilar, escutar música ou ler. Não puxe assuntos aleatórios.

Ser invasivo: algumas pessoas são mais reservadas ou talvez você não seja íntimo o bastante. Apenas deixe clara a sua consideração.

Prolongar histórias: não narre detalhes desnecessários, principalmente se não for deixar a história mais interessante ou se o ouvinte não conhecer os personagens.

Ser impaciente no trânsito: buzinar incessantemente não faz o carro da frente andar mais rápido, principalmente se o sinal acabou de ficar verde. Respire fundo e espere.

Contar piada sem graça: evite piadas de humor duvidoso no ambiente de trabalho ou em uma festa onde você não tem intimidade com os outros convidados.

Elogiar a si mesmo: não tente se autoafirmar contando aos outros o quão incrível você é. Com o tempo, eles vão descobrir (ou não). De qualquer forma, soa arrogante.

Falar alto demais: nada mais irritante do que alguém gritando perto de você. Fale no volume necessário para ser ouvido.

Ser monotemático: ter um filho é um momento feliz, mas procure variar os assuntos. Não é necessário mostrar as 30 fotos quase iguais que você tirou dele no fim de semana.

Oferecer comida insistentemente: se alguém recusa, pode ser que ela realmente não queira, e não que esteja com vergonha. Faça-a se sentir à vontade.

Ouvir música alta: tanto pelos fones de ouvido quanto em casa, modere no volume da música. Você pode atrapalhar os vizinhos e quem estiver ao redor.

Levar o carrinho carregado no caixa rápido: alguns caixas do mercado são destinados a 10 volumes no máximo. Não leve sua compra do mês só porque a fila está menor.

Mandar mensagens genéricas: não mande o mesmo texto de "bom dia" ou passagens da Bíblia para 20 amigos diferentes.

Telefonar em horários inadequados: jamais ligue cedo ou tarde demais. Muito menos pergunte: "Ainda estava dormindo?" Respeite a rotina dos outros.

Publicar mensagens sem sentido nas redes sociais: não poste um emoticon triste, uma contagem regressiva sem contar o motivo ou uma indireta. Ninguém vai entender.

Reclamar demais: queixar-se de eventos do cotidiano é normal. Chuva, calor, trânsito atrapalham todo mundo. Mas não faça disso um hábito.

Interromper as pessoas: espere a sua vez de falar, principalmente se você vai cortar a conversa para falar de outro assunto completamente diferente.

Usar o celular em ocasiões sociais: em reuniões, festas e jantares, guarde seu telefone e use-o apenas quando precisar. Ignorar as pessoas presentes é falta de educação.

Ficar parado no lado esquerdo da escada rolante: metrô não funciona como shopping, onde as pessoas estão passeando. Se quiser ficar parado, prefira o lado direito.

Postar imagens inconvenientes nas redes sociais: você tem o direito de ficar indignado em certas situações, mas não poste fotos de pessoas doentes ou animais mortos.

Pegar emprestado e não devolver: se seu amigo emprestar um filme, um livro ou qualquer outro pertence, não demore para devolver, nem invente desculpas para adiar a devolução.

Dar opinião sobre tudo: quando um grupo está conversando e você escuta involuntariamente, entre apenas se for chamado. Não lance suas opiniões ao mundo.

Convidar-se: sabe o vizinho que se convida para comer pizza na sua casa ao encontrá-lo segurando uma no elevador? Não seja como ele.

Decidir o pedido quando chegar a sua vez: você teve tempo suficiente na fila para resolver se queria um pão de queijo ou uma coxinha. Não comece a pensar quando chegar a sua vez.

Cutucar: sua conversa já deve ser interessante o suficiente para prender a atenção alheia. Não pegue no braço das pessoas enquanto fala, nem cutuque para chamá-las.

Ser dono da razão: não pense que sua opinião é mais correta que a alheia. Cada um tem um repertório, uma experiência e um ponto de vista. Saiba respeitar.

Exaltar demais as qualidades alheias: de agradável e simpática, você ganha fama de puxa-saco. Procure não fazer comentários positivos que possam soar falsos.

Parar de repente na calçada: outras pessoas estão andando atrás de você, por isso não pare para responder a uma mensagem no celular.

Repetir a mesma palavra ou expressão: "tipo", "assim", "na verdade", "aí" e "então" são alguns vícios que passam despercebidos. Evite os cacoetes.

Monopolizar a conversa: uma conversa é feita de troca de ideias. Dê sua opinião, mas espere a vez dos outros e aprenda a ouvir.

Entrar antes das pessoas saírem: dois corpos não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo: no metrô ou no elevador, espere as pessoas saírem para depois entrar.

Também existe a possibilidade de a atitude em si não ser o problema, mas sim a frequência com que ela acontece. Um colega que faz uma piada sem graça ao chegar ao trabalho consegue ser tolerado naquele momento, mas a situação se complica quando ele passa a ter o mesmo discurso todos os dias – e os outros são obrigados a escutá-lo. É facil reconhecer um chato, mas é dificíl se ver como parte desse grupo. “O primeiro passo para abandonar esta fama é a autoanálise: os amigos estão se afastando? Os conflitos nos relacionamentos aumentaram? E, então, é necessário melhorar a convivência”, sugere Helio Deliberador, professor do Departamento de Psicologia Social da PUC-SP.

Quem nunca pegou um ônibus em que alguém falava absurdamente alto ao celular? Ou foi a algum evento em que o palestrante tinha a mania de repetir a mesma expressão a cada duas frases? Ou tem aquele amigo monotemático que sempre reclama e conta os mesmos problemas? Na presença de pessoas próximas com esta característica, vale avisar.

Muita atenção, no entanto, ao modo de falar. “Não adiantar usar um tom acusatório, porque o outro fica na defensiva. A melhor saída é explicar como você se sente em relação a determinada situação e qual seria sua reação caso ele agisse de um jeito diferente”, aconselha Antonio Carlos.

A chatice, em suas mais variadas formas, pode surgir em decorrência de insegurança e pela busca de atenção - o que quer dizer que o comportamento mal recebido por quem está ao redor pode ter sido uma tentativa de se destacar. No caso de desconhecidos e colegas de trabalho, resta mesmo desenvolver a tolerância. Para ajudar, comece analisando a si mesmo: quantas das atitudes descritas na galeria acima estão entre seu repertório diário? Cuidado, o chato pode ser você.


Consultoria: Sofia Rossi, consultora de etiqueta e autora do livro “Modos e Estilo: Seu Guia de Boas Maneiras” (Editora Reproarte).

terça-feira, 26 de novembro de 2013

UNÂNIME, OAB PEDE AO CNJ QUE INVESTIGUE BARBOSA


O documento aprovado por todos os conselheiros federais da Ordem dos Advogados do Brasil, presidida por Marcus Vinícius Furtado Coelho, é ainda mais grave do que uma moção de repúdio a Joaquim Barbosa; a OAB, que liderou movimentos históricos, como o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, cobra do Conselho Nacional de Justiça uma investigação sobre a conduta do presidente do Supremo Tribunal Federal; estopim da crise foi a decisão de Barbosa de substituir o juiz responsável pela execução das penas dos condenados na Ação Penal 470; saiu Ademar Vasconcelos, entrou Bruno Ribeiro, filho de um dirigente do PSDB no Distrito Federal; decisão responde a uma cobrança feita, nesta tarde, no 247, pelo criminalista e ex-presidente da entidade José Roberto Batochio

247 - Acaba de ser aprovada, por unanimidade, pela Ordem dos Advogados do Brasil, uma decisão que ainda é ainda mais grave do que uma simples moção de repúdio ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. A OAB irá cobrar do Conselho Nacional de Justiça uma investigação sobre a troca do juiz responsável pela execução das penas do chamado "mensalão".

Após pressões de Joaquim Barbosa, repudiadas por juristas e advogados, o juiz titular da Vara de Execuções Penais, Ademar Vasconcelos, foi substituído por Bruno Ribeiro, filho de um dirigente do PSDB do Distrito Federal. A decisão fere direitos da magistratura e também dos réus.

A decisão causou espanto na magistratura. "Eu espero que não esteja havendo politização, porque não vamos permitir a quebra de um princípio fundamental, que é uma garantia do cidadão, do juiz natural, independentemente de quem seja o réu", afirmou João Ricardo dos Santos Costa, presidente eleito da Associação dos Magistrados do Brasil. Segundo o jurista Claudio Lembo, já existem razões objetivas para o impeachment de Joaquim Barbosa. Os juristas Dalmo de Abreu Dallari e Celso Bandeira de Mello publicaram um manifesto em que defendem uma reação do Supremo Tribunal Federal, para que a corte não se torne refém de seu presidente.

A OAB agiu em resposta a uma cobrança pública feita no início desta tarde por um ex-presidente da entidade, José Roberto Batochio, em reportagem publicada no 247.  "Se alguém pode trocar um juiz, porque acha que este será mais rigoroso com os réus, deveria também ser facultado aos réus o direito de escolher o juiz pelo qual querem ser julgados", disse Batochio.

Pela primeira vez na história, o Conselho Nacional de Justiça receberá um pedido de investigação contra um ato de seu próprio presidente, uma vez que Joaquim Barbosa, como chefe do STF, acumula também o comando do CNJ.

Leia abaixo a nota:

segunda-feira, 25 de novembro de 2013 às 18h23
Salvador (BA) - O Conselho Pleno da OAB aprovou por aclamação o envio pela diretoria da entidade, de ofício requerendo a análise do Conselho nacional de Justiça (CNJ), sobre a regularidade da substituição de magistrado da Vara de Execuções Criminais. A decisão do Pleno foi motivada pela recente substituição do juiz responsável pela execução das penas da AP 470.

Leia, abaixo, reportagem anterior sobre a cobrança feita por José Roberto Batochio:
BATOCHIO: "SILÊNCIO DA OAB JÁ FOI ALÉM DO RAZOÁVEL"

Ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, o criminalista José Roberto Batochio cobra uma postura mais firme do atual presidente da entidade, Marcus Vinícius Furtado Coelho, em relação aos abusos cometidos pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e faz até uma piada: "se o chefe do Poder Judiciário pode escolher um juiz fora dos parâmetros legais porque acha que ele será mais rigoroso do que o juiz natural, deveria ser dado aos réus o direito de também escolher o juiz pelo qual querem ser julgados"; Batochio aponta "heterodoxia" no caso e critica a postura da OAB; polêmica recente diz respeito à escolha feita por Barbosa do juiz Bruno Ribeiro para tocar as prisões da Ação Penal 470

25 DE NOVEMBRO DE 2013 ÀS 14:34

247 - O criminalista José Roberto Batochio, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, cobra da própria OAB uma atitude mais firme diante dos desmandos do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. Segundo ele, o sistema judiciário brasileiro tem dado exemplos recorrentes de "heterodoxia" na Ação Penal 470. Batochio afirma ainda que "o silêncio da OAB já foi além do razoável".

A polêmica mais recente diz respeito à determinação feita por Joaquim Barbosa para que o juiz da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, Ademar Vasconcelos, que conduzia as prisões da Ação Penal 470, fosse substituído por Bruno Ribeiro, filho de um dirigente do PSDB do Distrito Federal. Em relação ao caso, Batochio faz até uma piada. "Se alguém pode trocar um juiz, porque acha que este será mais rigoroso com os réus, deveria também ser facultado aos réus o direito de escolher o juiz pelo qual querem ser julgados", afirma.

A decisão, segundo Batochio, desrespeita a magistratura como um todo, uma vez que os juízes têm vários direitos assegurados, e também a defesa – uma vez que todo réu tem direito ao chamado juiz natural.


Não custa lembrar que Barbosa tentou minar a atuação de Ademar Vasconcelos antes mesmo das prisões, uma vez que, dez dias atrás, já havia mandado as ordens de prisão para Bruno Ribeiro, que estava de férias e não para o juiz natural.

Um novo estudo revela o que você suspeitava: a TV corrói o cérebro das crianças


Por Kiko Nogueira

No século passado, antes de as crianças ficarem reféns de games, smartphones e iPads, havia outro inimigo dos pais: a televisão. Acreditava-se que ela fazia mal para a visão, para a educação, para o comportamento. Logo se passou a acreditar que era lenda urbana.
Não era.
Uma nova pesquisa da Universidade de Ohio constatou que meninos em idade pré-escolar que tinham uma TV no quarto, ou cujos pais deixavam o aparelho ligado de maneira inercial, tiveram um desempenho pior nos níveis mental e emocional. Sua compreensão dos sentimentos de outras pessoas era superficial — crenças, desejos, intenções etc.
O estudo foi com 107 crianças na faixa entre 38 e 74 meses. A capacidade cognitiva estava prejudicada. A faculdade de “ler” os demais, dizem eles, um passo fundamental para a maturidade, estava comprometida.
“Tanto a TV ligada sem ninguém assistir quanto sua simples presença no quarto têm um impacto negativo”, afirma o relatório. “A TV expõe as crianças a personagens e situações sem profundidade e que requerem um processo superficial de entendimento”.
Isso acontece, entre outras razões, porque é uma mídia muito menos interativa do que, por exemplo, a Internet ou os videogames. É feita sob medida para o chamado couch potato.
A boa notícia é que ela está morrendo. De acordo com um levantamento do Citi Research, tanto as emissoras abertas quanto fechadas tiveram, em 2013, seu pior ano na história nos EUA. Todos os principais canais a cabo perderam pelo menos 113 mil assinantes no terceiro quadrimestre deste ano — é o fenômeno dos cord-cutters. No Brasil, a tendência não é diferente (o Ibope bate recordes negativos há 13 anos).
Sim, ainda é possível ver coisa boa por assinatura. Mas a situação se complica quando você tem a possibilidade de, com serviços de streaming na Internet, como o Netflix, assistir o que quiser, como quiser e na hora em que quiser.
Ou seja, quando seu filho estiver ali, em seu mundo, com o laptop e o iPad abertos, trocando mensagens ao mesmo tempo, não se desespere. Ele podia estar vendo o Big Brother, tornando-se um pequeno robô anti-social e comentando sobre o próximo capítulo da novela das 9.

PF apreende 450 kg de cocaína em helicóptero da família de senador de MG

Em operação realizada neste domingo (24), a Polícia Federal do Espírito Santo apreendeu 450 kg de cocaína em um helicóptero da Limeira Agropecuária, empresa do deputado estadual por Minas Gerais Gustavo Perrella (SDD) Divulgação/Polícia Federal no Espírito Santo

A superintendência da Polícia Federal do Espírito Santo apreendeu, durante operação nesse domingo (24), 450 kg de cocaína em um helicóptero da Limeira Agropecuária, empresa do deputado estadual por Minas Gerais Gustavo Perrella (Solidariedade), filho do senador e ex-presidente do Cruzeiro Zezé Perrella (PDT-MG).

O helicóptero foi interceptado pela Polícia Federal perto da cidade de Afonso Cláudio, no interior do Espírito Santo. Estavam na aeronave o piloto, que é funcionário da agropecuária, e mais três pessoas cujas identidades não foram reveladas pela PF.

Segundo o advogado que representa os interesses de Gustavo Perrella, Antônio Carlos de Almeida Castro - também conhecido como Kakay -, o piloto utilizou o helicóptero sem autorização da família ou de representantes da empresa. "Ele usou fora do ambiente de trabalho, sem autorização, e ainda para fim absolutamente ilegal", afirma o advogado.

De acordo com Almeida Castro, Gustavo Perrella estava em Brasília no momento da operação. Kakay disse ainda que o helicóptero costuma ficar estacionado em um restaurante em Belo Horizonte.

O advogado afirmou que a família procurou a Polícia Civil para registrar uma ocorrência por apropriação indébita. O defensor disse que o responsável pela operação lhe afirmou que o piloto não foi coagido a transportar a droga e agiu intencionalmente. Almeida Castro já atua como defensor do Cruzeiro e de Zezé Perrella, e esta é a primeira vez que trabalha diretamente para o filho de Zezé.
Empresa investigada

Em 2012, o Ministério Público abriu investigação da Limeira Agropecuária para apurar um suposto esquema de superfaturamento de merendas e marmitas quando a empresa era fornecedora de grãos da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais).

Em julho deste ano, reportagem da revista "IstoÉ" revelou que Zezé Perrella destinou R$ 6 milhões em emendas para a mesma Epamig comprar sementes e que R$ 2,4 milhões deste total foram gastos em contratos com a Limeira Agropecuária.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Da série reminiscências...

A maior parte da vida, convivi com amigos e parentes evangélicos, fui educado dentro dos preceitos cristãos evangélicos protestantes, vivi neste meio e já fui o que hoje não sou... daquela época, herdei o gosto por cantores evangélicos clássicos, para quem não sabe, a música evangélica também tem seus cantores clássicos, foram os precursores de todos esses cantores de agora, esses, que o mal gosto do tempo substituiu por cantores gospel.

Sempre me seduziram, letras de qualidade e tais letras e músicas, eram cantadas por estes primeiros evangélicos cantores, me refiro a Oseias de Paula, Luis de Carvalho, Irmãs Falavinha, Mateus Iensen, Trio Alexandre e Feliciano Amaral.

Os que foram educados no mesmo ambiente, ouvindo tais hinos com as mesmas normas e regras do protestantismo de minha época, hão de lembrar-se das "Cem Ovelhas" de Oséias de Paula, "Divino companheiro" de Luis de Carvalho, Luís de Carvalho com sua forte e incomparável voz, as vozes afinadíssimas das irmãs Falavinhas cantando "Jardim de Deus", Trio Alexandre entoava a "Oliveira verdadeira". Foram hinos que contribuíram para avivar a fé de muitos cristãos evangélicos, como diria meu amigo José Antonio, "esses cantores, cantavam com unção".

Trago aqui um hino com o pastor Feliciano Amaral, não é o Marco Feliciano jovem que fala pelos cotovelos e é detonado pela mídia, este Feliciano Amaral, é um ancião nascido em 1920 e que ainda vive nos dias de hoje, ele é cantor e pastor da Igreja Batista, havia um hino de Feliciano Amaral cujo a letra falava da profunda paz daqueles que renunciam ao mundo para viver sob a graça do evangelho... 

Depois de alguns anos, reencontro no youtube esta obra entoada na voz deste senhor que foi o pioneiro da música evangélica no Brasil, a postagem a seguir é para recordar e para agraciar os ouvidos que se interessam e que também conhecem sobre o assunto - A sua benção pastor Feliciano Amaral.

"Meu terno Jesus" 

Abaixo o conceito cultural e machista contra nós mulheres


As vezes, a gente visualiza o Amor como algo necessário, talvez '' Essencial '' . E algo que deveria ser Belo e encantador se tornam assustador para algumas pessoas. Essa velha história de que mulher tem que casar, tem que ter filhos e tem que constituir família, tudo bem até ai, não sou contra nada disso, porém a frase clichê: “Mulher tem que ter idade pra casar, senão não casa mais”. 

Desculpem-me aos adeptos, mas não concordo, a gente não tem que casar, por ter medo de ficar sozinha e daí encontrar o primeiro cara bem sucedido, '' legal '' por aí e juntar as panelas como dizem. O que é isso? prisão domiciliar? Ninguém quer amar pelo simples fato de ser obrigado a Amar... 

Tudo tem sua hora certa, seu exato momento... não precisa sair por ai de balada em balada, de viagem em viagem, olhando totalmente atenta a cada personagem que passar ao seu lado, esperando encontrar o amor da sua vida, porque ele não vai aparecer enquanto você procurá-lo desesperadamente. 

Escutem de uma vez por todas mulheres solteironas e desesperadas, homens fogem de mulheres caçadoras predadoras, pois é, e eles identificam de longe, as típicas. Então, Mulheres Lindas, independentes, sinceras, criativas e bem humoradas, quem disse que vocês precisam provar que são mulheres, só quando tem um par de calças ao seu lado e uma renca de filhos? heeeeinn? Não estou falando que ninguém deve casar, constituir família e bla bla bla .... 

Claro, mas tudo tem seu momento e vai acontecer como deve ser! Não há tempo estipulado, não há relógio do tempo para o amor, ele vai acontecer...uma hora ele vai acontecer... E vai ser Lindo e encantador! Não fique procurando se assustar com o falso amor, só porque está desesperada para não ser chamada de titia. Acho justo.

domingo, 24 de novembro de 2013

Acidente mata quatro pessoas em Santa Isabel do Ivaí na última sexta-feira

Uma colisão frontal de um carro e um caminhão carregado de bovinos matou quatro pessoas no início da noite de sexta-feira (22) em Santa Isabel do Ivaí.

De acordo com o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar (PM) de Loanda, o acidente ocorreu por volta das 19h, na estrada municipal do Trabalhador, que liga a PR-182 ao Distrito de São José do Ivaí. O motorista do Chevrolet Astra foi desviar de uma motocicleta e colidiu frontalmente com um caminhão boiadeiro. Com o impacto da batida, os quatro ocupantes do carro não resistiram aos ferimentos e morreram no local. Entraram em óbito Ivo Aparecido Gomes, de 51 anos, Samanda Cristina Gomes, de 20 (pai e filha), Ana Carolina de Freitas Paes, de 20 anos, e Maicon Devanir Malvera, de 28 anos (amigos da família). Os corpos foram levados ao Instituto Médico-Legal (IML) de Paranavaí.

No momento da colisão as jovens Ana Carolina e Samanda estavam vindo para Loanda onde cursavam o 3° ano de pedagogia na FACINOR (Faculdade Intermunicipal do Noroeste do Paraná)

O caminhão de placas de Altônia era conduzido por Juliano Avanci, de 33 anos, que foi submetido ao teste do etilômetro, cujo resultado foi 0 mg/L. O motorista nada sofreu, e a carga, que também saiu ilesa, precisou ser transferida para outro caminhão.

A instituição de ensino decretou luto oficial de três dias pela morte dos estudantes. 


Ivo Aparecido Gomes, de 51 anos, Samanda Cristina Gomes, de 20 (pai e filha), Ana Carolina de Freitas Paes, de 20 anos

Fonte Portal Loanda

sábado, 23 de novembro de 2013

Carol Lucena – A Bela da Semana


Contemplar, cultuar a beleza feminina é uma arte da qual não abrimos mão. Cumprindo esta tarefa com gosto e fidelidade, semanalmente apresentamos aos quatro cantos do mundo a beleza admirável das mulheres de nossa cidade e região.

O prazer e o privilégio são nossos, tanto para nós que as mostramos, quanto para aqueles que podem vivificar a visão nestes colírios naturais que tanto favorecem nossas retinas.

No rol das imortais beldades desta página, eis que nos rendemos à beleza morena e cativante de Carol Lucena, ela que sobremaneira faz jus ao título de bela, destas belas que toda semana adornam nossa página e que conseqüentemente são as responsáveis pelo maior número de acessos a este blogue que sem dúvidas, é o maior expoente da beleza feminina no extremo noroeste do Paraná.

Na lista das absolutas, Carol Lucena tem cadeira cativa e partindo deste princípio, é justo que os pés morenos de Carol, pisem este pedestal onde seguramente à ela se apresenta um séquito de fãs, que cativos à sua beleza, também consideram justo que em sua realeza , Carol Lucena deve estar  no lugar destinado às impecáveis.

Por isso, rendemos esta homenagem à ela que tão bem representa a impecabilidade da cor morena, ela que pela magnificência feminina, é capaz de seduzir-nos, fazendo com que reconheçamos a supremacia do ser humano mulher.

Uma vez bela, a mulher tem o mundo aos seus pés, adicionado a isso, a “morenice” de tais seres as colocam sobre os píncaros da glória. Carol Lucena está entre aquelas que fazem deste país o mais notável berço da beleza feminina em todo mundo.

Não há dúvidas que a beleza é feminina, podemos afirmar sem receio de nos equivocarmos que a beleza referencial tem cor morena, esta mesma beleza inebriante contida na imagem desta que hora prestamos culto.

O poder de tais criaturas é intergaláctico, descrever a exatidão do que elas causam é humanamente impossível, rendemo-nos, pois, ao poder feminino.

Prostremo-nos diante da majestade mulher, Carol Lucena é a Bela da Semana.


Maria Carolina Lucena 17 Anos – Nova londrina – PR – Filha de Cícero Alves Lucena e Nina Nogueira Lucena – Carol estuda o 4° Ano do curso de Formação de Docentes e é torcedora fanática do Corinthians. 

América foi povoada por dois grupos, mostra DNA

Reconstituição do fóssil humano (batizado de Luzia) mais
antigo já encontrado nas Américas, com cerca de 11.500 anos.
Encontrado no Estado de Minas Gerais - Brasil. Foto: UFMG
O DNA de um menino da Sibéria, que morreu aos três ou quatro anos de idade, na fase mais severa da Era do Gelo, pode ser uma das pistas mais importantes para entender como o ser humano colonizou as Américas.
Segundo os cientistas que “leram” seu genoma, o garoto tem semelhanças genéticas tanto com europeus quanto com os indígenas atuais.
E a recíproca é verdadeira. Os pesquisadores calculam que a antiga população à qual o menino pertencia seria responsável por algo entre 15% e 40% da herança genética dos índios. Esse povo misterioso teria se misturado a outro, oriundo do leste da Ásia, para dar origem aos habitantes do continente americano.
Há décadas alguns antropólogos argumentam que o povoamento da América pode ter envolvido dois grupos geneticamente distintos.
Uma das vozes mais importantes desse grupo é o brasileiro Walter Neves, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. O principal indício desse fato é a variedade no formato dos crânios dos mais antigos americanos, os paleoíndios –o exemplo mais famoso é “Luzia”, fóssil achado em Minas Gerais, com mais de 11 mil anos.
SEGUNDA LEVA
Neves e seus colaboradores afirmam que o crânio de Luzia e de outros paleoíndios lembra mais o de aborígines australianos, melanésios e africanos do que o da maioria dos índios atuais, normalmente comparados a grupos do nordeste da Ásia.
A ideia é que a maioria dos ancestrais dos índios modernos teria integrado uma segunda leva migratória, que teria exterminado os paleoíndios ou se misturado a eles.
“Nossos achados não apoiam diretamente o trabalho dos brasileiros”, disse Eske Willerslev, biólogo do Museu de História Natural da Dinamarca que coordenou o estudo, publicado na Nature. “Parte do material genético da criança tem afinidades com grupos do sul da Ásia [região de origem dos paleoíndios, segundo Neves]. Então o artigo se alinha parcialmente à ideia deles”.
Neves reagiu com cautela e ironia aos achados. “Eu podia estar comemorando, dizendo ‘olha, finalmente alguém fala de herança dual’. Mas vai depender da estabilidade dos trabalhos deles. Se os achados desse tipo continuarem, vou poder dizer que estive certo por 25 anos”
MISTURA
Seria o caso, então, de pensar nos índios atuais como uma mistura de europeus com asiáticos? Não exatamente. Europeus e asiáticos dessa época eram bem diferentes dos de hoje. Eles estavam mais próximos de um padrão genético e morfológico “genérico”, resultado da expansão inicial dos humanos modernos da África para o resto do mundo, diz Fabrício Santos, geneticista da Universidade Federal de Minas Gerais.
“Características mongólicas [a "cara" asiática de alguns índios atuais] teriam sido adquiridas mais tarde a partir de populações do leste asiático”, afirma Santos.
Rolando González-José, biólogo do Centro Nacional Patagônico, na Argentina, diz que nem é necessário postular duas “ondas” de migração para entender os dados do genoma do novo estudo.
Ele argumenta que é mais natural pensar que a população “genérica” à qual pertencia o menino teria se diferenciado cada vez mais ao se expandir para os quatro cantos da Ásia e das Américas.
Fonte: Folha de São Paulo e Secti

Caso Sebastião Camargo Filho, sem-terra assassinado em Marilena chega ao fim 15 anos depois

Por Ednubia Ghisi | Foto: Joka Madruga 
Em julgamento histórico, júri popular condena o ruralista Marcos Prochet a 15 anos e nove meses de prisão por homicídio duplamente qualificado, por recurso que impossibilitou a defesa da vítima e ocultação da prática de outros crimes. O julgamento terminou por volta das 22h, com a presença de mais de 200 pessoas, entre elas a viúva o filho de Sebastião Camargo, assassinado há 15 anos.
Para Cesar Venture Camargo, filho da vítima, a decisão é uma resposta tardia: “Não vai trazer meu pai de volta, mas ele [Prochet] já vai pagar um pouco pelo que fez”. A família de Camargo está assentada em Ramilândia, região Oeste do Paraná.
“Passados 15 anos, dois extravios do processo e dois adiamentos de júri, a condenação de Marcos Prochet é um marco histórico na justiça paranaense”, é o que afirma Darci Frigo, coordenador da Terra de Direitos. Para Frigo, a condenação do estado Brasileiro na Organização dos Estados Americanos (OEA) pelo crime contribuiu decisivamente para o resultado de hoje.
O júri foi marcado por interrupções e acusações de incidentes processuais por parte do advogado de defesa, Roberto Brzezinski Neto. O juiz que presidiu o júri, Leonardo Bechara Stancioli, chegou a pedir o registro das atitudes do advogado em ata.
Roberto Brzezinski Neto é um dos advogados do ex-deputado Carli Filho, acusado de duplo homicídio, quando bateu a 190 quilômetros por hora. A defesa já havia conseguido o adiamento do julgamento do réu por duas vezes, em novembro de 2012 e em fevereiro deste ano.
Para defender Marcos Prochet, o advogado direcional a acusação da morte do sem terra a Firmino Borracha, já condenado pelo assassinato de Eduardo Anghinone, em 1999. Prochet esteve no julgamento de Borracha e deu declarações afirmando a inocência do pistoleiro.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Sergio Reis em Nova Londrina


Vamos reconhecer o show de humildade do camarada, Sergio Reis "o grande Sergio Reis" demonstrou ser um cara simples, não é desses que se acham. E motivos o camarada tem para se achar, afinal, é uma celebridade consagrada no mundo artístico. 

Sergio Reis que iniciou a carreira com o coração de papel, tem na verdade um coração de ouro, o cara não faz uso do estrelismo, esteve corpo a corpo com o povo da cidade, nunca negou tirar foto com ninguém, visitou nosso comércio, abraçou gente humilde, apertou a mão do cidadão comum.

A estadia do "Serjão" foi um show a parte, tratou Nova Londrina como se ele fosse nosso, como se fosse um filho da casa que veio passear, pela primeira vez na história. Nunca um artista desceu e colocou os pés no nosso solo como fez esse aí. Antes da fama, Sergio Reis trabalhava consertando eletrodomésticos, foi um exímio arrumador de ferros de passar, Sergio Reis provou que a humildade daquele técnico em eletrodomésticos não morreu. Um viva a todos os que tem os pés no chão. Sérgio Reis, obrigado pelo menino da porteira, pelo filho adotivo, pela comitiva esperança, mas acima de tudo, obrigado por tratar Nova Londrina como ser humano. 

Não só o mundo artístico, mas, o mundo como um todo precisa de personalidades como a de Sérgio Reis. Valeu, mandaram bem.

Globo dá sinais de que, se farsa ruir, Barbosa vai pagar a conta

Conquistada a condenação dos réus da Ação Penal 470, o chamado mensalão, a Globo agora quer transferir o ônus do golpismo para o STF, mais especificamente para Joaquim Barbosa. Não parece ser por virtude, mas por esperteza, que William Bonner passou um minuto no Jornal Nacional de quarta-feira (20) lendo a notícia: "Divulgada nota de repúdio contra decisão de Joaquim Barbosa".

Por Helena Sthephanowitz*, na Rede Brasil Atual

Os ministros Ricardo Lewandowski (à esq.) e Joaquim Barbosa entram no plenário para julgamento do mensalão |Foto: Roberto Jayme

O manifesto é assinado por juristas, advogados, lideranças políticas e sociais repudiando ilegalidades nas prisões dos réus do mensalão efetuadas durante o feriado da Proclamação da República, com o ministro Joaquim Barbosa emitindo carta de sentença só 48 horas depois das ordens de prisão.
O locutor completou: "O manifesto ainda levanta dúvidas sobre o preparo ou boa-fé do ministro Joaquim Barbosa, e diz que o Supremo precisa reagir para não se tornar refém de seu presidente".

A TV Globo nunca divulgou antes outros manifestos em apoio aos réus, muito menos criticando Joaquim Barbosa, tampouco deu atenção a reclamações de abusos e erros grotescos cometidos no julgamento. Pelo contrário, endossou e encorajou verdadeiros linchamentos. Por que, então, divulgar esse manifesto, agora?

É o jogo político, que a Globo, bem ou mal, sabe jogar, e Joaquim Barbosa, calouro na política, não. E quem ainda não entendeu que esse julgamento foi político do começo ao fim precisa voltar ao be-a-bá da política. O PT tinha um acerto de contas a fazer com a questão do caixa dois, mas parava por aí no que diz respeito aos petistas, pois tiveram suas vidas devassadas por adversários, que nada encontraram. O resto foi um golpe político, que falhou eleitoralmente, e transformou-se numa das maiores lambanças jurídicas já produzidas numa corte que deveria ser suprema.

A Globo precisava das cabeças de Dirceu e Genoino porque, se fossem absolvidos, sofreria a mesma derrota e o mesmo desgaste que sofreu para Leonel Brizola em 1982 no caso Proconsult, e o STF estaria endossando para a sociedade a tese da conspiração golpista perpetrada pela mídia oposicionista ao atual governo federal.

A emissora sabe dos bastidores, conhece a inocência de muitos condenados, sabe da inexistência de crimes atribuídos injustamente, e sabe que haverá uma reviravolta aos poucos, inclusive com apoios internacionais. A Globo sabe o que é uma novela e conhece os próximos capítulos desta que ela também é protagonista.

Hoje, em tempos de internet, as verdades desconhecidas do grande público não estão apenas nas gavetas da Rede Globo, como acontecia na ditadura, para serem publicadas somente quando os interesses empresariais de seus donos não fossem afetados. As verdades sobre o mensalão já estão escancaradas e estão sendo disseminadas nas redes sociais. A Globo, o STF e Joaquim Barbosa têm um encontro marcado com essas verdades. E a emissora já sinaliza que, se ela noticiou coisas "erradas", a culpa será atribuída aos "erros" de Joaquim Barbosa e do então procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

Joaquim Barbosa, homem culto, deve conhecer a história de Mefistófeles de Goethe, a parábola do homem que entregou a alma ao demônio por ambições pessoais imediatas. Uma metáfora parecida parece haver na sua relação com a TV Globo. Mas a emissora parece que está cobrando a entrega antes do imaginado.


*é colunista da Rede Brasil Atual

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Para aqueles que insistem em ser contra as políticas de inclusão dos negros no Brasil

"Para aqueles que insistem em ser contra as políticas de inclusão dos negros no Brasil... documentário do mestre DARCY RIBEIRO... sei que é longo o vídeo e tals e provavelmente você que é contra tais políticas terá preguiça de ver, raciocinar e preferirá ficar com seu achismo de que todos nascem iguais e não há racismo no Brasil e blablablá... mas enfim, fiz a minha parte!" Cassio Augusto Guilherme

FELICIANO E SUA SACRA BURRICE


Quase todo mundo já percebeu que a Comissão de Direitos Humanos e o seu líder Pastor Marco Feliciano são um bando de ignorantes.

Mas confesso que eles tem uma coisa boa...

O que?

Eles são extremamente burros, a tal ponto que nada que eles queiram aprovar, conseguirão.

São tão ignorantes que um tal de Pastor Eurico (PSB-PE) rejeitou o projeto que "garantia a igualdade jurídica aos homossexuais na declaração como dependentes, para fins previdenciários, de seus companheiros".

Quem em sã consciência rejeitaria esse projeto?

Nem o Inri Cristo rejeitaria esse projeto. E olha que ele é chamado de louco.

Mas vendo por outro lado, isto é ótimo.

Porque?

Porque é a exteriorização do preconceito.

É a demonstração evidente da idiotice completa.

Quando um pastor diz que é contra a união civil, eu ainda consigo compreendê-lo (mas ainda achando ele um imbecil ao quadrado).

Mas defender a rejeição dos direitos "jurídicos como dependentes para fins previdenciários" é, como diria o Caio Fábio... "uma ejaculação oral em estado de esperrame".

São burros, e por serem burros, tranquilizem-se, pois, suas propostas preconceituosas, absurdas, serão todas rejeitadas.

Está duvidando da burrice deles? então vejam só a nova do Feliciano (PSC-SP).

Ele quer um plebiscito para ver se a população apoia ou não a união civil entre homossexuais.

Como é desinformado.

Ninguém avisou ele (porque é necessário que alguém o avise, já que ele não lê mesmo) que a democracia é o governo de todos e não o da maioria ou da minoria.

Logo, se héteros podem casar-se, homossexuais também podem. Se casais héteros tem direitos de previdenciários, casais homossexuais também devem ter.

Essa é a democracia. direitos iguais. E não direito para quem a maioria quiser.

E além disso, o infeliz Feliciano é tão ignorante que não andou vendo as pesquisas, pois, mais de 50% da população brasileira é a favor da união civil homossexual.

Preconceituosos, tenho dó dessa gente.


Paulino Peres

Janio cobra punição de Barbosa no CNJ

O show dos erros 

No primeiro plano, o espetáculo criado para a TV (alertada e preparada com a conveniente antecedência) mostrou montagem meticulosa, os presos passando pelos pátios dos aeroportos, entrando e saindo de vans e do avião-cárcere, até a entrada em seu destino. Por trás do primeiro plano, um pastelão. Feito de mais do que erros graves: também com o comprometimento funcional e moral de instituições cujos erros ferem o Estado de Direito. Ou seja, o próprio regime de democracia constitucional.

Os presos na sexta-feira, 15 de novembro, foram levados a exame de condições físicas pela Polícia Federal, antes de postos em reclusão. Exceto José Genoino, que foi dispensado, a pedido, de um exame obrigatório. Experiente, e diante de tantas menções à saúde inconfiável de José Genoino, o juiz Ademar Silva de Vasconcelos, a quem cabem as Execuções Penais no Distrito Federal, determinou exame médico do preso. Era já a tarde de terça-feira, com a conclusão de que Genoino é portador de "doença grave, crônica e agudizada, que necessita de cuidados específicos, medicamentosos e gerais".

José Genoino não adoeceu nos primeiros quatro dias de sua prisão. Logo, deixá-lo esses dias sem os "cuidados específicos", enquanto aqui fora se discutia se é o caso de cumprir pena em regime semiaberto ou em casa, representou irresponsável ameaça a uma vida --e quem responderá por isso?

A rigor, a primeira etapa de tal erro saiu do Supremo Tribunal Federal. A precariedade do estado de José Genoino já estava muito conhecida quando o ministro Joaquim Barbosa determinou que o sujeitassem a uma viagem demorada e de forte desgaste emocional. E, nas palavras de um ministro do mesmo Supremo, Marco Aurélio Mello, contrária à "lei que determina o cumprimento da pena próximo ao domicílio", nada a ver com Brasília. O que é contrário à lei, ilegal é. O Conselho Nacional de Justiça, que, presidido por Joaquim Barbosa, investe contra juízes que erram, fará o mesmo nesse caso? Afinal, dizem que o Brasil mudou e acabou a impunidade. Ou, no caso, não seria impunidade?

Do mesmo ministro Marco Aurélio, além de outros juristas e também do juiz das Execuções Penais, veio a observação que localiza, no bojo de mais um erro gritante, parte do erro de imprevidência temerária quanto a José Genoino. Foi a já muito citada omissão da "carta de sentença", que, se expedida pelo ministro Joaquim Barbosa, deveria anteceder o ato de reclusão. E só chegou ao juiz competente, para instruí-lo, 48 horas depois de guarda dos presos.

Com a "carta de sentença", outra comunicação obrigatória deixou de ser feita. Só ocorreu às 22h de anteontem, porque o destinatário dissera às TVs não ter o que providenciar sobre o deputado José Genoino, se nem fora comunicado pelo Supremo da decisão de prendê-lo. Presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves vai submeter a cassação do deputado ao voto do plenário, e não à Mesa Diretora como uma vez decidido pelo Supremo. Faz muito bem.

Mas o Ministério da Justiça tem mais a dizer. E sobretudo a fazer. O uso de algemas durante o voo dos nove presos transgrediu a norma baixada pelo próprio ministério, que só admite tal imobilização em caso de risco de resistência ou fuga. Que resistência Kátia Rabello, Simone Vasconcelos, José Genoino poderiam fazer no avião? E os demais, por que se entregariam, como fizeram também, para depois tentar atos de resistência dentro do avião? Além de cada um ter um agente no assento ao lado. O uso indevido de algemas, que esteve em moda para humilhar empresários, é uma arbitrariedade própria de regime policialesco, se não for aplicado só quando de fato necessário. Quem responderá pela transgressão à norma do próprio Ministério da Justiça?

Com a prisão se vem a saber de uma violência medieval: famílias de presos na Papuda, em Brasília, precisam dormir diante da penitenciária para assegurar-se, no dia seguinte, a senha que permita a visita ao filho, ao pai, marido, mulher. Que crime cometeram esses familiares para receberem o castigo desse sofrimento adicional, como se não lhes bastasse o de um filho ou pai na prisão?

Medieval, é isso mesmo a extensão do castigo à família. Na Brasília que diziam ser a capital do futuro. Assim até fazem sentido a viagem ilegal dos nove para Brasília, as algemas e outros castigos adicionais aplicados a José Genoino e outros. E que vão continuar.

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