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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Brasil tem mais de 202 milhões de habitantes, diz IBGE

As estimativas do IBGE servem como parâmetro para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE).  
O Brasil tem, atualmente, uma população de mais de 202 milhões de habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi divulgado nesta terça-feira (30) no Diário Oficial da União. Em números absolutos, são 202.768.562 de pessoas, cerca de 12 milhões a mais do que o registrado pelo instituto no censo de 2010, representando um acréscimo de 5,9%.

As estimativas do IBGE servem como parâmetro para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE).  As estimativas do IBGE servem como parâmetro para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE).   As estimativas do IBGE são usadas para cálculos de indicadores econômicos como censos e também servem como parâmetro para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O fundo é um repasse feito pela União de parte do dinheiro arrecadado com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto de Renda.

A Região Sudeste é a mais populosa, com 85,1 milhões de habitantes. A região menos populosa é a Centro-Oeste, com 15,2 milhões de pessoas. A Região Norte tem 17,3 milhões de pessoas, enquanto o Nordeste tem 56,1 milhões. Já a Região Sul conta com 29 milhões de habitantes.

São Paulo é o estado mais populoso entre os 26 da federação e o Distrito Federal, com 44 milhões de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 496,9 mil habitantes. Apesar de ter o menor território entre as unidades da Federação, com 5,7 mil quilômetros quadrados, o Distrito Federal contabiliza 2,8 milhões de habitantes.

Fonte: Agência Brasil

31 de Dezembro na história

1978 - Dia do fim do Ato              
                              
Fim do Ato Institucional nº 5, após 10 anos de arbítrio, dentro da “distensão lenta, gradual e segura” do gen. Geisel. Extintas também as penas de morte, prisão perpétua e banimento.



1834:Morre em Barcarena, PA, o cônego Batista Campos, precursor da Cabanagem.
  
1835: 
Tropa francesa ocupa fortim do lado direito do Oiapoque (AP).
  
1862:
Frota inglesa bloqueia o Rio e apresa 5 naves brasileiras, no quadro da Questão Christie.
  
1896:
Manaus, no auge da borracha, inaugura o teatro Amazonas.
  
1925:
1ª Corrida de São Silvestre, São Paulo.
  
1930:
Emboscada do chefe sandinista Miguel Ortez contra patrulha de marines dos EUA em Achuapa, Nicarágua.
  
1935:
Decreto pune oficiais da ANL.
  
1958:
Os guerrilheiros de Cien Fuegos e Guevara tomam a cidade de Sta Clara, Cuba.
  
1972:
Morto no 4º dia de tortura, no DOI-Codi-SP, Carlos Danieli, 43 anos, PCdoB. Nada revela. Escreve na parede da cela: “Este sangue será vingado”.  
Danieli, com
a esposa
Marilda, no
Espírito Santo
  
1974:
A Venezuela nacionaliza a indústria do ferro.
  
1979:
2 homens seqüestram, ferem e abandonam nu em Porto Alegre o cardeal Vicente Scherer.
  
1983:
Golpe militar na Nigéria.

Vermelho

Ladrões são mortos após assaltar lotérica em Loanda

Dois assaltantes não lograram êxito após assalto à lotérica de Loanda na tarde de ontem.

Foto ilustrativa
De acordo com a página da rádio Guadalupe AM no facebook, por volta das 14:16, aconteceu um assalto na Loteria Loanda. Os assaltantes empreenderam fuga com destino a Santa Cruz de Monte Castelo e foram perseguidos pela policia Militar e Civil na troca de tiros os suspeitos foram baleados e vieram à óbito

Com o aumento do movimento das casas lotéricas por conta do prêmio milionário da mega-sena, todo cuidado é pouco entre os clientes e os donos das lotéricas. Em outras palavras, temos que ficar espertos, porque a bandidagem está solta e de olho em estabelecimentos de grande movimento. 

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

30 de Dezembro na história

1930 - Dia do Com que Roupa?

Noel Rosa

Charge da época, em A Careta  
Noel Rosa grava pela Phono-Arte o samba Com que Roupa? O estrondoso sucesso (15 mil cópias) estende-se pelo século. "É sobre o Brasil. O Brasil de tanga", explica o autor.
1830:D. Pedro I viaja a MG ao som de dobres de finados pela morte de Líbero Badaró, atribuída à repressão imperial.
  
1888: 
Guarda Negra (formada por ex-escravos monarquistas) interrompe pela violência conferência republicana de Silva Jardim no Rio.
  
1905:
Criado o 4º (e atual) Banco do Brasil.
  
1911:
A revolução do Kuomitang proclama Sun Yat-sen, 45 anos, 1º presidente da China.
  
1918:
Fundação do PC da Alemanha, que rapidamente atrai a ala esquerda das bases social-democratas.
  
1922:
Congresso dos Sovietes cria a URSS (União Soviética).
  
1968:
1ª lista de cassações pós-AI-5, encabeçada pelo dep. Márcio Moreira Alves.  
  
1977:
O Vietnã invade o Camboja para ajudar a derrubar o regime de Pol Pot.
  
1992:
O Senado vota o impeachment de Collor (76 votos a 3). Condenado por crime de responsabilidade, este perde o direito de concorrer em eleições e ocupar cargos públicos até 2000.
Collor por
Chico Caruso
 

Ex-prefeito de Nova Londrina é homenageado com nome da Rodovia PR-182

Dr Olivier Grendene/Foto reprodução
O governador Beto Richa sancionou a Lei 18.393, de 19 de dezembro de 2014, que denomina o trecho da Rodovia PR-182, de Prefeito Olivier Grendene, que liga os municípios de Nova Londrina e Itaúna do Sul, em homenagem ao ex-prefeito de Nova Londrina e avô do atual vice-prefeito "Vico". A proposta, por intermédio do Projeto de Lei nº 215/14 foi apresentada pelo deputado estadual Luiz Accorsi (PSDB), no mês de novembro deste ano e recebeu parecer favorável na Assembleia Legislativa do Paraná.

Para o vice-prefeito a homenagem foi muito bem-vinda. "Justifica-se a escolha do nome do homenageado não só pelo vasto currículo de serviços realizados em prol do município e da própria região Noroeste, mas também por ter sido em sua gestão como prefeito (06/01/1964 a 30/01/1969), na data de 15/03/1964 em que se instalou a Comarca de Nova Londrina. Ademais, meu avô e ilustre cidadão foi vereador do município da gestão de 06/01/1960 a 05/01/1964", ressalta Otávio Henrique Grendene Bono,  “Vico”.

O resumido curriculum vitae de Dr. Olivier Grendene, em palavras as realizações de um homem que dedicou a sua vida às ações sociais, comunitárias e cooperativas.
O pioneiro de Nova Londrina, Dr. Olivier Grendene nasceu em Farroupilha/RS, em 02 de fevereiro de 1926. O cidadão era médico, filósofo, agropecuarista e cooperativista. Chegou à cidade de Nova Londrina no mês de maio do ano de 1951.

Edificou o primeiro Hospital em Nova Londrina (antigo Hospital Santa Terezinha). Foi o primeiro médico de Nova Londrina e do Extremo-Noroeste; foi um dos fundadores da Copagra e do Sicredi Paraná - São Paulo, foi o primeiro presidente do Clube Recreativo de Nova Londrina (Clubão) em 1953, foi um dos fundadores do Aéreo Clube de Nova Londrina; também diretor vice-presidente da Copagra de 1968 a 1973 e diretor presidente da Copagra de 1980 a 1994.

Em 1964, foi eleito prefeito de Nova Londrina. O seu trabalho árduo efetivou vários projetos, entre eles a pavimentação de 31 mil metros quadrados de rua, com asfalto nas Avenidas Brasil e Londrina, arborização de praças e vias públicas, construção de 150 casas populares em convênio com a Cohapar e BNH, instalação do setor de energia elétrica. Criou a bandeira e o brasão do município. Possibilitou a construção dos prédios públicos como a Escola Isolde Julieta Andreatta, Escola Marco de Santi, prédio da Telepar, dentre outros vários projetos realizados em benefício à população.

O Sr. Olivier Grendene foi um batalhador incansável, um homem visionário e apaixonado pelo município de Nova Londrina e região Noroeste do Paraná. Participou de quase todos os empreendimentos que transformaram a cidade a qual colaborou a fundar. Faleceu em 03 de outubro de 2004 na cidade de Nova Londrina-PR, aos 78 anos.

Deixou a viúva Verônica Ribas Grendene, mais 6 filhos, sendo eles: Paulo, Marco, Silvana, Rosana, Lisandra e Dalva.
O Sr. Olivier Grendene um exemplo para as novas gerações pelos seus atos de bravura e coragem ao desbravar uma região inóspita e sem estradas como era o Noroeste do Paraná há 63 anos, pela sua solidariedade e amor aos nova-londrinenses, família e pátria. (Ass. Pref.)

F/nova londrina / Sr. Olivier Grendene foi um visionário em Nova Londrina
Box: Confira a íntegra da Lei
Lei nº 18.393
Data 19 de dezembro de 2014
Súmula: Denominação de trecho da Rodovia PR-182 que liga os Municípios de Nova Londrina e Itaúna do Sul.
A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1º Denomina Prefeito Olivier Grendene o trecho da Rodovia PR-182 que liga os Municípios de Nova Londrina e Itaúna do Sul.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio do Governo, em 19 de dezembro de 2014.
Carlos Alberto Richa
Governador do Estado
José Richa Filho
Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística
Cezar Silvestri
Chefe da Casa Civil
Luiz Accorsi
Deputado Estadual

Fonte: Diário do Noroeste

Posse de Dilma terá esquema de segurança com 4 mil agentes


Agência Brasil

Quatro mil agentes das Forças Armadas, das polícias Federal, Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e do Departamento de Trânsito do Distrito Federal participarão do esquema de segurança da posse da presidenta Dilma Rousseff, na próxima quinta-feira (1°).

Os agentes atuarão no gramado da Esplanada dos Ministérios, no alto dos prédios e em helicópteros. Durante o trajeto em carro aberto da Catedral até o Congresso Nacional, Dilma será escoltada por motociclistas e agentes de segurança a cavalo.

Serão montadas barreiras de controle na rodoviária de Brasília, por onde a maioria do público deve chegar, e grades vão proteger a pista por onde passará o Rolls-Royce presidencial e a área externa do Palácio do Planalto.

O esquema de segurança foi testado ontem (28), durante ensaio da posse. Os 4 mil agentes estarão preparados para impedir eventuais manifestações violentas ou atos que atrapalhem o percurso a ser feito pela presidenta. A expectativa dos responsáveis pela segurança da posse é que não haja grandes manifestações durante os eventos da posse.

A cerimônia começa com o percurso no Rolls-Royce da Catedral Metropolitana de Brasília até a entrada do Congresso Nacional, onde Dilma deve chegar às 15h. No plenário da Câmara, ela faz o juramento, assina o termo de posse e discursa. Na saída, recebe honras militares com uma salva de 21 tiros de canhão e segue para o Palácio do Planalto.

Após subir a rampa, Dilma falará à nação no parlatório do palácio. Em seguida, recebe cumprimentos de autoridades e convidados, dá posse aos ministros e faz fotos oficiais. A última etapa da cerimônia será uma recepção no Palácio Itamaraty.

A estimativa oficial é que cerca de 10 mil pessoas acompanhem a posse de Dilma na Esplanada e na Praça dos Três Poderes. O PT, partido da presidenta, no entanto, calcula que pelo menos 30 mil devam comparecer à solenidade.

São esperadas para a cerimônia de posse delegações de 60 países e 27 chefes de Estado e de Governo, entre eles, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, os presidentes do Uruguai, José Mujica, da Venezuela, Nicolás Maduro, e do Chile, Michelle Bachelet.

A história do doleiro que a mídia não contou


A mídia escondeu a verdeira história do doleiro.

Alberto Youssef foi condenado em 2004, pelo mesmo juiz Sergio Moro, do Paraná, por corrupção.

Segundo a Ação Penal movida contra Youssef, ele obteve um empréstimo de US$ 1,5 milhão, em 1998, numa agência do Banestado, banco público do Paraná, nas Ilhas Cayman.

No processo de delação premiada da época, Youssef confessou que internou o dinheiro no Brasil de forma ilegal, ao invés de fazê-lo via Banco Central.

Mas negou que tenha pago propina a um executivo do Banestado. Segundo o doleiro, a condição imposta para o Banestado liberar o dinheiro para sua empresa, a Jabur Toyopar, era fazer uma doação para a campanha de Jaime Lerner, do então PFL (hoje DEM), aliado do PSDB, para o governo do Paraná.
Doação “não-contabilizada”. Caixa 2.

A mídia nunca deu destaque a essa informação.

Alberto Youssef operava para tucanos e demos do Paraná desde a primeira eleição de Jaime Lerner, em 1994. Assim como operou também para FHCe Serra em 1994 e 1998.

O Banestado, um dos bancos mais sólidos do sistema financeiro do país, foi saqueado pelos tucanos na década de 90. Após devastarem as finanças da instituição, o PSDB, que governava o país, iniciou um processo de privatização cheio de fraudes.

O Banestado foi então vendido para o Itaú, pela bagatela de R$ 1,6 bilhão.

Existem acusações de que a privatização do Banestado gerou prejuízo de R$ 42 bilhões aos cofres públicos.

Mas tucanos podem tudo.

Depois de tanta roubalheira, o único condenado foi o mordomo, o doleiro Alberto Youssef, um homem de origem simples que ficou milionário operando para a elite tucana.
Mas a elite tucana é magnânima, e o juiz Sérgio Moro absolve o doleiro após um ridículo acordo de delação premiada, que não resultou em nada.
Este é o Sérgio Moro que a mídia chama de “duro”.

Em agosto deste ano, Youssef é preso outra vez e Moro cancela o acordo anterior de delação premiada do doleiro.

O juiz e a elite tucana tinham outros planos para o doleiro. Ele poderia ser útil numa operação midiática para derrotar Dilma nas eleições de 2014.

O advogado do doleiro, Antônio Augusto Figueiredo Basto, tem profundas conexões com o PSDB. Foi membro do conselho da Sanepar, estatal paranaese que cuida do saneamento do estado, e foi também advogado de doleirostucanos envolvidos no trensalão.

Os escândalos de corrupção no PSDB paranaense envolvem mais nomes. Em 2001, a Procuradoria de Maringá acusou o prefeito tucano Jairo Gioanoto de desvios superiores a R$ 100 milhões, feitos durante o período de 1997 a 2000. Em valores atualizados, esse montante aproxima-se de R$ 1 bilhão.

E quem aparece nesse escândalo, mais uma vez?

Ele mesmo: Alberto Youssef.

Trecho de matéria publicada na Folha, em 4 de março de 2001:

“Um dos nomes sob investigação, o ex-secretário da Fazenda de Maringá, Luís Antônio Paolicchi, apontado como pivô do esquema de corrupção, afirmou, em depoimento à Justiça, que as campanhas de políticos do Paraná, como o governador Jaime Lerner (PFL) e o senador Álvaro Dias (PSDB), foram beneficiadas com dinheiro desviado dos cofres públicos, em operações que teriam sido comandadas pelo ex-prefeito Gianoto.

A campanha em questão foi a de 1998. “A pessoa que coordenava (o comitê de Lerner em Maringá) era o senhor João Carvalho (Pinto, atual chefe do Núcleo Regional da Secretaria Estadual de Agricultura), que sempre vinha ao meu gabinete e pegava recursos, em dinheiro”, afirmou Paolicchi, que não revelou quanto teria destinado à campanha do governador -o qual não saberia diretamente do esquema, segundo ele.

Quanto a Dias, o ex-secretário disse que Gianoto determinou o pagamento, “com recursos da prefeitura”, do fretamento de um jatinho do doleiro Alberto Youssef, que teria sido usado pelo senador durante a campanha.

“O prefeito (Gianoto) chamou o Alberto Youssef e pediu para deixar um avião à disposição do senador. E depois, quando acabou a campanha, eu até levei um susto quando veio a conta para pagar. (…) Eu me lembro que paguei, pelo táxi aéreo, duzentos e tantos mil reais na época”, afirmou.”

Todas as histórias que envolvem o doleiro Alberto Youssef e seus advogados desembocam em escândalos tucanos: Banestado, caixa 2 de campanhas demotucanas na década de 90, desvios em Maringá, trensalão.

Todavia, na última hora, os tucanos e a mídia levaram um susto.

Houve uma fissura na conspirata para prejudicar Dilma, quando apareceu um dos “testas de ferro” do doleiro, o senhor Leonardo Meirelles.

Em depoimento à Justiça, Meirelles acusou Youssef de operarpara o PSDB, e de ter como “padrinho” um político de oposição do estado do Paraná, praticando nomeando Álvaro Dias (e confirmando o depoimento do secretário da fazenda de Maringá, citado acima).

Assim que a informação do testa de ferro de Youssef veio à tôna, o advogado do doleiro, Antônio Augusto Figueiredo Basto, iniciou uma operação midiática desesperada para negar que seu cliente tivesse operado para o PSDB. A mídia seguiu-lhe os passos, tentando neutralizar uma informação que poderia atrapalhar os planos de usar o doleiro para derrotar Dilma.

Em segundos, todos os jornais deram um destaque desmedido à “negativa” de Youssef de ter operado para o PSDB.

Só que não tem sentido.

A própria defesa do doleiro, em suas argumentações contra a condenação imposta por Sérgio Moro, pela Ação Penal de 2004, extinta e retomada agora, diz que os US$ 1,5 milhão que ele internou no país em 1998 foramdestinados à campanha de Jaime Lerner, candidato demotucano ao governo do Paraná.
Como assim ele não operou para o PSDB?

Youssef operou a vida inteira para o PSDB! Era a sua especialidade!
Tentar pregar uma estrelinha do PT no peito do doleiro não vai colar.
Alberto Youssef é um produto 100% tucano.

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

O que acontece com os Bolsonaros fora do Brasil?

Ministra da Itália Cécile Kyenge foi insultada pelos seus oponentes. / T. G. (REUTERS)
Meio Brasil levou as mãos à cabeça após escutar o deputado Jair Bolsonaro berrar no Congresso: “Eu não te estupro porque você não merece”. A frase, dedicada à deputada federal Maria do Rosário, indignou todo tipo de organizações feministas, de direitos humanos e quase 250.000 pessoas que assinaram pelo #ForaBolsonaro no site Avaaz.org, além de mobilizar os parlamentares. Há quem tenha se animado a exclamar o "isso só no Brasil”, mas há Bolsonaros em muitos países e eles, acreditem, acabam se desculpando ou pagando o preço da pérola.

Itália

Os italianos ficaram escandalizados no ano passado com a perseguição racista e machista que sofreu a ministra de Integração, Cécile Kyenge, por parte dos seus colegas políticos, que a chamaram de “zulu” a “macaco congolês”.
Para citar apenas um exemplo, o eurodeputado pelo xenófobo Liga Norte Mario Borghezio, que afirmou publicamente que ela estaria melhor de criada. Borghezio foi suspenso do grupo Europa da Liberdade e da Democracia no parlamento europeu. A expulsão foi liderada pelos colegas britânicos que consideraram a declaração “vergonhosa e raivosa”.
Semanas depois, alheia à polêmica do sócio de partido, uma conselheira municipal, Dolores Valandro, perguntou em caixa alta no seu Facebook: “Mas não tem ninguém que a estupre?”.

Desta vez, o partido de Valandro, conhecido pela perseguição política a imigrantes, considerou “inqualificável” a declaração, e a política acabou se desculpando após apagar a bomba da rede social: “Não sou má. Foi apenas uma piada. Às vezes desabafo assim. Peço perdão, eu não sou violenta”.

França

Em outubro de 2013, Anne-Sophie Leclere, candidata pelo ultradireitista Frente Nacional (FN) às eleições municipais da pequena localidade de Rethel, na província de Ardennes, publicou na sua página de Facebook uma fotomontagem em que comparava a então ministra da Justiça, Christiane Taubira, que é negra, com um macaco. E completava: “Eu prefiro vê-la em uma árvore que no Governo”. Uma reportagem divulgou o conteúdo da página (cuja proprietária não retificou) promovendo um escândalo midiático que indignou a França. “Não é mais que um assunto tratado com humor”, justificou.
Mas seu partido, comandado por Marie Le Pen e que lidera algumas pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais, a expulsou das suas filas e da lista municipal para a prefeitura. E não ficou por aí. O partido da ministra Taubirá denunciou a aspirante a prefeita nos tribunais e, em julho deste ano, ela foi condenada a nove meses de prisão e a uma multa de 50.000 euros (171.500 reais) a ser paga junto ao seu partido. A sentença se baseou em uma lei francesa de 1881 que castiga as declarações racistas.

Espanha

A cidade de Valladolid, no noroeste da Espanha, tem um prefeito que embaraça o conservador Partido Popular várias vezes por legislatura. Francisco Javier León de la Riva estreou na polêmica em 2007 ao falar que toda vez que via o “biquinho” da ex-ministra de Saúde Leire Pajín pensava “a mesma coisa”. Ele não especificou que "coisa", mas deu a entender que era de conteúdo sexual. O prefeito, que comanda sua cidade desde 1995, se desculpou pelo "excesso verbal”, mas protagonizou mais tarde outros escândalos ainda mais polêmicos. O alvo favorito foi sua oponente nas municipais Soraya Rodríguez. “Qualquer dia alguém vai dizer que a estuprei, mas na verdade teria que ter...”, disse insinuando que não dava nem vontade de abusar da adversária.
A última pérola chegou a ser trending topic mundial no Twitter. Diante das recomendações do Ministério do Interior para evitar agressões sexuais, o prefeito afirmou que estava com medo de entrar com uma mulher no elevador: “Se ela quiser me meter em uma cilada, arranca o sutiã, a saia e sai dando gritos, dizendo que você tentou agredi-la”. Mais uma vez, o sexagenário se desculpou, disse que foi mal-interpretado e prometeu “maior continência verbal” no futuro. E assim tudo deu em nada.

Alemanha

Em outro patamar, os parlamentares alemães também cometem seus excessos. Há menos de um mês, o líder parlamentar dos democratas-cristãos, Volker Kauder, chamou de “chorona” a ministra da Família, a social-democrata Manuela Schwesig, pouco antes de ser aprovada uma cota feminina de 30% nos conselhos das grandes empresas. A premiê Angela Merkel foi quem pediu desculpas, pessoalmente, pelas declarações do correligionário.

No Maria da Penha Neles.

Senado aprova projeto que tipifica o feminicídio no Brasil

Tânia Rego/ABr
Prisão para assassinatos de mulheres por questão de gênero pode variar de 12 a 30 anos

Foi aprovado no último dia (17), no Senado Federal, o projeto de lei inclui o crime de feminicídio no Código Penal. Com isso, matar uma mulher por motivação de gênero passa a ser um agravante do homicídio e levar a uma pena de 12 a 30 anos de prisão.
O relatório, que agora segue para a Câmara dos Deputados, considera razões de gênero a violência doméstica e familiar, a violência sexual, a desfiguração ou mutilação da vítima ou o emprego de tortura ou qualquer meio cruel e degradante.
A proposta foi formulada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da violência contra a mulher e ganhou força após as declarações do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) de que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque “ela não merecia”.
A relatora do processo, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), criticou a atitude de Bolsonaro. Para ela, declarações como a dele motivam o país a endurecer as leis para coibir a violência contra as mulheres.
No relatório, a senadora também aponta que mais de quatro mil mulheres foram assassinadas no Brasil de 2000 a 2010 e que "a tipificação do feminicídio também não vai permitir interpretações jurídicas inaceitáveis, como as que reconhecem a violência contra a mulher como crime passional”.
Ainda foi acrescida uma emenda no projeto inicial, da senadora Vanessa Grazziotin (PC do B - AM), que agrava a pena em caso do crime ser praticado contra idosas, menores de 18 anos, gestantes ou mulheres em condição física vulnerável.

No Brasil de Fato

Zuenir Ventura: personagem, testemunha e narrador da História

Zuenir Ventura

Zuenir Ventura é uma testemunha da história. Jornalista, professor e agora imortal da Academia Brasileira de Letras, ele viveu para contar e resgatar a memória de um dos períodos mais sombrios da história recente do Brasil. Seu livro “1968 - o ano que não terminou” é um dos mais célebres registros sobre a época da ditadura militar.

Zuenir VenturaZuenir Ventura A edição especial do Brasilidade traz um personagem cujo papel fundamental tem sido transmitir às diferentes gerações a necessidade de se falar sobre princípios básicos como liberdade e democracia. “Você precisa do passado para entender o presente e para construir o seu futuro”, pondera.

O jornalista diz que até hoje ainda é difícil lembrar do que aconteceu com pessoas próximas; vítimas de perseguições, torturas e mortes. Para escrever “1968”, Zuenir diz que ouviu muitas pessoas e mergulhou em documentos, registros e qualquer outra forma de traduzir, com fidelidade, os episódios e situações históricas. “Em 1987, quando eu estava escrevendo sobre 68, eu só pensava em 68. Quase não lembro do que aconteceu em 87, eu acho que fiquei até meio chato, porque só perguntava às pessoas onde elas estavam e o que elas estavam fazendo em 68”, conta.

Para Zuenir, um dos episódios mais marcantes foi o dia 13 de dezembro daquele ano, quando foi instituído o AI-5, revogando direitos individuais e deflagrando diversas operações de captura, tortura e assassinatos. Ele diz que a censura, as perseguições e o cerceamento à informação foram os principais prejuízos para a sociedade da época. “A matéria prima do jornalista, que é a liberdade, é o ar que a gente respira. Eu acho que o prejuízo maior foi para a sociedade, porque, claro que nós, jornalistas, sofremos muito, mas a sociedade ficou sem saber o que estava acontecendo. Hoje, quando um jovem diz para mim assim: ‘Não, mas olha, hoje também, hoje tem censura do mercado’, eu falo: ‘Olha, você não sabe o que é viver sob censura’, avalia.

Ele lembra do episódio de uma tentativa de tentar retratar o contexto da época sem o veto imposto pela censura. “Tem uma edição histórica do Jornal do Brasil que tenta furar a censura. Saía assim, em cima do jornal, no cabeçalho, ao lado, a temperatura, a meteorologia, e aí a meteorologia daquele dia era assim: ‘Tempo escuro, sujeito a tempestade, não sei o quê’, que era uma forma, era uma tentativa de você passar a informação de que estava sob censura, mas era tudo muito sutil, que o leitor, o leitor médio, ele não percebia. Mas aí começa a tentativa de você passar, de alguma maneira, a informação para o seu leitor, mas era muito difícil”, lembra.

O próprio Zuenir foi vítima da repressão do período. Preso sem nenhuma acusação formal, passou três meses encarcerado, mas não chegou a sofrer nenhum tipo de violência física. “Eu fui preso sem a menor razão, eu não participei de nenhum movimento. Eu acompanhava, eu era professor, eu acompanhava os jovens numa passeata, numa assembleia, mas nada de importante. Não tinha nenhuma importância política e eu fui preso como muitos foram naquela época, sem saber o porquê. Naquele momento você nunca estava livre da ameaça de tortura, você nunca sabia se chegaria o seu dia. Tive a sorte de ser bem tratado, não ser torturado, mas outros amigos meus, não. E é muito triste lembrar disso”, relata.

Passados 50 anos do golpe militar, Zuenir diz que o Brasil avançou em sua democracia ao instituir a Comissão Nacional da Verdade e passar a limpo um dos episódios mais marcantes de sua história recente. “Eu sofria demais vendo outros países que já tinham comissão da verdade e o Brasil se recusava a abrir os seus arquivos, abrir o seu passado. Está sendo feito e está sendo feito com muito critério, está sendo feito sem nenhum espírito de revanche, sem nenhum espírito de vingança. O que está se querendo fazer é exatamente descobrir o seu passado, rever o seu passado, a sua história e não repetir. Aquele ciclo não tinha se fechado ainda, sem a Comissão da Verdade, sem esse balanço ”, diz.


Fonte: Palácio do Planalto

29 de Dezembro na história

1917 - Dia do fruto da greve   
  
Lei estadual (SP), conquista da greve geral de 1917: proíbe o trabalho de menores de 12 anos e o trabalho noturno de mulheres e crianças.

Meninos operários de São Paulo, antes da lei   
 
1845:Os EUA anexam o Texas, antes território mexicano.
  
1879: 
4 mil vão ao palácio imperial no Rio, protestar contra o preço do bonde. São barrados pela polícia.
  
1906:
O Ministério da Indústria é absorvido pelo da Agricultura, reflexo da visão agrarista da República Velha.
  
1913:
Rebeldes do Contestado rechaçam ataque do Exército ao reduto de Taquaruçu, SC.
  
1919:
Greve geral de 7 dias na Bulgária.
  
1929:
3º congresso do PCB, (Niterói), 31 delegados (16 operários) representando 800 filiados. Aprova a aliança com os tenentes.
  
1972:
A repressão aniquila bases do PCBR no Rio e Recife; 7 mortos.
  
1974:
Os Waimiri-Atroari de RR-AM matam 4 funcionários da Funai.
  
1983:
Começa na Argentina o julgamento dos torturadores e assassinos da ditadura de 76-83.
  
1990:
Menem indulta o gen. Videla e outros chefes da ditadura de 76-83 na Argentina.


1996:

Acordo guerrilha-governo encerra 36 anos de conflito na Guatemala, com 150 mil mortos.
Guerrilha
guatemalteca,
Olivio
Martínez


Vermelho

domingo, 28 de dezembro de 2014

28 de Dezembro na história

1918 - Dia das sufragistas                                     
Berta Lutz, 24 anos, bióloga recém-formada pela Sorbonne, publica na revista A Semana, artigo pró-direitos da mulher. A luta pelo voto feminino ganha impulso no Brasil.

Sufragistas, na maldosa visão de Raul Pederneiras, 1914
1822:Ofensiva geral brasileira na Guerra de Independência, BA.
1831:
Charles Darwin, 22 anos, inicia viagem de pesquisa que incluirá o Brasil e fornecerá bases à teoria de evolução.
1895: 
Os irmãos Lumière fazem em Paris a 1ª exibição pública do cinema.
1923:
Em Ponta Grossa, PR, tenentes tentam prender o min. da Guerra.
1925:
A Coluna Prestes ataca Teresina, PI.


1926:

Convênio dos 7 estados (PE-BA-AL-PB-SE-RN-CE) contra Lampião.
Lampião,
cerâmica
popular
nordestina
1968:
Incursão militar de Israel no Líbano.

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