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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Paixão Palmeirense - Sandra R. Souza é Flagrada pela lente do Esporte Espetacular

Minha amiga Sandra R. Souza, palestrina apaixonada, esteve na mira da lente do Esporte Espetacular, o amor, a angustia e o lamento dos palmeirenses, estão traduzidos em seu semblante ao ver a equipe amargar pela segunda vez a queda para a série B do campeonato brasileiro. Como diz a máxima: "uma imagem vale por mil palavras".


Expectativa de vida do brasileiro chega a 74 anos e 29 dias

A expectativa de vida dos brasileiros ao nascer chegou a 74 anos e 29 dias em 2011. Na comparação com 2000, o ganho foi de três anos, sete meses e 29 dias. Com relação a 2011, o crescimento é de três meses e 22 dias. Os dados fazem parte da Tábua de Mortalidade do IBGE, divulgada nesta quinta-feira (29).


Conforme os dados, o aumento, na última década, foi maior para os homens do que para as mulheres. Enquanto os homens tiveram aumento na esperança de vida de 3,8 anos, a das mulheres ficou em 3,4 anos no período. Conforme a tábua, o acréscimo na esperança da vida dos homens é de cinco meses e 23 dias a mais do que para a população feminina.

Mesmo assim a expectativa de vida das mulheres é superior a dos homens. Em 2011, um recém-nascido homem tinha como expectativa de vida 70,6 anos. A esperança de vida de uma mulher, naquele ano, era de 77,7 anos, diz o IBGE.

Mortalidade infantil

Em 2011, a taxa de mortalidade infantil (de crianças com até um ano) ficou em 16,1 mortes para cada mil nascidos vivos - queda de 76,7% desde 1980. Já a taxa de mortalidade na infância (até cinco anos), foi de 18,7 por mil nascimentos - redução de 49% em relação a 2000, cujo valor foi de 36,6 por mil.

O Censo de 2010 cruzou informações sobre a ocorrência de óbitos com variáveis associadas às características dos domicílios. Nas casas com rede geral de esgoto, a taxa de mortalidade infantil foi de 14,6 óbitos para cada mil nascidos vivos e a taxa de mortalidade na infância, de 16,8 óbitos para cada mil nascidos vivos - ambas abaixo das médias nacionais, diz o IBGE. Já nos domicílios com esgotamento por vala, essas taxas subiram para 21 por mil nascimentos (mortalidade infantil) e 24,8 por mil nascimentos (mortalidade na infância).


A taxa de mortalidade na infância para o Brasil em 2010, revisada com dados do Censo, foi estimada em 19,4, alcançando, conforme o IBGE, a meta estipulada para o quarto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), da ONU, para 2015 (19,9 por mil).


Tábuas

As tábuas de mortalidade, divulgadas anualmente até 1º de dezembro, são usadas pelo Ministério da Previdência como parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do regime geral.

Da Redação do Portal Vermelho,
com agências

Empresa do ES transforma grão de café em doce tipo chocolate

No Dag Vulpi 


A ideia parece um tanto simples: se o cacau um dia foi bebida e se transformou em doce para ser mordido (e adorado), por que o café não poderia trilhar o mesmo caminho? Em busca de um energético para lançar no mercado, a empresa de chocolates SPA, do Espírito Santo, se fez essa pergunta marota e criou o Coffee Beans. Trata-se de um curioso docinho em forma de grão de café que é, em resumo, “café de comer”.

Coffee Beans, café para comer. FOTOS: Cynthia Almeida Rosa/Estadão
Os criadores do produto usam grãos arábica da variedade Mundo Novo, cultivados no Sul de Minas Gerais, que têm, segundo eles, “notas de caramelo e chocolate, com acidez cítrica suave”. Aplicam uma torra média para escura, moagem bem fina e misturam o pó a manteiga de cacau (em torno de 30% do confeito), para conseguir a textura macia. O resultado dessa fórmula é um docinho marrom, que ao incauto parece até chocolate.

O De Grão em Grão levou os Coffee Beans para que especialistas provassem as três versões do produto: ‘espresso’ (com café e açúcar), ‘café com leite’ (café, açúcar e leite em pó) e ‘cappuccino’ (café, açúcar, leite em pó e cacau em pó). Experimentaram conosco as baristas Cecilia Sanada, consultora de cafés, e Gelma Franco, proprietária do Il Barista, e a chocolatière Luciana Lobo, da Cau Chocolates.

Coffee Beans em três versões, 
‘espresso’, ‘café com leite’ e ‘cappuccino’.
Todas foram unânimes em um ponto: é um produto curioso pela proposta, mas que requer ajustes. “É interessante. Quanta matéria-prima descartamos em forma de borra? Teríamos um uso integral do café”, opina Cecilia Sanada, que tem o costume de mascar o grão puro em sessões de torra, um truque para verificar se atingiu o ponto adequado no processo.

Provamos os doces isoladamente e depois harmonizando-os com cafés e com leite. Veja as opiniões.

O confeito

Sabor ‘Espresso’

Cecilia: há um residual de um bom café, mas acredito que a torra esteja errada, talvez escura demais. Aqui ele está potencializado em sabor. Também diminuiria um pouco o açúcar. Não consigo sentir as notas de um grão do Sul de Minas, talvez por causa da gordura.
Gelma: É interessante, marcante. Não vejo problema de torra, mas o açúcar em excesso mascara o café.
Luciana: É muito parecido com um chocolate de varejo em sua consistência, mas não derrete fácil da boca, provavelmente por causa de gordura hidrogenada. Não tem brilho e poderia ter menos açúcar. O aroma (olfato) é mais interessante do que o sabor. Lembra bastante café.


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Funciona assim:


Brasil, será que o futebol é tão importante assim?

Pensemos nestas estatísticas:


O preconceito dos alemães e a tendência à extrema-direita

1 em cada 6 alemães orientais tende à extrema direita, mostra estudo

Segundo estudo recente sobre tendências de extrema direita na Alemanha, realizado por pesquisadores da Universidade de Leipzig, quase 16% dos alemães do Leste – até 1990 sob governo comunista – cultivam uma visão de mundo de extrema direita. Em 2002, essa taxa era de 8,1%. No Oeste alemão, em contrapartida, a percentagem caiu de 11,3% para 7,3%. Pode-se, portanto, afirmar que as tendências no Leste e no Oeste desenvolveram-se de forma oposta nos últimos anos.

Neonazistas marcham 
nas ruas da cidade de Ramagen, 
na Alemanha. (Foto: divulgação)
Já o preconceito em relação a muçulmanos é verificado em todo o país, conforme a pesquisa. “Nossos números demonstram que a hostilidade contra o Islã é partilhada pela maioria da população, e que declarações xenófobas também são partilhadas pela maioria das pessoas nos estados da antiga República Federal Alemã (RDA).” Assim, o pesquisador Elmar Brähler resume os resultados do estudo.

Professor de psicologia e sociologia, Brähler é um dos três autores da pesquisa Die Mitte im Umbruch (A reviravolta do centro), encomendada pela Fundação Friedrich Ebert, ligada ao Partido Social Democrata da Alemanha (SPD). No estudo foram medidas seis dimensões do extremismo de direita: simpatia por uma ditadura autoritária de direita, chauvinismo, xenofobia, antissemitismo, darwinismo social e minimização do nazismo.
Ascensão dos jovens extremistas

As enquetes vêm sendo realizadas a cada dois anos, desde 2002. Esse estudo, portanto, é mais do que uma análise instantânea da situação, mas expressa também tendências de longo prazo. Agora, uma tal tendência é claramente discernível, sobretudo no Leste alemão.
Especialmente alarmante é o fato de a propensão à extrema direita na região ser característica de uma nova geração, apontam os autores. Enquanto no passado se traçava uma relação entre o avanço da idade e um posicionamento radical, atualmente são os jovens alemães orientais a acusar altas taxas. Também pela primeira vez o antisseminitsmo é mais difundido no Leste do que no Oeste alemão.

Ainda assim, os autores advertem que não se pode associar o radicalismo de direita simplesmente como um problema dos antigos estados da Alemanha comunista. Um exame mais detalhado demonstra que o fator decisivo é a má situação econômica em que os entrevistados vivem – o que também vale para o Oeste.
Prova disso é o alto grau de xenofobia verificado entre os desempregados. Os autores do estudo partem do princípio de que a conjuntura social tem maior influência sobre as atitudes de extrema direita do que as notícias sobre neonazismo, como os recentemente descobertos assassinatos cometidos pela célula terrorista Clandestinidade Nacional-Socialista (NSU), de Zwickau.
Primeiras estatísticas sobre islamofobia

Para a pesquisa foram entrevistados pessoalmente cerca de 2.500 participantes em meados de 2012. Pela primeira vez, a opinião sobre o islamismo foi tema, pois nos últimos anos os partidos populistas de direita vêm apostando de forma crescente na propaganda anti-islamista. Assim, sugerem os autores, a islamofobia deve ser encarada como “droga de introdução ao vício” do extremismo.
Neste caso, mais da metade das pessoas arguidas concordaram com as afirmativas de que o mundo islâmico seria retrógrado e que o Islã, como religião arcaica, seria incapaz de se adaptar ao presente. Mais de 45% negam que representantes islâmicos tenham direito de criticar o mundo ocidental. “Esta é uma porcentagem assustadoramente alta”, comenta Oliver Decker, coautor do estudo.

Os pesquisadores sublinham que a educação funciona como um fator de proteção contra a ideologia de direita radical. O problema das atitudes de extrema direita também é bem menos difundido nas regiões com forte presença de imigrantes.

No entanto, as presentes estatísticas devem permanecer como sinal de alarme para a política alemã, reforçam os autores. Eles reivindicam que as medidas antiextremismo de direita sejam definidas como tarefas transversais, ou seja: um problema que afeta todos os setores da vida em sociedade.

Deutsche Welle. Tradução: CartaCapital - Via Pragmatismo Político 

Marilena - O caso Sebastião Camargo Filho

Fazendeiro é condenado à prisão por morte de sem-terra.


CURITIBA - O proprietário rural Teissin Tina foi condenado na madrugada de ontem pela morte do sem-terra Sebastião Camargo Filho, em 1998, no noroeste do Paraná.
Além dele, Osnir Sanches, acusado de ser pistoleiro e comandante da ação, também foi julgado e condenado por homicídio qualificado.
Tina era o dono da fazenda Boa Sorte, em Marilena (a 570 km de Curitiba), onde Camargo estava acampado e foi morto. Na época, o local estava em processo de desapropriação. A propriedade deu lugar ao assentamento Sebastião Camargo Filho, onde vivem hoje cerca de 40 famílias.
Os sem-terra estavam acampados na fazenda havia três meses quando ocorreu o ataque, na madrugada de fevereiro de 1998, feito por um grupo de pistoleiros e proprietários rurais da região.
Camargo, 65, morreu com um tiro na nuca. Segundo testemunhas, ele não conseguia se deitar no chão por um problema de coluna, e por isso foi baleado.
O acusado de ter disparado o tiro, segundo relatos de testemunhas, é Marcos Prochet, ex-presidente da UDR (União Democrática Ruralista). Ele seria julgado anteontem, mas mudou de advogado recentemente e, por isso, seu júri foi adiado para o início de 2013.
A defesa de Tina sustentou que o fazendeiro havia sido convidado para uma passeata, e não sabia que haveria uma ação violenta. O advogado de Sanches afirmou que ele agiu em legítima defesa do direito de propriedade.
Teissin Tina foi condenado a seis anos de prisão por homicídio simples. Sanches, a 14 anos por homicídio qualificado. Ambos irão recorrer da sentença em liberdade.

Via Diário do Noroeste.

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Júri Sebastião Camargo  
No Terra de Direitos - Organização dos Direitos Humanos.
Camponês sem terra Sebastião Camargo Filho foi morto em 1998, em Marilena, Noroeste do Paraná, por milícia privadas ligada à União Democrática Ruralista (UDR). O latifundiário Marcos Prochet, na época presidente da UDR, é um dos acusados pelo crime.
Passados 14 anos do assassinato do agricultor sem terra Sebastião Camargo Filho, em Marilena, região Noroeste do Paraná, o caso vai a júri popular no dia 27 de novembro, em Curitiba. Entre os quatro acusados a serem julgados está o ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR) Marcos Menezes Prochet. Além dele, serão julgados Teissin Tina, proprietário da Fazenda Boa Sorte onde Camargo foi assassinado, Augusto Barbosa da Costa e Osnir Sanches, integrantes da milícia privada da região, organizada pela UDR.
O júri tem grande relevância por ser o primeiro no Paraná em que um latifundiário vai para o banco dos réus por participação em crime relacionado à disputa por terras. “A não realização da reforma agrária e a situação de impunidade relacionada com os crimes contra trabalhadores rurais contribui para o aumento da violência no campo. A condenação dos acusados é medida de justiça que pode ajudar a prevenir novos conflitos fundiários no Estado”, afirma o coordenador da Terra de Direitos, Darci Frigo.
O assassinato de Sebastião Camargo foi o primeiro de uma série de homicídios cometidos por pistoleiros: além dele, foram mortos Sétimo Garibaldi (1998), Sebastião da Maia (1999), Eduardo Anghinoni (1999) e Elias Gonçalves Meura (2004), entre outros trabalhadores. Os crimes marcaram um período de grande violência no campo na região Noroeste do estado, especialmente durante o governo Jaime Lerner.
O crime ocorreu no dia 7 fevereiro de 1998, na Fazenda Santo Ângelo, ocupada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Testemunhas relatam que um grupo de 30 pistoleiros armados e vestidos de preto obrigaram as 70 famílias acampadas a deitar no chão, com o rosto voltado para baixo. Sebastião Camargo Filho, com 65 anos, sofria de um problema cervical que o impedia de permanecer agachado. Ao ver que o trabalhador não cumpriu sua ordem, o homem que comandava o despejo apontou uma escopeta calibre 12 e disparou contra ele a menos de um metro de distância. O réu Marcos Prochet é acusado de ter dado o tiro. Antes de acamparem na Fazenda Boa Sorte, os trabalhadores ocuparam a fazenda Dois Córregos, em Querência do Norte, de propriedade de Marcos Prochet.
Dois dias antes do assassinato os trabalhadores acampados levaram ao Assessor Especial para Assuntos Agrários do Governo do Estado do Paraná a preocupação a possibilidade de despejo violento planejado pela UDR. As denúncias foram ignoradas e nenhuma medida foi tomada.
No dia seguinte ao crime, com base em uma chamada anônima, as autoridades prenderam na fazenda Figueira, no município de Guairaça/PR, sete suspeitos de participação no despejo violento. Junto com os suspeitos também foram encontradas várias armas de grosso calibre e munição, entre as quais 100 cartuchos calibre 12 deflagrados, além de capuzes e camisas pretas sem identificação. Apesar das fortes provas contrárias aos sete pistoleiros detidos, eles foram liberados 35 dias depois.
Apesar das múltiplas declarações expressas na investigação policial, que reconheciam Marcos Menezes Prochet como autor do disparo contra Sebastião Camargo, em 5 de maio de 2000, investigação criminal vinculou aos crimes de homicídio culposo e formação de quadrilha somente Teissin Tina e Osnir Sanches.
Prochet, a princípio, não foi incluído na denúncia formulada pelo Ministério Público do Paraná, 29 de agosto de 2000, quando apenas Teissin Tina e Augusto Barbosa da Costa, foram acusados do homicídio de Sebastião Camargo. Apenas em 2 de março de 2001 houve o aditamento da denúncia e foram incluídos como co-autores o ex-presidente da UDR e Osnir Sanches. O aditamento foi feito por haver muitas provas da participação de Prochet no crime.
A demora nas investigações resultou na prescrição de vários dos crimes cometidos na desocupação forçada, além disso, outros delitos foram injustificadamente descartados pelo Ministério Público. Apesar de a lei brasileira estabelecer o prazo de um mês para a realização da investigação policial, neste caso a investigação demorou 25 meses, em que pese o fato de três dos delitos investigados terem prescrito 24 meses depois de ocorridos os fatos.
A primeira sentença foi dada em 2007, nove anos depois do assassinato, quando houve a decisão de enviar para Júri Popular os quatro réus. Desses acusados, apenas Prochet apresentou recurso contra a decisão. A pedido da Terra de Direitos e com o encaminhamento do Ministério Público de Nova Londrina, o júri foi marcado com os quatro acusados.
Em 2011, 11 anos após o assassinato do trabalhador rural Sebastião Camargo Filho no Paraná, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) responsabilizou o Estado Brasileiro pelas violações ocorridas do direito à vida, às garantias judiciais e à proteção judicial.


Wagner Gomes: A “nova classe média” e a velha ideologia burguesa

Dezenas de milhões de pessoas foram resgatadas da condição de extrema pobreza no Brasil desde a eleição de Lula em 2002, graças às políticas de redistribuição de renda instituídas pelo governo, com destaque para a valorização do salário mínimo, e à salutar expansão do mercado de trabalho. 


Por Wagner Gomes*, na CTB


O que a imprensa chama de nova classe média
 na verdade é uma extensão da classe trabalhadora
O fenômeno é inegavelmente positivo. Falsa, porém, é a interpretação que o caracteriza como a emergência de uma nova classe média no Brasil, amplamente disseminada e vulgarizada pela mídia nativa.


Num livro recente em que refuta tal caracterização, o economista Marcio Pochmann mostra que a causa principal da mobilidade social em tela foi a criação de 21 milhões de novos postos de trabalho ao longo dos últimos 10 anos, sendo 94,8% deste total com salários equivalentes até 1,5 mínimo. O nível de desemprego, que tinha subido a 20% no governo FHC, despencou. Mas não se pode falar com seriedade em nova classe média. 

“Seja pelo nível de rendimento, seja pelo tipo de ocupação, seja pelo perfil e atributos pessoais, o grosso da população emergente não se encaixa em critérios sérios e objetivos que possam ser claramente identificados como classe média”, argumenta Pochmann. Trata-se, na realidade, de classe trabalhadora - e de baixa remuneração. Os dois conceitos conduzem a estratégias políticas diferentes, uma vez que os interesses e objetivos históricos da classe trabalhadora, reiterados a cada 1º de Maio, nem sempre coincidem com os da classe média, apesar de não serem antagônicos.

Embora pareça inofensivo, o falso conceito de classe média (que a mídia monopolista, como quem não quer nada, procura transformar em senso comum), serve a um propósito ideológico e político reacionário, que é o de incutir neste novo contingente de assalariados a cultura do consumismo e do individualismo, tornando-os consumidores em vez de cidadãos.

É uma operação ardilosa da velha ideologia liberal-burguesa, hoje travestida de neoliberalismo, cujo objetivo é obscurecer a identidade e a consciência de classe das trabalhadoras e trabalhadores, afastando-os com isto da busca de soluções coletivas para problemas sociais comuns, das lutas solidárias e das bandeiras classistas, que desde sempre inspiraram e guiaram o movimento operário e sindical. Podemos notar em tudo isto um significado análogo ao do novo idioma que o patronato usa para caracterizar o empregado, chamando-o de “parceiro” ou “colaborador”, como se já não existisse a subordinação do trabalho ao capital (atestado pelos altos índices de rotatividade) e o trabalhador tivesse sido alçado à condição de sócio da empresa.

O sindicalismo classista deve não só rechaçar o falso conceito em voga como também, e ao mesmo tempo, procurar compreender com maior rigor científico o fenômeno social em questão, de forma a abordar este novo contingente da classe trabalhadora com espírito classista, visando sua conscientização, sindicalização e incorporação nas lutas sociais. Desta forma, daremos à agenda da 2ª Conclat por um novo projeto nacional de desenvolvimento com soberania e valorização de trabalho a energia e a força de amplas massas. 

*Wagner Gomes é presidente da CTB

Via Portal Vermelho

Posse de Joaquim Barbosa nasceu da coragem de Lula

Marcelo Semer Terra Magazine


Quando o ex-presidente Lula sinalizou que pretendia indicar um negro para compor o Supremo Tribunal Federal em 2003, a grande imprensa chiou e a comunidade jurídica torceu o nariz.
Supremo não é lugar para cotas, não se pode mensurar capacidade de ministro pela cor da pele. Essas e tantas outras objeções foram ouvidas a granel à época.
Nove anos depois, Joaquim Barbosa é saudado com pompa e circunstância como o primeiro negro a presidir o STF –mas uma coisa não existiu sem a outra.
Deu-se o mesmo, é verdade, com o ex-presidente Fernando Henrique ao nomear, também com enorme e inexplicável atraso, a primeira mulher para nossa Suprema Corte.
Como Barbosa, Ellen Gracie também tinha competências de sobra para ocupar o lugar que ocupou –mas eles teriam chegado lá com a inércia e a força da tradição que vinham marcando o poder há décadas?
Que proporção de mulheres em cargos de liderança ou de negros na Justiça temos, até os dias de hoje, para poder considerar isso “normal”?
Em muitas situações, o preconceito é sutil demais para nos darmos conta. Rompê-lo exige mais esforço do que parece à primeira vista, mais coragem do que os engenheiros de obra feita tinham para confrontá-lo.
Na democracia, não pode haver uma luta mais importante do que a da igualdade –não há sentido em um poder que se orgulha de emanar do povo, se parte considerável do povo permanece alijado e estranho a ele.
O caminho da igualdade, no entanto, está longe de ser suave. Cada passo provoca uma intensa reação.
A classe média, que está acostumada a ir de carro para o trabalho e de avião para as férias, já constatou a aspereza da ascensão social. Há muito mais trânsito nas ruas e aeroportos lotam como rodoviárias.
O Brasil, enfim, se dá conta que ainda não é um país preparado para todos.
A “high society” que se alimenta, sobretudo, da exclusividade, não suporta o mais remoto traço de semelhança. Como lembrou Danuza Leão, em recente artigo, “Qual a graça de viajar para os Estados Unidos se por cinquenta reais mensais o porteiro do prédio também pode ir?”
Quanto mais os privilégios vão sendo rompidos, mais a indignação de quem se acostumou com o legado da zona de conforto se aprofunda.
Disputar o ingresso na faculdade com os filhos da empregada jamais passou pela cabeça de uma geração tão bem nascida.
Pode-se criticar a baixa rotação da redução de desigualdades e apontar um certo ufanismo no discurso que supõe reeditar o “milagre brasileiro”. Mas que isso não sirva apenas de pretexto para estancar um processo que se espera irreversível.
A economia ganha com o mercado consumidor forte, a indústria lucra com a capacitação da mão-de-obra e ainda abrimos um leque de instrumentos mais eficazes que a prisão para lidar com a criminalidade.
Reduzir desigualdades é o que o país pode fazer de melhor para si mesmo.
Mas é preciso tomar iniciativas -a mão do mercado já mostrou que não faz isso por conta própria.

No MARIA DA PENHA NELES 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Paraguay - O "Golpe" foi realmente LEGÍTIMO

Imagem: Google (Por Burgos Cãogrino)

Franco anuncia descoberta de petróleo no Norte do Paraguai




Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O presidente do Paraguai, Federico Franco, anunciou nesta segunda-feira 26 que foi descoberta grande quantidade de petróleo na região do Chaco, no Norte do país, na fronteira com o Brasil, a Argentina e a Bolívia. Segundo o presidente, o governo se empenhará para que o Paraguai seja incluído na relação dos países produtores de petróleo. O anúncio de Franco ocorreu durante almoço com empresários brasileiros.

"O Paraguai é um país cheio de oportunidades. Se Deus quiser, na próxima semana, será encontrado mais petróleo de qualidade e abundância na região do Chaco, na Bacia de Perity", disse Franco. O Paraguai está suspenso do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em decorrência de suspeitas dos líderes regionais sobre o rompimento da ordem política durante o impeachment do ex-presidente Fernando Lugo,

Segundo Franco, até junho de 2013, o Paraguai estará entre os produtores de petróleo no mundo. As empresas responsáveis pela exploração do produto são Crescent Global Oil, cuja sede fica no Texas, nos Estados Unidos, e Pirity Hidrocarbonetos. A previsão é que a perfuração ocorra a partir de dezembro deste ano.

O Chaco é uma região extensa, com parte de deserto e pouco povoada. As autoridades paraguaias têm buscado petróleo nessa área para evitar a dependência estrangeira.

Fonte: 247
Imagem: Google (colocada por este blog)


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Relembrando 2006

O presidente dos Estados Unidos, George Bush, comprou 40 mil hectares de terras no Paraguai, na região do Chaco, próximo ao Pantanal brasileiro e de reservas de gás da Bolívia, afirma o site de notícias independente neike.com.py.

A informação não pôde ser confirmada pelo  Instituto Nacional de Desenvolvimento Rural e da Terra, encarregado das terras rurais do Estado paraguaio, mas coincide com a visita que Jenna Bush, filha de George Bush, está fazendo ao Paraguai, com apoio da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), cujo programa de atividades inclui visitas a acampamentos indígenas na região do Chaco - extensa região de aproximadamente 250 mil quilômetros quadrados que se estende ao norte e ao oeste de Assunção, e que faz fronteira com a Argentina, Bolívia e Brasil.

Fontes consultadas pelo site apontaram que Jenna visitará os campos adquiridos por seu pai, que estão relativamente próximos ao Pantanal brasileiro e das reservas de gás da Bolívia". O site, no entanto, admite que nenhuma fonte oficial confirmou a informação, mas disse que uma fonte segura confirmara à Neike que o presidente norte-americano comprou terras.

Um porta-voz do organismo disse que, na região do Chaco, a maior parte das terras corresponde a empresas privadas e que, se a compra for verdadeira, pode se tratar de uma transação por terras privadas e não do Estado.

Nessa região, o instituto pode vender apenas terrenos de entre 400 hectares e 4.000 hectares, a um preço de US$ 5 o hectare, informou um porta-voz do Departamento de Planejamento Físico e Cadastro da entidade, que também esclareceu que na mesma região existem proprietários que têm até 76 mil hectares, e que nas transações entre empresas privadas os preços variam entre US$ 40 e US$ 100 o hectare.

Fonte: Folha Online



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Podemos hoje comprovar que não foi à toa que George W. Bush comprou  40 mil hectares de terras "inóspitas" no Paraguai. 



"Coincidentemente" os EUA foi o primeiro país a reconhecer o governo de Federico Franco como "legítimo".

Mais uma vez (entre milhões de vezes) os EUA estão por trás (pela frente e pelos lados) de qualquer país onde possam tirar proveito.

Burgos Cãogrino

No BURGOS (Cãogrino) 

O ódio a Lula


O ódio (singular absoluto) a Lula

Por Weden

Lula é um político brasileiro com defeitos e virtudes. Se você não conseguir ver uma coisa ou outra é porque, certamente, a cegueira da paixão ou do ódio está tomando o seu corpo como um câncer.

O que se percebe no caso de Lula é que o ódio intenso tenta, sobremaneira, vencer o amor intenso. É uma luta. A luta entre o amor e o ódio a esse personagem da história  brasileira.

Outros já experimentaram do mesmo fel. Mas não sei se há concorrentes para Lula. Talvez nem Getúlio.

Quantitativamente, Lula está em vantagem. Mas os odiadores acreditam que seu ódio seria de melhor qualidade, uma espécie de crème de la crème do ódio - um ódio insuperável por qualquer amor de multidões.

É um ódio cultivado com gotas de ira diárias nas páginas dos jornais. E de revistas. Cultivado com olhos de sangue, faca entre os dentes, espinhos nas pontas dos dedos.

Só nos últimos meses, Lula já "esteve" por trás do relatório do CPI da Cachoeira, teve caso com a mulher presa na última operação da PF, já tentou adiar o julgamento, já produziu provas para se vingar de Perillo (porque ele teria sido o primeiro a avisá-lo do mensalão), já tentou subornar Deus para que terminasse a obra no domingo.

A paixão amorosa conhecemos bem. Vem daqueles que se identificaram com ele e com ele conseguiram ser lembrados pela primeira vez na história da política brasileira: seja pelos programas sociais, seja pela ascensão econômica, ou até simplesmente pelas características pessoais, culturais e linguísticas. Vem também do louvor à camisa, ao vermelho da camisa do PT.

Mas encontrar representantes do ódio não é tão difícil também. E, como qualquer sentimento que desafie a racionalidade, eles encontrarão justificativas em qualquer coisa.

Mesmo que o ódio se disfarce de termos falsamente conceituais (lulo-petismo, lulo-comunismo, lulo-qualquercoisismo), o ódio a Lula não é um ódio-conceito. Não é abstrato. É material. Corpóreo. Figadal. Biliar. Visceral.

Também não é ódio consequência. Não é um "ódio, porque..." É um "ódio ódio", um ódio em si mesmo, um ódio singular absoluto, que se disfarça de motivos: linguísticos, culturais, morais, econômicos, etc, mas sempre ódio.

Lula já foi acusado de trair a mulher, de violentar o companheiro de cela, de roubar o Brasil, de pentecostalizar a África, de fortalecer "ditaduras" latino-americanas, africanas, asiáticas, de se curar do câncer em hospital particular (sim, uma acusação), de assassinar passageiros de avião, de dar o título à Vila Isabel, de provocar a fuga do vilão no final da novela das oito; já foi acusado de dançar festa junina, de beber vinho caro, de torcer para o Corinthians, de comer buchada de bode, de ter amputado o próprio dedo para receber pensão, de ter a voz rouca, de ser gente, de estar vivo, de ter nascido...

Só um conselho para os odiadores: o inverso do amor não é o ódio, mas a indiferença. No caso em questão, o ódio só acentua e inflama a paixão daqueles que, em maioria dos votos, acabarão levando vantagem.

Sejam indiferentes a Lula, e a história se encarregará de fazer o resto.




Leia mais em: Blogosfera
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Unasul diz que Paraguai está pronto para eleições

O enviado especial da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) ao Paraguai, Salomón Lerner, afirmou que o processo eleitoral no país está caminhando para um "bom estágio". A suspensão do país da Unasul será um dos temas da Cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), em Lima, no Peru, no próximo dia 30, como afirmou o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.

O enviado da Unasul passou dois dias em reuniões com autoridades eleitorais paraguaias e líderes dos principais partidos políticos do país, incluindo o ex-presidente Fernando Lugo, para verificar os preparativos para as eleições marcadas para 21 de abril.

Suas observações darão origem a um relatório, que será analisado pelos presidentes dos países-membros da Unasul. “O que os documentos dizem é que a plena vigência da democracia é um ingrediente fundamental para o processo de integração. O que os chefes de Estado vão determinar é sobre a plena vigência da democracia”, disse Patriota, após reunião com o chanceler da Polônia, Radosław Sikorski, no Itamaraty.

“A eleição é uma forma [de estabelecer a democracia]. Esperamos que o processo eleitoral paraguaio transcorra da maneira mais democrática e transparente e pavimente a reincorporação do Paraguai na Unasul”, disse Patriota.

De acordo com o enviado especial, o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral (TSJE) do Paraguai tem "um bom manejo da situação" e as autoridades locais estão dispostas a cooperar para que o pleito ocorra da melhor maneira.

Ele também informou que a Frente Guasú, aliança composta por partidos de esquerda e que conta com a participação de Lugo, tem expressado preocupação com a transparência das eleições.

Patriota acrescentou que deve ser enviada uma missão de observadores da Unasul para o acompanhamento das eleições presidenciais no Paraguai, em 21 de abril de 2013.

Com informações de agências


No Portal Vermelho 

Globo manda Marcelo Madureira cantar noutra freguesia. O PT não presta, mas Haddad foi eleito e ainda vai reeleger Dilma e eleger Lula para governador de São Paulo, quanto ao Madureira...

Casseta & Planeta está fora da grade 2013 da Globo

Alex Carvalho/Divulgação

Depois de passar um ano longe da tela para se reciclar e buscar novos ares, o Casseta & Planeta volta a sair de cena em 2013.
A trupe se apresentou este ano em duas temporadas de episódios, divididas pela exibição da novela Gabriela.
Agora, sai do ar por decisão da direção da Globo, em comum acordo com o grupo, que, apesar do encerramento do programa, renovará contrato com a emissora.
A nova formação, sem Maria Paula, com Gustavo Mendes (a Dilma), Miá Mello e Maria Meliá, durou um ano.
Nas noites de sexta, o programa vinha registrando mais ou menos o patamar que a série “Macho Man” alcançava no mesmo horário, em 2011. Em relação ao horário tradicional, o das noites de terça, onde passou mais de 15 anos, sim, o Casseta vinha somando menos audiência, até porque às terças, sua exibição acontecia uma hora mais cedo, colada à novela das 9, onde hoje está o muito bem-sucedido Tapas & Beijos.

Os Cassetas ainda não se pronunciam sobre seu futuro na TV.


Via APOSENTADO INVOCADO

Moderadores do Facebook não conseguem diferenciar um cotovelo de um perigoso, obsceno, estranho e violento seio feminino.


O Facebook bloqueou esta foto por confundir cotovelo com seio. Faça o teste do cotovelo sensual você também!



Você pega os seus melhores sais de banho, enche a banheira de água morninha e gostosa, se maquia e pede para sua amiga registrar esse momento que vai deixar o pessoal do Facebook mor-to de in-ve-ja. Mas, quando menos espera, os moderadores da rede social vão lá e pá: bloqueiam sua foto por confundir seu cotovelo com um seio. Que história mais retardada, né? Porém, ela realmente aconteceu.
Esta foto foi postada na página Theories of the deep understanding of things na noite de sábado, como forma de testar a agilidade e a capacidade do Facebook de checar se as fotos barradas realmente preenchem os critérios de “conteúdo ofensivo” estabelecidos pelas normas da rede social. O administrador da fanpage tirou um print do aviso de remoção da foto pelo Facebook para comprová-lo e publicou o seguinte comentário ontem:

Então, este é o resultado dos testes de vigilância no Facebook feitos na semana passada: moderadores do Facebook não conseguem diferenciar um cotovelo de um perigoso, obsceno, estranho e violento seio feminino. Não fizeram qualquer pergunta e o post foi deletado. Imagine a nossa surpresa.


Êêêr, algoritmo besta.
Isso me levou a pensar o quanto meus cotovelos são sensuais. Faça o teste você também: coloque suas mãos nos respectivos ombros, levante os cotovelos até a altura dos seus seios e tire uma foto. Poste no Facebook. Se ele bloquear, parabéns, menina! Seus cotovelos são uma delícia.

Jezebel

No MARIA DA PENHA NELES

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

27 de novembro, é o Dia Nacional pela Legalização da Maconha

27 de novembro, é o Dia Nacional pela Legalização da Maconha e Combate ao Câncer, que busca reafirmar e difundir os usos e possibilidades medicinais da maconha.


Um  estudo publicado na revista “Nature Reviews-Cancer”, fornece uma explicação histórica e detalhadas sobre como o THC e os canabinóides naturais combatem o câncer, mas preservam as células normais.
O estudo de Manuel Guzmán de Madrid, Espanha descobriu que os canabinóides, os componentes ativos da maconha, inibem o crescimento de tumores em animais de laboratório. Eles fazem isso através da modulação das principais vias de sinalização celular, induzindo a parada do crescimento e morte de células tumorais, bem como inibindo o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam o tumor.
O estudo de Guzman é muito importante, de acordo com o Dr. Ethan Russo, um neurologista e autoridade mundial sobre a cannabis medicinal: “câncer ocorre porque as células se tornam imortais, pois elas não prestam mais atenção aos sinais normais de desligar o crescimento. Uma função normal de remodelação no corpo exige que as células morram sob controle. Esta é a chamada apoptose, ou morte celular programada. Esse processo deixa de funcionar em tumores. O THC promove o seu reaparecimento, para que os gliomas, leucemias, melanomas e outros tipos de células, com efeito, fiquem atentas aos sinais, parem de se dividir, e morram. ”
Mas, isso não é tudo“, explica Dr. Russo: “A outra forma que os tumores crescem é garantindo que estes sejam alimentadas: eles enviam sinais para promover a angiogênese, o crescimento de novos vasos sanguíneos. Os canabinóides também desligam esses sinais. É verdadeiramente incrível, e 
elegante.”
Em outras palavras, este artigo explica diversas maneiras em que os canabinóides podem ser utilizados para combater o câncer, e, como diz o artigo, “Os canabinóides são geralmente bem tolerados, e não produzem os efeitos tóxicos das quimioterapias convencionais.
Normalmente, qualquer história que sequer sugira a possibilidade de um novo tratamento para o câncer é saudada com manchetes sobre a “cura do câncer”, quão remota e improvável seja. Mas se a maconhaestiver envolvida, não esperem nenhuma cobertura da mídia, já que os editores tradicionais vêm silenciosamente matando esta história nos últimos 30 anos.
Via Movimento Direito Para Quem - via http://culturaverde.org/2012/08/15/2094/

Conte lá que eu conto cá

Nesta longa estrada da vida...

Há rumores que o show com a dupla Milionário e José Rico marcado para o próximo 08 de Dezembro será privilégio de um seleto grupo, ou seja, não será para o público. Você trabalha na Copagra? não? Então companheiro, no dia 08 de Dezembro, vá queimar uma carninha, vá com a patroa a uma pizzaria, porque o show com as gargantas de ouro será apenas para quem pode.

Melhoramentos...

Falando em Copagra, lembramos de usina de álcool, o assunto do mês é a compra efetuada pelo grupo Melhoramentos que segundo a rádio pião, arrematou a oferta do patrimônio copagrense pela bagatela de cem milhões de reais. A sociedade nova-londrinense espera ansiosamente que a melhoramentos traga melhorias para este povo carente de geração de empregos...

"♫Salve o Palmeiras♫"...

Amargando a pior fase de sua história, a outrora academia dos áureos tempos de Ademir da Guia, perdeu mais uma no campeonato brasileiro, desta vez para o Atlético Goianiense, o palestra segue firme em sua caminhada já com o passaporte garantido para disputar a série B em 2013, O palmeiras será o segundo clube nacional a disputar a libertadores da América atuando na série B do campeonato brasileiro, o primeiro a fazer esta façanha foi o Paulista de Jundiaí em 2006.

Contagem regressiva...

Segundo os camaradas Maias, o fim dos tempos se dará no próximo dia 21 de Dezembro, temos menos de um mês para que ocorra o término de mais uma odisséia terrestre, e você, o que anda fazendo? como está o seu preparo nestes dias do fim?

"♫Se essa rua, se essa rua fosse minha♫"...

Ah, e a avenida Londrina em Nova Londrina, continua se afinando, a cada esquina as calçadas se ampliam e a rua se torna viela... Tá ficando bonitinha aparentemente a danada da avenida, mas, o que tem de motorista reclamando, é algo incalculável, já os barulhentos que empinam as motos, estão adorando, eles sobem a avenida, em alta velocidade, rampando os tantos quebra-molas que construíram lá pra cima, desde que começou toda essa reforma na avenida.

"...♫A mulher tem na face dois brilhantes

Condutores fiéis do seu destino
Quem não ama o sorriso feminino

Desconhece a poesia de Cervantes♫..."

Enfim, quer ver mulher bonita? ande pelas avenidas de Nova Londrina, Marilena, Diamante do Norte e Itaúna do Sul, este noroeste extremo do Paraná, é rico em matéria de beleza feminina, como prova disto, confira as postagens deste blog, vá na barra lateral desta página e fique ciente que a cada semana, uma linda mulher desta região fronteiriça, nos regala sua imagem e serve para deleite dos nossos olhos.

No mais, o calor está imenso, hidratem-se, cuidem-se, beba tereré, é saudável, curta as sombras, curta uma breja gelada, (só não exagere) policie-se para não dirigir alcoolizado, vá ao rio, vá ao Porto Maringá, uma riqueza imensa existe por lá e está ao alcance de todos... 

Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.


Falando em mentira...

No Rede Esgoto de televisão

Extremos

Via Ana Camila.

Dilma supera Lula e apaga o PSDB em pesquisa para 2014


Nome da presidente é citado espontaneamente por 26% dos entrevistados; seu padrinho tem 19%
O eleitorado lembra mais da presidente Dilma Rousseff (PT) do que de seu padrinho político para a sucessão de 2014. Em pesquisa do Ibope, Dilma foi citada espontaneamente por 26% dos eleitores como candidata preferida à Presidência em 2014. Sem que eles vissem os nomes na cartela, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou em segundo lugar, com 19% das menções. A diferença de sete pontos é maior do que a margem de erro.
Do lado da oposição, apenas três nomes superaram o traço na espontânea: dois tucanos, José Serra (4%) e Aécio Neves (3%), e uma ex-presidenciável que está sem partido, Marina Silva (2%). Juntos, os demais nomes citados somam 2%.
A taxa dos que não souberam dizer, espontaneamente, em quem votariam para presidente se a eleição fosse hoje chegou a 39%. A eles se soma 1% de eleitores que não quiseram responder. Além desses, outros 4% disseram que anulariam ou votariam em branco. Faltando dois anos para a eleição, o total de 44% de eleitores sem candidato é baixo, em comparação a outros pleitos.
Em fevereiro de 2010, oito meses antes de irem às urnas para escolher o sucessor de Lula, 52% não tinham candidato na ponta da língua (Ibope) - e outros 23% citavam o nome do então presidente, que era inelegível. Na prática, só 1 a cada 4 eleitores sabia dizer, espontaneamente, o nome de um candidato viável.
Hoje, segundo o mesmo Ibope, nada menos do que 55% dos eleitores têm o nome de um presidenciável viável na ponta da língua - e 4 de cada 5 desses eleitores citam Dilma ou Lula.
Vale lembrar que pesquisas eleitorais feitas com tanta antecedência têm taxa de acerto menor do que as feitas mais perto da eleição porque impõem um problema sobre o qual a maioria das pessoas não pensou a respeito. Um ano antes da sucessão de 2010, Serra batia Dilma. No começo de 1994, Lula era favorito e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), uma especulação.
Muita coisa pode mudar no cenário eleitoral até os brasileiros voltarem às urnas, em 2014: a economia pode esquentar ou esfriar, novos escândalos de corrupção podem aparecer, outros problemas e preocupações podem afligir o eleitorado.
O que não muda é o fato de o Ibope mostrar que, em dois anos de governo, Dilma deixou de ser um “poste” plantado por Lula, e passou a ter luz própria. O fato de ela liderar sozinha na pesquisa espontânea mostra que seu desempenho no cargo a transformou em candidata natural à própria sucessão, independentemente de Lula.
A presidente é mais citada espontaneamente no Nordeste (31%), na classe C (27%), nas cidades com menos de 100 mil habitantes, por jovens de 16 a 24 anos (31%), por quem tem escolaridade intermediária (29% entre quem cursou até da 5.ª à 8.ª série). Lula vai melhor entre os mais velhos e entre os mais pobres.
O Ibope entrevistou 2.002 eleitores em 143 municípios entre 8 e 12 de novembro. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. As três perguntas sobre sucessão foram inclusas em um questionário mais amplo, que pesquisa assuntos diversos a cada mês e é chamado de “bus” pelo Ibope. Clientes pagam para incluir perguntas no “bus”. As questões eleitorais foram incluídas por iniciativa do próprio Ibope, que bancou seu custo.
José Roberto de Toledo e Daniel Bramatti
No O Estado de S. Paulo
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